sexta-feira, 9 de outubro de 2026
Boxset: Triumphs Of The Blues (20xCD's) CD20
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Boxset: Triumphs Of The Blues (Box Set 20xCD)
sexta-feira, 31 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)

Boa audição - Namastê
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 18 de março de 2024
CD019 - Sidney Bechet with Clarence Williams (1923)
Boa audição - Namastê
terça-feira, 11 de julho de 2023
King Oliver's Creole Jazz Band – The Complete Set, 1923-1924 (2CD)
Artista: King Oliver
Álbum: The Complete Set
Lançamento: 1995
Selo: Retrieval
Gênero: Jazz, Swing, Dixieland
No século 19, New Orleans era um próspero porto e uma das mais cosmopolitas cidades da América. Continha uma mistura picante de raças e etnias, incluindo os europeus, africanos, crioulos, termo que se referia ao escravo negro nascido nas Américas, e outros. Desde os primórdios da história de New Orleans, os negros coexistiram com os brancos de origem européia. Alguns eram ex-escravos que conseguiram comprar sua liberdade. Milhares chegaram à New Orleans de Saint-Domingue (atual Haiti), após as revoltas de escravos no fim dos anos 1700 e início de 1800. Muitos também vieram de Cuba depois de 1809. Esta grande variedade deu a New Orleans uma cultura única, e todos os ingredientes necessários para preparar um novo estilo de música. A cidade tem um lugar de destaque no início do desenvolvimento do jazz. Uma cidade portuária com portas abertas aos sons coloridos do Caribe e do México e uma grande população negra bem estabelecida. E a crescente cidade estava madura para o desenvolvimento da nova música na virada do século. New Orleans foi o lar de grandes clarinetistas como Johnny Dodds, Jimmy Noone e Sidney Bechet. E de grandes cornetistas que chegaram. Primeiro Joe ‘King’ Oliver que veio de Louisiana e foi professor da futura estrela, o trompetista Louis Armstrong. Joe ‘King’ Oliver foi seu mentor e professor e sua influência foi tal que Armstrong afirmou: se não tivesse sido por Joe Oliver, o jazz não seria o que é hoje. Depois, de Mississippi à New Orleans, juntamente com outros músicos influentes, chegou Jelly Roll Morton.
Banjo – Bill Johnson (faixas: 1-1 a 1-8), Bud Scott (faixas: 1-9 a 1-16), Johnny St. Cyr (faixas: 1-17 a 2-17)
Sax. Barítono – Charlie Jackson faixas: 2-5 a 2-17)
Clarinete – Buster Bailey (faixas: 2-2 a 2-), Jimmie Noone (faixas: 2-1), Johnny Dodds (faixas: 1-1 a 1-20, 2-5 a 2-17)
Corneta – King Oliver, Louis Armstrong (faixas: 1-1 a 2-17)
Bateria – Warren "Baby" Dodds (faixas: 1-1 a 2-17)
Piano – Clarence Williams faixas: 2-18, 2-19 ), Jelly Roll Morton (faixas: 2-20, 2-21), Lillian Hardin (faixas: 1-1 a 2-17)
Saxofone [C-Melody] – Paul "Stump" Evans (faixas: 1-17 a 1-20)
Trombone – Eddie Atkins (faixas: 2-1 a 2-4), Honore Dutrey (faixas: 1-1 a 1-20, 2-5 a 2-17)
Vocais – Bill Johnson (faixas: 1-7), Bud Scott (faixas: 1-10, 11-5) , Butterbeans & Susie (faixas: 2-18, 2-19)
Apito [Swanee] – Louis Armstrong (faixas: 1-13, 2-6)
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Faixas 1-1 a 1-5 gravadas em 5 de abril de 1923
Faixas 1-6 a 1-9 gravadas em 6 de abril de 1923
Faixas 1-10 a 1-13 gravadas em 22 de junho de 1923
Faixas 1-14 a 1-16 gravadas em 23 de junho , 1923
Faixas 1-17 a 1-20 gravadas em 5 de outubro de 1923
Faixas 2-1 gravadas em 15 de outubro de 1923
Faixas 2-2 a 2-4 gravadas em 16 de outubro de 1923
Faixas 2-5 a 2-8 gravadas em 25 de outubro de 1923
Faixas 2-9 a 2-12 gravadas em 26 de outubro de 1923
Faixas 2-13 a 2-17 gravadas em 24 de dezembro de 1923
Faixas 2-18 e 2-19 gravadas em 12 de setembro de 1924
Faixas 2-20 e 2-21 gravadas em 6 de dezembro , 1924
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
Jazz In Paris - 100's Most Beautiful Melodies (5CDs)
sábado, 30 de julho de 2022
# 055 - Saxophones A Saint-Germain-des-Pres_ VA-(1954-1963)
Artista: Hubert Fol, Michel De Villers & Sonny Criss
Álbum: Jazz in Paris 055
Lançamento: 2001
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Hard Bop
Ao ouvir um saxofone, logo relacionamos esse instrumento ao jazz. Mas na verdade o sax, mais especificamente o sax-tenor, demorou a ganhar o destaque que tem atualmente. Se levarmos em conta que teóricos datam o início do jazz em 1890 com o ragtime, o sax apenas na década de 1930, com o surgimento do swing, ganha a função de solista num grupo jazzístico. Nos estilos iniciais do jazz (ragtime, new orleans e dixieland), o saxofone quase não fazia parte dos grupos musicais. A parte rítmica ficava a cargo do banjo, do piano, do baixo-tuba, do washboard (as famosas tábuas de lavar roupas) e das caixas, e os destaques eram a clarineta, o pistão e o trombone. Nesse contexto, havia apenas uma exceção: Sydney Bechet, músico natural de Nova Orleans, um exímio clarinetista, que fez do sax-soprano seu principal instrumento. Pode-se dizer que o uso do sax-soprano no jazz começou com ele, que se tornou referência nesse instrumento até hoje. Os primeiros naipes de saxofone nos grupos só começaram a aparecer em meados dos anos 1920, com a ida dos músicos do estilo New Orleans a Chicago. Inicialmente, o sax servia de apoio para os instrumentos de frente, soava em sobreposição de vozes, formando uma parede harmônica. O músico responsável em tirar o saxofone desse papel secundário foi Coleman Hawkins. Natural do Missoure, nasceu em 21 de novembro de 1904, na cidade de Saint Joseph. Tenor, baixo, barítono, contralto e soprano. Com as mesmas classificações que distinguem a voz humana, o saxofone é jazzístico por vocação. Mais jovem entre os instrumentos que comumente tocam o gênero, foi inventado pelo belga Adolphe Sax em meados do século XIX.
Alto Saxofone – Hubert Fol (faixas: 1 a 7) , Sonny Criss (faixas: 8 a 14)
Saxofone Barítono – Michel De Villers (faixas: 4 a 7)
Contrabaixo – Alix Bret (faixas: 4 a 7) , Jean-Marie Ingrand (faixas: 1 a 3) , Michel Gaudry (faixas: 8 a 11) , Pierre Michelot (faixas: 12 a 14)
Bateria – Bernard Planchenault (faixas: 4 a 7) , Jean-Louis Viale (faixas: 1 a 3) , Philippe Combelle (faixas: 8 a 14)
Guitarra – René Thomas (faixas: 12 a 14)
Piano – Henri Renaud (faixas: 8 a 11) , René Urtreger (faixas: 1 a 3)
Piano, Arranjo – André Persiany (faixas: 4 a 7)
Piano, Órgão – Georges Arvanitas (faixas: 12 a 14)
Saxofone Tenor – Maurice Meunier (faixas: 4 a 7)
Trombone – Charles Verstraete (faixas: 4 a 7)
Vibraphone – Géo Daly (faixas: 4 a 7)
Gravado em Paris em 18 de janeiro de 1956 (1-3), em 1954 (4-7), em 10 de outubro de 1962 (8-11) e em abril de 1963 (12-14)
terça-feira, 5 de julho de 2022
# 047 - Classic Jazz At Saint-Germain-des-Pres (1954-1955)
No século 19, New Orleans era um próspero porto e uma das mais cosmopolitas cidades da América. Continha uma mistura picante de raças e etnias, incluindo os europeus, africanos, crioulos, termo que se referia ao escravo negro nascido nas Américas, e outros. Desde os primórdios da história de New Orleans, os negros coexistiram com os brancos de origem européia. Alguns eram ex-escravos que conseguiram comprar sua liberdade. Milhares chegaram à New Orleans de Saint-Domingue (atual Haiti), após as revoltas de escravos no fim dos anos 1700 e início de 1800. Muitos também vieram de Cuba depois de 1809. Esta grande variedade deu a New Orleans uma cultura única, e todos os ingredientes necessários para preparar um novo estilo de música. A cidade tem um lugar de destaque no início do desenvolvimento do jazz. Uma cidade portuária com portas abertas aos sons coloridos do Caribe e do México e uma grande população negra bem estabelecida. E a crescente cidade estava madura para o desenvolvimento da nova música na virada do século. New Orleans foi o lar de grandes clarinetistas como Johnny Dodds, Jimmy Noone e Sidney Bechet. E de grandes cornetistas que chegaram. Primeiro Joe ‘King’ Oliver que veio de Louisiana e foi professor da futura estrela, o trompetista Louis Armstrong. Joe ‘King’ Oliver foi seu mentor e professor e sua influência foi tal que Armstrong afirmou: se não tivesse sido por Joe Oliver, o jazz não seria o que é hoje. Depois, de Mississippi à New Orleans, juntamente com outros músicos influentes, chegou Jelly Roll Morton. A partir de 1817, os escravos negros de New Orleans foram autorizados a dançar e cantar nas tardes de domingo, na ‘Congo Square’, perto do bairro francês. Centenas se reuniam para as celebrações. Alguns cantavam as músicas entoadas nas plantações de algodão que eram derivações dos cantos da Igreja Batista. Outros dançavam ao som das batidas tribais dos caribenhos. Ainda outros mostravam as danças africanas transmitidas através de gerações. À medida que o século avançava a música de New Orleans também foi influenciada pela arte dos menestréis, que se tornou extremamente popular e foi responsável pela popularização da música e da dança, principalmente o sapateado. A música era escrita por negros e brancos e dominou as paradas por décadas e produziu alguns dos primeiros compositores afro-americanos de sucesso. Na década de 1890, New Orleans já era um caldeirão musical. Em seguida, o ragtime e o blues chegaram. O ragtime era uma música dançante, que combinava elementos de marchas militares, música européia e a arte dos menestréis. Os jovens adoravam. Seus pais odiavam. O blues chegou na mesma época, trazido por negros refugiados provenientes de outros estados do Sul, que vieram para New Orleans para escapar ao ódio racial e aos campos de algodão. Basicamente, o jazz de New Orleans nasceu quando os músicos negros e os crioulos adicionaram ragtime e estilos de blues à mistura já potente da música que tocavam e sobre tudo improvisavam. Enquanto a secção rítmica, termo que designa um grupo de instrumentos musicais, tocava uma música, um trombetista interrompia mostrando seu talento e habilidade. E depois outros também o faziam e assim, a improvisação tornou-se a essência do jazz. Um pianista crioulo chamado Jelly Roll Morton foi o primeiro homem a escrever melodias do jazz original, e ele alegou ter ‘inventado’ o jazz. Mas a tradição diz que o trompetista e barbeiro Buddy Bolden foi o primeiro homem a liderar uma banda de jazz real. Buddy Bolden foi internado num hospício em 1907 e lá permaneceu até sua morte em 1931. Até então, os sucessores como King Oliver e Louis Armstrong tinham levado o jazz a um novo patamar de popularidade e para outras cidades como Chicago e Nova York. A música nascida em New Orleans é considerada a mais importante. Como uma linguagem musical, o jazz através dos negros das Américas a partir da batida sincopada do ragtime, das fanfarras e dos coros de gospel misturado aos gritos dos campos de algodão e ao rosnado profundo do blues foi exportado para todo o mundo. As ‘brass bands’, um grupo musical em geral, constituído exclusivamente por instrumentos de metal, para o conforto das famílias, tocam durante os funerais. O ‘jazz funeral’ começa sombrio. Em seu caminho para o cemitério, a banda de metais executa tristes hinos fúnebres chamados ‘lamúrias’. ‘Nearer My God to Thee’ é a escolha mais popular, mas pode ser qualquer outra música que lembre aos enlutados os altos e baixos da vida. Este tom sombrio dura até que a procissão resolve mandar o carro fúnebre para o destino final, o cemitério. É neste ponto que a banda de repente passa a tocar ‘When the Saints Go Marching In’ ou ‘Didn’t He Ramble,’ ou talvez ‘Lil Liza Jane’. E os próprios enlutados, parentes e carpideiras, dançam com abandono selvagem. Eles vão freqüentemente enfeitados com guarda-chuvas, e os transeuntes são convidados, com sorrisos e alegria, a participarem da comemoração. Este funeral remonta a antigas tradições africanas dos iorubás da África Ocidental. Uma crença de que a vida acabou neste mundo, mas um espírito corre livre e solto e aqueles que vivem em luto podem deleitar-se com o conhecimento de que seu parente ou velho amigo estará dançando do outro lado com o coração cheio de alegria.
quinta-feira, 14 de abril de 2022
# 022 - Sidney Bechet Et Claude Luter (1948-1949)
Artista: Sidney Bechet / Claude Luter
Álbum: Jazz in Paris #022
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Dixieland
Sidney Bechet foi o primeiro solista importante nos registros da história do jazz. O primeiro músico de jazz internacional, Bechet era praticamente desconhecido na América. Um saxofonista soprano e clarinetista brilhante, cujo estilo não evoluíu muito ao longo dos anos, mas ele nunca perdeu o entusiasmo e a criatividade. Um mestre na improvisação individual e coletiva dentro do gênero de jazz de Nova Orleans. Sidney Bechet foi tão dominante que os trompetistas achavam muito difícil tocar com ele e os demais músicos tinham problemas por ele sempre querer ser a voz principal. Ao longo de sua vida, ele nunca teve a disciplina necessária para tocar em uma banda normal, ele sempre preferiu ser um solista e trabalhou em várias bandas. Sidney Bechet estudou clarinete em Nova Orleans com Lorenzo Tio, talvez o único instrumentista de jazz de Nova Orleans a tocar o oboé; com ‘Big Eye’ Luís Nelson, um dos pioneiros do jazz e auto-didata no clarinete que também tocava acordeão, guitarra, banjo, violino e contrabaixo; e com Baquet George, uma influência importante sobre Sidney Bechet.
Boa audição - Namastê












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