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quarta-feira, 17 de setembro de 2025

The Perfect Jazz Collection - 25 Original Albums (Box Set 25 CD's)

Esta coleção The Perfect Jazz Collection - 25 Original Albums (Box Set 25 CD's) é uma compilação de álbuns clássicos do jazz, originalmente lançada pela gravadora Sony Music em 2010. A compilação é um excelente ponto de partida para novos ouvintes e uma adição valiosa para colecionadores, oferecendo 25 álbuns históricos do gênero por um preço acessível. A compilação foca em álbuns de jazz de alta qualidade e de grande importância histórica. O repertório abrange diversas vertentes do gênero e conta com nomes essenciais. Embora a lista exata possa variar um pouco dependendo da prensagem, o conteúdo central permanece o mesma. Para quem deseja construir uma biblioteca de jazz clássico sem gastar uma fortuna em álbuns separados, esta caixa é uma ótima opção. Ela oferece uma introdução abrangente e de alta qualidade à história do jazz, reunindo 25 álbuns importantes em uma edição compacta e de bom acabamento. No entanto, colecionadores mais exigentes ou aqueles que já possuem parte do material podem preferir buscar as edições individuais dos álbuns, que por vezes apresentam embalagens mais robustas e encartes com informações detalhadas. Além disso, a seleção dos artistas, embora de alto nível, pode não agradar a todos os amantes de jazz. 

Vantagens:

Preço acessível por um grande volume de conteúdo.

- Ótima introdução para iniciantes no jazz.

- Embalagem compacta e com design atraente.

- Boa qualidade de áudio nas remasterizações. 

Desvantagens:

- Embalagem frágil e sem a proteção de uma caixa de acrílico tradicional.

- Ausência de encartes com informações detalhadas, comuns nas edições individuais.

- Pode conter faixas ou edições ligeiramente diferentes das originais.  


Boa audição - Namastê
 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

VA - VA - The Greatest Jazz Legends-19 Original Álbum (10CD BoxSet - 10CD BoxSet)


Caixa de 10 CDs, contendo vinte álbuns originais clássicos dos maiores artistas de jazz de todos os tempos, incluindo Miles Davis, Chet Baker, Bill Evans, Sonny Rollins, Thelonius Monk, Art Pepper, Bud Powell, Cannonball Adderley, Art Blakey e outros. Estão incluídos álbuns icônicos que merecem um lugar nas melhores coleções de amantes e apreciadores do melhor do jazz, como: 'Kind of Blue' e 'Sketches of Spain' de Miles Davis, 'Saxophone Colossus' de Sonny Rollins, 'Blue Train' de John Coltrane, 'Time Out' de Dave Brubeck. ' e 'Somethin' Else' de Cannonball Adderley, Chet Baker Sing de Chet Baker entre outros colossais nomes e albuns sincopados do autêntico jazz.
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Álbum: The Greatest Jazz Legends/10CDs
Lançamento: 2015
Selo: The Intense Media
Gênero: Cool, Modal, Hard bop, Post-bop, west cool

Boa audição - Namastê


sábado, 17 de dezembro de 2022

HS 01 - Sacha Distel - Jazz Guitarist




Artista: Sacha Distel

Álbum: Jazz in Paris- Hors-Série 01

Lançamento: 2003

Selo: Gitanes Jazz Produção

Gênero: Bop

 Surgido em meados de 1910, em New Orleans, o Jazz é talvez, um dos estilos mais "mistificados" por ouvintes e músicos de outras vertentes, pela sua estrutura, digamos, não muito convencional e complexa. São muito comuns os admiradores dos grandes músicos do Jazz, como Charlie Parker e John Coltrane. As primeiras guitarra de jazz nasceram no final do século XIX o Luthier americano Orville Gibson criou a primeira guitarra archtop em Kalamazoo, Michigan. As archtop são guitarras com cordas de metal e geralmente com corpo maior ao do violão. Possuem uma ponte ajustável, orifícios em formato de F e o tampo dela é arqueado, daí o nome. Assemelha o visual de um violino. Antes das archtops, o mais comum era usar o banjo como instrumento de acompanhamento nas agrupações de jazz, devido a sua projeção sonora maior que a do violão e também por ser mais fácil de transportar do que um piano. Mas após a invenção da guitarra archtop, ela passa a substituir o banjo como instrumento de acompanhamento e, com guitarristas como Eddie Lang, ela também começa a ter um pouco de destaque como instrumento solista. Embora ela não podia ser tocada como solista em agrupações muito grandes e com muitos instrumentos pois seu som tinha um volume muito baixo como para destacar fazendo melodias. Quando pensamos em guitarras uma das primeiras coisas que vem na nossa cabeça são os captadores, a alma da guitarra. Eles transformam as vibrações das cordas em sinais elétricos que são enviados ao amplificador. No entanto as primeiras guitarras de jazz eram totalmente acústicas, até que em 1923 o músico e engenheiro acústico americano Lloyd Loar criou os primeiros captadores. Depois do Charlie Christian, surgem outros grandes guitarristas dentro da cena do Jazz como Wes Montgomery, Joe Pass, Jim Hall, entre outros que revolucionaram o instrumento e influenciaram todas as gerações de guitarristas que vieram após eles. Todos eles usavam guitarras archtop acústicas com captadores. Isso faz com que o som desse tipo de guitarras seja associado, historicamente, ao jazz, blues e subgêneros desses estilos ou gêneros derivados deles. É o que conhecemos hoje em dia como “o timbre das guitarras de jazz”. Um problema das guitarras acústicas amplificadas era que ao aumentar muito o volume do amplificador causava microfonia. Para resolver este problema Gibson criou um modelo que misturava a característica acústica das guitarras archtop com a sustentação de uma guitarra de corpo sólido e assim nascem as semiacústicas. As semiacústicas possuem uma caixa de propagação, mais fina do que as acústicas, com uma peça de madeira interna que se estende do braço ao fim do corpo. Desta forma temos um instrumento que não apresenta problemas de microfonia e mantém as características de uma guitarra acústica de jazz. É por essa razão que guitarristas de jazz preferem esse tipo de guitarras. Mas isso não quer dizer que as de corpo sólido não possam ser usadas no jazz. Grandes guitarristas como Mike Stern ou Ed Bickert tem usado guitarras de corpo sólido neste gênero. Afinal é uma escolha timbrística! Da mesma forma que muitos preferem usar uma stratocaster para tocar rock clássico, muitos vão preferir uma semiacústica para tocar jazz.

Acompanhado por, Orquestra – Artista Desconhecido ( faixas: 2-3 a 2-6 )
Alto Saxophone – Hubert Fol (faixas: 1-15, 1-16), Ronnie Chamberlain (faixas: 2-7 to 2-10), Roy Willox (faixas: 2-7 to 2-10)
Baritone Saxophone – Don Honeywell (faixas: 2-7 to 2-10)
Baritone Saxophone, Bass Clarinet – William Boucaya (faixas: 1-1, 1-2, 1-4, 1-5, 1-7, 1-8)
Double Bass – Benoit Quersin (faixas: 1-9 to 1-14), Frank Clark* (faixas: 2-7 to 2-10), George Duvivier (faixas: 1-3, 1-6), Paul Rovère (faixas: 1-9 to 1-14, 2-3 to 2-6), Pierre Michelot (faixas: 1-1, 1-2, 1-4, 1-5, 1-7, 1-8, 1-15 to 2-2)
Bateria – Al Levitt (faixas: 1-9 to 1-14), Charles Saudrais (faixas: 1-3, 1-6), Christian Garros (faixas: 1-1, 1-2, 1-4, 1-5, 1-7, 1-8), Baptiste "Mac Kac" Reilles (faixas: 1-15, 1-16), Kenny Clarke (faixas: 2-1, 2-2), Marcel Blanche (faixas: 2-3 to 2-6), Ronnie Stevenson* (faixas: 2-7 to 2-10)
Flauta – Bobby Jaspar (faixas: 1-14)
Guitarra – Paul Piguilem* (faixas: 2-3 to 2-6), Sacha Distel
Órgão – Raymond Le Senechal ( faixas: 2-1, 2-2 )
Piano – Gene Di Novi* (faixas: 1-3, 1-6), Gérard Gustin (faixas: 2-3 to 2-6), Laurie Holloway (faixas: 2-7 to 2-10), René Urtreger (faixas: 1-9 to 1-13, 1-15, 1-16)
Tenor Saxophone – Bobby Jaspar (faixas: 1-9 to 1-13), Georges Grenu (faixas: 1-1, 1-2, 1-4, 1-5, 1-7, 1-8), Keith Bird (faixas: 2-7 to 2-10), Tommy Whittle (faixas: 2-7 to 2-10)
Trombone – Bobby Lamb (faixas: 2-7 to 2-10), Gibb Wallace (faixas: 2-7 to 2-10), Nat Peck (faixas: 2-7 to 2-10), Ted Barker (faixas: 2-7 to 2-10)
Trombone, Arranged By – Billy Byers (faixas: 1-1 to 1-8, 1-12), Slide Hampton (faixas: 2-3 to 2-10)
Trumpet – Bernard Hulin (faixas: 2-1, 2-2), Bobby Haughey (faixas: 2-7 to 2-10), Duncan Campbell (faixas: 2-7 to 2-10), Eddie Blair (faixas: 2-7 to 2-10), Jean Liesse (faixas: 1-1, 1-2, 1-4, 1-5, 1-7, 1-8), Tony Fisher (2) (faixas: 2-7 to 2-10)

CD:1-1, 1-2, 1-4, 1-5, 1-7, 1-8 registrado em 1º e 2 de junho de 1956 em Paris
1-3, 1-6 registrado em 28 de maio de 1956 em Paris
1-9 a 1-11, 1-13, 1-14 gravado em 11 de setembro de 1957 em Paris
1-12 gravado em 12 de setembro de 1957 em Paris
1-15, 1-16 gravado em maio de 1954 no Appollo-Théâtre, Paris
CD:2-1, 2 -2 Trilha sonora original do filme de Roger Vadim, gravada em 6 de dezembro de 1961 no Studio Blanqui, Paris
2-3 a 2-6 gravada em 12 de novembro de 1968 em Paris
2-7 a 2-10 gravada em 19 de novembro de 1968 em Londres



 Boa audição - Namastê

quinta-feira, 4 de agosto de 2022

# 057 - Rene Thomas - Meeting Mister Thomas (1963)

Artista: Rene Thomas 
Lançamento: 2001
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop 


Uma das grandes formas de arte musical, o jazz, evoluiu e integrou elementos de todos os tipos de música. Muitos guitarristas de jazz desenvolveram seu estilo principalmente ao imitar as inovações dos grandes mestres do jazz em instrumentos de sopro e teclados, e absorveram a música clássica e de outros povos para produzir algumas das músicas mais sofisticadas para a guitarra. No início, o banjo era utilizado mais frequentemente nas bandas. O guitarrista Jeff ‘Brock’ Mumford (1870-1937) apareceu em uma das mais famosas bandas de New Orleans, liderada pelo trompetista Buddy Bolden em 1890. Não existem registros de Mumford e os historiadores apenas especulam sobre a sua música. Johnny St. Cyr (1890-1966) tocou com o trombonista e bandleader Kid Ory. Ele começou no banjo, e então mudou para a guitarra de 6 cordas e tocou nos grupos ‘Hot Five’ e ‘Hot Seven’ de Louis Armstrong, bem como nas gravações de Jelly Roll Morten. Bud Scott (1890-1949) tinha um estilo semelhante e, a partir de 1904, tocou com o bandleader, baterista e violinista John Robichaux e Freddy Keppard, um dos primeiros trompetistas de jazz.

Saxofone Alto – Jacques Pelzer (faixas: 1 a 3)

Alto Saxofone, Flauta – Jacques Pelzer (faixas: 1 a 3)

Baixo – Benoit Quersin (faixas: 1 a 3) , Gilbert Rovère (faixas: 1 a 3)

Bateria – Charles Bellonzi

Guitarra Elétrica – René Thomas

Órgão – Lou Bennett 

Gravado em 23 de março e 20 de abril, 1963.

Boa audição - Namastê

domingo, 30 de setembro de 2018

2006 - Bossa Nova - VA

Artista: VA
Álbum: Bossa Nova
Selo: 2006
Lançamento: Verve Records (Universal Music Group)
Gênero: Bossa Nova, Brazlian Songs, Latino Jazz
“Não acredito que surgirão na música brasileira movimentos musicais tão inovadores quanto a bossa nova e o tropicalismo. Mas isso não é o fim do mundo. Vamos fazer música de qualidade, nem que não seja uma revolução.”
 Ana Carolina
Boa audição - Namastê

domingo, 19 de agosto de 2018

2009 - Bossa Nova Guitar - VA


Artista: VA
Album: Bossa Nova Guitar
Lançamento: 2009
Selo: Verve
Gênero: Jazz, Bossa Nova, Guitar Jazz
“O Brasil tem que merecer a Bossa Nova”
Caetano Veloso
Boa audição - Namastê

quinta-feira, 12 de julho de 2018

1999 - Jazz Loves Brasil Volume 1 & 2 (2CD Set) - VA

Artista: VA
Álbum: Jazz Loves Brasil Volume 1 & 2
Lançamento: 1999
Selo: Classic Verve Latin Jazz
Gênero: Bossa Jazz, Latino Jazz
A leveza não estava limitada à melodia e ao canto. Na bossa nova, os temas tratados pelos jovens compositores estavam longe dos casos de amor mal resolvidos, traições e abandonos de lar. A mulher nunca estragaria a vida de um homem na bossa nova, ela sempre seria uma espécie de musa e nunca seria uma bandida que traiu e que fez o cara beber até a morte. O ano de 1959 foi considerado o ano marco da bossa nova com a gravação do disco 'Chega de Saudade', de João Gilberto. Nesse disco despontavam duas duplas de compositores, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e Carlos Lyra e Ronaldo Bôscoli. O lançamento do LP definiu o que seria o novo estilo musical, até então não muito familiar aos ouvidos do público. Era uma interpretação suave, discreta, que contradizia o que vinha acontecendo antes com a interpretação dos cantores da Rádio Nacional. O canto ‘gritado’ foi transformado em uma voz suave acompanhada de uma melodia sofisticada, com influência e inspiração no jazz ‘west coast’ americano, no bolero mexicano e na música francesa, descendente de Maurice Ravel e Claude Debussy. Não esquecendo Chopin e Villa-Lobos. As letras eram poéticas e comportadas. A então capital do Brasil, o Rio de Janeiro da década de 50, era um lugar de encontros. Quase todos os componentes da bossa nova estavam na zona sul e quem não morava na região vinha de outros locais para as reuniões que eram realizadas no apartamento de Nara Leão, em Copacabana. Sendo o foco desse surto cultural, pessoas de outros Estados vinham para o Rio, como João Gilberto veio da Bahia, Sérgio Ricardo de São Paulo e João Donato do Acre. No Rio nasceu a bossa nova. (por vivian retz)
Boa audição - Namastê

terça-feira, 4 de agosto de 2015

1967 - A Day In The Life - Wes Montgomery


Artista: Wes Montgomery
Álbum: A Day In The Life
Lançamento: 1967
Selo: Universal
Gênero: Jazz


Personnel: Wes Montgomery (guitar); Don Sebesky (arranger, conductor); Herbie Hancock (piano); Ron Carter (bass); Grady Tate (drums); Ray Baretto (percussion)
 Recording: Van Gelder Studios, Englewood Cliffs, NJ (06/06/1967-06/26/1967)
Boa audição - Namastê