John William Coltrane, também conhecido como "Trane" (23 de setembro de 1926 - 17 de julho de 1967), foi um saxofonista e compositor de jazz americano. Trabalhando nos idiomas bebop e hard bop no início de sua carreira, Coltrane ajudou a abrir caminho para o uso de modos no jazz e mais tarde ficou na vanguarda do free jazz. Ele organizou pelo menos cinquenta sessões de gravação como líder durante sua carreira, e apareceu como um sideman em muitos outros álbuns, notavelmente com o trompetista Miles Davis e o pianista Thelonious Monk. Como sua carreira progrediu, Coltrane e sua música assumiram uma dimensão cada vez mais espiritual. Sua segunda esposa foi a pianista Alice Coltrane e seu filho Ravi Coltrane também é saxofonista. Coltrane influenciou inúmeros músicos e continua sendo um dos saxofonistas mais significativos da história da música. Ele recebeu muitos prêmios e reconhecimentos póstumas, incluindo canonização pela Igreja Ortodoxa Africana como São João William Coltrane e um Prêmio Pulitzer especial em 2007.
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quarta-feira, 10 de abril de 2019
sábado, 19 de maio de 2018
1997 - The Blue Box: Blue Note's Best - VA
Artista: VA
Esta compilação, produzida pela EMI no Canadá, é uma excelente maneira para se iniciar no jazz. É uma amostra da grande variedade de músicas e artistas de uma das mais prestigiadas etiquetas de jazz de todos os tempos. As gravações foram obtidas a partir da coleção ‘Best of the Blue Note Years’ de vários discos que a gravadora lançou nos anos 90. As gravações abrangem um período de mais de 50 anos, desde a gravação de Sidney Bechet, em 1939 com a seminal ‘Summertime’ a John Scofield, em 1993, com ‘Message to My Friend’. Naturalmente, quando se garimpa uma mina tão rica como a gravadora ‘Blue Note’, não é possível apontar apenas uma música clássica do jazz. No geral, essa coleção é para quem quer uma visão ampla do que fez a grande ‘Blue Note’. E para quem gosta de jazz é uma boa introdução de alguns dos mais importantes artistas do gênero.
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quinta-feira, 10 de maio de 2018
Artista: VA
Lançamento: 2009
Selo: Blue Note Records
Gênero: Jazz, Bebo, Hard Bob, Cool West, Free Jazz
Como parte da celebração de setenta anos da ‘Blue Note Records’, em 2009, o selo convocou jovens e experientes estrelas do jazz para executar composições ‘hard bop’, estilo estreitamente identificado com a gravadora nos anos 50 até meados dos anos 60. E assim foi gravado ‘Mosaic’. Uma curiosa coleção. Uma viagem nostálgica por canções famosas. ‘Mosaic’ é um título perfeito, peças assimétricas estabelecidas de forma organizada, intrigante e desigual. O CD 1 foi produzido pelo pianista Bill Charlap e líder do ‘Blue Note 7’, um septeto de jazz formado em 2008. O grupo é constituído por Peter Bernstein (guitarra), Bill Charlap (piano), Ravi Coltrane (saxofone tenor), Lewis Nash (bateria), Nicholas Payton (trompete), Peter Washington (contrabaixo), e Steve Wilson (sax alto, flauta). Bill Charlap é o único membro do grupo que assinou com a gravadora. No entanto, Ravi Coltrane tem ligações familiares importante com a ‘Blue Note’. Seu legendário pai, John Coltrane, gravou apenas uma sessão para o rótulo, ‘Blue Train’, mas foi um grande sucesso. ‘Blue Note 7’ é muito bem conhecido na cena do jazz em Nova York. O CD 2 é constituído pelas mesmas músicas, mas são as originais produzidas por Alfred Lion e interpretadas pelos magníficos artistas contratados na época.
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domingo, 6 de maio de 2018
Gravadora 'Blue Note Records'
A ‘Blue Note Records’ é uma gravadora norte-americana de jazz fundada em 1939 por Alfred Lion. O seu nome tem origem no termo de jazz e blues, blue note, que é uma nota musical que provém das escalas usadas nas canções de trabalho praticadas pelos povos afro-americanos. A característica musical resultante imprime um caráter de lamento à música podendo considerar-se que tenha surgido como uma consequência da dureza do trabalho nos campos. Consiste em criar uma nota que não consta na escala diatônica tradicional. Esta herança escalar migrou mais tarde para o universo jazzístico. A 'Blue Note Records' esteve desde cedo mais associada ao estilo 'hard bop', um gênero influenciado pelo rhythm and blues, gospel e blues, que desenvolveu-se durante as décadas de 1950 e 1960. Mas, a gravadora incluia também bebop, soul, blues, rhythm and blues e gospel. Horace Silver, Jimmy Smith, Freddie Hubbard, Lee Morgan, Art Blakey e Grant Green estavam entre os principais artistas da editora. Após a 2ª Guerra Mundial, no entanto, quase todos os músicos mais importantes gravariam para a 'Blue Note'.
Em 1925, aos 16 anos, Alfred Lion notou um cartaz de concertos para orquestra que aconteceria perto do seu local favorito de patinação no gelo em sua nativa Berlim, na Alemanha. Ele tinha ouvido muitos discos de jazz de sua mãe e começou a se interessar pela música, mas naquela noite do concerto a sua vida mudou. O impacto do que ouviu tocado ao vivo explodiu dentro dele como uma paixão e o fez partir para Nova York em 1928 onde trabalhou nas docas e dormiu no Central Park para chegar mais perto da música que tanto amava. Em 1938, Lion foi ver o concerto ‘Spirituals to Swing’ no Carnegie Hall. O poder e a beleza do piano ‘boogie woogie', um estilo de blues, caracterizado pelo uso sincopado da mão esquerda ao piano, dos mestres Albert Ammons e Meade Lux Lewis balançou e apoderou-se de sua alma. Exatamente duas semanas depois trouxe os dois pianistas para um estúdio de Nova Iorque para fazer algumas gravações. Eles se revezavam ao piano e a longa sessão terminou com dois duetos impressionantes. A ‘Blue Note Records’ finalmente tornou-se uma realidade e Alfred Lion construiu uma das maiores empresas de registro musical de jazz do mundo.
No final de 1939, o seu amigo de infância Francis Wolff saiu da Alemanha de Hitler com destino aos Estados Unidos. Ele encontrou emprego em um estúdio fotográfico e juntou forças com Alfred Lion no projeto ‘Blue Note’. No final dos anos 1940, o jazz havia mudado novamente, e Lion e Wolff já não podiam resistir mais ao movimento do bebop, uma das correntes mais influentes do jazz. O saxofonista Ike Quebec tornou-se um amigo íntimo e conselheiro para os dois. Logo eles estavam gravando Fats Navarro, Bud Powell, Tadd Dameron, Thelonious Monk, Art Blakey, entre outros. Lion e Wolff eram especialmente fascinados por Thelonious Monk e ajudaram a sua carreira em todos os sentidos possíveis. Apesar da resistência dos críticos musicais e das vendas fracas, eles gravaram com ele até 1952. O caso de Monk foi o primeiro grande exemplo do que Horace Silver descreveu em uma entrevista de 1980: 'Alfred Lion e Frank Wolff eram homens de integridade e realmente fãs de jazz. Deram a vários músicos a chance de gravar quando todas as outras gravadoras não estavam interessadas. E eles apoiavam o artista, mesmo que ele não estivesse vendendo quase nada.'
Em 1954, a ‘Blue Note’, partiu em direção a um sistema que foi muito semelhante a uma companhia de teatro usando um elenco de 'sidemen', músicos profissionais contratados para executar ou gravar com um grupo do qual não era um membro regular; e líderes que assegurassem a criatividade e a confiabilidade. Logo depois a gravadora colocou em movimento uma outra tendência do jazz. Seguindo o conselho de Babs Gonzales e outros músicos, Alfred Lion e Frank Wolff se aventuraram a ouvir um pianista da Filadélfia, que tinha abandonado o seu instrumento original e agora tocava um órgão Hammond no canto de um armazém alugado. E assim ouviram pela primeira vez Jimmy Smith em 1956, no seu primeiro show em Nova York. Descrito por Alfred como uma visão impressionante, um homem de rosto contorcido, agachado sobre o teclado em agonia aparente, os dedos em vôo e os pés que dançavam sobre os pedais. Um som que ele nunca tinha ouvido antes. Foi estarrecedor. Ao mesmo tempo, Wolff conheceu Reid Miles, um artista comercial, que era um devoto fã de música clássica. Miles se tornou o designer para o selo por 11 anos e criou gráficos maravilhosos para as capas dos discos. Os detalhes fizeram a diferença.
Na década seguinte a ‘Blue Note’ passou para um patamar mais elevado na indústria fonográfica. Com álbuns que foram sucessos inesperados, que tiveram longas estadias nas paradas pop além de continuar a sua tradição 'hard bop'. Alfred Lion permaneceu até meados de 1967, quando problemas de saúde o forçaram a se aposentar. Frank Wolff e Duke Pearson dividiram as tarefas de produção, mas o jazz foi se movendo para um novo ciclo de tempos difíceis, economicamente e artisticamente. A cena não fornecia um ambiente no qual poderia nutrir jovens talentos e se perpetuar. Frank Wolff se afastou da ‘Blue Note’ até sua morte em 1971. A gravadora conseguiu sobreviver através de um programa de reedições e material inédito. Esse programa sobreviveu até 1981. Em meados de 1984, foi contratado Bruce Lundvall para ressuscitar a etiqueta. E a ‘Blue Note’ renasceu. Fonte: Pintando Musica
Em 1925, aos 16 anos, Alfred Lion notou um cartaz de concertos para orquestra que aconteceria perto do seu local favorito de patinação no gelo em sua nativa Berlim, na Alemanha. Ele tinha ouvido muitos discos de jazz de sua mãe e começou a se interessar pela música, mas naquela noite do concerto a sua vida mudou. O impacto do que ouviu tocado ao vivo explodiu dentro dele como uma paixão e o fez partir para Nova York em 1928 onde trabalhou nas docas e dormiu no Central Park para chegar mais perto da música que tanto amava. Em 1938, Lion foi ver o concerto ‘Spirituals to Swing’ no Carnegie Hall. O poder e a beleza do piano ‘boogie woogie', um estilo de blues, caracterizado pelo uso sincopado da mão esquerda ao piano, dos mestres Albert Ammons e Meade Lux Lewis balançou e apoderou-se de sua alma. Exatamente duas semanas depois trouxe os dois pianistas para um estúdio de Nova Iorque para fazer algumas gravações. Eles se revezavam ao piano e a longa sessão terminou com dois duetos impressionantes. A ‘Blue Note Records’ finalmente tornou-se uma realidade e Alfred Lion construiu uma das maiores empresas de registro musical de jazz do mundo.
No final de 1939, o seu amigo de infância Francis Wolff saiu da Alemanha de Hitler com destino aos Estados Unidos. Ele encontrou emprego em um estúdio fotográfico e juntou forças com Alfred Lion no projeto ‘Blue Note’. No final dos anos 1940, o jazz havia mudado novamente, e Lion e Wolff já não podiam resistir mais ao movimento do bebop, uma das correntes mais influentes do jazz. O saxofonista Ike Quebec tornou-se um amigo íntimo e conselheiro para os dois. Logo eles estavam gravando Fats Navarro, Bud Powell, Tadd Dameron, Thelonious Monk, Art Blakey, entre outros. Lion e Wolff eram especialmente fascinados por Thelonious Monk e ajudaram a sua carreira em todos os sentidos possíveis. Apesar da resistência dos críticos musicais e das vendas fracas, eles gravaram com ele até 1952. O caso de Monk foi o primeiro grande exemplo do que Horace Silver descreveu em uma entrevista de 1980: 'Alfred Lion e Frank Wolff eram homens de integridade e realmente fãs de jazz. Deram a vários músicos a chance de gravar quando todas as outras gravadoras não estavam interessadas. E eles apoiavam o artista, mesmo que ele não estivesse vendendo quase nada.'
Em 1954, a ‘Blue Note’, partiu em direção a um sistema que foi muito semelhante a uma companhia de teatro usando um elenco de 'sidemen', músicos profissionais contratados para executar ou gravar com um grupo do qual não era um membro regular; e líderes que assegurassem a criatividade e a confiabilidade. Logo depois a gravadora colocou em movimento uma outra tendência do jazz. Seguindo o conselho de Babs Gonzales e outros músicos, Alfred Lion e Frank Wolff se aventuraram a ouvir um pianista da Filadélfia, que tinha abandonado o seu instrumento original e agora tocava um órgão Hammond no canto de um armazém alugado. E assim ouviram pela primeira vez Jimmy Smith em 1956, no seu primeiro show em Nova York. Descrito por Alfred como uma visão impressionante, um homem de rosto contorcido, agachado sobre o teclado em agonia aparente, os dedos em vôo e os pés que dançavam sobre os pedais. Um som que ele nunca tinha ouvido antes. Foi estarrecedor. Ao mesmo tempo, Wolff conheceu Reid Miles, um artista comercial, que era um devoto fã de música clássica. Miles se tornou o designer para o selo por 11 anos e criou gráficos maravilhosos para as capas dos discos. Os detalhes fizeram a diferença.
Na década seguinte a ‘Blue Note’ passou para um patamar mais elevado na indústria fonográfica. Com álbuns que foram sucessos inesperados, que tiveram longas estadias nas paradas pop além de continuar a sua tradição 'hard bop'. Alfred Lion permaneceu até meados de 1967, quando problemas de saúde o forçaram a se aposentar. Frank Wolff e Duke Pearson dividiram as tarefas de produção, mas o jazz foi se movendo para um novo ciclo de tempos difíceis, economicamente e artisticamente. A cena não fornecia um ambiente no qual poderia nutrir jovens talentos e se perpetuar. Frank Wolff se afastou da ‘Blue Note’ até sua morte em 1971. A gravadora conseguiu sobreviver através de um programa de reedições e material inédito. Esse programa sobreviveu até 1981. Em meados de 1984, foi contratado Bruce Lundvall para ressuscitar a etiqueta. E a ‘Blue Note’ renasceu. Fonte: Pintando Musica
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domingo, 10 de dezembro de 2017
Trane, para não se perder no mundo imenso do Jazz
Em 17 de julho de 1967 falecia, no Huntington Hospital, em Long Island, Nova Iorque John Coltrane, um dos maiores nomes do Jazz de todos os tempos. Aos quarenta anos, o saxofonista perdeu a luta contra o câncer no fígado e não pôde presenciar o que a sua música significaria para o mundo das artes a partir dos anos seguintes. Além de ter trabalhado com Duke Elington, Thelonious Monk, Sonny Rollins, Dizzy Gillespie, Miles Davis, entre outros, Coltrane também teve tempo para formar seu próprio grupo e gravar algumas das maiores obras-primas da música, como Blue Train, Giant Steps, My Favorite Things, Impressions e aquela que talvez seja sua obra máxima, 'A Love Supreme', gravado em uma única sessão na noite de 09 de dezembro de 1964 com o pianista McCoy Tyner, o baixista Jimmy Garrison e o baterista Elvin Jones. A suíte, dividida em quatro partes, representa o ápice criativo do quarteto de Coltrane que sentia a necessidade de recuperar a musicalidade utilizada em antigos rituais religiosos africanos, esquecidos através da opressão e escravidão dos negros ao longo da historia. O resultado dessa experiência foram mais de cem mil cópias vendidas e várias portas abertas para criações de outros gêneros musicais, como o Free Jazz. Para se aprofundar no assunto, recomendo a leitura de 'A Love Supreme – A Criação do Álbum Clássico de John Coltrane', de Ashley Kahn. - Boa leitura
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terça-feira, 16 de maio de 2017
Monk - O gênio excêntrico do jazz
Por si, uma pessoa de poucas palavras, Monk alternava estados de euforia com épocas de recolhimento e absoluto silêncio. Durante muito tempo, o estilo diferente e estranho do pianista foi visto como falta de técnica, pausas efêmeras, compassos irregulares, dissonâncias, um toque percussivo e anguloso da qual fizeram de Monk um músico único no jazz.
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sexta-feira, 12 de maio de 2017
1965 - Thelonious Monk: Solo Monk (Remastered 2003)
Artista: Thelonious Monk
Álbum: Solo Monk
Lançamentos: 1965/2003
Selo: Columbia
Gênero: Bop, Hard Bop, Piano Jazz
Álbum: Solo Monk
Lançamentos: 1965/2003
Selo: Columbia
Gênero: Bop, Hard Bop, Piano Jazz
terça-feira, 14 de março de 2017
1957 - Thelonious Monk Quartet feat. John Coltrane
Artista: The Thelonious Monk Quartet feat. John Coltrane
Álbum: Live at the Five Spot: Discovery!
Lançamento: 1957
Selo: Blue Note
Gênero: Jazz, Cool Jazz, Bebop, Hard Bop
Álbum: Live at the Five Spot: Discovery!
Lançamento: 1957
Selo: Blue Note
Gênero: Jazz, Cool Jazz, Bebop, Hard Bop
Thelonious Monk - piano, John Coltrane - tenor saxophone, Ahmed Abdul-Malik -
bass, Roy Haynes - drums. Recorded live at The Five Spot,
New York in late summer 1957.
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sexta-feira, 20 de maio de 2016
sábado, 26 de março de 2016
2013- Mulligan Meets Monk - Thelonious Monk & Gerry Mulligan
Artista: Thelonious Monk & Gerry Mulligan
Álbum: Mulligan Meets Monk
Lançamento: 2013
Selo: Original Jazz Classics
Gênero: Jazz, Bop, Cool Jazz
Álbum: Mulligan Meets Monk
Lançamento: 2013
Selo: Original Jazz Classics
Gênero: Jazz, Bop, Cool Jazz
01 - 'Round Midnight
Thelonious Monk – piano, Gerry Mulligan – baritone saxophone, Wilbur Ware – double
bass & Shadow Wilson. Recorded August 12–13, 1957, Reeves Sound Studios, New
York City
bass & Shadow Wilson. Recorded August 12–13, 1957, Reeves Sound Studios, New
York City
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domingo, 28 de fevereiro de 2016
Oito décadas de Village Vanguard
O lendário clube de jazz VILLAGE VANGUARD em New York completou 81 anos de existência com celebrações incluindo um grande desfile de músicos de jazz contemporâneos. O clube, localizado na Sétima Avenida Sul de Nova York, foi fundado em 22 de fevereiro, 1935 por Max Gordon (que faleceu em 1989), mas no começo se faziam recitais de poesia e algumas formas de música, especialmente "popular". Era um ponto de encontro e um fórum para artistas, boêmios, intelectuais, poetas e músicos em um período em que ao Gordon foi negada uma licença de cabaré especial. Com o passar do tempo conseguiu superar as dificuldades e começou a apresentar vários tipos de música, incluindo jazz, com artistas como Ben Webster, Sidney Bechet e Mary Lou Williams. Mas só foi em 1957 que Max decidiu transformá-lo em um clube exclusivo de jazz. Assim, ele começou a contratar músicos como Miles Davis, Thelonious Monk, Horace Silver, Gerry Mulligan, The Modern Jazz Quartet, Anita O'Day, Charlie Mingus, Dexter Gordon, Bill Evans, Stan Getz, Freddie Hubbard, Carmen McRae, etc., tornando-se um dos principais centros de jazz de Nova York e do mundo. A famosa orquestra de Thad Jones-Mel Lewis, eventualmente se tornou a Vanguard Jazz Orchestra e atuou de 1966 a 1990, todas às segundas-feiras. O clube continuou regularmente por onde passaram centenas de músicos de jazz famosos, muitos dos quais têm lá gravadas suas performances para transformá-las em álbuns "Live at Village Vanguard". Max Gordon morreu em 1989. No dia seguinte, sua viúva, Lorraine Gordon fechou o clube. Mas um dia depois foi reaberto e o clube está em funcionamento desde então com sessões ininterruptas e inalteradas até hoje. Esse era o desejo de seu marido e de todos os paroquianos jazzistas e jazzófilos. (adaptado de Noticias de Jazz de Pablo Aguirre)
sábado, 23 de janeiro de 2016
2013 - Thelonious Monk in Paris 1969 - Thelonious Monk
Artista: Thelonious Monk
Álbum: Paris 1969
Lançamento: 2013
Selo: Blue Note
Gênero: Jazz, Bebop, Hard bop
Álbum: Paris 1969
Lançamento: 2013
Selo: Blue Note
Gênero: Jazz, Bebop, Hard bop
Personnel:
Thelonious Monk - Composer, Piano, Primary Artist; Charlie Rouse - tenor sax;
Thelonious Monk - Composer, Piano, Primary Artist; Charlie Rouse - tenor sax;
Nate Hygelund - bass; Paris Wright - drums & Philly Joe Jones - drums (11)
Recording, December 15, 1969
Recording, December 15, 1969

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016
Thelonious Monk 'O Monge Louco Do Piano'
'Thelonious Monk, sua mulher Nellie e John Coltrane'
Quem ouve um integrante de uma banda ou orquestra contar “um, dois, três, quatro” antes de começar a tocar uma canção tem uma pequena pista da arquitetura numérica que envolve uma peça musical. Uma estrutura ao mesmo tempo rígida e natural, da qual o jazzista americano Thelonious Monk (1917 – 1982) foi um dos grande mestres e ele mesmo resumiu esse aspecto: “Todos os músicos são, subconscientemente matemáticos”. Pianista e compositor, Monk é um dos símbolos do jazz, vertente que, de sua parte, é um dos símbolos da música norte-americana. Alguns dos temas mais conhecidos do gênero, como Round Midnight, Blue Monk e Epistrophy, levam a assinatura do músico, considerado um instrumentista inovador. Ao piano, tinha um estilo percussivo, explorava as dissonâncias e as pausas, eventualmente deixava o instrumento para ir dançar no meio de uma música. Nascido (há exatos 99 anos) na Carolina do Norte, Monk e sua família logo foram morar em Nova York, onde o garoto começou a tocar piano ainda aos seis anos e onde tornou-se músico de jazz. Uma rica trajetória, que rendeu dezenas de álbuns e colaborações com outros ídolos, como Miles Davis, Art Blakey e Sonny Rollins. O jazz em sua melhor forma.
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segunda-feira, 12 de outubro de 2015
A Great Day in Harlem
‘A Great Day in Harlem’, em preto e branco do então free lança Art Kane (Arthur Kanofsky), tirada as 10:00hs da manhã do dia 12 de Agosto de 1958, na 17 East 126th Street, Harlem, de um grupo de 57 notáveis do jazz e onde constam músicos como Hilton Jefferson, Benny Golson, Art Farmer, Wilbur Ware, Art Blakey, Chubby Jackson, Johnny Griffin, Dickie Wells, Buck Clayton, Taft Jordan, Zutty Singleton, Red Allen, Tyree Glenn, Miff Molo, Sonny Greer, Jay C. Higginbotham, Jimmy Jones, Charles Mingus, Jo Jones, Gene Krupa, Max Kaminsky, George Wettling, Bud Freeman, Pee Wee Russell, Ernie Wilkins, Buster Bailey, Osie Johnson, Gigi Gryce, Hank Jones, Eddie Locke, Horace Silver, Luckey Roberts, Maxine Sullivan, Jimmy Rushing, Joe Thomas, Scoville Browne, Stuff Smith, Bill Crump, Coleman Hawkins, Rudy Powell, Oscar Pettiford, Sahib Shihab , Marian McPartland, Sonny Rollins, Lawrence Brown, Mary Lou Williams, Emmett Berry, Thelonius Monk, Vic Dickenson, Milt Hinton, Lester Young, Rex Stewart, J.C. Heard, Gerry Mulligan, Roy Eldgridge, Dizzy Gillespie, Count Basie para a revista 'Esquire magazine'. A fotografia continua a ser um objeto importante no estudo da história do jazz.
sábado, 6 de junho de 2015
Monk & Trane
"Se fosse possível juntar um pianista que reunisse a minha técnica com as ideias de Monk, não precisaríamos de outros pianistas. Ouça Monk. É um homem de ideias". Mais do que um homem de "ideias", Monk é um dos maiores nomes do jazz e da música do Século XX. Sua parceria com John Coltrane durante o ano de 1957 foi uma das mais belas da música e merece ter sua história contada" - Bud Powell
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quinta-feira, 4 de junho de 2015
1958 - Thelonious Monk with John Coltrane - Thelonious Monk & John Coltrane
Artista: Thelonious Monk & John Coltrane
Álbum: Thelonious Monk with John Coltrane
Lançamento: 1958
Selo: Milestone
Gênero: Jazz, Bebop, Modern postbebop
Álbum: Thelonious Monk with John Coltrane
Lançamento: 1958
Selo: Milestone
Gênero: Jazz, Bebop, Modern postbebop
Resenha
Personnel: Thelonious Monk — piano, John Coltrane — tenor saxophone, Ray
Copeland — trumpet, Gigi Gryce — alto saxophone, Coleman
Hawkins — tenor saxophone, Wilbur Ware — bass, Shadow
Wilson & Art Blakey — drums
Recorded at Reeves Sound Studios, New York City, April 12, 1957 (#6), June 26, 1957 (#3,5) e July, 1957 (#1,2,4)
Recorded at Reeves Sound Studios, New York City, April 12, 1957 (#6), June 26, 1957 (#3,5) e July, 1957 (#1,2,4)
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quinta-feira, 6 de novembro de 2014
1961 - San Francisco Holiday - Thelonious Monk
Artista:Thelonious Monk
Álbum: San Francisco Holiday
Lançamento: 1961
Selo: Milestone Records
Gênero: Jazz, Post Bop, Piano Jazz
Álbum: San Francisco Holiday
Lançamento: 1961
Selo: Milestone Records
Gênero: Jazz, Post Bop, Piano Jazz
05. San Francisco Holiday (Take 2 - alternate)
Thelonious Monk Quartet
Monk - Piano, Charlie Rouse - Sax Tenor, John Ore - Bass & Frank Dunlop - Drums.
Monk - Piano, Charlie Rouse - Sax Tenor, John Ore - Bass & Frank Dunlop - Drums.
Recorded in concert at Theatre L'Olympe, Paris, France: Abril 18, 1961
Boa audição - Namastê
sábado, 23 de novembro de 2013
2010 - Going Miles - Miles Davis
11 - 'Round Midnight
(Thelonius Monk - Charles C. Williams)
Miles Davis - Trumpet, Milt Jacson - Vibes, Thelonius Monk - Piano, Percy Heath - Bass, Kenny Clarke - Drums. Recorded December 24, 1954, Hackensack, New Jersey (Original: "Miles Davis and The Modern Jazz Giants"- Prestige)
(Thelonius Monk - Charles C. Williams)
Miles Davis - Trumpet, Milt Jacson - Vibes, Thelonius Monk - Piano, Percy Heath - Bass, Kenny Clarke - Drums. Recorded December 24, 1954, Hackensack, New Jersey (Original: "Miles Davis and The Modern Jazz Giants"- Prestige)
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segunda-feira, 4 de março de 2013
1958 - Thelonious in Action - Thelonious Monk
Artista: Thelonious Monk
Album: Thelonious in Action
Lançamento: 1958
Selo: Riverside/OJC
Genero: Jazz, Bebop, Hard Bop
Recorded at the Five Spot Cafe is a 1958
Codec: MP3
Album: Thelonious in Action
Lançamento: 1958
Selo: Riverside/OJC
Genero: Jazz, Bebop, Hard Bop
Recorded at the Five Spot Cafe is a 1958
Codec: MP3
05. "Blue Monk"
Recorded at the Five Spot Cafe is a 1958
Boa audição - Namaste
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
1959 - Thelonious Alone in San Francisco - Thelonious Monk
Durante muito tempo, o estilo diferente e estranho do pianista Thelonious Monk foi visto como falta de técnica por muitos. Pausas, compassos irregulares, dissonâncias, toque percussivo e anguloso fizeram de Monk um músico único no jazz. Além disso foi um dos maiores compositores do gênero destacando obras-primas como “‘Round Midnight”, “Blue Monk”, “Straight No Chaser”, “Ruby, My Dear” e “Epistrophy”. Ate o nome Thelonious Sphere Monk soava esquisito. Para os fãs e até alguns músicos do bebop embrionário dos anos 1940, Monk era um louco sem técnica para manusear o seu instrumento. Mas o tempo passa e no final dos anos 1950, quando os acordes dissonantes e as pausas desencaixadas pareciam rebater com elegância o excesso de virtuosismo, Monk virou gênio e suas composições começaram a valer ouro. "Thelonious Alone in San Francisco" é o segundo album solo de Monk, gravado no Fugazi Hall em São Francisco - California, nos dias 21 e 22 de Outubro de 1959 pelo selo Riverside Records. Neste album, Monk fez o que detestava fazer (odiava) - tocar sozinho). A maturidade orientadora do músico é surpreendente. Seus reflexos ágeis da ao albúm uma superioridade envolvente, desfrutando de uma lógica surpriendente. Magistral performa de um músico cheio de estranhece no mundo das ligações jazziztica.Músico:
Thelonious Monk - Piano
Faxas:
01- Blue Monk
02 - Ruby, My Dear
03 - Round Lights
04 - Everything Happens to Me
05 - You Took the Words Right Out of My Heart
06 - Bluehawk
07 - Pannonica
08 - Remember
09 - There's Danger In Your Eyes, Cherie
10 - Reflections
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