Boa audição - Namastê
segunda-feira, 21 de julho de 2025
Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:02
sábado, 26 de novembro de 2022
# 105 - Sonny Stitt - Sits In With The Oscar Peterson Trio (1959)
Artista: Sonny Stitt
Álbum: Jazz in Paris 105
Lançamento: 2007
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bebop
Sonny Stitt (1924-1982) foi um saxofonista competente e confiável, e isso fica demonstrado pelo grande número de sessões de gravação em que participou como sideman, nos anos 50, 60 e 70. No início dos anos 40 tocou sax alto na orquestra de Tiny Bradshaw, e em 1945 entrou para a célebre big band de Billy Eckstine, onde estavam também outros bebop como os tenoristas Gene Ammons e Dexter Gordon. Ammons seria seu parceiro musical entre o fim dos anos 40 e o início dos anos 60. Depois tocou na big band e no sexteto de Dizzy Gillespie e gravou com Bud Powell e J. J. Johnson em 1949. Nesse ano começou a tocar sax tenor e barítono. Liderou diversos pequenos grupos nos anos 50 e gravou com o trio de Oscar Peterson em 1957. Voltou a se reunir por um breve período com Dizzy no final dos anos 50, e tocou com o quinteto de Miles Davis em 1960, substituindo John Coltrane. Sonny Stitt tocou com os ‘giants of jazz’: Dizzy Gillespie, Art Blakey, Kai Winding, Thelonious Monk e Al McKibbon no início dos anos 70. A influência de Charlie Parker sobre Sonny Stitt é incontestável, e absorveu muito de Bird, evidente apenas quando toca sax alto. À medida que Sonny começou a privilegiar o sax tenor em vez do alto, a similaridade de estilo, inicialmente muito forte, foi se diluindo. Quando toca tenor lembra, em vários momentos, Lester Young. Nas baladas, em particular, apresenta seu lado mais lírico. Nesse sentido, Sonny está mais próximo de Dexter Gordon. Dominou o bebop, pois esteve presente no movimento desde sua origem, mas também teve o seu lado mais cool; e assim acabou desenvolvendo um estilo próprio, que combina influências de ambos. Sonny Stitt morreu de câncer aos 58 anos. (por V.A. Bezerra)
Alto Sax. (tracks 1-5), Tenor Sax. (tracks 6-8) – Sonny Stitt
Baixo – Ray Brown
Bateria – Ed Thigpen
Piano – Oscar Peterson
Gravado em 08 de maio de 1959 em Paris.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021
2004 - Jazz Ballads 17 - Tenor Giants
sábado, 14 de abril de 2018
1963 - Stitt Plays Bird - Sonny Stitt
Álbum: Stitt Plays Bird
Lançamento: 1963
Selo: Atlantic / Wea
Gênero: Jazz, Bebop, Hard Bop

domingo, 5 de abril de 2015
1957 - At the Opera House - Ella Fitzgerald
Shrine Auditorium, Los Angeles.

segunda-feira, 23 de março de 2009
1956 - Plays - Sonny Stitt
"O saxofonista alto, tenor e barítono Sonny Stitt foi um dos mais completos e fecundos improvisadores do jazz. Alguns o consideram um discípulo de Charlie Parker, mas, a despeito das semelhanças estilísticas, ele desenvolveu sua própria linguagem com sonoridade facilmente identificável, continuidade e imaginação virtualmente ilimitadas. Tal como Parker, foi um dos jazzmen mais fluentes de todos os tempos, tocando com rara facilidade de construir frases sobre frases em qualquer andamento. A discografia de Sonny Stitt ultrapassa a marca de 250 discos/CDs em seu nome, além de centenas de gravações com outros músicos. Ele jamais gravou um mau solo; ao contrário, sua consistência é objeto da atenção e admiração de todos. Músico extraordinário, tocava qualquer música em qualquer tom. São conhecidas as histórias de como ele evitava que alguns saxofonistas indesejáveis tocassem a seu lado nas jam sessions. Entre outros, Stan Getz e Johnny Griffin foram suas vítimas. Uma noite Stitt tocava com seu quarteto num clube de New Jersey e Getz estava na platéia. No intervalo, Getz manifestou vontade de subir ao palco. Stitt.convidou-o na certeza de que o colocaria fora de combate com uma das suas armadilhas. Stitt disse a Getz que ia tocar "Cherokee".Getz - Em que tom ?
Stitt - Si bemol.
Getz - Si bemol ? Só toco em Lá maior.
Stitt - Então não toque.
Getz deixou o palco sem soprar uma nota. Na noite seguinte, Getz voltou ao clube e dirigiu-se a Sitt: "Vamos tocar "Cherokee" em Si bemol ?"
Stitt - "Não, hoje é em Fá sustenido", e Getz não tocou.
Assim ele fazia com os indesejáveis. Este episódio é contado num livro do crítico Ira Gitler. Quando Stitt veio ao Rio, em 1979, perguntei-lhe sobre esses incidentes, respondendo: - Eles ganham todos os concursos das revistas como os melhores do ano mas, quando se trata de tocar jazz eu engulo todos eles. Stitt tinha o vício de beber. No Rio, num bar próximo à Sala Cecília Meirelles, todas as noites comprava duas garrafas de vodka e as consumia numa velocidade impressionante mas a bebida em nada afetava sua execução. Nessa ocasião, contou que em Londres, nos anos 60, procurou um conhecido hipnotizador famoso por curar as pessoas do vício da bebida. Ele ia diariamente ao consultório do hipnotizador para as sessões de cura. Depois de 10 ou 12 sessões desistiu das consultas. Motivo: - Não adiantou nada. Depois algumas sessões, eu não fui curado e o hipnotizador começou a beber comigo." Fonte: José Domingos Raffaelli.
Gravado em 01 de Setembro de 1956.
Faixas:
01 - There Will Never Be Another You
02 - The Nearness Of You
03 - Biscuit Mix
04 - Yesterdays
05 - Afterwards
06 - If I Should Lose You
07 - Blues For Bobby
08 - My Melancholy Baby
Musicosl:
Sonny Stitt - Sax. Alto
Hank Jones - Piano
Freddie Greene -Guitarrs (1-4)
Wendell Marshall Baixo Acustico
"Shadow" Wilson - Bateria
Boa audição - Namastê.













