quarta-feira, 11 de junho de 2025
VA - The Rough Guide To Howlin' Wolf (Reborn And Remastered)
quarta-feira, 4 de junho de 2025
VA - The Rough Guide to The Best Country Blues You've Never Heard Vol. 2 (Reborn And Remastered)
segunda-feira, 12 de maio de 2025
VA - The Rough Guide to Birth Of A Legend (2CD)
"Original Bluesmen" é uma referência genérica a músicos que são considerados pioneiros e fundadores do gênero blues. Estes artistas foram os primeiros a desenvolver e popularizar a música blues, influenciando gerações subsequentes de músicos. Alguns dos principais nomes incluem Charley Patton, Son House, Robert Johnson e muitos outros.
Nascido Riley Ben King ou popularmente conhecido como B.B. King - 'Rei do Blues', começou sua carreira musical como "The Beale Street Blues Boy" ("o blues boy da rua Beale), uma rua em Memphis, no Tennessee, onde começou sua carreira. O apelido foi encurtado para "Blues Boy" e por fim para "B.B.". O principal professor de guitarra de B.B. King foi seu primo, o bluesman Bukka White que lhe deu sua primeira guitarra. Numa lista dos 100 maiores guitarristas de todos os tempos publicada em 2003, a revista "Rolling Stone" classificou B.B. King como o número 3, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman. Em 1956, B.B. King e sua banda fizeram 342 apresentações. King expandiu enormemente sua base de fãs para plateias do jazz, folk e rock e blues em 1967, tocando no festival de jazz de Montreux, no Newport Folk Festival e no Fillmore West, em São Francisco. B.B. King fez seu 10.000º show em 17 de abril de 2006, na casa noturna que leva seu nome em Nova York. Tocou apesar de ter enterrado seu filho, que morreu de câncer, no dia anterior. B.B King apareceu nos programas de TV como: “Vila Sésamo”, "Um amor de família”, “Um maluco no pedaço”, “Sanford and son", "The young and the restless" e "The Cosby show".
Boa audição - Namastê
sábado, 29 de julho de 2023
Boxset: VA - Americans In Paris (The City Of Love And All That Jazz) 10 CDs
sábado, 28 de janeiro de 2023
HS 11 - Cravic, Roussin, Varis - Cordes Et Lames
Artista: Cravic, Roussin & Varis
Álbum: Jazz in Paris- Hors-Série 11
Lançamento: 2012
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Post-bop

Acordeão – Francis Varis
Contrabaixo – Yves Torchinsky
Bateria – Jean-Claude Jouy
Guitarra [Gibson 175] – Dominique Cravic
Violino – Dominique Pifarely
Gravado em Studio J.L. Witas, Chaville - setembro, 1985
Gravado em Studio J.L. Witas, Chaville - março e junho, 1983
Gravado em Studio Bob Mathieu, Dravell - maio 1988, Sutton's Place Studio, Hollywood
quinta-feira, 26 de janeiro de 2023
HS 10 - Boulou Ferre - Complete Barclay Recordings
As rádios em todo o país começaram a transmissão dos clubes de jazz durante as décadas de 30 a 50. O rádio foi um fator importante na obtenção de fama, como Benny Goodman, que ficou conhecido como o ‘Rei do Swing’. Em breve, outros o desafiaram, e ‘as batalhas das bandas’ tornaram-se um espetáculo. As Big Bands também começaram a aparecer no cinema em 1930 até a década de 60. Filmes biográficos de Glenn Miller, Gene Krupa, Benny Goodman e outros foram feitos na década de 50, como tributo nostálgico aos anos de glória das Big Bands. A essa altura, as Big Bands foram uma força dominante no jazz que a geração mais velha descobriu e teve que se adaptar a elas ou simplesmente se aposentar pela falta de mercado para gravações de pequenos grupos já que devido à depressão as gravadoras relutavam em assumir riscos. Alguns músicos como Louis Armstrong e Earl Hines formaram suas próprias bandas, enquanto outros, como Jelly Roll Morton e Oliver King, caíram no esquecimento. Os principais afro-americanos líderes de bandas na década de 30 além das lideradas por Ellington, Hines e Calloway, foram Jimmie Lunceford, Chick Webb e Count Basie. As bandas ‘brancas’ de Benny Goodman, Artie Shaw, Tommy Dorsey, Shep Fields e, posteriormente, Glenn Miller eclipsaram as aspirações em termos de popularidade das bandas ‘negras’. Adolescentes brancos e adultos jovens foram os principais fãs das Big Bands no final de 1930 e início dos anos 40. Eles dançavam e assistiam os shows ao vivo sempre que podiam. Para as bandas era extenuante chegar aos seus fãs em todos os lugares. As condições de deslocamento e alojamento eram difíceis, devido à segregação na maior parte dos Estados Unidos, e os integrantes tinham que se apresentar com sono e pouca comida, além dos salários baixos. Os vícios eram comuns, além dos problemas pessoais e da discórdia entre os componentes que afetavam o grupo. E os principais solistas eram muitas vezes atraídos por melhores contratos. Sem contar com as apresentações que muitas vezes eram em coretos muito pequenos, inadequados e com pianos desafinados. E os bandleaders de sucesso tinham que lidar com esses perigos para manter a sua banda coesa, alguns com disciplina rígida como Glenn Miller, outros com uma psicologia sagaz como Duke Ellington.
Guitarra Acústica – Boulou Ferré (faixas: 1-12), Elios Ferré (faixas: 2-9 a 2-16)
Saxofone alto – Paul Schelker (faixas: 2-9 a 2-16)
Organizado por – Takashi Kako (faixas: 2-11)
Arranjado por, Maestro – Alain Goraguer (faixas: 1-1 a 1-4), Boulou Ferré (faixas: 2-9 a 2-16 ), Jean Bouchety (faixas: 1-13 a 1-20)
Baixo – Richard Fistisch (faixas: 2-9 a 2-16)
Guitarra Clássica – Boulou Ferré (faixas: 1-16)
Contrabaixo – Michel Gaudry (faixas: 1-13 a 1-15, 1-17 a 1-20)
Bateria – André Arpino (faixas: 1-13 a 1-15, 1-17 a 1-20)
Guitarra – Boulou Ferré (faixas: 1-13 a 1-20, 2-5 a 2-16)
Guitarra, Vocais – Boulou Ferré (faixas: 1-1 a 1-11, 2-1 a 2-4)
Órgão – André Hervé (faixas: 2-9 a 2-16), Eddy Louiss (faixas: 1-15, 1-17, 1-18, 1-20), Maurice Vander (faixas: 1-13, 1-14 , 1-19)
Percussão – Alain Clarel (faixas: 2-9 a 2-16), Emile Serré (faixas: 1-13 a 1-15, 1-17 a 1-20)
Piano, Harmonium, Cravo – Takashi Kako (faixas: 2-9 a 2-16)
Saxofone tenor – Pierre Gossez (faixas: 1-13 a 1-15, 1-17 a 1-20)
Trombone – Christian Guizien (faixas: 2-9 a 2-16)
Trompete – Pierre Barreau (faixas: 2-9 a 2-16)
Vibraphone – Dany Doriz (faixas: 1-13, 1-14, 1-19), Guy Boyer (faixas: 1-15, 1-17, 1-18, 1-20)
Vocais – Danielle Licari ( faixas: 1-17 )
Escrito por – Boulou Ferré (faixas: 2-8 a 2-10, 2-12 a 2-16)
Acompanhado por – Alain Goraguer (faixas: 1-5 a 1-11), Alain Goraguer Et Son Orchester (faixas: 2-1 a 2-4), Paris All Stars (2) (faixas: 1-5 a 1-11 , 1-13 a 1-20)
Faixa 1-12 (inédita) Gravado em 9 de novembro de 1964.
Faixas 1-13, 1-14 e 1-19 Gravadas em 3 de fevereiro de 1966.
Faixas 1-15, 1-17, 1-18 e 1-20 Gravadas em 4 de fevereiro de 1966.
Faixa 1- 16 Gravado em 11 de fevereiro de 1966.
Faixas 2-1 a 2-4 Gravadas em março e maio de 1964
Faixas 2-5 a 2-8 Gravadas em 7 de março de 1968
Faixas 2-9 a 2-16 Gravadas na primavera de 1974
terça-feira, 24 de janeiro de 2023
HS 09 - Ivan Jullien - Complete Riviera Recordings
O swing remete também às músicas de big bands. Até 1924, as big bands tendiam a tocar arranjos que ficavam amarrados às melodias, oferecendo poucas surpresas e inibindo a espontaneidade e a criatividade dos melhores solistas. Em 1924, o jovem cornetista Louis Armstrong se juntou à orquestra de Fletcher Henderson. Seu timbre, adicionado ao uso dramático do espaço e ao seu senso de balanço impressionaram bastante o arranjador chefe da orquestra de Henderson, Don Redman, e esse momento pode ser datado como o início do swing. Outras importantes big bands da década foram a de: ‘Bennie Moten’s Kansas City Orchestra’, que no meio da década de 30 se tornaria a de Count Basie; a de Jean Goldkette em 1927 que contava com os arranjos de Bill Challis e solos do cornetista Bix Beiderbecke e do saxofonista Frankie Trumbauer; a de Ben Pollack que serviu de aprendizado para Benny Goodman, Glenn Miller e para o trombonista Jack Teagarden e a de Paul Whiteman, que por volta de 1927 tinha se tornado na maior orquestra de jazz. Porém, a essa altura os arranjos eram sempre mais avançados para os solistas do que aqueles praticados no jazz de New Orleans. A mais importante big band do final dos anos 20 e aquela que se sucedeu à de Fletcher Henderson foi a de Duke Ellington. Com a crise de 1929 e o começo da depressão econômica, era de se esperar que as big bands se tornassem pouco viáveis economicamente, mas por ironia, ocorreu o contrário. (fonte: clube do jazz)
Violão Acústico – Pierre Cullaz (faixas: 2-1 a 2-20)
Saxofone Alto, Saxofone Tenor – Robert Garcia
Saxofone barítono – Jacques Di Donato (faixas: 2-13 a 2-20), Jean-Louis Chautemps (faixas: 1-5, 1-6, 2-13 a 2-20)
Bass Trombone – Benny Vasseur (faixas: 2-13 a 2-20), Camille Verdier (faixas: 1-1 a 1-8), Gérard Vassot (faixas: 2-13 a 2-20)
Maestro – Ivan Jullien (faixas: 1-1 a 2-12)
Contrabaixo – Gilbert Rovère (faixas: 1-1 a 1-8), Jacky Samson (faixas: 2-13 a 2-20)
Bateria – André Arpino (faixas: 2-1 a 2-12), André Ceccarelli (faixas: 2-13 a 2-20), Charles Bellonzi (faixas: 1-1 a 2-12)
Bateria, Percussão – André Arpino (faixas: 1-1 a 1-8)
Baixo elétrico – Francis Darizcuren (faixas: 2-1 a 2-12, 2-14, 2-15, 2-17, 2-20)
French Horn – Jean-Jacques Justafre (faixas: 2-13 a 2-20), Yves Valada (faixas: 2-13 a 2-20)
Guitarra – Francis Olivère (faixas: 2-1 a 2-12) , Raymond Gimenes (faixas: 2-1 a 2-12)
Órgão – Eddy Louiss (faixas: 1-1 a 2-12)
Percussão – Bernard Lubat (faixas: 1-5, 1-6) , Marc Chantereau (faixas: 2-13 a 2-20)
Piano – Eddy Louiss (faixas: 1-1 a 1-8), Maurice Vander (faixas: 2-1 a 2-12), Michel Colombier (faixas: 2-1 a 2-12), Michel Graillier (faixas: 2 -13 a 2-20)
Saxofone – Georges Grenu (faixas: 2-1 a 2-12), Pierre Gossez (faixas: 2-1 a 2-20)
Saxofone Soprano, Saxofone Barítono – Jacques Noureddine
Sousaphone – Marc Steckar (faixas: 2-13 a 2-20)
Saxofone tenor – Marcel Canillard (faixas: 2-13, 2-16, 2-19, 2-20)
Saxofone Tenor, Saxofone Alto, Flauta – Michel Portal (faixas: 1-1 a 1-8)
Trombone – Charles Verstraete (faixas: 2-13, 2-16, 2-19, 2-20), Christian Guizien, Jacques Bolognesi (faixas: 2-13 a 2-20), Pierre Goasguen (faixas: 2-14, 2-15, 2-17, 2-18), Raymond Katarzynsky (faixas: 1-1 a 2-12)
Trompete – Fernand Verstraete (faixas: 2-13 a 2-20), Frédéric Gérard (faixas: 1-1 a 1-8), Henry Van Haeke (faixas: 2-14, 2-15, 2-17, 2-18), Ivan Jullien (faixas: 1-1 a 2-12), Jean Baissat (faixas: 1-1 a 1-8), Jean Baissat (faixas: 2-1 a 2-12, 2-13, 2-16, 2-19, 2-20), Maurice Thomas, Michel Poli (faixas: 2-13 a 2-20), Roger Guérin (faixas: 1-1 a 2-12), Tony Russo (faixas: 2-13 a 2-20)
Trompete, Flugelhorn – Bernard Vitet (faixas: 1-1 a 1-8)
Faixas 11, 12 e 28 gravado de fevereiro de 1966, Paris Jazz All Stars - Paris
Faixas 2-1 a 2-12 gravadas de março de 1968 a fevereiro de 1969, Big Jullien And His All Star - Paris
Faixas 2-13 a 2-20 gravadas em 19 de abril e 14 de junho de 1971 , Ivan Jullien Big Band - Paris
sábado, 21 de janeiro de 2023
HS 08 - Rhoda Scott - Paris - New York
Boa audição - Namastê
quinta-feira, 19 de janeiro de 2023
HS 07 - Bernard Peiffer - Improvision
Artista: Bernard Peiffer
Álbum: Jazz in Paris- Hors-Série 07
Lançamento: 2012
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Hard Bop
































