O jazz é, sem dúvida, a música mais livre do planeta. Nela é permitido ao músico esquecer as regras e os dogmas criados pelo mundo e ao ouvinte entregar-se ao feitiço e pureza do seu ritmo. Quando surgiu, no final do século XIX e início do século XX, no sul dos Estados Unidos, principalmente na cidade de Nova Orleans, o jazz foi considerado profano. No início do ano de 1800, os escravos se reuniam na Praça do Congo para tocar suas músicas e mostrar suas danças tradicionais. Os negros norte-americanos foram os porta-vozes do jazz. Cantado ou tocado eles fizeram do jazz a sua identidade, que é respeitada e admirada até hoje em todo o mundo.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018
quarta-feira, 18 de julho de 2018
1996 - Antonio Carlos Jobim and Friends - Tom Jobim
Artista: Antonio Carlos Jobim
Álbum: Antonio Carlos Jobim and Friends
Lançamento: 1996
Selo: Verve Records
Gênero: Bossa Nova, Brazilian Song
Álbum: Antonio Carlos Jobim and Friends
Lançamento: 1996
Selo: Verve Records
Gênero: Bossa Nova, Brazilian Song
Em 1993, um ano antes da sua morte, aconteceu o último concerto de Tom Jobim no Brasil. Gravado em São Paulo, durante o ‘Free Jazz Festival,’ várias feras do jazz como Herbie Hancock, Shirley Horn e Joe Henderson se juntaram para prestar uma homenagem ao amigo, que também participou do tributo. A platéia ouviu clássicos da bossa nova e o resultado foi o disco ‘Antonio Carlos Jobim and Friends’. O disco abre com Hancock sozinho ao piano. A pianista e cantora norte-americana Shirley Horn contagia. O jazz aparece liderado pelo saxofonista tenor Joe Henderson. O pianista cubano Gonzalo Rubalcaba aparece no arranjo para ‘Água de beber’. Gal Costa e Jon Hendricks são responsáveis pelos momentos cantados. Hendricks é responsável por um dos melhores momentos do show quando canta ‘Chega de Saudade’, que nos EUA se chama 'No More Blues'. Jobim tem seu momento intimista em ‘Luiza’ e finaliza comandando as feras na música ‘Wave’, uma das canções mais belas escrita pelo maestro. Fonte: Pintando Musica
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terça-feira, 3 de julho de 2018
CTI records: the cool revolution
A ‘CTI Records’ (Creed Taylor Incorporated) foi uma gravadora de jazz fundada em 1967 por Creed Taylor. Em 1970, o visionário produtor montou e desenvolveu uma lista histórica de artistas, apoiados por uma equipe criadora, chefiada pelo engenheiro de som Rudy Van Gelder. Inicialmente foi uma filial da ‘A&M Records’ e Don Sebesky, trombonista de jazz, foi o criador dos muitos arranjos para o rótulo, mais tarde se juntou a ele Bob James e, em seguida, em meados dos anos 70, David Matthews. Cada sessão contava com alguns dos melhores do jazz, o baixista Ron Carter, o guitarrista Eric Gale, organista Richard Tee e, nos primeiros anos, Herbie Hancock foi frequente ao piano. A ‘CTI Records’ trabalhou quase como uma companhia teatral, em que grandes músicos se revezavam no centro das atenções e acompanhavam uns aos outros. Os álbuns criados estabeleceram novos padrões e o sucesso imediato das gravações ecoou através das décadas, como uma profunda influência no jazz, pop, R&B e hip-hop. Suas produções para a ‘CTI Records’ ajudaram a estabelecer o ‘smooth jazz’ como um gênero musical comercialmente viável. O rótulo também se tornou conhecido pelas suas capas marcantes, algumas delas com imagens fotográficas de Pete Turner. Creed TaylorCreed Taylor já era importante na indústria da gravação a algum tempo. Ele tocou trompete antes de se tornar o chefe da ‘A&R Records’, em 1954, e durante dois anos registrou artistas como Carmen McRae e Charles Mingus entre outros. Em 1956, mudou para a ‘ABC-Paramount’, e em 1960 fundou a sua subsidiária ‘Impulse Records’. Apesar de ter assinado com John Coltrane para a gravadora, mudou para a ‘Verve Records’. Em 1970, na 'CTI Records' teve grande sucesso em equilibrar o artístico com o comercial. Entre os artistas que gravaram alguns de seus melhores trabalhos com Taylor durante este período foram Freddie Hubbard, Stanley Turrentine, George Benson e Hubert Laws. No entanto, as grandes gravadoras começaram a atrair os artistas de Taylor e embora ele fosse capaz de gravar com Chet Baker, Art Farmer e Yusef Lateef, problemas financeiros forçaram a gravadora à falência em 1978, que foi posteriormente adquirida pela Columbia. É lamentável que Creed Taylor tenha sido responsabilizado pelo fim da gravadora apesar da evidente traição de Hubbard, Turrentine, Benson e Laws cujos discos foram bastante inferiores nos outros rótulos às joias gravadas para a CTI. Depois de anos fora da cena, Taylor fundou uma nova CTI na década de 1990, que não conseguiu estabelecer a sua própria identidade como a antecessora. Fonte: Pintando Musica.
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quinta-feira, 10 de maio de 2018
Artista: VA
Lançamento: 2009
Selo: Blue Note Records
Gênero: Jazz, Bebo, Hard Bob, Cool West, Free Jazz
Como parte da celebração de setenta anos da ‘Blue Note Records’, em 2009, o selo convocou jovens e experientes estrelas do jazz para executar composições ‘hard bop’, estilo estreitamente identificado com a gravadora nos anos 50 até meados dos anos 60. E assim foi gravado ‘Mosaic’. Uma curiosa coleção. Uma viagem nostálgica por canções famosas. ‘Mosaic’ é um título perfeito, peças assimétricas estabelecidas de forma organizada, intrigante e desigual. O CD 1 foi produzido pelo pianista Bill Charlap e líder do ‘Blue Note 7’, um septeto de jazz formado em 2008. O grupo é constituído por Peter Bernstein (guitarra), Bill Charlap (piano), Ravi Coltrane (saxofone tenor), Lewis Nash (bateria), Nicholas Payton (trompete), Peter Washington (contrabaixo), e Steve Wilson (sax alto, flauta). Bill Charlap é o único membro do grupo que assinou com a gravadora. No entanto, Ravi Coltrane tem ligações familiares importante com a ‘Blue Note’. Seu legendário pai, John Coltrane, gravou apenas uma sessão para o rótulo, ‘Blue Train’, mas foi um grande sucesso. ‘Blue Note 7’ é muito bem conhecido na cena do jazz em Nova York. O CD 2 é constituído pelas mesmas músicas, mas são as originais produzidas por Alfred Lion e interpretadas pelos magníficos artistas contratados na época.
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domingo, 20 de novembro de 2016
1963 - Miles Davis na Europa - Miles Davis
Ele foi chamado de o Príncipe da Escuridão. Um homem mítico que atravessou diversas vezes o inferno e de lá saía cada vez mais surpreendente e inovador. Se tivesse sido apenas um extraordinário músico com uma carreira de quase 50 anos e uma discografia tão extensa e difícil de enumerar, ele já teria seu lugar mais do que reservado no mundo do jazz e da música como um todo. Miles pertenceu à uma classe tradicional de trompetistas de jazz que começou com Buddy Bolden e desenvolveu-se com Joe "King" Oliver, Louis Armstrong, Roy Eldridge passando por Dizzy Gillespie. Ao contrário desses músicos ele nunca foi considerado com um alto nível de habilidade técnica. Seu grande êxito como músico, entretanto, foi ir mais além do que ser influente e distinto em seu instrumento e moldar estilos inteiros e maneiras de fazer música através dos trabalhos com seus famosos grupos em que muitos dos quase se tornaram importantes músicos de jazz e fizeram seu nome na segunda metade do século XX. Este álbum é a soma disso e mais um lembrete ao navegantes e pescadores de fim de semana de como a arte é diferente do autor e vice e versa como muitos tem comparado. Gravado ao vivo na França no Festival Mundial du Jazz Antibes, Miles Davis na Europa traça um novo perfil do trompetista no final 1963 já com um novo embrião para a formação definitiva do seu segundo grande quinteto (64-68). Miles Davis na Europa é uma convite a explorar novos talentos que inclui o saxofonista tenor George Coleman premiado pela Jazz Foundation of América em 1997 com o premio "Life Achievement Award", o pianista Herbie Hancock inovador e quase pai do teclado no jazz, o baixista Ron Carter veterano com uma extensa lista de gravações e parcerias e o baterista Tony Ruption Williams. Embora Coleman seria afastado do grupo em menos de um ano ele revelou-se um desejoso improviser que merecia mais atenção em uma carreira solo do que naquela altura. Nada menos do que três álbuns com esse formação - "Miles Davis na Europa", "My Funny Valentine", e "Four and More". A produção desse álbum ficou a cargo do então cherife e empresario de Miles,Téo Macero.
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quinta-feira, 17 de novembro de 2016
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
2010 - Live-Evil - Miles Davis (Original Columbia Jazz Classics Remaster 1971)
Selo: Columbia, Legacy
Gênero: Jazz / Fusion / Jazz Rock / Jazz Funk
Dates & Personnel:
February 6, 1970 (a): Miles Davis (tpt); Wayne Shorter (ss); John McLaughlin (el-g); Chick Corea (el-p); Joe Zawinul (el-p); Dave Holland (b); Khalil Balakrishna (el-sitar); Jack DeJohnette (d); Billy Cobham (d); Airto Moreira (perc), Columbia Studio B, NYC
June 3, 1970 (b): Miles Davis (tpt); Steve Grossman (ss); Chick Corea (el-p); Herbie Hancock (el-p); Keith Jarrett (org); Ron Carter (b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc); Hermeto
February 6, 1970 (a): Miles Davis (tpt); Wayne Shorter (ss); John McLaughlin (el-g); Chick Corea (el-p); Joe Zawinul (el-p); Dave Holland (b); Khalil Balakrishna (el-sitar); Jack DeJohnette (d); Billy Cobham (d); Airto Moreira (perc), Columbia Studio B, NYC
June 3, 1970 (b): Miles Davis (tpt); Steve Grossman (ss); Chick Corea (el-p); Herbie Hancock (el-p); Keith Jarrett (org); Ron Carter (b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc); Hermeto
Pascoal (d, voc), Columbia Studio B, NYC
June 4, 1970 (c): Miles Davis (tpt); Steve Grossman (ss); John McLaughlin (el-g); Herbie Hancock (el-p); Chick Corea (el-p); Keith Jarrett (org); Dave Holland (b, el-b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc); Hermeto Pascoal (d, voc, whistling, el-p) Columbia Studio B, NYC
December 19, 1970 (d): Miles Davis (tpt); Gary Bartz (ss, as); John McLaughlin (el-g); Keith Jarrett (el-p, org); Michael Henderson (el-b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc, voc); Conrad Roberts (narr), The Cellar Door, Washington, D.C.
June 4, 1970 (c): Miles Davis (tpt); Steve Grossman (ss); John McLaughlin (el-g); Herbie Hancock (el-p); Chick Corea (el-p); Keith Jarrett (org); Dave Holland (b, el-b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc); Hermeto Pascoal (d, voc, whistling, el-p) Columbia Studio B, NYC
December 19, 1970 (d): Miles Davis (tpt); Gary Bartz (ss, as); John McLaughlin (el-g); Keith Jarrett (el-p, org); Michael Henderson (el-b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc, voc); Conrad Roberts (narr), The Cellar Door, Washington, D.C.
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terça-feira, 4 de agosto de 2015
1967 - A Day In The Life - Wes Montgomery
Gênero: Jazz
Personnel: Wes Montgomery (guitar); Don Sebesky (arranger,
conductor); Herbie Hancock (piano); Ron Carter (bass); Grady Tate
(drums); Ray Baretto (percussion)
Recording: Van Gelder Studios, Englewood Cliffs, NJ (06/06/1967-06/26/1967)
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sexta-feira, 8 de maio de 2015
1967 - Schizophrenia - Wayne Shorter
Artista: Wayne Shorter
Álbum: Schizophrenia
Lançamento: 1967
Selo: Blue Note Connoisseur Series
Gênero: Jazz, Post-Bop
Álbum: Schizophrenia
Lançamento: 1967
Selo: Blue Note Connoisseur Series
Gênero: Jazz, Post-Bop
Wayne Shorter (tenor saxophone); James Spaulding (flute, soprano
saxophone, alto saxophone); Curtis Fuller (trombone); Herbie Hancock
(piano); Ron Carter (bass); Joe Chambers (drums).
Recorded at the Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey on March 10, 1967. Originally released on Blue Note (84297)
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014
1965 - Maiden Voyage - Herbie Hancock
Artista: Herbie Hancock
Álbum: Maiden Voyage
Lançamento: 1965 / 2011
Selo: Blue Note (Analogue Productions)
Gênero: Hard Bop, Model Jazz
Álbum: Maiden Voyage
Lançamento: 1965 / 2011
Selo: Blue Note (Analogue Productions)
Gênero: Hard Bop, Model Jazz
Herbie Hancock - piano, Freddie Hubbard - trumpet, George Coleman - tenor
saxophone, Ron Carter - bass & Tony Williams - drums. Recorded, March 17, 1965
Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey.
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sexta-feira, 28 de junho de 2013
1964 - 'Four' & More: Recorded Live in Concert - Miles Davis
Artista: Miles Davis
Álbum: 'Four' & More: Recorded Live in Concert
Lançamento: 1964 (2013)
Selo: Mobile Fidelity
Gênero: Jazz, Cool, Hard Bop
Álbum: 'Four' & More: Recorded Live in Concert
Lançamento: 1964 (2013)
Selo: Mobile Fidelity
Gênero: Jazz, Cool, Hard Bop
01 - So What
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segunda-feira, 5 de abril de 2010
1966 - Depois Daquele Beijo - Blow up - Herbie Hancock
É raro musica de jazz se tornar trilha sonora de um longa bem como ter a frente um musico de gabarito reconhecível e de uma estrutura composta a sua criação musical. Blow - Up (Depois Daquele Beijo) éuma daquelas trilha sonora que na verdade o cenifilo não faz idéia de
quem seja a musica composta para o filme de Michelangelo Antonioni lançado em 1966 pela MGM Records. O álbum conta com a criação de Herbie Hancock junto com figuras lendarias como: Freddie Hubbard, Joe Newman, Phil Woods, Joe Henderson, Jim Hall, Ron Carter e Jack DeJohnette. Embora Jimmy Smith é creditado com a reprodução de órgãos no álbum algumas fontes afirmam que foi Paul Griffin, que esteve presente nas sessões inteira de gravação. A trilha inclui "Stroll On", uma regravação de Tiny Bradshaw de Train Kept A-Rollin, originalmente gravada em 1951 pelo Yardbirds com Jeff Beck & Jimmy Page nas guitarras e nos vocais. O encarte de lançamento em 2000 indicam que Hancock gravou o suas primeiro gravações em Londres com músicos britânicos mas rejeitou os resultados e re-gravou as mesmas música em
Nova Iorque com músicos de jazz norte-americana. Roteiro é do proprio Michelangelo Antonioni e Tonino Guerra, baseado no conto novelistico "Las babas del Diabo", do escritor Belga-Argentinoe Julio Cortázar.
Sinopse:
A nova linguagem usada nesse suspense pelo diretor italiano Michelangelo Antonioni marcou a década de 60. Rodado na Inglaterra, o filme é carregado de simbolismos e chega quase a ser hermético. O enredo enfoca o envolvimento de um fotógrafo em um crime que ele descobre ao ampliar fotos feitas em um parque o que parece ser ser um cadáver escondido nos arbustos. Obcecado ele começa a investigar e se vê envolvido em situações bizarras. Ele tenta elucidar o caso cercado de mistério sem temer eventuais riscos. A produção cuidadosa tem referência dos anos 60, realçadas pela participação da modelo Verushka. Antonioni baseou livremente a narrativa de Blow Up (uma expressão que traduzida livremente, pode significar “ampliação fotográfica”) em um conto do escritor argentino Julio Cortázar. O contista inclusive aparece nos filmes; ele é um dos mendigos retratados na série de fotos que o protagonista, o fotógrafo de moda Thomas (David Hemmings), prepara para um livro. O longa-metragem é pesado, hermético e quase não tem diálogos. É um passo firme de Antonioni para retratar o homem como um ser cujo livre-arbítrio é uma ficção, uma teoria irrealiz
ável, pois não existe discurso ou ação que consiga praticar capaz de livrar-lhe do tédio, das amarras sociais, e em última instância da própria noção de felicidade. A felicidade, parece dizer Antonioni, só pode ser encontrada fortuitamente, em breves instantes, e logo desaparece. Embalado por uma trilha discreta do jazzman Herbie Hancock, é um conjunto de seqüências antológicas. O ensaio de Thomas com a linda modelo Verushka na abertura; o quase sinfônico movimento de Thomas para fotografar o casal no parque; o posterior jogo de sedução entre Thomas e a desconhecida; a frenética cena da revelação do filme; a furiosa performance do grupo Yardbirds (com dois futuros ícones do período, Jimmy Page e Jeff Beck, dividindo o palco); tudo isso compõe um admirável e coeso mosaico cinematográfico da melhor qualidade. E tudo culmina como uma linda e poética seqüência de jogo de tênis imaginário que, de certa forma, resume toda a filosofia por trás do filme.
ável, pois não existe discurso ou ação que consiga praticar capaz de livrar-lhe do tédio, das amarras sociais, e em última instância da própria noção de felicidade. A felicidade, parece dizer Antonioni, só pode ser encontrada fortuitamente, em breves instantes, e logo desaparece. Embalado por uma trilha discreta do jazzman Herbie Hancock, é um conjunto de seqüências antológicas. O ensaio de Thomas com a linda modelo Verushka na abertura; o quase sinfônico movimento de Thomas para fotografar o casal no parque; o posterior jogo de sedução entre Thomas e a desconhecida; a frenética cena da revelação do filme; a furiosa performance do grupo Yardbirds (com dois futuros ícones do período, Jimmy Page e Jeff Beck, dividindo o palco); tudo isso compõe um admirável e coeso mosaico cinematográfico da melhor qualidade. E tudo culmina como uma linda e poética seqüência de jogo de tênis imaginário que, de certa forma, resume toda a filosofia por trás do filme.Elenco:
Vanessa Redgrave - Jane
Sarah Miles - Patricia
David Hemmings - Thomas
John Castle - Bill
Jane Birkin - Garota loira
Gillian Hills - Garota morena
Peter Bowles - Ron
Veruschka Lehndorff - Herself
Direção: Michelangelo Antonioni
Produção: Carlo Ponti
Fotografia: Carlo Di Palma
Música: Herbert Hancock
Prêmios:
- Festival de Cannes - Palma de Ouro (Michelangelo Antonioni)
- Sindicato dos Críticos de Cinema da França - Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
- Sindicato Nacional dos Críticos de Cinema da Itália - Prêmio de Melhor Direção de um Filme Estrangeiro
Indicações:
- Oscar - Indicado aos Oscars de Melhor Direção e de Melhor Roteiro Original
- Academia Britânica - Indicado aos Prêmios de Melhor Filme Britânico, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte Britânica
- Globo de Ouro - Indicado ao Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
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Faixas:
01 - Main Title from "Blow-Up"
02 - Verushka (Part 1)
03 - Verushka (Part 2)
04 - The Naked Camera
05 - Bring Down the Birds
06 - Jane's Theme
07 - Stroll On (Yardbirds)
08 - The Thief
09 - The Kiss
10 - Curiosity
11 - Thomas Studies Photos
12 - The Bed
13 - End Title "Blow Up"
Musicos:
Herbie Hancock - pianop
Freddie Hubbard - Ttrumpete
Joe Newman - Trumpete
Phil Woods - Sax Alto
Joe Henderson - Sax Tenor
Jimmy Smith - Orgáo
Paul Griffin - Orgáo
Jim Hall - Guitarra
Ron Carter - Baixo Acustico
Jack DeJohnette - Bateria
Músicos da faixas 7 com performasse da banda The Yardbirds
Jeff Beck - Guitarra
Jimmy Page - GuitarRA
Keith Relf - Harmonica & vocais
Jim McCarty - Bateria
Chris Dreja - Baixo Eletrico
Vanessa Redgrave - Jane
Sarah Miles - Patricia
David Hemmings - Thomas
John Castle - Bill
Jane Birkin - Garota loira
Gillian Hills - Garota morena
Peter Bowles - Ron
Veruschka Lehndorff - Herself
Direção: Michelangelo Antonioni
Produção: Carlo Ponti
Fotografia: Carlo Di Palma
Música: Herbert Hancock
Prêmios:
- Festival de Cannes - Palma de Ouro (Michelangelo Antonioni)
- Sindicato dos Críticos de Cinema da França - Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
- Sindicato Nacional dos Críticos de Cinema da Itália - Prêmio de Melhor Direção de um Filme Estrangeiro
Indicações:
- Oscar - Indicado aos Oscars de Melhor Direção e de Melhor Roteiro Original
- Academia Britânica - Indicado aos Prêmios de Melhor Filme Britânico, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte Britânica
- Globo de Ouro - Indicado ao Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira.
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01 - Main Title from "Blow-Up"
02 - Verushka (Part 1)
03 - Verushka (Part 2)
04 - The Naked Camera
05 - Bring Down the Birds
06 - Jane's Theme
07 - Stroll On (Yardbirds)
08 - The Thief
09 - The Kiss
10 - Curiosity
11 - Thomas Studies Photos
12 - The Bed
13 - End Title "Blow Up"
Musicos:
Herbie Hancock - pianop
Freddie Hubbard - Ttrumpete
Joe Newman - Trumpete
Phil Woods - Sax Alto
Joe Henderson - Sax Tenor
Jimmy Smith - Orgáo
Paul Griffin - Orgáo
Jim Hall - Guitarra
Ron Carter - Baixo Acustico
Jack DeJohnette - Bateria
Músicos da faixas 7 com performasse da banda The Yardbirds
Jeff Beck - Guitarra
Jimmy Page - GuitarRA
Keith Relf - Harmonica & vocais
Jim McCarty - Bateria
Chris Dreja - Baixo Eletrico
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segunda-feira, 1 de março de 2010
1981 - Chick Corea ,Herbie Hancock, Keith Jarrett & McCoy Tyner
Armando Anthony "Chick" Corea, nascido em Chelsea no dia 12 de junho de 1941. Pianista e tecladista de jazz norte-americano e compositor bastante conhecido por seu trabalho na década de 1970 no gênero chamado jazz fusion, apesar de ter contribuições significativas para o jazz tradicional. Participou da criação do movimento electric fusion como membro da banda de Miles Davis na década de 1960 e nos anos 1970, fezendo parte do grupo Return to Forever. Continuou a buscar outros colaboradores e a explorar vários estilos e gêneros musicais nos anos 1980 e 1990. Entre os pianistas de jazz, Corea é considerado um dos mais influentes, desde Bill Evans (junto com Herbie Hancock, McCoy Tyner e Keith Jarrett). Também é conhecido por ser um promotor da cientologia. Sensibilidade. Esta é a única palavra para descrever o album "Chick Corea ,Herbie Hancock, Keith Jarrett & McCoy Tyner" dos quatro pianistas de primeira linha. Ao longo de sua historia, a arte secular do jazz apresentou incontáveis e esplendidos pianista e suas obras incontáveis de talentos e maestria, mas como tudo tem seu big bang em um segundo de tempo, Chick Corea, Herbie Hancock, Keith Jarrett & McCoy Tyner transcende esses segundos e traduziu em linguagem sonora uma perola de delicadeza e intocável manifestação de ouvir jazz.Tones For Joan's Bones
Faixas:
01 - Margot
02 - Love No. 1
03 - Tones For Joan's Bones
04 - This Is New
05 - Lazy Bird
06 - In Your Own Sweet Way
07 - Einbahnstrasse
08 - Doom
Músicos:
Ron Carter – Baixo Acústico
Joe Chambers - Bateria
Herbie Hancock – Piano
Keith Jarrett – Piano
Elvin Jones - Bateria
Woody Shaw – Trompete & Sax, Tenor
Steve Swallow – Baixo Elétrico
McCoy Tyner – Piano
Billy Cobham - Bateria
Chick Corea – Piano & Teclado
Joe Farrell – Sax. Soprano & Sax. Tenor
Charlie Haden – Baixo Acústico
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sábado, 8 de agosto de 2009
1994 - A Tribute To Miles - Herbie Hancock
Miles Davis desenvolveu grandes trabalhos à partir de grandes sessões dentro do estúdio, elaborando peças musicais, estruturas intrincadas e uma vasta base para seus maravilhosos solos, com direito a experimentar alguns efeitos no trompete e total liberdade para os músicos imprimirem suas marcas e identidades à sua música. Após sua fase acústica, abriu novas possibilidades para o jazz quando decidiu eletrificar sua música e experimentar novos formatos de arranjo e composição, mudando para sempre a história da música contemporânea. De versatilidade à gênio de criação, suas obras contrapôs um novo hemisfério na pauta do jazz contribuindo com a unificação de gêneros como o rock, funk, hip hop e outras tendencias. Tributos atribuídos a lendas de um espaço ocupado nem sempre traz efeitos satisfatório se comparada as composições oferecidas com solidariedade póstuma na carreira de um musico. A Tribute to Miles é uma homenagem de Herbie Hancock, Wayne Shorter, Tony Williams, Ron Carter e Wallace Roney ao então falecimento de Miles Davis no dia 28 de Setembro de 1991 depois de um AVC, pneumonia e insuficiência respiratória - Santa Mônica, Califórnia com 65 anos, enterrado no Woodlawn Cemetery, no Bronx, Nova Iorque. Ganhou o um prêmio Grammy de Melhor Performance Instrumental Jazz .Faixas:
01 - So What (Live)
02 - RJ
03 - Little One
04 - Pinocchio
05 - Elegy
06 - Eighty One
07 - All Blues (Live)
Musicos:
Herbie Hancock - Piano & Calliope (Pequeno orgão)
Wayne Shorter - Sax. Tenor &Sax. Soprano
Wallace Roney - Trompete
Ron Carter - Baixo Acustico
Tony Williams - Bateria
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domingo, 29 de junho de 2008
1970 - Live Evil - Miles Davis
Hermeto Pascoal morou alguns anos nos Estados Unidos, a convite de amigo de percussão Airto Moreira – várias vezes considerado o melhor do mundo, abandonou o Quarteto Novo em 1969, indo para a terra do Tio Sam e encerrando a trajetória do grupo. Em Nova York, 1971, Hermeto apresentou-se para uma seleta platéia que incluía Miles Davis, Wayne Shorter e Gil Evans, impressionando a todos, tanto que Miles o convidou a participar do álbum Live-Evil. O trabalho traz duas composições de Hermeto (Capelinha - Little Church) e Nem um Talvez. (nota canina: são três composições, com Selim; e nenhuma foi creditada.) Ele conta que, enquanto não estavam tocando, costumava lutar boxe com o trompetista. Mas como exatamente Miles Davis e Hermeto Pascoal se conheceram? Conta Hermeto, numa entrevista recente: “Eu fui ver um show dele, levado por um tradutor. Antes do show começar, vi aquele crioulão - apesar de ele não ser muito alto, mas sempre bem vestido, gostava muito de couro, impressionava - se quando aproximava. Chegou pertinho de mim e sussurou com aquela voz rouca no meu ouvido. Não o reconheci e achei que era um cara me passando uma cantada. Como não falava inglês, o tradutor que estava do meu lado me disse que era o Miles e que ele queria saber quem eu era. O tradutor respondeu ao Miles e marcamos de nos conhecermos depois. Mostrei a ele umas 12 músicas, que eram bem diferentes de tudo aquilo que ele fazia. Disse que queria colocar algumas no disco dele e eu me senti à vontade para brincar e dizer que eu veria quantas músicas deixaria ele colocar no disco dele. Aí o Miles continuou a brincadeira dizendo: “Esse albino é mais louco que eu”. Tínhamos mais um CD engatilhado, mas ninguém imaginou que ele fosse morrer tão cedo.”(…) Diz ele, sobre o que acha de Miles, hoje: “Um eterno gênio. Digo isso pela sua essência, pela sua contribuição. Claro que ele teve seus erros. Tivemos um amizade espiritual, maravilhosa. Deus me deu um presente ao conhecer o Miles. Acredito que nada acontece por acaso. Ele era um sujeito que não gostava de passar as mãos nas costas. Se ele não gostava de você logo dizia “vamos interromper nossa conversa por aqui” e era isso, direto.”
Diz a lenda que Miles jamais despediu um músico (um item para desmentir que Coltrane forá demetido) ; eles simplesmente sabiam a hora de sair. As formações em constante mutação, como vocês podem ver abaixo junto ao nome das músicas, são recorrentes - e com vantagem para o ouvinte. Miles, se não era um excelente gestor de Recursos Humanos, tinha um olho inigualável para talentos e para ajustar as melhores formações. Nestes registros, temos só craques. Meio estúdio (duas sessões em fevereiro, uma em junho, 1970), meio ao vivo (faixas 1, 4, 7 e 8 gravadas em 19 de dezembro daquele ano), é sucessor de Bitches Brew; se o som segue o fusion iniciado na obra-prima anterior, aqui ele vem ainda mais miscigenado - cheio de funk e grooves, além do rock. Diz-se que é um disco para iniciados; eu o considero um grande iniciador ao fusion, também. Esperem destreza técnica, trumpete com filtros (notadamente um wah-wah) e muita eletricidade - sendo as composições de Hermeto os interlúdios leves. Suas participações nas músicas (e também nas de Airto Moreira) descrevem-se sozinhas, e provocam sorrisos no ouvinte. Produzido por Teo Macero para a Columbia
Dica:Pra quem deseja se aprofundar na literatura do jazz com boa informação, curiosidades e dicas o ideal é: O Jazz - do rag ao rock (Joachim E. Berendt - Ed. Perpectiva). Leitura obrigatoria para os neofitos. Recomendo.
Tracks:
1. Sivad (Miles Davis)
2. Little Church (Hermeto Pascoal)
3. Medley: Gemini/Double Image (Miles Davis/Joe Zawinul)
4. What I Say (Miles Davis)
5. Nem Um Talvez (Miles Davis)
6. Selim (Miles Davis)
7. Funky Tonk (Miles Davis)
8. Inamorata and Narration by Conrad Roberts (Miles Davis)
Pessoal:
Miles Davis - Trompete
Gary Bartz - Sax. Soprano e Alto nas faixas 1, 4, 7, 8
John McLaughlin - Guitarra nas faixas 4, 7, 8
Keith Jarrett - Piano e Orgão na faixas 1, 2, 4, 8
Michael Henderson - Guitara Base nas faixas 1, 4, 7, 8
Jack DeJohnette - Bateria
Airto Moreira - Percursão
Steve Grossman - Sax. Soprano nas faixas 2, 5, 6
Chick Corea - Piano nas faixas 2, 3, 5, 6
Herbie Hancock - Piano nas faixas 2, 5, 6
Dave Holland - Guitarra bas e Contabaixo nas faixas 2, 3
Hermeto Pascoal - Percussão, Piano e Vocais nas faixas 2, 5, 6
Wayne Shorter - Sax. Soprano na faixa 3
Joe Zawinul - Piano na faixa 3
Khalil Balakrishna - Citarra Eletrica na faixa 3
Billy Cobham - Bateria na faixa 3
Ron Carter - Contabaixo nas faixas 5, 6
Download - Here Part. I
Download - Here Part. II
Boa audição - Namastê
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