quarta-feira, 14 de outubro de 2026
Chet Baker - Tenderly (2008)
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
Chet Baker & Miles Davis - With The Lighthouse All Stars (2003)
segunda-feira, 4 de maio de 2026
Boxset: Kuschel Jazz Collection, Vol.1-8 (2002-2011)
segunda-feira, 20 de abril de 2026
California Cool (Presenting The Hip Jazz Sounds Of The West Coast) - 1993
quarta-feira, 15 de abril de 2026
Bill Evans - Smile With Your Heart: The Best of Bill Evans on Resonance Records
Boa audição - Namastê
sexta-feira, 10 de outubro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD10)
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
The Perfect Jazz Collection - 25 Original Albums (Box Set 25 CD's)
Esta coleção The Perfect Jazz Collection - 25 Original Albums (Box Set 25 CD's) é uma compilação de álbuns clássicos do jazz, originalmente lançada pela gravadora Sony Music em 2010. A compilação é um excelente ponto de partida para novos ouvintes e uma adição valiosa para colecionadores, oferecendo 25 álbuns históricos do gênero por um preço acessível. A compilação foca em álbuns de jazz de alta qualidade e de grande importância histórica. O repertório abrange diversas vertentes do gênero e conta com nomes essenciais. Embora a lista exata possa variar um pouco dependendo da prensagem, o conteúdo central permanece o mesma. Para quem deseja construir uma biblioteca de jazz clássico sem gastar uma fortuna em álbuns separados, esta caixa é uma ótima opção. Ela oferece uma introdução abrangente e de alta qualidade à história do jazz, reunindo 25 álbuns importantes em uma edição compacta e de bom acabamento. No entanto, colecionadores mais exigentes ou aqueles que já possuem parte do material podem preferir buscar as edições individuais dos álbuns, que por vezes apresentam embalagens mais robustas e encartes com informações detalhadas. Além disso, a seleção dos artistas, embora de alto nível, pode não agradar a todos os amantes de jazz.
Vantagens:
Preço acessível por um grande volume de conteúdo.
- Ótima introdução para iniciantes no jazz.
- Embalagem compacta e com design atraente.
- Boa qualidade de áudio nas remasterizações.
Desvantagens:
- Embalagem frágil e sem a proteção de uma caixa de acrílico tradicional.
- Ausência de encartes com informações detalhadas, comuns nas edições individuais.
- Pode conter faixas ou edições ligeiramente diferentes das originais.
sexta-feira, 11 de abril de 2025
BoxSet: The Complete Pacific Jazz Live Recordings Of...3xCD
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2025
The Greatest Jazz Legends - CD10
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
VA - VA - The Greatest Jazz Legends-19 Original Álbum (10CD BoxSet - 10CD BoxSet)
Boa audição - Namastê
terça-feira, 15 de agosto de 2023
Boxset CD 07 - Chet Baker Quartet - I'll Remember April [Rec. 1955]
Baker é aquela figura lendária dentro da história do Jazz, assim como o medico e o mostro na literatura clássica se faz presente nas paginas dos noticiários de sua época. Apelidado por Miles Davis de 'BRANCO', Chet é e continuará sendo um dos principais músicos do cool jazz, conhecido também como West Coast Jazz, estilo que desfilou pela atmosfera quente da Califórnia em meados dos anos 1950. Por mais introspectivo e contido que seja enquadrar e associar o cool jazz como uma espécie de jazz “frio”, sem swing ou mesmo sem alma, é sem sombra de duvida quase um sacrilégio. Chet e outros músicos de sua época, como Gerry Mulligan, Miles Davis e Stan Getz, deixaram um legado grandioso, com gravações cool de ritmos ágeis e intensos solos sincopados, que são verdadeiras obras-primas do Jazz moderno. Como em toda história da música, não diferente no jazz, a figura do músico e sua vida é extremamente importante para tentarmos decifrar sua música, embora no caso de Baker, essa seja uma árdua tarefa. Dono de um rosto belo, uma espécie de James Dean, Chet Baker era um elegante jovem com um talento excepcional no trompete e dono de uma voz doce, suave e que influenciou cantores como Caetano Veloso, Gal Costa entre outros. Durante sua vida repleta de romances conturbados, encontros com jazzistas famosos da época como Bill Evans e Charlie Parker, Chet Baker acabou conhecendo na década de 60 outro universo além do musical. As drogas arrastaram o precoce e talentoso “garoto” para uma experiência que marcaria sua vida para sempre. Seu rosto branco e liso de feição terna, quase angelical, viu-se de um momento a outro transformar-se em um rosto duro, cansado e cheio de erosões. O próprio Chet Baker em seu livro "Memórias Perdidas", relata as dificuldades que a heroína, cocaína e outros estimulantes lhe trouxeram e as atrocidades que cometia e enfrentava para conseguir manter-se vivo e ativo musicalmente. Os períodos que costumava passar encarcerado de cadeia em cadeia, as crises de abstinência entre um show e outro e dividas que só aumentavam com o passar do tempo, fizeram com que ele experimentasse o sublime céu da música e o beco escuro e infernal do mundo das drogas. Chega a soar estranho dizer que apesar de todos esses problemas, o seu gênio musical ainda conseguia tirar de seu trompete um som pungente, limpo, gracioso, simplesmente único. Segundo depoimentos e livros sobre a história do Jazz, a morte de Chet Baker foi e ainda continua sendo um mistério. Teria ele se suicidado? Teria se drogado tanto a ponto de não ter mais consciência e despencar da janela de um hotel em Amsterdã? A hipótese de assassinato chegou a ser cogitada, visto que eram constantes os contatos de Chet Baker com traficantes, cujas dívidas apenas aumentavam para sustentar seu vício desenfreado. Com essa nuvem de mistério, certo é que, na noite de 13 de Maio de 1988, ironicamente uma sexta-feira, aos 58 anos a vida de um dos maiores nomes do jazz chegou ao fim. Nunca mais sua voz e o som aveludado, triste e limpo de seu trompete seriam ouvidos nos palcos dos bares, das casas de shows e acima de tudo na vida de seus admiradores e amigos. A vida de Chet segundo amigos e sua própria esposa, Carol Baker, foi uma vida intensa. Nas palavras do discógrafo dinamarquês, Hans Lerfeldt, Chet Baker teve uma vida marcada pelo mistério. “Ele surgiu para nós como um mistério e foi-se como um mistério.”
Studio Pathé-Magellan, 24 de outubro, 1955 - Paris
Trompete - Chet Baker
Piano - Gerard Gustin
Baixo - Jimmy Bond
Bateria - Nils-Bertil Dahlander
sábado, 29 de julho de 2023
Boxset: VA - Americans In Paris (The City Of Love And All That Jazz) 10 CDs
terça-feira, 28 de março de 2023
Chet Baker Sings and Plays from the Film "Let's Get Lost" (1989)
No documentário ‘Let’s Get Lost’, Bruce Weber parece que quis parar o tempo, preservando a ilusão de que nada de trágico aconteceu a Chet Baker desde o início dos anos 50. No álbum composto especialmente para o documentário, na companhia de Frank Strazzeri no piano, John Leftwich no baixo, Ralph Penland na bateria e percussão e Nicola Stilo na guitarra e flauta, nas músicas de Duke Ellington & Billy Strayhorn, Cole Porter, Johnny Burke & Jimmy Van Huesen e Antônio Carlos Jobim, o talento musical de Chet Baker é indiscutível, e estas gravações são um testemunho incrível disso. Cada uma delas é filtrada através do coração e alma de Chet Baker. Há momentos em que parece que ele está pendurando nas notas e carinhosamente acaricia cada canção. A intimidade que ele é capaz de expressar faz parecer que estamos em um mal iluminado clube de jazz. Os músicos são perfeitos em seu apoio e a voz de Baker é o centro de cada arranjo, e não há dor tão clara quanto a expressa na sua voz sussurrada. O fotógrafo Bruce Webber resgatou Baker e na companhia de fantásticos músicos gravou 12 antológicas canções para um dos mais importantes documentários sobre o famoso representante do cool jazz e do west coast. Weber mostra que Chet Baker mesmo corroído pelo uso contínuo de drogas, era um gênio. Feito em 1988, Weber traça a carreira de Chet a partir da década de 50, tocando com grandes nomes do jazz como Charlie Parker, Gerry Mulligan e o pianista Russ Freeman, até a década de 80, quando seu vício em heroína manteve-o na Europa. Através da justaposição dessas duas décadas, entre clips de arquivamento e imagens de 1987, Weber apresenta um contraste acentuado entre o Baker bonito e sexy que se assemelhava a uma mistura de James Dean e Jack Kerouac e em que ele se tornou: uma triste figura destruída. ‘Let’s Get Lost’ começa perto do final da vida de Baker, nas praias de Santa Monica, e termina no Festival de Cannes. Bruce Weber aos 16 anos se interessou por Chet Baker quando viu a foto do músico na capa do LP de vinil de 1955 em uma loja de discos de Pittsburgh. Pessoalmente, Weber conheceu Baker, no inverno de 1986 em um clube de jazz na cidade de Nova York e convenceu-o a fazer uma sessão de fotos e o que foi originalmente um filme de três minutos. Eles estiveram um bom tempo juntos e Baker começou a revelar-se a Weber. Posteriormente, Baker foi convencido a fazer mais um filme e as filmagens começaram em 1987. Entrevistar Baker foi um desafio para Weber devido ao vício, mas Weber conseguiu um retrato sonhador de Chet Baker. ‘Let’s Get Lost’ teve sua estreia mundial no ‘Festival Internacional de Toronto’ e foi indicado para o Oscar de melhor documentário. O título do filme é de uma canção gravada no álbum ‘Chet Baker Sings and Plays’, o primeiro álbum de Chet Baker que o diretor Bruce Weber comprou quando tinha 16 anos. Um dos últimos registros de Baker em vida, que foi lançado pouco depois de sua morte, o documentário é difícil de se ver, é devastador testemunhar o que a heroína fez. Nos últimos anos ele era apenas um rascunho do que foi. Seu rosto está cadavérico e ele sempre parece ter alguma dificuldade em permanecer acordado, e em alguns momentos parece que ele passeia por ‘Let’s Get Lost’ como um sonâmbulo. Para os críticos Chet morrera décadas antes daquele fatal mergulho da janela de seu quarto em Amsterdã. Até hoje ninguém sabe como ele morreu, se foi suicídio, assassinato ou delírios causados pela droga. Para os fãs, como eu, a voz e o trompete de Chet, mesmo decadente, sempre remeterão a um clima sofisticado e intimista. E eu teimo em querer guardar aquele Chet Baker no seu auge, como uma imagem estranhamente espectral, como alguém preso em um bloco de gelo.
Boa audição - Namastê
sábado, 25 de março de 2023
Chet Baker - Chet (1959)
Apesar do sucesso, sua vida ia de mal a pior, com seguidas detenções por porte de heroína. Na Itália, onde morou nos anos 60, passou mais de um ano preso. O vício deteriorou sua reputação nos Estados Unidos, embora ele ainda fosse aclamado na Europa. Em 1964 volta aos EUA, agora dominados pelo rock dos Beatles, restando pouco espaço para os músicos de jazz. Nessa mesma época perdeu diversos dentes em consequência de um briga em uma negociação de heroína. Chet Baker desceu ao inferno. No início da carreira, encantava as mulheres pela beleza e o canto suave. Vinte anos depois, com o rosto sulcado pela devastadora dependência de drogas, o outrora belo e jovem trompetista aos quarenta anos parecia estar com sessenta, e aos cinquenta parecia ter oitenta. A vasta obra do músico é dividida em duas fases: a cool, do início da sua carreira, mais ligada ao virtuosismo jazzístico e a segunda parte, quando a sensibilidade na interpretação torna-se ainda mais evidente. Chet Baker gostava também de cantar, com sua voz pequena e frágil criando um modo de cantar no qual a voz era quase sussurrada, influenciando assim a bossa nova. Avesso às partituras, Baker era dotado de extrema criatividade, para tocar as músicas pedia apenas o tom, improvisava com sentimento e paixão. Vale a pena conferir Chet Baker Tribute. Lançado pela primeira vez em 1959, 'Chet' apresenta o flautista alto Herbie Mann, o saxofonista barítono Pepper Adams, o pianista Bill Evans, o guitarrista Kenny Burrell, o baixista Paul Chambers e Connie Kay e Philly Joe Jones tocando bateria. Gravado em dezembro de 1958 e janeiro de 1959 com lançado pelo selo Riverside com grande aceitação de publico e critica. Embora Baker fosse no final dos anos 1950 conhecido tanto por cantar quanto por tocar trompete, este álbum é inteiramente instrumental. Ele contém 09 baladas padrão (e a composição de Chet Baker "Early Morning Mood" como uma faixa bônus adicional na versão em CD) tocada nos estilos de Hard Bop a Cool Jazz. Embora o álbum seja inteiramente dedicado à exploração do clima de balada, ele inclui uma variedade considerável. A seção rítmica Chambers-Evans-Jones era conhecida na época por seu trabalho com o trompetista Miles Davis. A crítica premiou o álbum com 04 estrelas e afirma: " Chet é um bom álbum para ouvir o jeito especial de Baker com seu trompete, e fica ainda mais atraente com a presença e contribuições dos principais artistas do jazz".
quinta-feira, 23 de março de 2023
Chet Baker Almost Blue
Artista: Chet Baker
Álbum: Almost Blue
Lançamento: 2002
Selo: Verve Records
Gênero: Vocal Jazz, Cool Jazz
Morreu em 1988 ao cair da janela de um hotel em Amsterdã. A causa do acidente tem duas versões: suicídio ou excesso de drogas. O que dá no mesmo. Foi um trompetista de jazz. Na infância, começou a cantar na igreja e ganhou um trompete do pai, guitarrista amador de bandas de country, de quem herdou a paixão pela música. Aos 17 anos, acrescentou um ano em seus documentos e alistou-se no Exército. Sendo transferido para Berlim começou a tocar em bandas militares. É nesse período que ouve jazz pela primeira vez, pela rádio do exército. Ao sair do exército parte para Los Angeles e começa a estudar teoria musical. Iniciou a sua carreira de sucesso com Charlie Parker quando este estava à procura de um trompetista para acompanhá-lo em sua turnê pelos Estados Unidos e Canadá. Baker tinha grande afeição por Charlie Parker, por sua gentileza, honestidade e pela maneira como protegia os músicos da banda, tentando mantê-los longe da heroína que tanto lhe corroía. Amante do jazz, Baker não tardou em conquistar o sucesso, sendo apontado como um dos melhores trompetistas do gênero. Em seguida, entrou para o ‘Gerry Mulligan Quartet’, que criou o estilo ‘west coast’, um estilo de jazz mais calmo, menos frenético cujas músicas caracterizavam-se por composições mais elaboradas. Tempos depois, Chet conquistou um novo público ao lançar-se como cantor, à frente do próprio quarteto. Sua versão de ‘My Funny Valentine’ com Mulligan é clássica. A música de Chet foi um retrato de sua vida, triste. O trompetista teve tudo: prestígio, dinheiro, todas as mulheres que poderia, beleza e talento. Lendo isso nem parece que seu fim foi tão trágico e, a culpa é (mais uma vez), do álcool e das drogas, mais especificamente da Heroína, companheira do americano durante boa parte de sua vida. Conheci o timbre de seu trompete logo depois de escutar a mística de Miles Davis e, mesmo Chet não sendo tão virtuoso (ou até mesmo visionário como o mestre do Fusion), acho que poucos realmente percebem seu talento, sendo este um dos nomes mais injustiçados e subestimados do Jazz. Um ser dotado de uma voz leve, calma, aveludada, e um trompete delicado, econômico, que mesmo não sendo nada assombrosamente técnico, era sentimento puro.
Saxofone Alto – Steve Houben (faixas: 1 a 5)
Baixo – Hein Van de Geyn (faixas: 6 a 8) e Kermit Driscoll (faixas: 1 a 5)
Bateria – Bruno Castellucci (faixas: 1 a 5) e John Engels (faixas: 6 a 8)
Guitarra – Bill Frisell (faixas: 1 a 5)
Piano – Dennis Luxion (faixas: 1 a 5) e Harold Danko (faixas: 6 a 8)
Trompete e Vocais – Chet Baker
Faixas 01-05, gravando em Bruxelles, novembro de 1979 (originalmente emitido como Chet Baker - Steve Houben). Faixas 06-08 gravando em Tóquio, junho de 1987 (faixas 6, 8 de Memories - In Tokyo, faixa 07 do álbum 'Four' de 1989). Almost Blue foi composto por Elvis Costello


















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