quarta-feira, 22 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Nat King Cole – 20 Golden Greats
quarta-feira, 27 de maio de 2026
Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)
sexta-feira, 1 de maio de 2026
Boxset: Kuschel Jazz Collection, Vol.1-8 (2002-2011)
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Boxset: Kuschel Jazz Collection, Vol.1-8 (2002-2011)
Mesmo antes do primeiro álbum do KuschelRock, o nome já existia como programa musical noturno semanal na rádio HR3 (com sede em Frankfurt, Alemanha). O autor e apresentador do projeto era Thomas Koschwitz, considerado coautor de diversos álbuns do Kazle… Após a Sony Music patentear os direitos de lançamento da série de álbuns "KuschelRock", a rádio HR3 foi proibida de transmitir o programa noturno… Atualmente, a Sony Music lança álbuns regularmente todos os anos… Posteriormente, a Mpano começou a produzir uma série de álbuns por gênero, alguns dos quais intitulados "Kuschel Jazz". Este lançamento merece sua atenção. A série Kuschel Jazz não é apenas um derivado da gigante marca alemã Kuschelrock; ela representa uma curadoria estratégica que ajudou a definir o consumo do "Jazz de Estilo de Vida" (Lifestyle Jazz) na Europa no início dos anos 2000. Aqui está uma análise aprofundada sobre a identidade, a sonoridade e o impacto dessa coleção:
1. A Proposta Estética: O Jazz como Refúgio. O termo alemão Kuschel (aconchego/carinho) dita a regra de ouro da série: a ausência de atrito. Diferente do jazz purista, que muitas vezes foca na improvisação complexa e no virtuosismo técnico que exige atenção plena, o Kuschel Jazz foca na atmosfera. A premicia da série passa invariavelmente pela transição do Jazz para o Lounge. As faixas são selecionadas para servir como uma "trilha sonora de bem-estar", priorizando:
*Andamentos lentos (Ballads): Predomínio de escovinhas na bateria e pianos suaves.
*Vozes Aveludadas: Grande foco em vocalistas de timbres quentes e envolventes.
*Produção Impecável: Áudio limpo, com muita profundidade (reverb) para criar uma sensação de espaço e relaxamento.
2. Curadoria: A Ponte entre o Clássico e o Pop. O grande triunfo do Kuschel Jazz foi a sua capacidade de misturar épocas sem soar datado. Em um mesmo volume, a Sony Music conseguiu colocar:
*Os Gigantes do Passado: Louis Armstrong, Ella Fitzgerald e Chet Baker trazem a legitimidade e a nostalgia.
*O "Vocal Jazz" Moderno: Artistas como Norah Jones, Diana Krall e Michael Bublé, que foram os pilares comerciais do gênero na década de 2000.
*Incursões Pop: Versões jazzísticas de músicas pop ou artistas como Sade e George Michael, que utilizam elementos do soul e jazz em suas produções.
Essa mistura democratizou o gênero, tornando o jazz acessível para quem o considerava "difícil" ou intelectualizado demais.
3. Impacto Cultural e o "Efeito Starbucks"
*A série Kuschel Jazz surfou a onda da sofisticação urbana. Era a música perfeita para o florescimento dos cafés modernos e do design de interiores minimalista.
*A "Playlist" antes do Streaming: Antes do Spotify, essas coletâneas em CD duplo eram o equivalente às atuais playlists de "Lofi Jazz" ou "Coffee Table Jazz". Elas resolviam o problema do ouvinte que queria 2 ou 3 horas de música ininterrupta sem precisar trocar o disco ou conhecer profundamente a discografia de cada artista.
Ponto Crítico: para os críticos mais severos do jazz, a série pode ser vista como uma "diluição" da arte, transformando o jazz em "música de elevador" de luxo. No entanto, do ponto de vista da apreciação musical, serve como uma excelente porta de entrada. Muitas pessoas descobriram o trompete melancólico de Miles Davis ou a profundidade de Nina Simone através dessas compilações comerciais.
sexta-feira, 20 de março de 2026
VA – Jazz Noire (Darktown Sleaze From The Mean Streets Of 1940s L.A.) 2xCD.
sexta-feira, 28 de novembro de 2025
Nat King Cole - The Ultimate Collection (1999)
Nat King Cole, pianista de jazz habilidoso que se tornou um ícone musical, conhecido por seu sucesso com o Nat King Cole Trio e por quebrar barreiras raciais ao se tornar um dos primeiros afro-americanos a ter seu próprio programa de TV. Outras curiosidades incluem sua forte conexão com a música gospel, as inspirações musicais do pai e a filha Natalie, que também se tornou uma cantora de sucesso:
Origem musical: Nat King Cole começou a tocar piano aos quatro anos, impulsionado por sua mãe e seu pai, um pastor batista. A música gospel foi uma grande influência inicial.
Nome artístico: Seu nome de batismo era Nathaniel Adams Coles. Ele adotou o apelido "King" (Rei) como uma referência ao personagem do conto de fadas The King Cole's Nightly Activity.
Início da carreira: Aos 15 anos, ele deixou a escola para se dedicar ao jazz, inicialmente trabalhando com seu irmão Eddie.
Nat King Cole Trio: Em 1937, ele formou o trio que o impulsionou ao estrelato.
Sucessos musicais: Ele é lembrado por sucessos como "Straighten Up And Fly Right" (cuja letra foi inspirada em um sermão de seu pai), "Nature Boy" e "Mona Lisa".
TV: Em 1956, ele se tornou um dos primeiros afro-americanos a ter seu próprio programa de televisão, o The Nat King Cole Show.
Cinema: Além da música, atuou em filmes como St. Louis Blues (1958) e Cat Ballou (1965).
Legado: Foi homenageado póstumo com vários prêmios, incluindo o Grammy de 1990 pelo conjunto da obra.
Visita ao Brasil: Em 1959, visitou o Brasil, onde fez shows e almoçou com o então presidente Juscelino Kubitschek.
Falecimento: Morreu precocemente em 1965, aos 45 anos, de câncer de pulmão, relacionado ao seu forte hábito de fumar.
Filha famosa: Sua filha, Natalie Cole, seguiu a carreira musical e gravou um dueto póstumo com o pai em "Unforgettable".
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Boxser: The Keynote Jazz Collection, 1941-1947 (11xCDs)
quarta-feira, 9 de julho de 2025
Boxser: Nat 'King' Cole – L-O-V-E (The Complete Capitol Recordings 1960-1964) - 11xCD
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 7 de julho de 2025
Boxser: Nat 'King' Cole – L-O-V-E (The Complete Capitol Recordings 1960-1964) - 11xCD
Boa audição - Namastê





































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