sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Boxset: Blue Instrumentalists Blue Note
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD23)
sexta-feira, 7 de novembro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD22)
quinta-feira, 3 de agosto de 2023
Boxset: CD02 - Art Blakey's Jazz Messengers And Barney Wilen - Moanin [Rec. 1958-1959]
Artista: Art Blakey
Álbum: Moanin [Rec. 1958-1959]
Lançamento: 2009
Selo: Membran
Gênero: Hard Bop, Soul-Jazz
Boa audição - Namastê
sábado, 1 de outubro de 2022
# 082 - Stephane Grappelli & Stuff Smith - Stuff And Steff (1965)
Miles Davis ajudou a promover a fusão do jazz com o rock de meados para o fim dos anos 60 em álbuns como Bitches Brew e Jack Johnson. Tocavam em suas bandas durante esse período Herbie Hancock, Chick Corea e Joe Zawinul no piano elétrico, Ron Carter e Dave Holland no baixo, John McLaughlin na guitarra e Tony Williams e Jack DeJohnette na bateria. Tony Williams formou uma banda inclinada para o rock chamada Lifetime, com John McLaughlin, que também teve seu próprio grupo de alta intensidade, a Mahavishnu Orchestra. Nos anos 70, Miles continuou a explorar novas direções no uso de equipamentos eletrônicos e a incorporação de elementos do funk e do rock em sua música, o que levou a álbuns como Pangea e Agharta. Outros grupos combinaram jazz e rock numa maneira mais voltada para o grande público, do crossover Top 40 de Spyro Gyra e Chuck Mangione ao guitarrista um tanto mais esotérico Pat Metheny. Entre outras bandas populares de fusion estão a Weather Report, com Wayne Shorter, Joe Zawinul e os baixistas Jaco Pastorius e Miroslav Vitous; Return To Forever, com Chick Corea e o baixista Stanley Clarke; The Crusaders, com o saxofonista Wilton Felder e o tecladista Joe Sample; a Yellowjackets, com o tecladista Russell Ferrante; e a Jeff Lorber Fusion, que originalmente tinha Kenny G no saxofone. Nos últimos anos, várias bandas de fusion alcançaram muito sucesso comercial, inclusive as de Pat Metheny e Kenny G
Contrabaixo – Michel Gaudry
Bateria – Michel Delaporte
Piano – René Urtreger
Violino – Stuff Smith, Stéphane Grappelli
Vocais – Stuff Smith (faixas: 2, 4)
Gravado em 22 de junho de 1965 no estúdio Hoche, Paris.
Boa audição - Namastê
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
# 069 - Art Blakey - 1958 Paris Olympia (1958)
The Jazz Messengers, grupo fundado por Art Blakey, baterista e bandleader que junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do moderno bebop, uma das correntes mais influentes do jazz que privilegia os pequenos conjuntos, como os trios, os quartetos e os solistas de grande virtuosismo. Art Blakey sempre deu apoio aos solistas, e mais tarde, como líder do ‘The Jazz Messengers’, incluiu muitos jovens músicos que se tornaram nomes de destaque no jazz. O legado da banda não é conhecido apenas pela sofisticada música que produziu, mas como um campo de provas para várias gerações de músicos de jazz. ‘The Jazz Messengers’ foi inicialmente liderado por Blakey e o pianista Horace Silver. Embora o nome não tivesse sido usado na primeira das suas gravações, Blakey e Silver gravaram juntos em várias ocasiões, mas o nome foi usado pela primeira vez em uma gravação de 1954, nominalmente liderada por Horace Silver, com Blakey na bateria, o saxofonista Hank Mobley, trompetista Kenny Dorham e o baixista Doug Watkins. O trompetista Donald Byrd substituiu Kenny Dorham, e o grupo gravou um álbum chamado simplesmente de ‘The Jazz Messengers’ em 1956. A banda ficou conhecida como ‘Art Blakey and the Jazz Messengers’ com Blakey assumindo o grupo como único líder quando Horace Silver com Mobley, Byrd e Watkins formaram um novo quinteto com uma variedade de bateristas. Durante um período que abrange mais de quarenta anos ‘Art Blakey and The Jazz Messengers’ produziu centenas de registros e prosperou em meio a inúmeras mudanças de formação, sempre recebendo os melhores músicos do jazz incluindo os trompetistas Lee Morgan, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, bem como o saxofonista Wayne Shorter e os pianistas Keith Jarrett e Joanne Brackeen.
Contrabaixo – Jymie Merritt
Bateria – Art Blakey
Piano – Bobby Timmons
Saxofone Tenor – Benny Golson
Trompete – Lee Morgan
Gravado em "L'Olympia", Paris, França, 22 de novembro de 1958 (Faixas 1, 2, 3)
Gravado em "L'Olympia", Paris, França, 17 de dezembro de 1958 (Faixas 4, 5, 6, 7)
terça-feira, 14 de junho de 2022
# 040 - Art Blakey - Paris Jam Session (1959)
Artista: Art Blakey
Álbum: Jazz in Paris 040
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Hard Bop
The Jazz Messengers, grupo fundado por Art Blakey, baterista e bandleader que junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do moderno bebop, uma das correntes mais influentes do jazz que privilegia os pequenos conjuntos, como os trios, os quartetos e os solistas de grande virtuosismo. Art Blakey sempre deu apoio aos solistas, e mais tarde, como líder do ‘The Jazz Messengers’, incluiu muitos jovens músicos que se tornaram nomes de destaque no jazz. O legado da banda não é conhecido apenas pela sofisticada música que produziu, mas como um campo de provas para várias gerações de músicos de jazz. ‘The Jazz Messengers’ foi inicialmente liderado por Blakey e o pianista Horace Silver. Embora o nome não tivesse sido usado na primeira das suas gravações, Blakey e Silver gravaram juntos em várias ocasiões, mas o nome foi usado pela primeira vez em uma gravação de 1954, nominalmente liderada por Horace Silver, com Blakey na bateria, o saxofonista Hank Mobley, trompetista Kenny Dorham e o baixista Doug Watkins. O trompetista Donald Byrd substituiu Kenny Dorham, e o grupo gravou um álbum chamado simplesmente de ‘The Jazz Messengers’ em 1956. A banda ficou conhecida como ‘Art Blakey and the Jazz Messengers’ com Blakey assumindo o grupo como único líder quando Horace Silver com Mobley, Byrd e Watkins formaram um novo quinteto com uma variedade de bateristas. Durante um período que abrange mais de quarenta anos ‘Art Blakey and The Jazz Messengers’ produziu centenas de registros e prosperou em meio a inúmeras mudanças de formação, sempre recebendo os melhores músicos do jazz incluindo os trompetistas Lee Morgan, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, bem como o saxofonista Wayne Shorter e os pianistas Keith Jarrett e Joanne Brackeen.
Alto Saxofone – Barney Wilen ( faixas: 1, 2 )
Baixo – Jymie Merritt
Bateria – Art Blakey
Piano – Bud Powell ( faixas: 1, 2 ) , Walter Davis Jr. ( faixas: 3, 4 )
Saxofone Tenor – Wayne Shorter
Trompete – Lee Morgan
Gravado ao vivo em 18 de dezembro de 1959 no Théâtre des Champs-Elysées, Paris
terça-feira, 31 de julho de 2018
2014 - The Real... Bossa Nova (The Ultimate Collection) - VA
Lançamento: 2014
Selo: Columbia
Gênero: Bossa Nova, Brazilian Song, Latin Jazz
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
2010 - Live-Evil - Miles Davis (Original Columbia Jazz Classics Remaster 1971)
February 6, 1970 (a): Miles Davis (tpt); Wayne Shorter (ss); John McLaughlin (el-g); Chick Corea (el-p); Joe Zawinul (el-p); Dave Holland (b); Khalil Balakrishna (el-sitar); Jack DeJohnette (d); Billy Cobham (d); Airto Moreira (perc), Columbia Studio B, NYC
June 3, 1970 (b): Miles Davis (tpt); Steve Grossman (ss); Chick Corea (el-p); Herbie Hancock (el-p); Keith Jarrett (org); Ron Carter (b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc); Hermeto
June 4, 1970 (c): Miles Davis (tpt); Steve Grossman (ss); John McLaughlin (el-g); Herbie Hancock (el-p); Chick Corea (el-p); Keith Jarrett (org); Dave Holland (b, el-b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc); Hermeto Pascoal (d, voc, whistling, el-p) Columbia Studio B, NYC
December 19, 1970 (d): Miles Davis (tpt); Gary Bartz (ss, as); John McLaughlin (el-g); Keith Jarrett (el-p, org); Michael Henderson (el-b); Jack DeJohnette (d); Airto Moreira (perc, voc); Conrad Roberts (narr), The Cellar Door, Washington, D.C.
domingo, 10 de maio de 2015
sexta-feira, 8 de maio de 2015
1967 - Schizophrenia - Wayne Shorter
Álbum: Schizophrenia
Lançamento: 1967
Selo: Blue Note Connoisseur Series
Gênero: Jazz, Post-Bop
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Miles Davis 5tet - Directions (1969)
domingo, 24 de agosto de 2008
1967 - Schizophrenia
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Wayne Shorter é visto por muitos como um dos melhores saxofonistas depois de Coltrane. Exagero ou não, ele escreveu na história do Jazz uma carreira memorável. Shorter transitou em diversos estilos, indo do Hard Bop ao World Fusion, sem que sua carreira fosse depressiva. Independente do momento ou da vertente musical, sempre se mostrou à frente de tudo e de todos.
Schizophrenia é um álbum quase que todo com composições de Shorter e produzido por Michael Cuscuna, produtor importante no meio jazzsístico, já tendo trabalhado com Dave Brubeck e The Art Ensemble of Chicago. Sorter vem acompanhado do quarteto composto por Ron Carter(Bass), Joe Chambers(Drums), Curtis Fuller(Trombone), Herbie Hancock(Piano) e James Spaulding(Flute, Sax (Alto), Sax (Soprano)).
Schizophrenia é um dos últimos álbum de Shorter que podemos dizer que é puramente dedicado ao Bop, pois em 1969, lançaria o cultuado "Super Nova", misturando Bop com configurações de música de Vanguarda, dando alguns sinais de um novo momento em sua carreira, onde mais tarde iria abraçar o Fusion e ser um dos fundadores do Weather Report em 1971.
Tracks:
1. Tom Thumb
2. Go
3. Schizophrenia
4. Kryptonite
5. Miyako
6. Playground
Credits:
Ron Carter - Bass
Joe Chambers - Drums
Curtis Fuller - Trombone
Herbie Hancock - Piano
James Spaulding - Flute, Sax (Alto), Sax (Soprano)
About Wayne Shorter
Esta postagem é uma parceria entre o blog Borboletas de Jade e o blog JazzMan!
domingo, 29 de junho de 2008
1970 - Live Evil - Miles Davis
Hermeto Pascoal morou alguns anos nos Estados Unidos, a convite de amigo de percussão Airto Moreira – várias vezes considerado o melhor do mundo, abandonou o Quarteto Novo em 1969, indo para a terra do Tio Sam e encerrando a trajetória do grupo. Em Nova York, 1971, Hermeto apresentou-se para uma seleta platéia que incluía Miles Davis, Wayne Shorter e Gil Evans, impressionando a todos, tanto que Miles o convidou a participar do álbum Live-Evil. O trabalho traz duas composições de Hermeto (Capelinha - Little Church) e Nem um Talvez. (nota canina: são três composições, com Selim; e nenhuma foi creditada.) Ele conta que, enquanto não estavam tocando, costumava lutar boxe com o trompetista. Mas como exatamente Miles Davis e Hermeto Pascoal se conheceram? Conta Hermeto, numa entrevista recente: “Eu fui ver um show dele, levado por um tradutor. Antes do show começar, vi aquele crioulão - apesar de ele não ser muito alto, mas sempre bem vestido, gostava muito de couro, impressionava - se quando aproximava. Chegou pertinho de mim e sussurou com aquela voz rouca no meu ouvido. Não o reconheci e achei que era um cara me passando uma cantada. Como não falava inglês, o tradutor que estava do meu lado me disse que era o Miles e que ele queria saber quem eu era. O tradutor respondeu ao Miles e marcamos de nos conhecermos depois. Mostrei a ele umas 12 músicas, que eram bem diferentes de tudo aquilo que ele fazia. Disse que queria colocar algumas no disco dele e eu me senti à vontade para brincar e dizer que eu veria quantas músicas deixaria ele colocar no disco dele. Aí o Miles continuou a brincadeira dizendo: “Esse albino é mais louco que eu”. Tínhamos mais um CD engatilhado, mas ninguém imaginou que ele fosse morrer tão cedo.”(…) Diz ele, sobre o que acha de Miles, hoje: “Um eterno gênio. Digo isso pela sua essência, pela sua contribuição. Claro que ele teve seus erros. Tivemos um amizade espiritual, maravilhosa. Deus me deu um presente ao conhecer o Miles. Acredito que nada acontece por acaso. Ele era um sujeito que não gostava de passar as mãos nas costas. Se ele não gostava de você logo dizia “vamos interromper nossa conversa por aqui” e era isso, direto.”
Diz a lenda que Miles jamais despediu um músico (um item para desmentir que Coltrane forá demetido) ; eles simplesmente sabiam a hora de sair. As formações em constante mutação, como vocês podem ver abaixo junto ao nome das músicas, são recorrentes - e com vantagem para o ouvinte. Miles, se não era um excelente gestor de Recursos Humanos, tinha um olho inigualável para talentos e para ajustar as melhores formações. Nestes registros, temos só craques. Meio estúdio (duas sessões em fevereiro, uma em junho, 1970), meio ao vivo (faixas 1, 4, 7 e 8 gravadas em 19 de dezembro daquele ano), é sucessor de Bitches Brew; se o som segue o fusion iniciado na obra-prima anterior, aqui ele vem ainda mais miscigenado - cheio de funk e grooves, além do rock. Diz-se que é um disco para iniciados; eu o considero um grande iniciador ao fusion, também. Esperem destreza técnica, trumpete com filtros (notadamente um wah-wah) e muita eletricidade - sendo as composições de Hermeto os interlúdios leves. Suas participações nas músicas (e também nas de Airto Moreira) descrevem-se sozinhas, e provocam sorrisos no ouvinte. Produzido por Teo Macero para a Columbia
Dica:Pra quem deseja se aprofundar na literatura do jazz com boa informação, curiosidades e dicas o ideal é: O Jazz - do rag ao rock (Joachim E. Berendt - Ed. Perpectiva). Leitura obrigatoria para os neofitos. Recomendo.
Tracks:
1. Sivad (Miles Davis)
2. Little Church (Hermeto Pascoal)
3. Medley: Gemini/Double Image (Miles Davis/Joe Zawinul)
4. What I Say (Miles Davis)
5. Nem Um Talvez (Miles Davis)
6. Selim (Miles Davis)
7. Funky Tonk (Miles Davis)
8. Inamorata and Narration by Conrad Roberts (Miles Davis)
Pessoal:
Miles Davis - Trompete
Gary Bartz - Sax. Soprano e Alto nas faixas 1, 4, 7, 8
John McLaughlin - Guitarra nas faixas 4, 7, 8
Keith Jarrett - Piano e Orgão na faixas 1, 2, 4, 8
Michael Henderson - Guitara Base nas faixas 1, 4, 7, 8
Jack DeJohnette - Bateria
Airto Moreira - Percursão
Steve Grossman - Sax. Soprano nas faixas 2, 5, 6
Chick Corea - Piano nas faixas 2, 3, 5, 6
Herbie Hancock - Piano nas faixas 2, 5, 6
Dave Holland - Guitarra bas e Contabaixo nas faixas 2, 3
Hermeto Pascoal - Percussão, Piano e Vocais nas faixas 2, 5, 6
Wayne Shorter - Sax. Soprano na faixa 3
Joe Zawinul - Piano na faixa 3
Khalil Balakrishna - Citarra Eletrica na faixa 3
Billy Cobham - Bateria na faixa 3
Ron Carter - Contabaixo nas faixas 5, 6
Download - Here Part. I
Download - Here Part. II
Boa audição - Namastê
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