quarta-feira, 8 de outubro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD09)
quarta-feira, 17 de setembro de 2025
The Perfect Jazz Collection - 25 Original Albums (Box Set 25 CD's)
Esta coleção The Perfect Jazz Collection - 25 Original Albums (Box Set 25 CD's) é uma compilação de álbuns clássicos do jazz, originalmente lançada pela gravadora Sony Music em 2010. A compilação é um excelente ponto de partida para novos ouvintes e uma adição valiosa para colecionadores, oferecendo 25 álbuns históricos do gênero por um preço acessível. A compilação foca em álbuns de jazz de alta qualidade e de grande importância histórica. O repertório abrange diversas vertentes do gênero e conta com nomes essenciais. Embora a lista exata possa variar um pouco dependendo da prensagem, o conteúdo central permanece o mesma. Para quem deseja construir uma biblioteca de jazz clássico sem gastar uma fortuna em álbuns separados, esta caixa é uma ótima opção. Ela oferece uma introdução abrangente e de alta qualidade à história do jazz, reunindo 25 álbuns importantes em uma edição compacta e de bom acabamento. No entanto, colecionadores mais exigentes ou aqueles que já possuem parte do material podem preferir buscar as edições individuais dos álbuns, que por vezes apresentam embalagens mais robustas e encartes com informações detalhadas. Além disso, a seleção dos artistas, embora de alto nível, pode não agradar a todos os amantes de jazz.
Vantagens:
Preço acessível por um grande volume de conteúdo.
- Ótima introdução para iniciantes no jazz.
- Embalagem compacta e com design atraente.
- Boa qualidade de áudio nas remasterizações.
Desvantagens:
- Embalagem frágil e sem a proteção de uma caixa de acrílico tradicional.
- Ausência de encartes com informações detalhadas, comuns nas edições individuais.
- Pode conter faixas ou edições ligeiramente diferentes das originais.
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:04
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 16 de julho de 2025
Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - 2009 (14 CDs)
segunda-feira, 14 de abril de 2025
Boxser: Jazz Cats Sax (3xCD)
Boa audição - Namastê
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2025
The Greatest Jazz Legends - CD05
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
2003 - Jazz Completo no Massey Hall - Charlie Parker
Artista: Charlie Parker
Álbum: Jazz Completo no Massey Hall
Lançamento: 2003
Selo: The Jazz Factory
Gênero: Bebop, Hard bop
terça-feira, 14 de fevereiro de 2023
1961 - The Complete Village Vanguard - John Coltrane Parte IV
Vários foram os gigantes que tocaram e gravaram no Village Vanguard dos quais Max Gordon guardou algunas recordações curiosas: Um deles foi com Sonny Rollins que tocou no clube por dez anos seguidos, quatro vezes por ano. Retornou em 1976 e tocou só o primeiro set de forma arrasadora e já não apareceu para o segundo: "Nunca mais o vi depois desse episódio" comenta Max em 1980. Uma outra estória semelhante foi protagonizada por Miles Davis, músico que Max Gordon recorda como sendo o mais difícil de lidar de todos os músicos de jazz que tocaram no Village: "O que é que se faz numa noite de Sábado quando o clube está cheio e a estrela do espectáculo abandona o palco a meio do concerto porque a sua namorada está embriagada numa espelunca qualquer e lhe telefona a pedir para a ir buscar?", Comenta. Charles Mingus reteve a memória de um concerto em que o contrabaixista aplicou literalmente um soco no estômago de Jimmy Knepper em pleno palco só porque o trombonista não tocar o tema como ele tinha escrito. outra foi do dia em que Mingus arrancou a porta do clube porque no cartaz de entrada faltava a menção "Jazz Workshop" na designação do grupo e o seu nome constava como Charlie e não como Charles. Mas foi o jazz que deu ao Village Vanguard a fama internacional de que goza atualmente e muito especialmente os inúmeros discos que aí foram gravados pelos melhores e mais reputados jazzmen e sideman com registos autênticos de show no clube por todo o mundo. Nada menos do que 105 ao todo (até à presente data) através dos quais mesmo os mais remotos artistas do jazz que nunca tiveram oportunidade de ir a NYC acabaram por entrar no clube e ter pelo menos uma memória musical deste espaço. Mais do que embaixadores do Village Vanguard alguns destes discos são também verdadeiros ícones em obras primas. A primeira gravação na casa pertence a Sonny Rollins no dia 03 de Novembro de 1957 com o título "A Night At The Village Vanguard" . Eis os maiores recordistas de gravações no Vanguard: Bill Evans com total de 08 albuns, Art Pepper com 04 albuns e Kenny Burrell com 04 albuns. A verdade é que praticamente todos os grandes nomes do jazz encontraram neste clube o
palco ideal para os seus registos ao vivo, graça a acústica do local incluindo entre outros: Art Blakey & The Jazz Messengers, Betty Carter, Cannonball Adderley, Thad Jones & Mel Lewis, Dizzy Gillespie, Keith Jarrett, Elvin Jones, Hank Jones, Woody Shaw, Phil Woods, Mal Waldron, Tommy Flanagan, Bobby Hutcherson, J.J. Johnson, Dexter Gordon, Joe Lovano, McCoy Tyner e mais recentemente Benny Green, Brad Mehldau, Wynton Marsalis e Jason Moran. Que outro clube que não o Vanguard pode ou poderá um dia rivalizar em qualidade e quantidade com esta impressionante antologia quintessência do jazz?
O Village Vanguard esta situado na 178-7th Avenue South NYC com concertos às 21h00 e 23h00 com entrada em média: 30 Dólares.
Endereço sábado, 28 de janeiro de 2023
HS 11 - Cravic, Roussin, Varis - Cordes Et Lames
Artista: Cravic, Roussin & Varis
Álbum: Jazz in Paris- Hors-Série 11
Lançamento: 2012
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Post-bop

Acordeão – Francis Varis
Contrabaixo – Yves Torchinsky
Bateria – Jean-Claude Jouy
Guitarra [Gibson 175] – Dominique Cravic
Violino – Dominique Pifarely
Gravado em Studio J.L. Witas, Chaville - setembro, 1985
Gravado em Studio J.L. Witas, Chaville - março e junho, 1983
Gravado em Studio Bob Mathieu, Dravell - maio 1988, Sutton's Place Studio, Hollywood
terça-feira, 6 de dezembro de 2022
# 109 - George Wein - Midnight Concert At The Olympia (1961)
Ex-proprietário de um clube de jazz e aspirante a pianista, Wein lançou o Newport Jazz Festival em 1954 sob uma chuva torrencial e com uma programação para os céus – Billie Holliday e Dizzy Gillespie, Ella Fitzgerald e Lester Young. Louis Armstrong esteve lá no ano seguinte e Duke Ellington fez história em 1956, o set de sua banda apresentando um solo extraordinário de 27 coros do saxofonista Paul Gonsalves que quase sozinho reviveu a carreira de Ellington na meia-idade. Wein liderou o festival por mais de 50 anos e os artistas incluíam virtualmente todas as grandes estrelas do jazz, de Miles Davis e Thelonious Monk a Charles Mingus e Wynton Marsalis. Apenas em 1965, o projeto apresentava Frank Sinatra, Count Basie, John Coltrane, Ellington, Gillespie, Davis e Monk. O sucesso de Newport inspirou uma onda de festivais de jazz nos Estados Unidos e Wein replicou seu sucesso em todo o mundo, seus outros projetos incluindo o New Orleans Jazz & Heritage Festival e o Grande Parade du Jazz em Nice, França. Seus encontros de vários dias com estrelas também foram um modelo para festivais de rock, incluindo Woodstock em 1969 e as turnês do Lollapalooza nos últimos anos. O crítico Gene Santoro observou em 2003 que sem Wein, “tudo, de Woodstock a Jazz no Lincoln Center, poderia ter acontecido de forma diferente – se é que aconteceu”.
Clarinete – Pee Wee Russell
Contrabaixo – Jimmy Woode
Bateria – Buzzy Drootin
Piano – George Wein
Trombone – Vic Dickenson
Trompete – Ruby Braff
Gravado em 22 de abril de 1961 no Olympia, Paris.
Boa audição - Namastê
sábado, 27 de agosto de 2022
# 067 - Rene Urtreger - Joue Bud Powell (1955)
Artista: Rene Urtreger
Álbum: Jazz in Paris 067
Lançamento: 2001
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Hard Bop
Hard bop é um subgênero do jazz que é uma extensão da música bebop (ou "bop"). Jornalistas e gravadoras começaram a usar o termo em meados da década de 1950 para descrever uma nova corrente dentro do jazz que incorporava influências do rhythm and blues , da música gospel e do blues , especialmente no saxofone e no piano . David H. Rosenthal afirma em seu livro 'Hard Bop' que o gênero é, em grande medida, a criação natural de uma geração de músicos afro-americanos que cresceram em uma época em que o bop e o rhythm and blues eram as formas dominantes de música negra americana. música. Músicos de hard bop proeminentes incluíram Horace Silver , Clifford Brown , Charles Mingus , Art Blakey , Cannonball Adderley , Miles Davis , John Coltrane , Hank Mobley , Thelonious Monk e Lee Morgan.
Contrabaixo - Benoit Quersin
Bateria – Jean-Louis Viale
Piano – René Urtreger
Gravado em 24 de fevereiro de 1955 no Pathé-Magellan Studio, Paris.
Boa audição - Namastê
terça-feira, 28 de junho de 2022
# 044 - Lionel Hampton & His French New Sound, Vol. 1 (1955)
Artista: Lionel Hampton & His French New Sound
Álbum: Jazz in Paris 044
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Hard Bop, Swing
Lionel Hampton (1908 – 2002), foi considerado o primeiro vibrafonista do jazz, também foi um hábil baterista, pianista e cantor e foi líder de bandas. Ao longo da sua vida, Hampton tocou com os grandes nomes do jazz desde Benny Goodman e Buddy Rich, a Charlie Parker e Quincy Jones. Como membro do grupo de Benny Goodman ele fez alguns de seus melhores discos, tendo solos memoráveis em canções como ‘Dizzy Spells’ e ‘Moonglow’. Ele também realizou sessões de gravação com músicos lendários como Coleman Hawkins, Benny Carter e Nat Cole, alguns dos melhores do jazz da época. Lionel Leo Hampton nasceu em Louisville, Kentucky, e foi criado por sua avó e em 1916 sua família mudou-se para Chicago. Na juventude, Hampton era um membro do ‘Bud Billiken Club’, um clube para jovens negros. Durante a década de 20, quando ainda era um adolescente teve aulas de xilofone e bateria com o baterista de blues e jazz Jimmy Bertrand. E mudou para Califórnia em 1927 ou 1928, tocando bateria para o ‘Dixieland Blues-Blowers’. Sua estréia em gravações foi com ‘The Quality Serenaders’, e foi baterista do bandleader Les Hite. Durante este período começou a praticar no vibrafone. Em 1930, Louis Armstrong chegou à Califórnia e contratou a banda de Les Hite, pedindo a Hampton para tocar o instrumento. Assim começou sua carreira como vibrafonista, popularizando o seu uso desde então. Durante os anos 30, ele estudou música na ‘University of Southern California’. Em 1934, conduziu a sua própria orquestra. Em 1936, a orquestra de Benny Goodman chegou a Los Angeles para tocar no famoso salão de dança ‘Palomar Ballroom’, e Goodman convidou Lionel Hampton para integrar seu trio, que assim se tornou o famoso ‘Benny Goodman Quartet’, com o pianista Teddy Wilson e o baterista Gene Krupa completando o lineup. O trio e depois quarteto estavam entre os primeiros grupos de jazz racialmente integrados e em uma época que o jazz era dominado por grandes bandas. Enquanto trabalhou para Goodman em New York, Hampton também gravou com diversos pequenos grupos conhecidos como ‘Lionel Hampton Orchestra’. Em 1940 deixou Goodman em circunstâncias amistosas para formar sua própria big band que se tornou popular durante os anos 40 e início dos anos 50. Sua terceira gravação em 1942 produziu uma versão do clássico ‘Flying Home’ com solo do saxofonista Illinois Jacquet que antecipou o rhythm & blues. O sucesso fez com que gravasse ‘Flying Home, Number Two’ com o saxofonsta Arnett Cobb. O guitarrista Billy Mackel ingressou em sua orquestra em 1944, e iria tocar e gravar com ele quase continuamente através dos anos 70. Em 1947 Lionel Hampton gravou ‘Stardust’ com o trompetista Charlie Shavers e com o baixista Slam Stewart no concerto ‘Just Jazz’. Dos anos 40 até início dos anos 50, Hampton gravou para a ‘Decca Records’ com inúmeros jovens artistas que mais tarde alcançaram fama, como o baixista Charles Mingus, o saxofonista Johnny Griffin, o guitarrista Wes Montgomery, a vocalista Dinah Washington e o tecladista Milt Buckner. E continuou a gravar com pequenos grupos e em jam sessions. Durante os anos 60, os grupos de Hampton estavam em declínio, e não se sairam muito melhor na década de 70. Mesmo assim, Lionel Hampton permaneceu ativo até sofrer um derrame em Paris em 1991. Esse incidente, combinado com anos de artrite crônica forçou-o a parar drasticamente. Em 1997, seu apartamento pegou fogo e destruiu seus prêmios e pertences. Hampton escapou ileso vindo a falecer em 2002.



.png)










































