quarta-feira, 16 de setembro de 2026
Boxset: Triumphs Of The Blues (20xCD's) CD10
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 22 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
sexta-feira, 17 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
sexta-feira, 10 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
A consolidação da virtuosidade: A arte da narrativa no Jazz foca o oitavo volume da coleção La Grande Histoire du Jazz marcando o auge da sofisticação técnica e a maturidade expressiva do Jazz no final da década de 1930 e início dos anos 40. Este recorte temporal não é apenas uma sequência de registros musicais; é o momento em que o jazz, tendo consolidado o seu vocabulário rítmico e harmônico durante a era do Swing, começa a olhar para dentro de si, valorizando a profundidade emocional do solista como o centro gravitacional da obra. O pano de fundo deste CD é o amadurecimento cultural do jazz como arte legítima. O contraste estético é sutil, mas profundo: saímos da "dança" pura das orquestras de massa para um cenário onde a jam session e o pequeno grupo (quartetos, sextetos) tornam-se laboratórios de experimentação. Culturalmente, o jazz aqui deixa de ser apenas a "música das pistas de dança" para se tornar uma música de escuta atenta, onde a complexidade da interação entre músicos de alto calibre reflete uma sociedade que, embora ainda segregada, encontra no jazz a sua forma mais refinada de diálogo inter-racial e expressão individual. A evolução técnica documentada neste volume revela a transição entre o arranjo rígido e a liberdade criativa, a "conversa" instrumental no papel dos instrumentos evolui de forma dialética. O piano, muitas vezes percussivo nos volumes anteriores, assume aqui um papel de orquestrador, onde as mãos de artistas magistrais criam camadas harmônicas ricas que sustentam o solista com delicadeza e precisão. O advento do fraseado "moderno" percebe-se a transição na articulação dos sopros. O vibrato torna-se mais controlado e elegante, menos operístico, caminhando em direção a uma pureza tonal que influenciaria profundamente o Bebop. A estrutura rítmica aqui já opera como um organismo vivo. O contrabaixo deixou de ser apenas um metrônomo para se tornar um elemento melódico secundário, e a bateria, com o uso mais frequente dos pratos de condução (ride cymbals), começa a criar aquele "tapete" fluido que permite ao solista planar sobre a harmonia. A "democratização" da Improvisação curiosamente, este volume destaca músicos que frequentemente transitavam entre grandes orquestras e pequenos grupos de estúdio. Esse "trânsito" permitiu que técnicas de orquestração de grande escala fossem aplicadas em pequenos grupos, criando um gênero híbrido, por vezes chamado de chamber jazz (jazz de câmara). A era do 78 rotações como filtro é notável como, neste volume, os artistas já dominam a "arte dos três minutos". Existe uma precisão narrativa cirúrgica: introdução, exposição do tema, improviso e reexposição. É um exercício de economia e impacto que serve como uma aula de edição para músicos contemporâneos. O papel dos "sidemen": muitos dos músicos presentes neste volume, embora não fossem os líderes das bandas, tornaram-se pilares da história do jazz por sua capacidade de "completar" o pensamento musical dos líderes. A escuta atenta neste CD permite identificar o diálogo entre o solista principal e os músicos de apoio, algo frequentemente negligenciado na historiografia convencional. O CD8 é, fundamentalmente, um registro de refinamento. Ele não apresenta a "explosão" do início da era do jazz, mas a "polidez" do mestre que conhece todas as ferramentas do seu ofício. É um volume que documenta a transição de um gênero musical que buscava a sua voz para um gênero que agora dita as regras da linguagem musical moderna. A importância documental aqui reside na demonstração de que o jazz atingiu, nesta fase, um equilíbrio quase impossível entre a acessibilidade melódica e a complexidade técnica, servindo como a ponte última antes da ruptura radical que o Bebop promoveria poucos anos depois. Considerando a maestria contida neste oitavo volume, você vê a transição para a liberdade total do improviso (que explodiria na era do Bebop) como um desenvolvimento natural dessa "narrativa do solista" que este CD tão bem documenta, ou como uma reação deliberada contra a estrutura orquestral que aqui atinge seu apogeu?
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 8 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)
quarta-feira, 18 de março de 2026
The Columbia Jazz Piano Moods Sessions (1949-1952) (7CD)
Artista: VA
Álbum: Piano Moods Sessions (CDs 7/) Scans
Lançamento: 2000
Selo: Mosaic Records/MD7-199
Gênero: Big Band, Boogie-Woogie, Bop, Cool, Dixieland, Early Jazz, Hard Bop, Jazz Blues, Jazz-Pop, Mood Music, New Orleans Jazz, Standards, Stride, Swing
🎹 Art Tatum (1909–1956)
Considerado por muitos — incluindo músicos clássicos como Vladimir Horowitz — como o maior pianista de jazz de todos os tempos. Tatum possuía uma técnica quase sobre-humana e uma compreensão harmônica décadas à frente de seu tempo.
Estilo: Suas improvisações eram famosas pelas coridas rápidas, arpejos complexos e rearmonizações constantes de padrões populares.
Legado: Embora fosse quase totalmente cego, sua habilidade era tão intimidadora que, ao entrar em um clube onde Fats Waller tocava, Waller anunciou: "Eu toco piano, mas Deus está na casa hoje à noite".
🎹 Max Miller (1911–1985)
Uma figura influente na cena de jazz de Chicago, Miller era um multi-instrumentista (piano e vibrafone) e compositor conhecido por sua abordagem experimental e técnica refinada.
Versatilidade: Além do piano, Miller destacou-se no vibrafone, frequentemente alternando entre os instrumentos em suas apresentações.
Carreira: Liderou grupos que exploravam sonoridades mais modernas e sofisticadas para a época, mantendo uma presença sólida em rádios e clubes de prestígio, sempre prezando por arranjos precisos e uma estética elegante.
Baixo – Al Ham (faixas: 5-14 a 5-22), Al McKibbon (faixas: 2-1 a 2-8,5-10 a 5-13), Arvell Shaw (faixas: 5-1 a 5-9), Bill Holyoke (faixas: 7-1 a 7-8), Bob Casey (faixas: 3-11 a 4-4), Bob Haggart (faixas: 4-17 a 4-24, 6-9 a 6-16) ,Eddie Calhoun (faixas: 1-9 a 1-16), Frank Carroll (faixas: 6-1 a 6-8 ), Jack Lesberg (faixas: 3-1 a 3-10), John Simmons (faixas: 1-1 a 1-8), Morty Corb (faixas: 4-9 a 4-16)), Sid Weiss (faixas: 2-9 a 2-16 ), Walter Page (faixas: 4-5 a 4-8)Bateria – Bunny Shawker (faixas: 4-17 a 4-24, 6-9 a 6-16), Buzzy Drootin (faixas:3-11 a 3-18), George Wettling (faixas:3-1 a 3-10, 4-1 a 4-8 ), JC Heard (faixas: 2-1 a 2-8, 5-1 a 5-9), Kansas Fields (faixas: 5-10 a 5-13 ), Morey Feld (faixas: 2-9 a 2-16), Nick Fatool (faixas: 4-9 a 4-16 ), Remo Belli (faixas: 7-1 a 7-8), Shadow Wilson (faixas: 1-1 a 1-8), Terry Snyder (faixas: 5-14 a 6-8) Guitarra – Al Casamenti (faixas: 6-9 a 6-12), Danny Perri (faixas: 4-17 a 4-24), Earl Backus (faixas: 7-1 a 7-8), George Van Eps (faixas: 4-9 a 4-16), Ray Crawford (faixas: 1-9 a 1-16), Tony Mottola (faixas: 6-13 a 6-16) Piano – Ahmad Jamal (faixas: 1-9 a 1-16), Art Tatum (faixas: 7-9 a 7-17), Bill Clifton (faixas: 5-14 a 5-22), Buddy Weed (faixas: 4-17 a 4-24), Earl Hines (faixas: 2-1 a 2-8), Eddie Heywood (faixas: 6-1 a 6-8), Erroll Garner (faixas: 1-1 a 1-8), Jess Stacy (faixas: 4-9 a 4-16), Joe Bushkin (faixas: 2-9 a 2-16), Joe Sullivan (faixas: 4-1 a 4-8), Max Miller (faixas: 7-1 a 7-8), Ralph Sutton (faixas: 3-1 até 3-18), Stan Freeman (faixas: 6-9 a 6-16), Teddy Wilson (faixas: 5-1 a 5-13), Shaker – Artista Desconhecido (faixas: 1-11)
Boa audição - Namastê


































