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sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951


Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

 

Boa audição - Namastê

terça-feira, 1 de agosto de 2023

Boxset CD01 - Dizzy Gillespie - Summertime [Rec. 1952]


Lançamento: 2009
Selo: Membran
Gênero: Bebop, Afro-Cuban jazz
A coleção Americans In Paris The City Of Love And All That Jazz é um álbum clássico do jazz e traz em primeira linha Dizzy Gillespie no 'CD1' de abertura não fugindo a exceção anunciada e nem o talento de 'DIZ'. A gravação foi feita em Paris em 1952 e é considerada uma das melhores interpretações já feitas ente criticas e aceitação dos ouvintes e amantes da arte sincopada. A versão de Gillespie para "Summertime" é soberba, lenta e suavizada com um clima melancólico de compenetração do artista. O trompetista toca com muita emoção e sentimento e a orquestra o acompanha com delicadeza oferecendo a música uma verdadeira obra-prima nos anais do jazz. Além de "Summertime", o álbum também inclui outras grandes músicas de Gillespie, como "A Night in Tunisia" e "Manteca" em ótimas apresentações ao estilo de Gillespie, que era conhecido por seu virtuosismo técnica e sua criatividade musical. Alguns detalhes curiosos sobre a gravação de "Summertime" por Dizzy Gillespie: A gravação foi feita em Paris em 1952. Gillespie estava acompanhado por uma orquestra de jazz composta por músicos franceses e americanos, uma tendência que se tornaria usual por outros músicos. A produção ficou nas mãos de  Norman Granz. "Summertime" foi lançada como single em 1952 e se tornou um sucesso mundial e posteriormente incluída no álbum de "The Champ" de 1956 do próprio Gillespie. "Summertime" foi interpretada por muitos outros artistas, incluindo Billie Holiday que transcendeu na letra, Ella Fitzgerald pela leveza e Miles Davis pelas duras notas do trompete. O CD 01 - Dizzy Gillespie - Summertime é um testemunho do talento e da criatividade de Dizzy Gillespie.

"The Dizzy Gillespie Quintet" ou "The Dizzy Gillespie Paris Quintet", 
que se apresentou em Paris em 1952

Trompete: Dizzy Gillespie
Sax. tenor: Don Byas
Piano: Art Simmons, Arnold Ross, Wade Legg
Baixo: Jean-Jacques, Lou Hackney
Bateria: Bill Clark, Al Jones
Congas: Humberto Canto Morales

25 de março de 1952, Théâtre des Champs-Élysées (faixas 1-6)
5 de abril de 1952, Théâtre des Champs-Élysées (faixas 7-8)
6 de abril de 1952, Théâtre de Chaillot (faixas 9-17)


Boa audição - Namastê 

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023

Jazz In Paris - 100's Most Beautiful Melodies (5CDs)

Artista: VA
Lançamento: 2006
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bebop, Hard bop, Bop, Big Band 










Com essa bela e magnifica postagem se encerra o Box "Jazz In Paris" com um total de 126 CDs (alguns duplos) deixo essa mensagem, "Pensamentos de um colecionador sobre "Jazz in Paris". Um dos destaques dos últimos anos foi tentar completar minha série maravilhosa de relançamentos, "Jazz in Paris". Na época em que esses mais de 100 CDs foram lançados, as pessoas ainda relutavam em pagar grandes somas de dinheiro por eles, especialmente porque os preços pareciam estar caindo após o lançamento inicial, mas tenho certeza de que muitos gostariam de ter adquirido. Na época, o eBay também parecia estar menos infestado de caçadores de pechinchas do que agora, e me considero extremamente sortudo por ter conseguido as caixas dos primeiros 100 CDs praticamente sem nenhum custo exorbitante. Isso pode soar engraçado para muitos daqueles que não passam muito tempo ouvindo jazz, mas é verdade. Embora seu local de nascimento tenha sido na américa do norte, muitos músicos se mudaram para a Europa ou encontraram um público mais do que apreciador por lá, enquanto nos Estados Unidos foram às vezes evitados ou, na melhor das hipóteses, ignorados. Acho que foi Dizzy Gillespie quem uma vez disse algo no sentido de que o jazz era bom demais para os Estados Unidos. Sem querer entrar muito nas implicações raciais aqui, é fato que em vários momentos da história dos Estados Unidos, os músicos negros (jazz) tiveram mais do que sua parcela de problemas, a segregação na maioria das vezes relegando-os para as entradas dos fundos dos lugares eles estavam jogando – e isso era apenas uma pequena parte do(s) problema(s). Paris que se tornou o centro do jazz na Europa já no início do século 20, ofereceu a muitos desses músicos um porto seguro, bem como um lar permanente (mais tarde, Dinamarca, Suécia e às vezes a Alemanha) e o jazz prosperou por causa disso. Pode-se até ousar afirmar que sem Paris e a Europa, o jazz nunca teria sido reconhecido como uma forma de arte. Foi na Europa que o jazz ganhou esse tipo de reconhecimento e pelo que me lembro, foram críticos de jazz como Leonard Feather (Inglaterra) e Dan Morgenstern (Áustria), que passaram a vida inteira promovendo-o como uma forma de arte em os Estados Unidos. Não importa qual seja a sua opinião sobre a história do jazz, continua sendo um fato que todos devemos aos figurões da Universal por lançar esta maravilhosa série de gravações espetaculares principalmente das décadas de 1950 e 1960. Se você aderiu as postagens desde o início, teve a chance de ouvir e adquirir mais de 100 reedições regulares de clássicos, mais alguns que foram adicionados “fora de série”, além de quatro conjuntos de caixas absolutamente lindos que reuniram o melhor do anterior, executado em 3 CDs mais um livreto maravilhoso e talvez uma gravação extra ou duas cada. Cada CD está alojado em uma capa digipack, carrega o logotipo “Gitanes Jazz Productions”, foi cuidadosamente remasterizado, ostentando uma maravilhosa foto de Paris daquela época e inclui um livreto em francês e inglês com encarte e informações completas da sessão. As lombadas são bastante coloridas e para apreciador de embalagens como eu, toda a tiragem ilumina consideravelmente minha coleção. Os CDs lançados “fora de série” eram semelhantes e igualmente maravilhosos CDs duplos com o retrato do artista na capa. Os conjuntos de caixas que eram compilações das melhores faixas dos primeiros cem CDs vinham em caixas “temáticas” brancas resistentes e incluíam livretos (livros, na verdade) incrivelmente produzidos com fotos raras, reproduções de capas de LPs, pôsteres e ingressos mais ensaios mais longos, invocando o espírito da época. Procurei ser fiel o mais possível a cronologia de lançamento bem como informações compartilhas de pesquisas, curiosidades e outros enriquecimentos que possa trazer mais e mais compreensão e clareza dentro dos temas. Sei que alguns links serão quebrado bem como outros que precisaram de uploud com o tempo mas deixo claro que, por ser minha coleção preferida estarei pronto pra corrigir os endereços se necessários, para os amantes da arte sincopada chamado JAZZ. Gratidão a quem me acompanhou as postagens e faço o convite para permanecerem apreciando o meu trabalho - Namastê


Boa audição - Namastê

sábado, 10 de dezembro de 2022

# 111 - Maurice Vander - Piano Jazz (1955-1956)

Artista: Maurice Vander

Álbum: Jazz in Paris 111

Lançamento: 2007

Selo: Gitanes Jazz Produção

Gênero: Bebop


Maurice Vanderschueren , mais conhecido como Maurice Vander (nascido em 11 de junho de 1929, Vitry-sur-Seine, falecido em 16 de fevereiro de 2017, Montmorillon) foi um tecladista de jazz francês. Trabalhou na década de 1950 com Don Byas, Django Reinhardt, Bobby Jaspar, Jimmy Raney , Stephane Grappelli , Chet Baker e Kenny Clarke, ganhando o Prêmio Django Reinhardt em 1962. Na década de 1960, foi músico de sessão de Roger Guerin, Pierre Gossez e Boulou Ferré, e tocou com Claude Nougaro e Ivan Jullien . Tocou com Baker novamente no final dos anos 1970 e com Johnny Griffin; seu trabalho posterior incluiu tocar e gravar com Clarke, Richie Cole , Art Farmer e Benny Powell. Vander é o pai adotivo de Christian Vander (músico) .

Baixo – Benoit Quersin
Bateria – Jacques David
Piano – Maurice Vander

Gravado em 1955 (01-08) e 02 de fevereiro de 1956 (09-12) em Paris.

Boa audição - Namastê
 

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

# 078 - Don Byas – En Ce Temps-La (1947-1952)

Artista: Don Byas
Lançamento: 2001
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Swing


(1912 – 1972) foi saxofonista tenor, mais associado ao estilo bebop. Ele tocou com Count Basie, Duke Ellington, Art Blakey e Dizzy Gillespie, entre outros, bem como liderou sua própria banda. Carlos Wesley Byas nasceu em Muskogee, Oklahoma, de pais músicos. Sua mãe tocava piano, e o pai clarinete. Byas iniciou sua formação em música clássica, aprendendo a tocar clarinete, violino e saxofone alto, que tocou até o final da década de 20. Benny Carter, que tocava muitos instrumentos, era seu ídolo nesta época. Don Byas começou a tocar em orquestras locais com 17 anos, com o pianista Bennie Moten, o trompetista Terrence Holder e o multi-instrumentista Walter Page. Depois mudou para o saxofone tenor e tocou com várias bandas de Los Angeles. Em 1935 tocou na banda de Lionel Hampton juntamente com o arranjador Eddie Barefield. Em 1937, mudou-se para Nova York para trabalhar com a banda de Eddie Mallory acompanhando a esposa de Mallory, a cantora Ethel Waters, em turnê, e também no Cotton Club. Gravou seu primeiro disco solo ‘Is This to Be My Souvenir’ em 1939. E no início de 1941, teve sua grande chance quando Count Basie o escolheu para suceder Lester Young. Em 1946, foi para a Europa em turnê com a big band de Don Redman. Eles eram a primeira orquestra só de negros a aparecer na capital francesa desde o final da segunda guerra mundial. Byas permaneceu na Europa onde viveu durante os últimos 26 anos de sua vida. Depois de tocar na Bélgica e na Espanha, ele finalmente se estabeleceu em Paris, e foi capaz de gravar quase imediatamente. Enquanto esteve em Genebra, gravou ‘Laura’ e ‘How High the Moon’. Em 1946, gravou pela primeira vez na França. Em 1947 e 1948 viveu em Barcelona. Byas estava no auge de sua forma ao longo destes anos e se tornou uma figura conhecida não só em Paris, mas também na Riviera. O tenor gravava regularmente e tinha muitos amigos. Eles o adoravam, não só pelo seu talento musical, mas também pelas suas habilidades na mesa de bilhar; como desportista da pesca e do mergulho; e como chef de cozinha especialista em comida crioula. Byas finalmente se mudou para Holanda e se casou com uma nativa. E trabalhou extensivamente na Europa, muitas vezes com músicos em turnês tais como Art Blakey, Duke Ellington, Gillespie, Bud Powell e Ben Webster. E também gravou fado com a cantora portuguesa Amália Rodrigues. Byas não retornou aos EUA até 1970, quando se apresentou no Festival de Jazz de Newport. Don Byas morreu em Amsterdam de câncer no pulmão, aos 59 anos.

Baixo – Joe Benjamin (faixas: 7 to 13), Lucien Simoens (faixas: 1 to 6)

Bateria – Armand Molinetti (faixas: 1 to 6), Bill Clark (faixas: 7 to 13)

Guitarra – Jean-Jacques Tilché (faixas: 1 to 6)

Piano – Art Simmons (faixas: 7 to 13), Jack Diéval (faixas: 1 to 6)

Sax. Tenor – Don Byas


Gravado em 12 de junho de 1947 no estúdio Technisonor, Paris (1-6)

Gravado em 1952 no estúdio Pathé-Pelouze, Paris: 26 de março (7-10), 

10 de abril (11-13)


Boa audição - Namastê

terça-feira, 12 de abril de 2022

# 021 - Don Byas - Laura (1950-1952)

Artista: - Don Byas
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bebop

 (1912 – 1972) foi saxofonista tenor, mais associado ao estilo bebop. Ele tocou com Count Basie, Duke Ellington, Art Blakey e Dizzy Gillespie, entre outros, bem como liderou sua própria banda. Carlos Wesley Byas nasceu em Muskogee, Oklahoma, de pais músicos. Sua mãe tocava piano, e o pai clarinete. Byas iniciou sua formação em música clássica, aprendendo a tocar clarinete, violino e saxofone alto, que tocou até o final da década de 20. Benny Carter, que tocava muitos instrumentos, era seu ídolo nesta época. Don Byas começou a tocar em orquestras locais com 17 anos, com o pianista Bennie Moten, o trompetista Terrence Holder e o multi-instrumentista Walter Page. Depois mudou para o saxofone tenor e tocou com várias bandas de Los Angeles. Em 1935 tocou na banda de Lionel Hampton juntamente com o arranjador Eddie Barefield. Em 1937, mudou-se para Nova York para trabalhar com a banda de Eddie Mallory acompanhando a esposa de Mallory, a cantora Ethel Waters, em turnê, e também no Cotton Club. Gravou seu primeiro disco solo ‘Is This to Be My Souvenir’ em 1939. E no início de 1941, teve sua grande chance quando Count Basie o escolheu para suceder Lester Young. Em 1946, foi para a Europa em turnê com a big band de Don Redman. Eles eram a primeira orquestra só de negros a aparecer na capital francesa desde o final da segunda guerra mundial. Byas permaneceu na Europa onde viveu durante os últimos 26 anos de sua vida. Depois de tocar na Bélgica e na Espanha, ele finalmente se estabeleceu em Paris, e foi capaz de gravar quase imediatamente. Enquanto esteve em Genebra, gravou ‘Laura’ e ‘How High the Moon’. Em 1946, gravou pela primeira vez na França. Em 1947 e 1948 viveu em Barcelona. Byas estava no auge de sua forma ao longo destes anos e se tornou uma figura conhecida não só em Paris, mas também na Riviera. O tenor gravava regularmente e tinha muitos amigos. Eles o adoravam, não só pelo seu talento musical, mas também pelas suas habilidades na mesa de bilhar; como desportista da pesca e do mergulho; e como chef de cozinha especialista em comida crioula. Byas finalmente se mudou para Holanda e se casou com uma nativa. E trabalhou extensivamente na Europa, muitas vezes com músicos em turnês tais como Art Blakey, Duke Ellington, Gillespie, Bud Powell e Ben Webster. E também gravou fado com a cantora portuguesa Amália Rodrigues. Byas não retornou aos EUA até 1970, quando se apresentou no Festival de Jazz de Newport. Don Byas morreu em Amsterdam de câncer no pulmão, aos 59 anos.


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 23 de outubro de 2019