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domingo, 26 de agosto de 2018

1965 - A Bossa no Paramount - VA



Artista: VA
Album:  A Bossa no Paramount
Lançamento: 1965
Selo: RGE
Gênero: Bossa Nova, Brazillian Songs
A Bossa Nova, produzindo quase sempre uma música de nível internacional,
e rivalizando em qualidade com o que de melhor se fazia na época e em
qualquer lugar, levou a imagem de um Brasil diferente, não mais aquele
ingênuo e caipira de salamaleques de Carmen Miranda, mas o de uma nação
em que o processo de industrialização começa a acordar o povo para a sua
real condição. (apud SODRÉ, 1989, p. 107-108)


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

1965 - 'Round Midnight - Andy And The Bey Sisters (1965/2007) Remastered

Álbum: Round Midnight
Artista: Andy And The Bey Sisters
Selo: Prestige Records
Lançamento: 1965 / 2007
Gênero: Jazz, Vocal Jazz
Recorded: Van Gelder Studio, Hackensack, NJ, February 26 (#4-7, 9), and May 27 (#1-3, 8, 10), 1965. Remastered: 2007, Rudy Van Gelder at Van Gelder 
Studio, Englewood Cliffs, NJ
Boa audição - Namastê

sexta-feira, 12 de maio de 2017

1965 - Thelonious Monk: Solo Monk (Remastered 2003)




Artista: Thelonious Monk
Álbum: Solo Monk
Lançamentos: 1965/2003
Selo: Columbia
Gênero: Bop, Hard Bop, Piano Jazz





 Boa audição - Namastê

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

1965 - Maiden Voyage - Herbie Hancock

Artista: Herbie Hancock
Álbum: Maiden Voyage
Lançamento: 1965 / 2011
Selo: Blue Note (Analogue Productions)
Gênero: Hard Bop, Model Jazz
Herbie Hancock - piano, Freddie Hubbard - trumpet, George Coleman - tenor 
saxophone, Ron Carter - bass & Tony Williams - drums. Recorded, March 17, 1965 
Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey.
Boa audição - Namastê

sábado, 16 de agosto de 2014

1965 - Night Lights - Gerry Mulligan

Artista: Gerry Mulligan
Álbum: Night Lights
Lançamento: 1965
Selo: Mercury
Gênero: Jazz
01. Night Lights (1963 Version) 4:53
Personnel: Art Farmer (flugelhorn), Bob Brookmeyer (valve-trombone), Gerry Mulligan (piano, arrange), Jim Hall (guitar), Bill Crow (bass), Dave Bailey (drums)
Boa audição - Namaste

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

1965 - Stairway to The Stars - Chet Baker

Confesso que sei muito pouco sobre jazz e muito menos ainda sobre West Coast: Expressão criada em Los Angeles - Califórnia ao mesmo tempo que o hard bop se desenvolvia na costa este dos EUA, precisamente em Nova Iorque entre anos 50 e 60. Considerado como um sub-género do Cool, era um estilo mais calmo, menos frenético que o hard bop e as suas músicas caracterizava pelas suas composições mais elaboradas e cheia de detalhes em que o músico podia esplorar as nuanças das notas sem medo de errar. As principais gravadoras deste género foram a Pacific Jazz Records e a Contemporary Records, além de outras. Grandes músicos são associados a este estilo: Shorty Rogers, Gerry Mulligan, Bud Shank, Bob Cooper, Jimmy Giuffre, Shelly Manne, Bill Holman, Manny Albam, André Previn, Dave Brubeck junto com Paul Desmond e é claro, Chet Baker. Baker fez escola e deixou um legado que poucos conseguiram acompanhar. De todos os albuns desse musico "Stairway to The Stars" retrada aqui a inspiração impetuosa, introspectiva, doce e assombrada de se ouvir. Gravado em 23,24 e 25 de Agosto de 1965 numa maratona de tres dias nos estúdios Englewood Cliffs - New Jersey e com supervisão do engenheiro de som Rudy Van Gelder, Chet grava com o recem formado quinteto, tendo o saxofonista tenor George Coleman (George Edward Coleman) como peça chave de sua musicas, logo depois de ter feito parte do Miles Davis Quintet. Colemen tocou com B.B. King nos anos 1952, 1955 e 1956, Max Roach em 1958 e 1959, Miles Davis em 1963 e 1964, Slide Hampton de 1959 a 1961, Wild Bill Davis em 1962 e com Herbie Hancock, Ron Carter e Tony Williams."Obrigado meu bom senhor, devo-lhe uma." (George Coleman)

Faixas:
01 - Cherokee
02 - Bevan Beeps
03 - Comin' On
04 - Stairway To The Stars
05 - No Fair Lady
06 - When You're Gone
07 - Choose Now
08 - Chabootie
09 - Carpsie's Groove
10 - I Waited For You
11 - The 490

Músicos:
Chet Baker - Flugelhorn
George Coleman - Sax. Tenor
Kirk Lightsey - Piano
Herman Wright - Baixo Acustico
Roy Brooks - Bateria

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Boa audição - Namastê.

sábado, 10 de janeiro de 2009

1965 - One Down, One Up: Live at the Half Note - John Coltrane

O legado de Trane para o jazz é em parte uma magistral criação única e impar na esfera de muito musicos antes e depois de Coltrane. O albúm duplo "One Down, One Up", da fase áurea de John Coltrane reflete isso com soberba maestria de genialidade em assenção cosmica, como ele mesmo auto-chamava suas musicas. Gravado em 26 de Março de 1965 (no primeiro albúm) e 07 de Maio do mesmo ano (no segundo) nos palco da Half Note Club - New York e transmitido por radio difusão (moda da epoca), em duas parte no total de 45 munitos cada, ouvisse o classico Coltrane Quartet (John Coltrane - sax. tenor e soprano, McCoy Tyner - piano, Jimmy Garrison - baixo acustico e Elvin Jones - bateria), no auge de suas carreiras, gravado em alto e bom som. O albúm abre com Alan Grant anunciando a formação, seguida por Jimmy Garrison solando notas introdutoria em suas cordas. Logo em seguida a faixa título do album "One Down One Up", com execução de alguns vinte e sete minutos e meio é um privilegio raro por alguns em ouvir, emerge num longo solo de Coltrane acompanhado pelas marteladas ligeiras e e brutal de McCoy Tyner, nos teclados, assim como as pegadas sobrepojada de Elvin Jones na bateria (como em toda a sessão ), abre caminho para os grave de Jimmy Garrison. Isso produz uma ponta de formulação quimica entre os musicos que pode ser sentida pelas variaveis que cada um faz ao longo da faixa, produzindo uma poderosa harmonia livre vista por poucos musicos nesta época. O que se tem é um classico preso no tempo. Assim como em "A Love Supreme" de 64, a Impulse Recording deixou á vontade o talento de Trane para criar e inovar o que o musico considerar fato ou ficção nas notas (Trane gravou pela Prestige,Blue Note,Atlantic e Impulse). Esta canção, em especial, é uma grande maneira de iniciar uma vez que este desempenho é considerada por muitos como um dos maiores "sheets of sound" (camadas de sons) gravados como a mistura de sax, piano, baixo e bateria subida acima dos improvisos. Um fade-out. "Afro Blue" sola um Coltrane ja conhecido, ligado direitamente nos longos e suaves murmúrio da multidão à meia-noite no Blue Note. Os dedos de Tyner's voando em toda direção pianistica contra guarnições fervorosa bass riffs de Jimmy Garrison. A canção é empolgante e divertida, desaparecendo lentamente como Alan Grant que agradece à banda e lembra o público para ficar mais um pouco. Já no albúm Dois, novamente se ouve a apresentação da banda por Alan Grant, o quarteto executa: "Song of Praise". Um lento e romântico solo de sax, talvez o mais silencioso dos quatro. No entanto, pega velocidade e embora não tão agressivos quanto os outras três canções do albúm anterior, não se pode definida como como polpudo. "My Favorite Things" - Graças e leveza ao som desta música que muitos ja estão provavelmente familiarizado com o básico da melodia. Como a canção em progesso, Tyner e Coltrane elevam os niveis, um no piano e o outro no intercâmbio dos riffs do sax. O baixo de Garrison e os tamborilos de McCoy dão vida ao embrião backbeat do jazz tradicional, vibrante e energética. McCoys força batidas urgente enquanto Coltrane sola mais rápida e mais intenso. Há algo que é apenas moralizante sobre Coltrane da música que é difícil colocar em palavras. Ele realmente é um músico que você tem que ouvir para realmente compreender por que está sempre no topo da lista de grandes do jazz ou grandes saxofonista. A minha única queixa se posso aqui usar o espaço é a locução de Alan Grand introduziu nas faixas, tanto no início como no desbotamento das músicas, onde realmente falar muito e mata um pouco do brilho dos musicos e sua canções. A qualidade da gravação ao vivo aqui é excelente. Tudo é em estéreo, e a música é prístinas sonantes aos ouvidos. A Impulse Records fez um excelente trabalho com as transferências para este excelente disco set. Se você é um fã de Trane, este quarteto é a melhor formação para guardar em sua estante. Se quiser descobrir John Coltrane, fica um excelente exemplo de um show com seu quarteto clássico e tão bom quanto qualquer um lugar para começar a ouvir Coltrane. Nas palavras de Mike Canterino, fundador da Half Note fica esta obra prima - "I Just Wanted The Music And to Let The Guys go Ahead And do What They Want to do." Relançado em 11 de Outubro de 2005 - selo Classic/Impulse.

Faixas:
Disco 1
01 - Introduction And Announcements (Alan Grand)
02 - One Down, One Up
03 - Announcements
04 - Afro-Blue

Disco 2
01 - Introduction And Announcements (Alan Grand)
02 - Song Of Praise
03 - Announcements
04 - My Favorite Things

Musicos:
John Coltrane - Sax. Tenor & Soprano
McCoy Tyner - Piano
Jimmy Garrison - Baixo Acustico
Elvin Jones - Bateria

Downlod Here - Click Aqui CD1

Downlod Here - Click Aqui CD2
Boa audição - Namastê

terça-feira, 8 de julho de 2008

1965 - Baker's Holiday (Plays Billie Holiday)

Chet sempre teve seu canto pleno e sussurado. Esse foi o seu estilo e as pessoas queria o seu amor ou o seu ódio na sua voz, não importasse como ou que cantaria. Este trabalho é um desconhecido tesouro de Chet Baker que a maioria não conhece e é uma de suas mais românticA fase em gravações, sendo um dos mais procurado. Em 1964, Chet tinha acabado de regressar da Europa depois de serem expulsos de quase todos os países que tocara; desempregado e com pouco dinheiro no bolsa, zazou pelos cantos a procura de um lugar até que em 65, gravou Baker's Holiday. Chet traduz efetivamente uma homenagem a diva do jazz, Lady Day com solos de trompete e vocais ocasionais com seu quarteto pré-formado e musicos convidados, estilizado um regime quase dançante com sensação de uma big band's dos anos 40.
Neste periodo, Baker tinha um novo romance em sua vida (Que abordarei posteriomente) e lentamente ia abandonando o seu terceiro casamento e afundando cada vez mais em drogas e bebidas. Aqui, Chet canta em 4 músicas num COOL romântico quase frenetico, e toca um Flugelhorne (Fluegelhorn, ou ainda Fliscorno, é um Trompete grave, com afinação em Si bemol, fabricado com tubo de bitola interna menor com relação ao Trompete. A sua campânula é mais larga, apresentando uma volta do tubo mais espaçosa), porque alguém roubou seu trompete. Baker é apoiado por uma ampla seção sax (ou palhetas) e quatro seção rítmica que inclui o pianista Hank Jones como base sobre os arranjos de Jimmy Mundy tornado uma elegante seleções de cançoes que não poderia ser melhor.

Tracks:
01 - Travelin' Light
02 - Easy Living
03 - That Ole Devil Called Love
04 - You're My Thrill
05- Crazy She Calls Me
06 - When Your Lover Has Gone
07 - Mean to Me
08 - These Foolish Things
09 - There Is No Greater Love
10 - Don't Explain

Pessoal:
Chet Baker - Flugelhorn
Verett Barksdale - Guitarra
Leon Cohen - Sax.
Seldon Powell - Sax.
Alan Ross - Sax.
Henry Freeman - Sax.
Wilford Holcombe - Sax.
Richard Anthony Davis - Baixo
Hank Jones - Piano
Connie Kay - Bateria
Jimmy Mundy - Arranjos

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Boa audição - Namastê

sábado, 5 de julho de 2008

1965 - Ascension

Divido a carreira de John Coltrane em quatro fases. A primeira dela, como um oriundo saxofonista hardbop, mas propenso a um hardmam de luxo em bandas em especial com Miles Davis, se firmando como um saxofonista inexpressivo. Segunda fase é quando ele começa a fazer uma releitura das formas expressivas do jazz, experimentado novos modelos de sonoridade e se recuperando da primeira queda com as drogas, com uma volta filtrada da química que corria em sua veias, tocando com T. Monk e participando do Kind of Blues de Miles.Terceiro fase é quando se lança em uma promissora carreira solo com uma impar e inigualável inspiração em cada álbum lançado até chegar a sua maior obra", A Love Supreme" com grande estrelado. E a quarta fase é em seus últimos momentos de 1965-67 quando morreu vitimado por câncer, onde dedicou quase que exclusivamente em suas gravações ao ponto de desmarcar agenda lotada de shows. A fome insaciável de coltrane por novos vocabulários foi crucial para produção de álbuns exemplares como 'Ascension', 'Meditation', 'Living Space', 'Sun Ship', 'Stellar Regions', 'Expression' e 'Interstellar Space'. Multifacetado, percorreu a trilha em direção a espiritualidade, sem jamais perder o fogo dos arranjos atonais e polirritmicos. Durante a maioria dos discos gravados entre 1965 e 1967, o clássico quarteto de sua fase mais popular e consagrada (61-64), foi trocado por formações pomposas, com sete ou dez instrumentistas, todos dedicados aos arranjos drásticos e desafiadores promovidos pelo líder. O plano era encontrar a linguagem para conversar com Deus (ou intenda-se de passagem os não ortodoxos) confabular um canto que no mínimo, Coltrane purificase a alma dos mais céticos. Para a gravação de “Ascension”, Coltrane recrutou sete músicos de extraordinária habilidade expressavas da época, além dos três magníficos que completavam o famoso John Coltrane Quartet, elaborado com apenas duas composição de aproximadamente 40 minutos cada, baseada em um tema curto, mas chancelada pela improvisação coletiva de uma orquestra formada por cinco saxofonistas (Coltrane, Pharoah Sanders e Archie Shepp no tenor; Marion Brown e John Tchicai no alto), dois trompetistas (Freddie Hubbard e Dewey Johnson), dois baixistas (Art Davis e Jimmy Garrison), McCoy Tyner no piano e Elvin Jones na bateria. Talvez seja o disco mais brilhante do compositor, mas carrega a fama de complexo e do experimental demais. Há quem ame, porém, muitos não o suportam. Em 1965, John Coltrane recebeu três prémios nas categorias de "Artista do Ano", "Melhor Saxofonista" e o "Jazz Hall of. Fame", promovidos pela revista Down Beat. Nesse ano, Coltrane gravou o seu opus magnum, intitulado Ascension, uma das obras seminais do jazz contemporâneo, que provocou enorme impacto no público do jazz (e de outros gêneros e subgêneros, como o rock psicodélico da segunda metade da década de 60), e profundas divisões na crítica, com clara separação em conservadores e progressistas. Com Ascension, cujo precedente estético fora Free Jazz de Ornette Coleman, Coltrane criou um novo paradigma na arte da improvisação colectiva e individual, pela monumentalidade da estrutura, densidade harmônica e interação entre solistas, orquestra e seção rítmica, a um nível organizacional nunca antes experimentado. É certo que Ornette Coleman já havia desenvolvido uma proposta aproximada, quando gravou com um duplo quarteto, o marcante disco “Free Jazz” (Atlantic, 1960), mas a proposta de Coltrane prolonga-se em termos de intensidade, força e libertação. Um fato curioso foi a maneira com coltrane regeu essa quase orquestra com simples acenos quando necessitado na elaboração das notas e nos improvissos que cada musico faria.

Tracks:
01 – Ascension Edition II
02 – Ascension Edition I

Pessoal:
John Coltrane – Sax. Tenor
Archie Shepp – Sex. Tenor
Pharoah Sanders - Sax. Tenor
John Tchicai – Sax. Alto
Marion Brown – Alto Sax
Freddie Hubbard - Trompete
Dewey Johnson - Trompete
Jimmy Garrison - Baixo
Art Davies - Baixo
McCoy Tyner - Piano
Elvin Jones - Bateria

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Boa audição - Namastê