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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

2005 - Chick Webb - The Best Of (1933-1939)


Artista: Chick Webb 
Lançamento: 2005
Selo: Chestnut Music Traders
Gênero: Swing, Big Band

Este dínamo de um metro e vinte de altura dominou Na década de 1930, no Savoy Ballroom do Harlem, Webb frequentemente expulsava bandas de swing concorrentes que tentavam tomar seu lugar. Baterista poderoso, ele contratava solistas igualmente talentosos e, claro, deu a Ella Fitzgerald sua primeira grande oportunidade. Ela é a vocalista em oito faixas, incluindo “A-Tisket, A-Tasket” (o disco mais vendido da década de 1930), “Sing Me a Swing Song (And Let Me Dance)”, “Taint What You Do (It's the Way That Cha Do It)”, “The Dipsy Doodle” e “If You Can't Sing It, You'll Have to Swing It”. Com canções de compositores como Fats Waller, os Gershwins e Jelly Roll Morton, as vinte faixas também incluem “Stompin' at the Savoy” (é claro!), “If Dreams Come True”, “King Porter Stomp”, “Liza”, “On the Sunny Side of the Street”, “Vote for Mr. Rhythm”, “What a Shuffle” e “Keeping Out of Mischief Now”.

A formação da Chick Webb Orchestra variou ao longo dos anos, destacando-se nomes que moldaram o som do swing: 
Vocalistas: Ella Fitzgerald (descoberta por Webb em 1935), Louis Jordan (que também tocava sax alto), Taft Jordan e Charles Linton.
Bateria: Chick Webb (Líder).
Sopros: Edgar Sampson (Sax alto/Arranjador principal), Benny Carter (Sax alto/Arranjador), Wayman Carver (Sax tenor/Flauta), Hilton Jefferson (Sax alto), Pete Clark (Sax alto/Clarinete), e Elmer Williams (Sax tenor).
Metais: Mario Bauzá, Taft Jordan e Bobby Stark (Trompetes); Sandy Williams e Claude Jones (Trombones).
Seção Rítmica: Don Kirkpatrick ou Tommy Fulford (Piano); John Kirby ou Beverly Peer (Contrabaixo); John Trueheart (Guitarra/Banjo). 
Destaques do Álbum (Tracklist)
As faixas mais icônicas deste período incluem sucessos tanto instrumentais quanto vocais: 
"A-Tisket, A-Tasket" (com Ella Fitzgerald) – O maior sucesso comercial da banda.
"Stompin' at the Savoy" – Hino composto por Edgar Sampson em homenagem ao salão de baile.
"Liza (All the Clouds'll Roll Away)" – Famosa pela exibição técnica de bateria de Webb.
"Clap Hands! Here Comes Charley" – Outro exemplo do domínio rítmico de Webb.
"Undecided" e "Harlem Congo" – Clássicos do swing instrumental.
"Don't Be That Way" – Originalmente escrita para a banda por Sampson antes de se tornar um hit de Benny Goodman. 
A coletânea reflete a transição da banda de um conjunto puramente instrumental focado em dança para o estrelato nacional impulsionado pela voz de Ella Fitzgerald. 


    Boa audição - Namastê


quarta-feira, 28 de maio de 2025

VA - The Rough Guide to Bottleneck Blues (Reborn And Remastered)

Artista: VA
Lançamento: 2005
Selo: Music Rough Guides / World Music Network
Gênero: Country Blues, Gospel

Ao imitar os gritos e gemidos da voz humana, o som assombroso do gargalo tornou-se sinônimo de blues. Este Guia Prático mostra como, nas mãos de muitos dos grandes nomes do blues, ele se tornou a forma suprema de expressão musical. Independentemente das origens mundanas do uso de um objeto de vidro ou metal para deslizar sobre as cordas de uma guitarra, esse estilo tornou-se notoriamente associado ao blues. Para muitos dos melhores praticantes do blues, era o modo supremo de expressão musical, pois podia emular o som da voz humana com grande efeito. Empregando afinações abertas, os guitarristas usavam qualquer coisa que encontrassem para produzir o som desejado, desde canivetes a frascos de remédios e até ossos. No entanto, como usar um gargalo de garrafa quebrado (sem as bordas afiadas) era provavelmente o método mais popular, o termo "gargalo de garrafa" perdurou. O profundo efeito do estilo "bottleneck" no blues do Delta do Mississippi é demonstrado por lendas como Charley Patton, Son House e Bukka White. Eles conseguiram aproveitar a ressonância e o volume intensos que ele permitia e criar efeitos extraordinários, como o de um apito de trem. "Jitterbug Swing", de Bukka White, mostra como seu estilo de violão foi influenciado por tocar o diddley bow, ou jitterbug, na infância, um instrumento de corda única tocado com slide e que se acredita ser originário da África Ocidental. Significativamente, a maioria dos músicos de blues da época segurava suas guitarras na posição vertical, em contraste com o estilo havaiano, em que o instrumento repousava no colo do músico. Charley Patton foi uma exceção, tocando ambos os estilos, e aqui, "O Pai do Blues do Delta" nos dá um excelente exemplo de como o country blues e o gospel estão há muito tempo entrelaçados com sua versão da espiritual "Prayer Of Death". O verdadeiramente magnífico Blind Willie Johnson dá mais uma evidência disso com sua faixa de abertura, "It's Nobody's Fault But Mine", sem dúvida uma das melhores gravações de gargalo já feitas. Ele é acompanhado pelos colegas evangelistas da guitarra, Rev. Edward Clayborn e Blind Willie Harris. 


Boa audição - Namastê
 

terça-feira, 19 de setembro de 2023

Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)

Artista: VA 
Lançamento: 2005
Selo: Proper Records
Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime


‘His Master’s Voice’, abreviado para HMV, por muitos anos foi uma grande gravadora britânica. O nome foi cunhado em 1899 junto com a marca criada por Francis Barraud do cão Nipper da raça Jack Russel Terrier ouvindo um gramofone cilíndrico. His Master's Voice (trad.: A Voz do Dono), hoje normalmente abreviado para HMV, é uma marca registrada famosa no negócio de música e por muitos anos era o nome de uma marca de uma grande gravadora. O nome foi cunhado em 1899 como o título de uma pintura do cachorro Nipper de Jack Russell Terrier que escuta um gramofone. Na pintura original, o cachorro estava escutando um fonógrafo de cilindro. Na década de 1970, a estátua do cachorro e do gramofone, His Master's Voice, foi recoberta em bronze e dada pela gravadora (EMI) a artistas, produtores ou compositores como um prêmio musical e, muitas vezes, somente após a venda de mais de cem mil gravações. A imagem da marca registrada vem de uma pintura do artista inglês Francis Barraud e intitulada de His Master's Voice. Ela foi adquirida do artista em 1899 pela recém-criada Gramophone Company e adotada como uma marca comercial por sua aliada dos Estados Unidos, a Victor Talking Machine Company. De acordo com o material publicitário da Gramophone Company, o cachorro, um terrier chamado Nipper, pertencera originalmente ao irmão de Barraud, Mark. Quando Mark Barraud morreu, Francis herdou Nipper, com um fonógrafo de cilindro e gravações da voz de Mark. Francis notou o interesse peculiar que o cão tinha na voz gravada de seu falecido dono emanando do aparelho e concebeu a ideia de colocar a cena em uma tela. O incidente ocorreu na 92 Bold Street, Liverpool.

Boa audição - Namastê

sábado, 16 de setembro de 2023

Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)

Artista: VA 

Álbum: Jazz Takes Hold in the UK - CD03

Lançamento: 2005

Selo: Proper Records

Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime


 O livro ‘A History of Jazz In Britain 1919-50’ retrata a chegada do jazz no Reino Unido, a influência de músicos norte-americanos, a era big-band e depois o ‘bop’, o desenvolvimento do jornalismo especializado e os clubes de jazz e, sobretudo, as apresentações de músicos norte-americanos na Grã-Bretanha. De autoria de Jim Godbolt foi a primeira pesquisa verdadeiramente abrangente do fenômeno a partir de uma perspectiva puramente britânica. O livro traça a história do jazz no Reino Unido e não de jazz britânico. Apesar da já existente literatura de jazz antes de ter sido publicado pela primeira vez em 1984, não há nenhum outro livro para rivalizar com ele. O autor, que conviveu com o jazz ao longo da sua vida analisa em detalhes a chegada do jazz com a ‘Original Dixieland Jazz Band’ em 1919, a era das big bands e a extraordinária revolução causada pelo bop. Todos os artistas e as fulgurantes bandas do período são abordadas: Ted Lewis com Jimmy Dorsey e Muggsy Spanier, Louis Armstrong, Duke Ellington, Paul Whiteman, Cab Calloway, Dizzy Gillespie, Fats Waller, Benny Goodman, Sidney Bechet e muitos mais. A influência destes mestres sobre os músicos britânicos é examinada assim como os relatos da imprensa da época, alguns efusivos, outros ofensivos. As revistas especializadas, os clubes, a discografia e as raízes são discutidas. Além disso, o livro narra o duelo que se travou e culminou na apresentação de Sidney Bechet e Coleman Hawkins nos palcos britânicos em desafio à proibição do sindicato dos músicos ‘Musicians’ Union’ que resultou em um fiasco judicial. O livro é referência indispensável para os aficionados do jazz e interessante e às vezes surpreendente para o leitor leigo. Jim Godbolt nasceu no sul de Londres em 1922. Após ser dispensado da marinha, tornou-se empresário do pianista auto-didata, bandleader e dixielander (dixieland é um sub-gênero do jazz criado em 1910 em New Orleans) George Webb em 1946. George, assim como Jim, também era amante do jazz desde a adolescência e fundou o clube ‘Bexleyheath Rhythm Club’ onde ele e os adeptos do jazz se reuniam para ouvir música gravada principalmente dos seus ídolos: King Oliver e Louis Armstrong. George Webb em 1941 fundou a sua própria dixielander e foi apelidado de ‘pai do jazz tradicional britânico’. Jim Godbolt por sua vez, dirigia uma agência com Lyn Dutton e Humphrey Lyttelton em 1951, e fundou a sua própria em 1952 representando a ‘Magnolia Jazz Band’ de Mick Mulligan, trompetista e bandleader que tornou-se dono de cavalos de corrida, quando o rock’n’roll amorteceu o entusiasmo pelo jazz. Por mais de 60 anos Jim dedicou-se à música, trabalhando como jornalista, agente e gerente, não apenas para músicos de jazz, mas também para os grupos dos anos 1960. Em 1971, Jim deixou o negócio do entretenimento para se concentrar em sua carreira de escritor.

Boa audição - Namastê

quinta-feira, 14 de setembro de 2023

Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)

 Artista: VA 

Álbum: Louis and Duke Arrive - CD02

Lançamento: 2005

Selo: Proper Records

Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime

O jazz britânico chegou a Grã-Bretanha através de gravações e artistas norte-americanos que visitaram o país enquanto ele era um gênero relativamente novo, logo após o fim da I Guerra Mundial. Ele começou a ser tocado por músicos britânicos nos anos 30 e ganhou popularidade em 1940, tocado nos salões pelas big bands. A partir do final dos anos 40 o moderno jazz britânico, altamente influenciado pelo bebop americano, começou a surgir e foi divulgado pelo compositor de jazz, saxofonista e clarinetista inglês John Dankworth e pelo saxofonista tenor e dono do clube de jazz Ronnie Scott, enquanto os trompetistas Ken Colyer e Humphrey Lyttelton e o pianista George Webb enfatizaram o jazz de New Orleans. A partir dos anos 60 o jazz britânico começou a desenvolver mais as suas características individuais e absorver uma variedade de influências, incluindo o blues britânico, bem como o europeu. Um grande número de músicos britânicos ganhou reputação internacional, embora tivessem uma participação minoritária dentro do próprio Reino Unido.

Ronnie Scott, originalmente Ronald Schatt, nasceu em Aldgate, leste de Londres, em uma família de ascendência judaica da Rússia por parte de pai e de portugueses do lado da mãe. Scott começou a tocar em pequenos clubes de jazz com dezesseis anos e foi um dos primeiros músicos britânicos a ser influenciado por Charlie Parker e outros do bebop. Ele é mais lembrado por fundar com o ex-saxofonista tenor Pete King, o ‘Scott Jazz Ronnie Club’.

Coleridge George Emerson Goode, notável baixista que colaborou com o saxofonista Joe Harriott. Goode era jamaicano e veio para a Inglaterra em 1934 para estudar no Royal Technical College em Glasgow e depois engenharia na Universidade de Glasgow. Ele já era um violinista clássico, mas se encantou com o jazz e assumiu o baixo após ouvir Count Basie, Duke Ellington, Billie Holiday e Louis Jordan, abandonando os seus planos de voltar para a Jamaica.

Mossie Thomas ‘Tommy’ McQuater foi trompetista escocês, notável por seu trabalho no Reino Unido com Bert Ambrose em 1930, e também em algumas gravações feitas com George Chisholm e Benny Carter.

Frank Deniz foi um dos primeiros guitarristas da Inglaterra, do movimento swing. Filho mais velho de um violinista de Cabo Verde, Frank estudou violino e banjo antes de se mudar definitivamente para a guitarra. Em 1937 mudou-se para Londres quando o swing norte-americano estava na moda nos círculos sociais da cidade.


Boa audição  - Namastê

terça-feira, 12 de setembro de 2023

Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)

Artista: VA 

Álbum: The Twenties - CD01

Lançamento: 2005

Selo: Proper Records

Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime

‘Jazz in Britain 1919-1950’ é um conjunto de 04 CDs gravados pela gravadora britânica ‘Proper Records’ para acompanhar a republicação do livro, publicado pela primeira vez em 1984. O autor do livro, Jim Godbolt, foi quem também reuniu as compilações. Tanto o livro quanto o conjunto de CDs receberam críticas, mas trata-se de uma visão sólida do jazz na Grã-Bretanha nos primeiros 30 anos da história. O conteúdo revela não só o talento britânico, por si só, mas também os demais músicos da Europa, Paris, principalmente, e claro, dos Estados Unidos. Entre as 101 faixas existem surpresas e raridades. No primeiro disco: ‘Fred Elizade & His Cambridge Undergarments’ em ‘Stomp Your Feet’, ‘Allan Selby And His Band’ no clássico ‘Love Me or Leaver Me’ e ‘Ted Lewis And His Band’ em ‘Sobbin’ Blues’. Jimmy Dorsey com Spike Hughes fazem uma excelente leitura de ‘St. Louis Blues’. A partir do disco dois é documentado a ‘American Invasion’ com as apresentações de Cab Calloway, Duke Ellington, e Garland Wilson nas ilhas britânicas. Mas são com os praticamente desconhecidos por muitos que esta coleção encontra o seu maior charme com a inclusão de Buck and Bubbles, Duncan Whyte, Ambrose & His Orchestra, Danny Polo, Jack Hylton’s Rhythmagicians, Ted Heath, Ala Dean & His Beboppers, Yorkshire Jazz Band, Graeme Bell & His Australian Jazz Band, Freddy Randall e outros. Sentado no seu apartamento no quarto andar, em Lissenden Gardens, Dartmouth Park onde viveu por 30 anos, Jim Godbolt, com 82 anos, lembra-se das noites em claro em que tentava encontrar, nas milhares gravações, apenas 100 faixas. Bob Glass da loja ‘Ray’s Jazz’ em Shaftesbury Avenue se juntou a ele como colaborador e os dois analisaram CDs, LPs, EPs, 78s e catálogos de livros em uma busca agradável, mas maníaca. Nem o livro nem o conjunto de discos são acerca de jazz britânico em si, mas sobre o jazz na Grã-Bretanha.


Boa audição - Namastê

 

quinta-feira, 12 de janeiro de 2023

HS 04 - Henri Crolla - Le Long Des Rues

Artista: Henri Crolla
Lançamento: 2005
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Post Bop

Muitos viam o jazz como promíscuo e relacionado à classe baixa, devido às ligações raciais, mas nem todos se opunham a ele e músicos brancos começaram a procurar músicos negros. Oficialmente, a primeira gravação de jazz aconteceu em 1917, com a original ‘Dixieland Jazz Band’, um conjunto formado por músicos brancos de Chicago. Mas foi a partir do pianista Jelly Roll Morton e da cantora Bessie Smith que o jazz começou sua verdadeira viagem. O primeiro grande expoente do jazz foi Louis Armstrong, que era trompetista da banda ‘Creole Jazz Band’, liderada por Joe King Oliver. Entre 1925 e 1928, após deixar Oliver, Armstrong entrou definitivamente para a história e é considerado o primeiro grande solista do jazz. Duke Ellington é considerado o Mozart do jazz. Seus arranjos sofisticados e sua orquestra de virtuosos foram as novidades, no meio dos anos 30, que regeram a era do swing. No meio dos anos 40, uma revolução acontece no jazz, nasce o bebop, estilo que tem como característica principal a vocalização do instrumento. Seus precursores foram o saxofonista Charlie ‘Bird’ Parker , o trompetista Dizzy Gillespie e o pianista Thelonius Monk. Nessa época, as cantoras ajudaram a reerguer as big-bands, que estavam em franco declínio. Quanto tudo parecia calmo, um trompetista discreto apareceu, era Miles Davis. Junto a outro gênio, o saxofonista John Coltrane, Davis cria o que ficou rotulado de cool jazz, algo mais tranquilo e requintado que o bebop.


CD1: Gravado em 1956 (faixas 1-8) e 1957 (faixas 9-20) em Paris.

CD2: Gravado em 1957 (faixas 1-13) 1960 (faixas 14-19), 1959 (faixas 20-21), 1959 (faixa 22) e 1958-1959 (faixas 23-24) em Paris.


Boa audição - Namastê

 

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

HS 03 - Jean-Claude Fohrenbach - Fohrenbach French Sound

Lançamento: 2005
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Cool Jazz, Swing, Post Bop


O jazz é, sem dúvida, a música mais livre do planeta. Nela é permitido ao músico esquecer as regras e os dogmas criados pelo mundo e ao ouvinte entregar-se ao feitiço e pureza do seu ritmo. Quando surgiu, no final do século XIX e início do século XX, no sul dos Estados Unidos, principalmente na cidade de Nova Orleans, o jazz foi considerado profano. No início do ano de 1800, os escravos se reuniam na Praça do Congo para tocar suas músicas e mostrar suas danças tradicionais. Os negros norte-americanos foram os porta-vozes do jazz. Cantado ou tocado eles fizeram do jazz a sua identidade, que é respeitada e admirada até hoje em todo o mundo.


Baixo – Jacky Samson (faixas: 1-9 a 1-12)

Contrabaixo – Bibi Rovère (faixas: 2-6 a 2-9), Jacques Hess (faixas: 2-10), Jean Vasse (2), Henri 'Ricky' Garzon (faixas: 1-1 a 1-8)

Bateria – Charles Saudrais (faixas: 1-9 a 1-12), Claude Vaillant (2), Franco Manzecchi (faixas: 2-10), Japy Gauthier (faixas: 1-1 a 1-8), Jean-Louis Viale (faixas: 2-6 a 2-9)

Flugelhorn – Bernard Vitet (faixas: 2-6 a 2-9)

Guitarra – Henri Cenni (faixas: 1-1 a 1-8), Pierre Cullaz (faixas: 2-6 a 2-9)

Orquestra – Jean-Claude Fohrenbach Et Son Orchester (faixas: 2-11 a 2-13)

Órgão – Jean-Claude Fohrenbach (faixas: 2-11 a 2-13)

Piano – Georges Arvanitas (faixas: 1-9 a 1-12), Louis Aldebert (faixas: 1-1 a 1-8)

Piano, Saxofone Tenor, Flauta doce – Jean-Claude Fohrenbach (faixas: 2-1 a 2-5)

Saxofone Tenor – Jean-Claude Fohrenbach

Trombone – Marc Steckar (faixas: 2-14)

Trompete – Ivan Jullien (faixas: 2-14), Roger Guérin (faixas: 2-6 a 2-9)

Vibraphone – Géo Daly (faixas: 2-10)


Gravado em Paris, 26 de março de 1954 (CD 1, faixas 1-9); 1978 (CD 1, faixas 9-12; CD 2, faixas 1-5); 1966 (CD 2, faixas 6-13); 20 de fevereiro de 1963 (CD 2, faixa 14).



Boa audição - Namastê

 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

2005 - Ben Webster for Lovers - Ben Webster

 Artista: Ben Webster
Album: Ben Webster for Lovers
Lançamento: 2005
Selo: Verve
Genero: Jazz
Codec: MP3
 
 04 - My Funny Valentine
 
Boa audição - Namaste

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Artista: Ella Fitzgerald & Louis Armstrong
Album: For Lovers
Genero: Jazz, Vocal Jazz
Lançamento: 2005
Selo: Verve Records
Codec: MP3
05 - Moonlight In Vermont (Karl Suessdorf - John Blackburn)

Boa audição - Namaste

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

2005 - Paris for Lovers - VA


Artista: VA
Album: Paris for Lovers
Lançamento: 2005
Selo: Verve
Genero: Jazz, Vocal Jazz

Faixas:
01. Ella Fitzgerald And Louis Armstrong - April In Paris
02. Johnny Hodges - The Last Time I Saw Paris
03. Michel Legrand - Las Valse Des Lilas
04. Blossom Dearie - Tout Doucement
05. Stephane Grappelli - Nuages
06. Abbey Lincoln - Cest Si Bon
07. Nina Simone - Ne Me Quitte Pas
08. Roland Kirk - Petit Fleur
09. Helen Merrill - Quand Tu Dors Pres De Moi
10. Laura Fygi - Les Feuilles Mortes
11. Louis Amrstrong - La Vie En Rose

Boa audição - Namaste

sábado, 14 de janeiro de 2012

2005 - The First Lady of Song - Ella Fitzgerald (Re-Up)

Dizem que Ella Fitzgerald não tinha a profundidade emocional de Billie Holiday, a imaginação de Sarah Vaughan ou Anita O'Day e a influência baseada no blues de Dinah Washington e que ela era muitas vezes apesar de brilhante - previsível. As críticas surgiram em parte devido a sua popularidade e ignoraram as suas contribuições. Ella Fitzgerald não só foi uma das pioneiras do ‘scat singing’, técnica extremamente inventiva da improvisação do jazz vocal com vocábulos sem palavras, sílabas sem sentido ou sem palavras que dá aos cantores a habilidade da improvisação para criar o equivalente a um solo instrumental usando a voz. Técnica aliás bastante eficaz para Ella Fitzgerald que tinha tendência para esquecer as letras das músicas. Além disso era uma cantora despretensiosa cujas variações harmônicas nunca foram forçadas. Notavelmente se destacou por sua interpretação sofisticada das canções de George Gershwin e Cole Porter. Afinal, Ella Fitzgerald foi essencialmente uma cantora de jazz ou uma cantora pop? Para muitos foi indiscutivelmente a melhor cantora de jazz de todos os tempos embora alguns possam votar em Sarah Vaughan ou como (eu) em Billie Holiday. Ella Fitzgerald cuja voz magnífica, amplo repertório e estilo acessível de cantar apelou para ambas as platéias: do jazz e do pop. Sua abordagem ao repertório vocal é simples: ela mantém clássicos e acrescenta continuamente as melhores músicas do estilo pop. Ela estava entre os primeiros a integrar tanto a Bossa Nova como os Beatles em seu repertório na década de 60. Também gravou músicas mais contemporâneas como ‘You Are the Sunshine of My Life’ de Stevie Wonder, um componente padrão do seu repertório. Suas gravações são reeditadas constantemente, trazendo sua música a novos públicos e ampliando seu círculo de admiradores. Na verdade Ella Fitzgerald foi uma das cantoras de jazz mais emocionantes de sua época e devido à naturalidade de seu estilo tinha um apelo popular que se estendeu muito além das fronteiras do jazz. Até o início dos anos 1950 o domínio de Ella Fitzgerald sobre fãs e críticos foi absoluto. Na verdade entre 1953 e 1970 a cada ano ela era a vencedora da enquete promovida pela ‘Down Beat’ a mais antiga e respeitada revista de jazz do mundo e assim ficou conhecida como ‘a primeira dama da canção’. Ao contrário de algumas outras cantoras de jazz como Billie Holiday e Anita O'Day, Ella Fitzgerald tinha uma vida privada desprovida de notoriedade relacionadas com drogas ou outro vicio consumidor. Em contraste com a sua carreira ativa como intérprete levava uma vida pessoal tranqüila. Com uma voz bonita, Ella era uma cantora brilhante e tinha a dicção quase perfeita, podia se entender as palavras que ela cantava. A falha era que uma vez que ela sempre parecia feliz por estar cantando nem sempre a sua interpretação condizia com as canções que ela interpretava. E ninguém poderia adivinhar que seu canto nos primeiros dias foi tão melancólico como o de Billie Holiday.
fonte: Blog Pintando Música - Ella Fitzgerald

2005 - The First Lady of Song

Faixas:
01. A-Tisket, A-Tasket
02· MR. Paganini (You'll Have To Swing It)
03· Bei Mir Bist Du Schoen
04· My Heart Belongs To Daddy
05· You Showed Me The Way
06· It's Wonderful
07· I'll Chase The Blues Away
08· Hallelujah
09· Undecided
10· Stairways To The Stars
11· The Starlit Hour
12· What's The Matter With Me?
13· Deedle Dee Dum
14· Cabin In The Sky
15· The Muffin Man
16· My Man
17· It's Only A Paper Moon
18· Sentimental Journey
19· Oh! Lady Be Good
20· How High The Moon
21· Budella (Blue Skies)
22· The Frim Fram Sauce
23· You Won't Be Satisfied
24· Dream A Little Dream Of Me

Boa audição - Namaste