sexta-feira, 16 de janeiro de 2026
2005 - Chick Webb - The Best Of (1933-1939)
quarta-feira, 28 de maio de 2025
VA - The Rough Guide to Bottleneck Blues (Reborn And Remastered)
terça-feira, 19 de setembro de 2023
Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)
Boa audição - Namastê
sábado, 16 de setembro de 2023
Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)
Artista: VA
Álbum: Jazz Takes Hold in the UK - CD03
Lançamento: 2005
Selo: Proper Records
Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime
quinta-feira, 14 de setembro de 2023
Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)
Artista: VA
Álbum: Louis and Duke Arrive - CD02
Lançamento: 2005
Selo: Proper Records
Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime
O jazz britânico chegou a Grã-Bretanha através de gravações e artistas norte-americanos que visitaram o país enquanto ele era um gênero relativamente novo, logo após o fim da I Guerra Mundial. Ele começou a ser tocado por músicos britânicos nos anos 30 e ganhou popularidade em 1940, tocado nos salões pelas big bands. A partir do final dos anos 40 o moderno jazz britânico, altamente influenciado pelo bebop americano, começou a surgir e foi divulgado pelo compositor de jazz, saxofonista e clarinetista inglês John Dankworth e pelo saxofonista tenor e dono do clube de jazz Ronnie Scott, enquanto os trompetistas Ken Colyer e Humphrey Lyttelton e o pianista George Webb enfatizaram o jazz de New Orleans. A partir dos anos 60 o jazz britânico começou a desenvolver mais as suas características individuais e absorver uma variedade de influências, incluindo o blues britânico, bem como o europeu. Um grande número de músicos britânicos ganhou reputação internacional, embora tivessem uma participação minoritária dentro do próprio Reino Unido.
Ronnie Scott, originalmente Ronald Schatt, nasceu em Aldgate, leste de Londres, em uma família de ascendência judaica da Rússia por parte de pai e de portugueses do lado da mãe. Scott começou a tocar em pequenos clubes de jazz com dezesseis anos e foi um dos primeiros músicos britânicos a ser influenciado por Charlie Parker e outros do bebop. Ele é mais lembrado por fundar com o ex-saxofonista tenor Pete King, o ‘Scott Jazz Ronnie Club’.
Coleridge George Emerson Goode, notável baixista que colaborou com o saxofonista Joe Harriott. Goode era jamaicano e veio para a Inglaterra em 1934 para estudar no Royal Technical College em Glasgow e depois engenharia na Universidade de Glasgow. Ele já era um violinista clássico, mas se encantou com o jazz e assumiu o baixo após ouvir Count Basie, Duke Ellington, Billie Holiday e Louis Jordan, abandonando os seus planos de voltar para a Jamaica.
Mossie Thomas ‘Tommy’ McQuater foi trompetista escocês, notável por seu trabalho no Reino Unido com Bert Ambrose em 1930, e também em algumas gravações feitas com George Chisholm e Benny Carter.
Frank Deniz foi um dos primeiros guitarristas da Inglaterra, do movimento swing. Filho mais velho de um violinista de Cabo Verde, Frank estudou violino e banjo antes de se mudar definitivamente para a guitarra. Em 1937 mudou-se para Londres quando o swing norte-americano estava na moda nos círculos sociais da cidade.
terça-feira, 12 de setembro de 2023
Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)
Artista: VA
Álbum: The Twenties - CD01
Lançamento: 2005
Selo: Proper Records
Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime
‘Jazz in Britain 1919-1950’ é um conjunto de 04 CDs gravados pela gravadora britânica ‘Proper Records’ para acompanhar a republicação do livro, publicado pela primeira vez em 1984. O autor do livro, Jim Godbolt, foi quem também reuniu as compilações. Tanto o livro quanto o conjunto de CDs receberam críticas, mas trata-se de uma visão sólida do jazz na Grã-Bretanha nos primeiros 30 anos da história. O conteúdo revela não só o talento britânico, por si só, mas também os demais músicos da Europa, Paris, principalmente, e claro, dos Estados Unidos. Entre as 101 faixas existem surpresas e raridades. No primeiro disco: ‘Fred Elizade & His Cambridge Undergarments’ em ‘Stomp Your Feet’, ‘Allan Selby And His Band’ no clássico ‘Love Me or Leaver Me’ e ‘Ted Lewis And His Band’ em ‘Sobbin’ Blues’. Jimmy Dorsey com Spike Hughes fazem uma excelente leitura de ‘St. Louis Blues’. A partir do disco dois é documentado a ‘American Invasion’ com as apresentações de Cab Calloway, Duke Ellington, e Garland Wilson nas ilhas britânicas. Mas são com os praticamente desconhecidos por muitos que esta coleção encontra o seu maior charme com a inclusão de Buck and Bubbles, Duncan Whyte, Ambrose & His Orchestra, Danny Polo, Jack Hylton’s Rhythmagicians, Ted Heath, Ala Dean & His Beboppers, Yorkshire Jazz Band, Graeme Bell & His Australian Jazz Band, Freddy Randall e outros. Sentado no seu apartamento no quarto andar, em Lissenden Gardens, Dartmouth Park onde viveu por 30 anos, Jim Godbolt, com 82 anos, lembra-se das noites em claro em que tentava encontrar, nas milhares gravações, apenas 100 faixas. Bob Glass da loja ‘Ray’s Jazz’ em Shaftesbury Avenue se juntou a ele como colaborador e os dois analisaram CDs, LPs, EPs, 78s e catálogos de livros em uma busca agradável, mas maníaca. Nem o livro nem o conjunto de discos são acerca de jazz britânico em si, mas sobre o jazz na Grã-Bretanha.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2023
HS 04 - Henri Crolla - Le Long Des Rues
Muitos viam o jazz como promíscuo e relacionado à classe baixa, devido às ligações raciais, mas nem todos se opunham a ele e músicos brancos começaram a procurar músicos negros. Oficialmente, a primeira gravação de jazz aconteceu em 1917, com a original ‘Dixieland Jazz Band’, um conjunto formado por músicos brancos de Chicago. Mas foi a partir do pianista Jelly Roll Morton e da cantora Bessie Smith que o jazz começou sua verdadeira viagem. O primeiro grande expoente do jazz foi Louis Armstrong, que era trompetista da banda ‘Creole Jazz Band’, liderada por Joe King Oliver. Entre 1925 e 1928, após deixar Oliver, Armstrong entrou definitivamente para a história e é considerado o primeiro grande solista do jazz. Duke Ellington é considerado o Mozart do jazz. Seus arranjos sofisticados e sua orquestra de virtuosos foram as novidades, no meio dos anos 30, que regeram a era do swing. No meio dos anos 40, uma revolução acontece no jazz, nasce o bebop, estilo que tem como característica principal a vocalização do instrumento. Seus precursores foram o saxofonista Charlie ‘Bird’ Parker , o trompetista Dizzy Gillespie e o pianista Thelonius Monk. Nessa época, as cantoras ajudaram a reerguer as big-bands, que estavam em franco declínio. Quanto tudo parecia calmo, um trompetista discreto apareceu, era Miles Davis. Junto a outro gênio, o saxofonista John Coltrane, Davis cria o que ficou rotulado de cool jazz, algo mais tranquilo e requintado que o bebop.
CD1: Gravado em 1956 (faixas 1-8) e 1957 (faixas 9-20) em Paris.
CD2: Gravado em 1957 (faixas 1-13) 1960 (faixas 14-19), 1959 (faixas 20-21), 1959 (faixa 22) e 1958-1959 (faixas 23-24) em Paris.
terça-feira, 10 de janeiro de 2023
HS 03 - Jean-Claude Fohrenbach - Fohrenbach French Sound
O jazz é, sem dúvida, a música mais livre do planeta. Nela é permitido ao músico esquecer as regras e os dogmas criados pelo mundo e ao ouvinte entregar-se ao feitiço e pureza do seu ritmo. Quando surgiu, no final do século XIX e início do século XX, no sul dos Estados Unidos, principalmente na cidade de Nova Orleans, o jazz foi considerado profano. No início do ano de 1800, os escravos se reuniam na Praça do Congo para tocar suas músicas e mostrar suas danças tradicionais. Os negros norte-americanos foram os porta-vozes do jazz. Cantado ou tocado eles fizeram do jazz a sua identidade, que é respeitada e admirada até hoje em todo o mundo.
Baixo – Jacky Samson (faixas: 1-9 a 1-12)
Contrabaixo – Bibi Rovère (faixas: 2-6 a 2-9), Jacques Hess (faixas: 2-10), Jean Vasse (2), Henri 'Ricky' Garzon (faixas: 1-1 a 1-8)
Bateria – Charles Saudrais (faixas: 1-9 a 1-12), Claude Vaillant (2), Franco Manzecchi (faixas: 2-10), Japy Gauthier (faixas: 1-1 a 1-8), Jean-Louis Viale (faixas: 2-6 a 2-9)
Flugelhorn – Bernard Vitet (faixas: 2-6 a 2-9)
Guitarra – Henri Cenni (faixas: 1-1 a 1-8), Pierre Cullaz (faixas: 2-6 a 2-9)
Orquestra – Jean-Claude Fohrenbach Et Son Orchester (faixas: 2-11 a 2-13)
Órgão – Jean-Claude Fohrenbach (faixas: 2-11 a 2-13)
Piano – Georges Arvanitas (faixas: 1-9 a 1-12), Louis Aldebert (faixas: 1-1 a 1-8)
Piano, Saxofone Tenor, Flauta doce – Jean-Claude Fohrenbach (faixas: 2-1 a 2-5)
Saxofone Tenor – Jean-Claude Fohrenbach
Trombone – Marc Steckar (faixas: 2-14)
Trompete – Ivan Jullien (faixas: 2-14), Roger Guérin (faixas: 2-6 a 2-9)
Vibraphone – Géo Daly (faixas: 2-10)
Gravado em Paris, 26 de março de 1954 (CD 1, faixas 1-9); 1978 (CD 1, faixas 9-12; CD 2, faixas 1-5); 1966 (CD 2, faixas 6-13); 20 de fevereiro de 1963 (CD 2, faixa 14).
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
2005 - Ben Webster for Lovers - Ben Webster
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
2005 - Paris for Lovers - VA
Artista: VA
Album: Paris for Lovers
Lançamento: 2005
Selo: Verve
Genero: Jazz, Vocal Jazz
Faixas:
01. Ella Fitzgerald And Louis Armstrong - April In Paris
02. Johnny Hodges - The Last Time I Saw Paris
03. Michel Legrand - Las Valse Des Lilas
04. Blossom Dearie - Tout Doucement
05. Stephane Grappelli - Nuages
06. Abbey Lincoln - Cest Si Bon
07. Nina Simone - Ne Me Quitte Pas
08. Roland Kirk - Petit Fleur
09. Helen Merrill - Quand Tu Dors Pres De Moi
10. Laura Fygi - Les Feuilles Mortes
11. Louis Amrstrong - La Vie En Rose
Boa audição - Namaste
sábado, 14 de janeiro de 2012
2005 - The First Lady of Song - Ella Fitzgerald (Re-Up)
Dizem que Ella Fitzgerald não tinha a profundidade emocional de Billie Holiday, a imaginação de Sarah Vaughan ou Anita O'Day e a influência baseada no blues de Dinah Washington e que ela era muitas vezes apesar de brilhante - previsível. As críticas surgiram em parte devido a sua popularidade e ignoraram as suas contribuições. Ella Fitzgerald não só foi uma das pioneiras do ‘scat singing’, técnica extremamente inventiva da improvisação do jazz vocal com vocábulos sem palavras, sílabas sem sentido ou sem palavras que dá aos cantores a habilidade da improvisação para criar o equivalente a um solo instrumental usando a voz. Técnica aliás bastante eficaz para Ella Fitzgerald que tinha tendência para esquecer as letras das músicas. Além disso era uma cantora despretensiosa cujas variações harmônicas nunca foram forçadas. Notavelmente se destacou por sua interpretação sofisticada das canções de George Gershwin e Cole Porter. Afinal, Ella Fitzgerald foi essencialmente uma cantora de jazz ou uma cantora pop? Para muitos foi indiscutivelmente a melhor cantora de jazz de todos os tempos embora alguns possam votar em Sarah Vaughan ou como (eu) em Billie Holiday. Ella Fitzgerald cuja voz magnífica, amplo repertório e estilo acessível de cantar apelou para ambas as platéias: do jazz e do pop. Sua abordagem ao repertório vocal é simples: ela mantém clássicos e acrescenta continuamente as melhores músicas do estilo pop. Ela estava entre os primeiros a integrar tanto a Bossa Nova como os Beatlefonte: Blog Pintando Música - Ella Fitzgerald
2005 - The First Lady of Song
Faixas:
01. A-Tisket, A-Tasket
02· MR. Paganini (You'll Have To Swing It)
03· Bei Mir Bist Du Schoen
04· My Heart Belongs To Daddy
05· You Showed Me The Way
06· It's Wonderful
07· I'll Chase The Blues Away
08· Hallelujah
09· Undecided
10· Stairways To The Stars
11· The Starlit Hour
12· What's The Matter With Me?
13· Deedle Dee Dum
14· Cabin In The Sky
15· The Muffin Man
16· My Man
17· It's Only A Paper Moon
18· Sentimental Journey
19· Oh! Lady Be Good
20· How High The Moon
21· Budella (Blue Skies)
22· The Frim Fram Sauce
23· You Won't Be Satisfied
24· Dream A Little Dream Of Me
Boa audição - Namaste













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