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sábado, 19 de maio de 2018

1997 - The Blue Box: Blue Note's Best - VA



Artista: VA
Lançamento: 1997
Selo: EMI Music Canada
Género: Jazz, Hard Bop, Bebop, Free Jazz
Esta compilação, produzida pela EMI no Canadá, é uma excelente maneira para se iniciar no jazz. É uma amostra da grande variedade de músicas e artistas de uma das mais prestigiadas etiquetas de jazz de todos os tempos. As gravações foram obtidas a partir da coleção ‘Best of the Blue Note Years’ de vários discos que a gravadora lançou nos anos 90. As gravações abrangem um período de mais de 50 anos, desde a gravação de Sidney Bechet, em 1939 com a seminal ‘Summertime’ a John Scofield, em 1993, com ‘Message to My Friend’. Naturalmente, quando se garimpa uma mina tão rica como a gravadora ‘Blue Note’, não é possível apontar apenas uma música clássica do jazz. No geral, essa coleção é para quem quer uma visão ampla do que fez a grande ‘Blue Note’. E para quem gosta de jazz é uma boa introdução de alguns dos mais importantes artistas do gênero.
Boa audição - Namastê

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Artista: VA
Lançamento: 2009
Selo: Blue Note Records 
Gênero: Jazz, Bebo, Hard Bob, Cool West, Free Jazz
Como parte da celebração de setenta anos da ‘Blue Note Records’, em 2009, o selo convocou jovens e experientes estrelas do jazz para executar composições ‘hard bop’, estilo estreitamente identificado com a gravadora nos anos 50 até meados dos anos 60. E assim foi gravado ‘Mosaic’. Uma curiosa coleção. Uma viagem nostálgica por canções famosas. ‘Mosaic’ é um título perfeito, peças assimétricas estabelecidas de forma organizada, intrigante e desigual. O CD 1 foi produzido pelo pianista Bill Charlap e líder do ‘Blue Note 7’, um septeto de jazz formado em 2008. O grupo é constituído por Peter Bernstein (guitarra), Bill Charlap (piano), Ravi Coltrane (saxofone tenor), Lewis Nash (bateria), Nicholas Payton (trompete), Peter Washington (contrabaixo), e Steve Wilson (sax alto, flauta). Bill Charlap é o único membro do grupo que assinou com a gravadora. No entanto, Ravi Coltrane tem ligações familiares importante com a ‘Blue Note’. Seu legendário pai, John Coltrane, gravou apenas uma sessão para o rótulo, ‘Blue Train’, mas foi um grande sucesso. ‘Blue Note 7’ é muito bem conhecido na cena do jazz em Nova York. O CD 2 é constituído pelas mesmas músicas, mas são as originais produzidas por Alfred Lion e interpretadas pelos magníficos artistas contratados na época.

Boa audição - Namastê

domingo, 6 de maio de 2018

Gravadora 'Blue Note Records'

A ‘Blue Note Records’ é uma gravadora norte-americana de jazz fundada em 1939 por Alfred Lion. O seu nome tem origem no termo de jazz e blues, blue note, que é uma nota musical que provém das escalas usadas nas canções de trabalho praticadas pelos povos afro-americanos. A característica musical resultante imprime um caráter de lamento à música podendo considerar-se que tenha surgido como uma consequência da dureza do trabalho nos campos. Consiste em criar uma nota que não consta na escala diatônica tradicional. Esta herança escalar migrou mais tarde para o universo jazzístico. A 'Blue Note Records' esteve desde cedo mais associada ao estilo 'hard bop', um gênero influenciado pelo rhythm and blues, gospel e blues, que desenvolveu-se durante as décadas de 1950 e 1960. Mas, a gravadora incluia também bebop, soul, blues, rhythm and blues e gospel. Horace Silver, Jimmy Smith, Freddie Hubbard, Lee Morgan, Art Blakey e Grant Green estavam entre os principais artistas da editora. Após a 2ª Guerra Mundial, no entanto, quase todos os músicos mais importantes gravariam para a 'Blue Note'.
Em 1925, aos 16 anos, Alfred Lion notou um cartaz de concertos para orquestra que aconteceria perto do seu local favorito de patinação no gelo em sua nativa Berlim, na Alemanha. Ele tinha ouvido muitos discos de jazz de sua mãe e começou a se interessar pela música, mas naquela noite do concerto a sua vida mudou. O impacto do que ouviu tocado ao vivo explodiu dentro dele como uma paixão e o fez partir para Nova York em 1928 onde trabalhou nas docas e dormiu no Central Park para chegar mais perto da música que tanto amava. Em 1938, Lion foi ver o concerto ‘Spirituals to Swing’ no Carnegie Hall. O poder e a beleza do piano ‘boogie woogie', um estilo de blues, caracterizado pelo uso sincopado da mão esquerda ao piano, dos mestres Albert Ammons e Meade Lux Lewis balançou e apoderou-se de sua alma. Exatamente duas semanas depois trouxe os dois pianistas para um estúdio de Nova Iorque para fazer algumas gravações. Eles se revezavam ao piano e a longa sessão terminou com dois duetos impressionantes. A ‘Blue Note Records’ finalmente tornou-se uma realidade e Alfred Lion construiu uma das maiores empresas de registro musical de jazz do mundo.
No final de 1939, o seu amigo de infância Francis Wolff saiu da Alemanha de Hitler com destino aos Estados Unidos. Ele encontrou emprego em um estúdio fotográfico e juntou forças com Alfred Lion no projeto ‘Blue Note’. No final dos anos 1940, o jazz havia mudado novamente, e Lion e Wolff já não podiam resistir mais ao movimento do bebop, uma das correntes mais influentes do jazz. O saxofonista Ike Quebec tornou-se um amigo íntimo e conselheiro para os dois. Logo eles estavam gravando Fats Navarro, Bud Powell, Tadd Dameron, Thelonious Monk, Art Blakey, entre outros. Lion e Wolff eram especialmente fascinados por Thelonious Monk e ajudaram a sua carreira em todos os sentidos possíveis. Apesar da resistência dos críticos musicais e das vendas fracas, eles gravaram com ele até 1952. O caso de Monk foi o primeiro grande exemplo do que Horace Silver descreveu em uma entrevista de 1980: 'Alfred Lion e Frank Wolff eram homens de integridade e realmente fãs de jazz. Deram a vários músicos a chance de gravar quando todas as outras gravadoras não estavam interessadas. E eles apoiavam o artista, mesmo que ele não estivesse vendendo quase nada.'
Em 1954, a ‘Blue Note’, partiu em direção a um sistema que foi muito semelhante a uma companhia de teatro usando um elenco de 'sidemen', músicos profissionais contratados para executar ou gravar com um grupo do qual não era um membro regular; e líderes que assegurassem a criatividade e a confiabilidade. Logo depois a gravadora colocou em movimento uma outra tendência do jazz. Seguindo o conselho de Babs Gonzales e outros músicos, Alfred Lion e Frank Wolff se aventuraram a ouvir um pianista da Filadélfia, que tinha abandonado o seu instrumento original e agora tocava um órgão Hammond no canto de um armazém alugado. E assim ouviram pela primeira vez Jimmy Smith em 1956, no seu primeiro show em Nova York. Descrito por Alfred como uma visão impressionante, um homem de rosto contorcido, agachado sobre o teclado em agonia aparente, os dedos em vôo e os pés que dançavam sobre os pedais. Um som que ele nunca tinha ouvido antes. Foi estarrecedor. Ao mesmo tempo, Wolff conheceu Reid Miles, um artista comercial, que era um devoto fã de música clássica. Miles se tornou o designer para o selo por 11 anos e criou gráficos maravilhosos para as capas dos discos. Os detalhes fizeram a diferença.
Na década seguinte a ‘Blue Note’ passou para um patamar mais elevado na indústria fonográfica. Com álbuns que foram sucessos inesperados, que tiveram longas estadias nas paradas pop além de continuar a sua tradição 'hard bop'. Alfred Lion permaneceu até meados de 1967, quando problemas de saúde o forçaram a se aposentar. Frank Wolff e Duke Pearson dividiram as tarefas de produção, mas o jazz foi se movendo para um novo ciclo de tempos difíceis, economicamente e artisticamente. A cena não fornecia um ambiente no qual poderia nutrir jovens talentos e se perpetuar. Frank Wolff se afastou da ‘Blue Note’ até sua morte em 1971. A gravadora conseguiu sobreviver através de um programa de reedições e material inédito. Esse programa sobreviveu até 1981. Em meados de 1984, foi contratado Bruce Lundvall para ressuscitar a etiqueta. E a ‘Blue Note’ renasceu. Fonte: Pintando Musica
Boa leitura - Namastê

sexta-feira, 22 de julho de 2016

1961 - Dig - Miles Davis ft. Sonny Rollins







Álbum: Dig 
Lançamento: 1961
Selo: Prestige / Blue Note Records
Genero: Hard Bop, Bop, Cool Jazz
Miles Davis – trumpet, Jackie McLean – alto saxophone (on Davis originals only), Sonny Rollins – tenor saxophone, Walter Bishop, Jr. – piano, Tommy Potter – double bass or    Charles Mingus – double bass (on "Conception" only) & Art Blakey – drums. Recorded October 5, 1951 at Apex Studio, New York

1961 - Dig - Miles Davis ft. Sonny Rollins







Álbum: Dig 
Lançamento: 1961
Selo: Prestige / Blue Note Records
Genero: Hard Bop, Bop, Cool Jazz
Miles Davis – trumpet, Jackie McLean – alto saxophone (on Davis originals only), Sonny Rollins – tenor saxophone, Walter Bishop, Jr. – piano, Tommy Potter – double bass or    Charles Mingus – double bass (on "Conception" only) & Art Blakey – drums. Recorded October 5, 1951 at Apex Studio, New York

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

A Great Day in Harlem

‘A Great Day in Harlem’, em preto e branco do então free lança Art Kane (Arthur Kanofsky), tirada as 10:00hs da manhã do dia 12 de Agosto de 1958, na 17 East 126th Street, Harlem, de um grupo de 57 notáveis do jazz e onde constam músicos como Hilton Jefferson, Benny Golson, Art Farmer, Wilbur Ware, Art Blakey, Chubby Jackson, Johnny Griffin, Dickie Wells, Buck Clayton, Taft Jordan, Zutty Singleton, Red Allen, Tyree Glenn, Miff Molo, Sonny Greer, Jay C. Higginbotham, Jimmy Jones, Charles Mingus, Jo Jones, Gene Krupa, Max Kaminsky, George Wettling, Bud Freeman, Pee Wee Russell, Ernie Wilkins, Buster Bailey, Osie Johnson, Gigi Gryce, Hank Jones, Eddie Locke, Horace Silver, Luckey Roberts, Maxine Sullivan, Jimmy Rushing, Joe Thomas, Scoville Browne, Stuff Smith, Bill Crump, Coleman Hawkins, Rudy Powell, Oscar Pettiford, Sahib Shihab , Marian McPartland, Sonny Rollins, Lawrence Brown, Mary Lou Williams, Emmett Berry, Thelonius Monk, Vic Dickenson, Milt Hinton, Lester Young, Rex Stewart, J.C. Heard, Gerry Mulligan, Roy Eldgridge, Dizzy Gillespie, Count Basie para a revista 'Esquire magazine'. A fotografia continua a ser um objeto importante no estudo da história do jazz.

quinta-feira, 4 de junho de 2015

1958 - Thelonious Monk with John Coltrane - Thelonious Monk & John Coltrane

Artista: Thelonious Monk & John Coltrane
Álbum: Thelonious Monk with John Coltrane
Lançamento: 1958
Selo: Milestone
Gênero: Jazz, Bebop, Modern postbebop
 http://borboletasdejade.blogspot.com.br/2008/09/1961-thelonious-monk-with-john-coltrane.html
Resenha

Personnel: Thelonious Monk — piano, John Coltrane — tenor saxophone, Ray 
Copeland — trumpet, Gigi Gryce — alto saxophone, Coleman 
Hawkins — tenor saxophone, Wilbur Ware — bass, Shadow 
Wilson & Art Blakey — drums
Recorded at Reeves Sound Studios, New York City, April 12, 1957 (#6), June 26, 1957 (#3,5) e July, 1957 (#1,2,4)
Boa audição - Namastê

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

1960 - Les Liaisons Dangereuses Art Blakey & The Jazz Messengers

França 1960. A bela Madame de Merteuil (Catherine Deneuve) procura se vingar do seu ex-amante Antoine Gercourt (Andrzej Zulawski) que vai se casar com a jovem e virgem Cécile de Volanges (Leelee Sobieski) sua afilhada. Merteuil procura Sébastien de Valmont (Rupert Everett) seu parceiro de "jogos" famoso por sua reputação de ser um Don Juan para seduzir e engravidar Cécile e destruí-la emocionalmente. Durante sua "missão" Valmont tem seu objetivo desviado quando vai visitar sua tia e se apaixona pela Madame Tourvel (Nastassja Kinski) uma mulher virtuosa e casada que conhece seu jeito sedutor que só torna o desafio mais excitante para Valmont. Juntos Madame de Merteuil e Valmont se tornam uma dupla perigosa não se aendo diante de nenhum obstáculo quando o objetivo é atingir um coração. 'Les Liaisons dangereuses' é um romance do séc. XVIII de autoria de Choderlos de Laclos publicado em 1782. obra retrata s relações aristocratas no periodo da revolução francesa entre nobres ecrupulosos que se dedicam aos prazeres e destruindo reputações de seu pares. O romance foi adaptado para o cinema onze vezes de acordo com 'The Internet Movie Database' maior base de dados do cinema da rede internacional de computadores. A trilha desse score foi entregue a nada mesmo que Art Blakey e o seu The Jazz Messengers originalmente gravado em 28 de julho e 29 de 1959 - Nova Iorque.
Informações Técnicas
Título Original: Les Liaisons Dangereuses
Título no Brasil: As Ligações Amorosas
País de Origem: França
Gênero: Drama

Faixas:
01 - No Problem (1st Version)
02 - No Hay Problema (1st Version)
03 - Prelude In Blue (a 'L'Esquinade')
04 - Valmontana (1st Version)
05 - Miguel's Party
06 - Prelude In Blue (Chez Miguel)
07 - No Problem (2nd Version)
08 - Weehawken Mad Pad
09 - Valmontana (2nd Version)
10 - No Hay Problema (2nd Version)

Musicos:
Art Blakey - Bateria
Jymie Merritt - Baixo Acustico
John Rodriguez - Bongos (Fx.2-10)
Bobby Timmons - Piano
Barney Wilen - Sax. Soprano & Tenor (Fx.1,3,4,9)
Lee Morgan - Trompete (Fx. (1,4,9)

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Boa audição - Namastê