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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Chet Baker: um anjo que desceu ao inferno

Chet Baker (1929 - 1988), figura mitológica do jazz, em grande parte por fatores extramusicais, o que não significa que sua música não seja extraordinária. Chesney Henry Baker Jr. nasceu em Oklahoma e foi criado em Los Angeles. De seu pai, guitarrista amador de bandas de country, além de herdar o nome herdou também o amor pela música; foi ele quem lhe deu um trompete quando fez treze anos, para que pudesse entrar para a banda do colégio. No entanto, Chet não gostava de estudar música. Aos dezessete anos saiu da escola e entrou para o exército. Transferido para Berlim tocou na banda militar e nesse período, na Europa, ouviu jazz pela primeira vez transmitido pela rádio do exército. Ao sair do exército vagou por Los Angeles ouvindo Miles Davis, Fats Navarro e participando de 'jam sessions' durante a noite. Estava se apresentando em Los Angeles quando ficou sabendo que Charlie Parker estava à procura de um trompetista para acompanhá-lo em sua turnê. A sessão de audição de Charlie Parker para a escolha de um candidato terminou quando ele ouviu o trompete de Chet Baker, então com 22 anos. Baker tinha grande afeição por Charlie Parker, por sua gentileza, honestidade e pela maneira como protegia os músicos da banda, tentando mantê-los longe da heroína que tanto lhe corroia. Em 1952, quando Gerry Mulligan começou a formar seu famoso quarteto sem piano, escolheu Baker, com quem já havia tocado em 'jam sessions'. A formação foi um sucesso incrível e durou cerca de um ano, até Mulligan ser preso por posse de heroína. Com a saída de Mulligan, Baker convidou o pianista Russ Freeman para substituí-lo. Após discussões envolvendo dinheiro o quarteto se desfez e Baker seguiu para a Europa. A turnê ia bem até a morte por overdose do pianista de 24 anos, Dick Twardzik. Sozinho, Baker permaneceu na Europa tocando com vários músicos. De volta aos EUA, começou a consumir heroína e foi preso. Resolveu voltar para a Europa onde viveu por quatro anos na Itália, foi preso, casou e teve um filho. Em 1964 voltou novamente aos EUA, agora dominados pelo rock dos Beatles. Restando pouco espaço para o jazz gravou discos comerciais de baixíssimo valor artístico. Época em que perdeu vários dentes em uma briga por heroína o que o levou a abandonar o instrumento de 1970 a 1973. Em viagem pelo Colorado ouviu Dizzy Gillespie tocar em um clube. Foi o início do seu retorno quando Gillespie ficou sabendo do seu esforço para voltar à cena musical e lhe arrumou uma temporada em New York. Chet Baker foi o músico cool por excelência, sendo um dos pais deste estilo, não apenas musicalmente, mas também na atitude de calculada indolência, que se tornou famosa. Um jeito que escondia a dura realidade: a devastadora dependência de drogas que fez com que durante décadas Chet Baker se visse em um labirinto infernal de crises pessoais, contratos interrompidos, brigas, internações e prisões. Sua aparência sofreu ao longo da vida uma transformação impressionante, devido ao uso de heroína e suas conseqüências. O outrora belo e jovem trompetista aos quarenta anos parecia estar com sessenta. Mas mesmo com tudo isso, milagrosamente, o gênio musical de Chet mantinha-se intacto como atesta a sua vasta discografia. Baker morreu em Amsterdã, de forma trágica e misteriosa, quando despencou da janela do hotel. Até hoje resistem muitas controvérsias sobre a causa de sua partida: suicídio ou acidente. Fonte: Pintando musica

domingo, 25 de junho de 2017

1988 - California Concerts Vol 1 & 2 - Gerry Mulligan

Artista: Gerry Mulligan
Lançamento: 1954 - 1988
Selo: Jazz Planet
Genero: Cool Jazz

Gerry Mulligan - Sax Baritone,  Jon Eaedley - Trumpet, Bobby Brookmeyer - Valve Tromone & piano, Zoot Sims - Sax Tenor,  Red Mitchell - Bass & Larry Bunker - Drums

Boa audição - Namastê

sexta-feira, 19 de junho de 2009

1988 - Live in Germany - Miles Davis

“Trane era o saxofonista mais ruidoso e mais rápido que eu já ouvi. Tocava rápido e alto, ao mesmo tempo, o que é difícil de fazer. Porque quando a maioria dos músicos toca alto, se trava. Já vi muitos saxofonistas se enrolarem tentando tocar assim. Mas Trane fazia isso e era fenomenal. Era como se estivesse possuído, quando levava aquele instrumento à boca. Era muito apaixonado – feroz – e ao mesmo tempo muito tranqüilo e delicado quando não estava tocando. Um cara puro. Jamais compôs coisa alguma durante o tempo que esteve em meu conjunto. Tudo que fazia era começar a tocar. A gente conversava muito sobre música nos ensaios e a caminho do trabalho. Eu lhe mostrava muita coisa, e ele sempre escutava. E eu dizia: - Trane, tome aqui estes acordes, mas não é pra tocar assim o tempo todo, não, sabe? Isso quer dizer que você tem dezoito, dezenove coisas diferentes pra tocar em dois acordes. Ele ficava ali sentado, de olhos arregalados, absorvendo tudo. Trane era um inovador, e a gente tem de dizer a coisa certa às pessoas desse tipo. Por isso que eu mandava que ele começasse no meio, pois era assim que sua cabeça funcionava mesmo. Ele buscava desafios, e se a gente lhe desse o troço errado, ele não escutaria. Mas era o único músico que podia tocar aqueles acordes que eu lhe dava sem fazê-los soar como acordes. Depois do trabalho, ele voltava pra seu quarto de hotel e praticava, enquanto todos os demais andavam pela rua. Praticava durante horas, depois de acabar de tocar três sets. E mais tarde, em 1960, quando lhe dei um sax soprano que conseguira com uma conhecida de Paris, uma antiquária, isso teve um efeito no seu tenor. Antes de ganhar aquele soprano, ele ainda tocava com Dexter Gordon, Eddie “Lockjaw” Davis, Sonny Stitt e Bird. Depois de ganhar o instrumento, seu estilo mudou. Depois disso, não tocava mais como ninguém a não ser ele mesmo. Descobriu que podia tocar mais suave e mais rápido no soprano que no tenor. E isso realmente o deixou ligado, pois não podia fazer no tenor o que podia no alto, porque o soprano é um instrumento direto, e como ele gostava do registro baixo, descobriu que também podia pensar e ouvir melhor com o soprano do que com o tenor. Quando tocava o soprano, depois de algum tempo, parecia mais uma voz humana, um lamento. Depois que gravamos aqueles últimos lados pra Prestige, em outubro de 1956, levei o grupo de volta ao Café Bohemia, e foi lá que aconteceu muita coisa entre Coltrane e eu. Essas coisas já vinham se acumulando há algum tempo. Cara, era uma merda ver o que ele fazia consigo mesmo, a essa altura já se achava realmente dependente da heroína, e também bebendo muito. Chegava atrasado e cabeceava no palco. Uma noite, fiquei tão puto com ele que lhe dei um tapa na cabeça e um soco na barriga, no camarim. Thelonious Monk estava lá nessa noite; fora ao camarim dar boa-noite e viu o que eu fiz com Trane. Quando viu que Trane não reagia e apenas ficava ali sentado como um bebezão, se revoltou. Disse a Trane: - Cara, do jeito que você toca saxofone, não tem de aceitar essa merda; pode vir tocar comigo quando quiser. E você Miles, não devia bater nele desse jeito. Eu estava tão puto que pouco ligava pro que Monk dizia, porque, pra começar, não era da conta dele. Despedi Trane essa noite, e ele voltou pra Filadélfia, pra tentar se livrar do vício. Me senti mal mandando-o embora, mas não via que mais podia fazer nas cincunstâncias. Por mais que eu gostasse de Trane, nós não andávamos juntos depois que deixávamos o estrado, porque tínhamos estilos diferentes. Antes, era porque ele vivia afundado na heroína, e eu acabara de sair dessa. Agora ele estava limpo e quase não saía, voltava direto pro hotel, pra praticar. Sempre levara a música a sério, e sempre praticara muito. Mas agora era quase como se estivesse numa espécie de missão. Me dizia que já fizera muita confusão, perdera muito dinheiro e não dera muita atenção à sua vida pessoal, à sua família e, acima de tudo, à sua música. Portanto, só se preocupava em tocar sua música e crescer como músico. Era só no que pensava. Não podia ser seduzido pela beleza de uma mulher, porque já fora seduzido pela beleza da música, e era fiel à sua esposa. Quanto à mim, depois que acabava a música, eu saía logo buscando a dona boa com quem ia ficar naquela noite. Cannonball Adderley (vocal) e eu conversávamos e saíamos às vezes, quando eu não estava com alguma mulher. Philly e eu ainda éramos amigos, mas ele vivia se enchendo de droga, ele, Paul e Red. Mas éramos todos amigos e todos nos dávamos muito bem juntos.” (“Miles Davis, a Autobiografia” - pp 180, 194 e 195).
Confesso que este arquiivo é um presentão aos amantes do genio e perfeccionista Miles Davis na fase anos 1980. Isso até assistir aos DVDs “Live in Germany" de 1988 gravado no Munich Phillarmonic Concert Hall durante o festival Münchner Klaviersommer88, trazendo além do próprio Miles em performasse ja conhecidas, destaque do maravilhosos momentos do saxofonista e flautista Kenny Garrett, da iniqualavel percussionista Marilyn Mazur, o baterista Ricky Wellman e seu solo de quase 10 minutos na antologica "Carnival Time", e do baixista JosephFoleyMcCreary com seu famoso baixo azul com afinação alta e efeito de distorção, simulando uma guitarra. Em 2005 foi lançado um álbum triplo, que inclui este show completo (no DVD faltam quatro faixas) e uma faixa bônus gravada em 1970 no Isle Of Wight Festival. Uma boa diga é assistir ao DVD em sua integra e ver as ultimas cena de Miles com tanto euforrismo. Vale apena conferir. IM - PER - DÍ - VEL!!!!

Faixas
01 - Perfect Way
02 - Human Nature
03 - Tutu
04 - Splatch
05 - Heavy Metal (Prelude)
06 - Heavy Metal
07 - Don’t Stop Me Now
08 - Carnival Time
09 - Tomaas
10 - New Blues
11- Portia

Musicos:
Miles Davis – Trompete & keyboards
Kenny Garrett – Sax. alto & Flauta
Joseph “Foley” McCreary – Baixo Acustico(Lead)
Benjamin Rietveld – Baixo Acustico
Bobby Irving – Keyboards (lead)
Adam Holzman – Keyboards
Marilyn Mazur – Percussão
Ricky Wellman – Bateria

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Boa audição - Namastê.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

1988 - East to Wes - Emily Remler



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Em seu último álbum, antes da sua morte prematura, em 1990, Emily Remler brilha com fluidez e muita técnica, executando "Daahoud", um tema complexo de Clifford Brown. Remler também executa temas suaves, como "Sweet Georgie Fame" e "Snowfall", com melodias de tamanha beleza. O álbum enriquece diante da colaboração do genial Hank Jones no piano, fazendo de East to Wes, um dos melhores álbuns do final dos anos 80.



Infelizmente, Emily Remler foi mais uma artista de Jazz, que morreu em decorrência ao uso das drogas. Não podemos afirmar se ela ia entrar para o Hall dos grandes guitarristas do Jazz, como Wes Montgomery e Pat Metheny, mas Remler estava no caminho certo, inovando e conquistando o seu espaço. Remler era uma guitarrista com o pé na vanguarda, mas sem esquecer a tradição do Jazz. Gravava álbuns com diversas tendências, misturando ritmos brasileiros, africanos e indianos. O grande momento de sua carreira foi a gravação de Together, com o guitarrista Larry Coryell, uma das suas maiores influências musicais. Além do Coryell, Remler colaborou em álbuns de David Benoit, participando da melhor fase da carreira do pianista. Diferente de George Benson, Remler não tocava por dinheiro, mas tocava guitarra por uma questão de "alma". Emily Remler morreu no melhor momento de sua carreira, mas deixou seu nome escrito entre os grandes nomes dos Young Lions da década de 80.

Emily Remler tinha idéias bem definidas com relação ao seu Jazz: "Quero ter uma voz única como a de Coltrane. Ouvimos duas notas e sabemos logo que é ele. Quero uma voz totalmente única, minha própria voz, o que significa lutar por uma maturidade pessoal e estar preparada para isso." Emily Remler não estava preparada. Dependente de heroína, morreu de um ataque do coração aos 32 anos, em 1990, durante turnê pela Austrália.

Trecho do livro New Jazz - De Volta para o Futuro, de Roberto Muggiati

Tracks:

1 - Daahoud
2 - Snowfall
3 - Hot House
4 - Sweet Georgie Fame
5 - Ballad for a Music Box
6 - Blues for Herb
7 - Softly, as in a Morning Sunrise
8 - East to Wes

Credits:

Carl Jefferson - Producer
Hank Jones - Piano
Emily Remler - Guitar
Marvin "Smitty" Smith - Drums
Buster Williams - Bass

YouTube: Emily Remler:
Red Blouse Bossa Nova

Emily Remler na Wikipedia

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

1988 - The New Tango - Astor Piazzolla with Gary Burton

1988 - The New Tango



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Gravado no Montreux Festival, de 1986, The New Tango é o registro do histórico encontro entre o argentino Astor Piazzolla e o vibrafonista americano Gary Burton. O álbum agrada e surpreende tanto aos fãs de Jazz, quanto aos de Tango, que irão se deparar com músicas de puro virtuosismo, além da intensidade melódica de Piazzola e a versatilidade Burton, que mostrou autoridade para navegar nas composições complexas do argentino. As sete composições do álbum são um resumo de grandes peças escritas por Piazzolla durante a sua memorável carreira, incluindo "Vibraphonissimo", escrita especialmente para Burton. As chances de decepção aqui são mínimas, revelando que o vibrafone se adapta muito bem ao tango, ou pelo menos, que Gary Burton é plenamente capaz para o trabalho.

Tracks:

1. Milonga Is Coming
2. Vibraphonissimo
3. Little Italy 1930
4. Nuevo Tango
5. Laura's Dream
6. Operation Tango
7. La Muerta del Angel - (bonus track)

Credits:

Gary Burton - Vibraphone, Performer, Mixing
Hector Console - Bass
Nesuhi Ertegun - Producer
Horacio Malvicino - Guitar
Horacio Malvincino - Guitar
Fernando Suarez Paz - Violin
Astor Piazzolla - Piano, Bandoneon, Performer, Liner Notes
Pablo Ziegler - Piano

http://www.piazzolla.org/
http://www.garyburton.com/home.html

quarta-feira, 9 de julho de 2008

1988 - Let´s Get Lost

Os homens são mesmo fascinantes e engraçados. Afirmam-se como indivíduos, mas inevitavelmente são destinados a serem peças de encaixe do muro histórico. A música sempre levou a busca dos extremos e o fim acabaria sendo esse. Chet Baker não foje a regra em tornar se o principal expoente da Costa Oeste escola de cool jazz, no início e meados dos anos 50. Como trompetista, tinha um modo aguçado e moderado, jogando estilo intimista e atraindo atenção para além do jazz fotogênico. Sua música um constrangimento, um sussurro, um xingamentos, um ruídos, ou o próprio silêncio dos escarnecidos - parte importante da música, são as evidencias de cada apresentação do espoente Baker,assim como já vinha ocorrendo com suas obras aleatórias e inesperadas. LET´S GET LOST também é o disco preferido do fotógrafo e diretor Bruce Weber que virou nome de seu documentary filme em look, que rendeu um oscar em 1989 na categoria de melhor documentário. O filme traz uma série de entrevistas com amigos, parentes e até amantes do músico, além de imagens de Baker em suas últimas apresentações. Uma retrospectiva da vida do grande trompetista e vocalista Chesney Henry Baker Jr. (1929-1988) ou Chet Baker's se assim o preferir, em uma abordagem espetacular do gênio musical indiscutível, sua toxicodependência lendária, sua vida agitada e seus percausos polo lado negro da vida, traduzindo uma incrível testemunha até sua morte em última instância, direta pelo prisipicio, como que escolhe um preço. O cineasta afirma que seu filme sobre o lendário trompetista de jazz nunca quis "expor as entranhas" do personagem. Segue um trecho da entrevista que o cineasta concedeu à Folha de São Paulo :
FOLHA - Em "Let's Get Lost", vários entrevistados comentam o poder de sedução de Chet Baker. Como isso influenciou o documentário?
BRUCE WEBER - Quando comecei a fazer o filme, eu já era fã de Chet. Ele foi um ícone de estilo e atitude, era extremamente cool. Começamos o documentário um ano antes de sua morte. Chet já estava envelhecido, mas ainda tinha capacidade de seduzir a todos com seu charme. Uma vez que você entendia esse traço de sua personalidade, tudo ficava mais fácil. Às vezes, as pessoas dizem coisas lindas, duras ou interessantes e todos se perguntam se aquilo é verdade. Não quero saber se o que Chet disse era 100% verdade, minha intenção nunca foi expor suas entranhas. Só importa que ele tenha tido coragem de se expor à sua maneira. Não faço documentários tradicionais, não tenho esse tipo de pacto com a verdade.
FOLHA - Quando Chet morreu, em 1988, você estava editando o filme. Como reagiu à notícia?
WEBER - Eu estava na sala de edição quando alguém chegou com a notícia. Eu e minha equipe deitamos no chão e ficamos em silêncio, alguns choraram. Levantamos e fomos para casa. Depois de duas semanas, eu disse: "Vamos terminar, em homenagem a ele". Chet tinha problemas com drogas e bebidas, e eu alimentava a fantasia de que poderia salvá-lo. Houve boatos sobre suicídio, mas a versão oficial, na qual acredito, é que ele caiu de uma janela.
Curiosidades: Dvd Let's Get Lost 1988 (EUA)
Tipo: Longa-metragem / P&B 120 min.
Diretor: Bruce Weber
Elenco: Chet Baker, Carol Baker, Vera Baker, Paul Baker , Dean Baker, Missy Baker, Dick Bock, William F. Claxton(Como Roterista de Bonanza -1959), Hersh Hamel, Chris Isaak(O Pequeno Buda - 1993) , Lisa Marie (Planeta dos Macacos - 2001), Andy Minsker, Jack Sheldon (Assassinatos na Rádio WBN - 94), Lawrence Trimble (Superhomem - O Filme - 78), Joyce Night Tucker

T
racks:

01 - Moon And Sand
02 - Imagination
03 - You´re My Thrill
04 - For Heaen´s Sake
05 - Eve´ry Time We Say Goodbye
06 - I Don´t Stand A Ghost Of A Chance With You
07 - Daybreak
08 - Ingaro
09 - Blame It On My Youth
10 - My One And Only Love
11 - Everything Happens To Me
12 - Almost Blue

Pessoal:
Chet Baker - Trompete e Vocais
Frank Strazzeri - Piano
John Leftwich - Baixo
Ralph Penland - Bateria e Percussão
Nicola Stilo - Guitarra e Flauta


Boa audição - Namastê