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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Ahmad Jamal - Complete Live At The Pershing Lounge 1958

Artista: Ahmad Jamal 
Lançamento: 1958/2007
Selo: Gambit Records / Verve
Gênero: Post-Bop, Hard

Há momentos na história do jazz em que a complexidade cede espaço à inteligência do silêncio. Em 16 de janeiro de 1958, o pianista Ahmad Jamal, acompanhado por Israel Crosby no contrabaixo e Vernell Fournier na bateria, não apenas gravou um disco de sucesso no Pershing Lounge, em Chicago; ele redefiniu a dinâmica do trio de jazz moderno. O lançamento original, At the Pershing: But Not for Me, tornou-se um fenômeno comercial raro para o gênero. Em 2007, a edição expandida Complete Live At The Pershing Lounge 1958 resgatou a totalidade daquelas sessões, oferecendo à crítica fonográfica e aos entusiastas uma visão panorâmica e definitiva de uma noite histórica. A grande virtude da performance de Ahmad Jamal reside no que ele escolhe não tocar. Enquanto a escola predominante do bebop e do hard bop da época priorizava linhas melódicas velozes, torrenciais e densas, Jamal introduziu uma abordagem quase arquitetônica ao piano. O minimalismo pianeiro de Jamal, utiliza o registro agudo do piano de forma percussiva e econômica, deixando que o silêncio atue como um instrumento ativo. Sua mão esquerda frequentemente silenciava para permitir que a cozinha rítmica respirasse. A cozinha rítmica como protagonista: O contrabaixo de Israel Crosby não se limita ao walking bass tradicional; ele dialoga em linhas melódicas independentes. A bateria de Vernell Fournier, especialmente no uso cirúrgico das vassourinhas e no famoso arranjo de bumbo em "Poinciana", estabelece um pulso hipnótico, leve e inabalável. O Repertório do trio transforma standards da canção americana, como "But Not for Me" de Gershwin e "Woody 'n' You" de Dizzy Gillespie, em estruturas completamente novas, focadas no groove e no contraste de dinâmicas (volume alto versus sussurros pianísticos). Bastidores e curiosidades do local de gravação nostra um cenário de fundamental para compreender a atmosfera do álbum. O Pershing Lounge ficava localizado dentro do histórico Pershing Hotel, no coração do South Side de Chicago (64th Street com Cottage Grove Avenue). O Ambiente ao contrário dos clubes de jazz subterrâneos e sisudos de Nova York, o Pershing era um ambiente vibrante, frequentado por uma elite negra local, onde o público conversava, brindava e dançava. Se você ouvir atentamente as faixas do registro completo de 2007, notará o tilintar de copos, risadas e o murmúrio constante da plateia. Longe de ser um ruído indesejado, essa ambiência se integra à música. O trio de Jamal não competia com o bar; ele flutuava sobre ele. A acústica do salão, capturada de forma impressionante pela engenharia de som da gravadora Argo (subsidiária de jazz da Chess Records), deu ao piano de cauda Steinway de Jamal uma clareza cristalina, enquanto o contrabaixo de Crosby ganhou um peso encorpado e natural. O impacto do relançamento de 2007 (Gambit Records / Verve)
do lançamento original de 1958 selecionou apenas 8 faixas das 43 gravadas ao longo de duas noites pelo trio. O mérito do relançamento em CD duplo de 2007 foi trazer à luz a totalidade do material disponível daquela histórica temporada. A restauração sonora eliminou as limitações físicas do vinil da época, trazendo uma separação estéreo muito mais definida e preservando a dinâmica das vassourinhas de Fournier, que antes soavam abafadas. Para a crítica contemporânea, ouvir as tomadas alternativas e as músicas deixadas de fora (como interpretações magistrais de "All the Things You Are" e "Cherokee") confirmou que o sucesso do álbum não foi um acidente de edição, mas sim o reflexo de um grupo que operava em um nível telepático de entrosamento. Puristas do jazz inicialmente rotularam o estilo de Jamal como "música de coquetel" ou comercial demais, devido à sua acessibilidade e ao enorme sucesso de vendas (o álbum permaneceu nas paradas da Billboard por 108 semanas). A crítica fonográfica foi obrigada a rever sua postura diante da declaração pública de Miles Davis, que afirmou: "Toda a minha inspiração vem de Ahmad Jamal. Ele me cativou com seu uso do espaço, sua leveza de toque e seu conceito de ritmo." Miles inclusive instruiu seu pianista, Red Garland, a imitar o estilo de Jamal. Hoje, a crítica especializada (como AllMusic e DownBeat) posiciona este registro ao lado de marcos como Kind of Blue e Time Out. A reedição de 2007 recebeu avaliações de 5 estrelas, sendo considerada um documento antropológico e musical indispensável do auge do formato de piano trio.

Baixo – Israel Crosby
Bateria – Vernell Fournier
Piano – Ahmad Jamal

Gravado ao vivo no The Pershing Lounge, 16 e 17 de janeiro de 1958.


Boa audição - Namastê

sexta-feira, 29 de maio de 2026

Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)

Artista: Red Garland (1958) & Ahmad Jamal (1960)
Lançamento: 2020
Selo: The Intense Media/(Milestones of Jazz Legends)
Gênero: Bebop, Hard Bop, Cool Jazz

O Bloco Elegante de Red Garland e a Estética do Espaço de Ahmad Jamal:
O quinto volume (CD5) desta prestigiada coleção documental, lançada em 2020, celebra um dos momentos mais férteis e revolucionários do formato de trio de jazz no final da década de 1950. Este disco joga luz sobre a transição do Bebop ortodoxo para uma abordagem marcadamente lírica, minimalista e dotada de um balanço magnético e irresistível. Ao colocar em paralelo as sessões históricas de Red Garland e Ahmad Jamal, a curadoria imortaliza as duas mentes estéticas que ditaram as novas regras de dinâmica, silêncio e arranjo que mudaram os rumos do jazz moderno, servindo inclusive como as fundações conceituais que inspiraram o gênio criativo de Miles Davis. As Performances, Cronologia e Contexto dos Estúdios alinhamento do CD5, reconstrói as lendárias sessões analógicas gravadas no ápice criativo de ambos os instrumentistas, evidenciando o entrosamento milimétrico de seus trios definitivos: As Sessões de Red Garland (Final dos Anos 1950) egressa nos ringues de boxe profissional, o pianista moreno Red Garland transportou para as oitenta e oito teclas do piano uma leveza, um jogo de cintura e uma elegância percussiva ímpares. Sua performance resgatada no CD5 sintetiza a própria definição do "som do trio de jazz clássico". Garland celebrizou-se na história da música por introduzir e dominar a técnica de acordes em bloco (block chords), nos quais a mão esquerda executa uma densa estrutura harmônica de três notas duplicando com precisão a melodia flutuante conduzida pela mão direita. O resultado é um som robusto, porém dotado de um swing sutil, cristalino e profundamente enraizado no blues urbano. Anos e Locais concentradas de forma cirúrgica no final da década, cobrindo o período áureo entre os anos de 1956 e 1958. As faixas foram documentadas na quase totalidade dentro do lendário estúdio do engenheiro de som Rudy Van Gelder em Hackensack, Nova Jersey (EUA), capturando a famosa acústica calorosa e intimista da fita magnética da Prestige Records. Músicos de Apoio nestes fonogramas, Garland atua amparado pela cozinha rítmica mais famosa e requisitada da era do hard bop: o contra baixista Paul Chambers e o baterista Arthur Taylor (com inserções históricas de Philly Joe Jones em sessões alternadas). A conexão entre o trio opera em nível telepático. Chambers desenha linhas de baixo caminhante (walking bass) encorpadas e vigorosas, enquanto Philly Joe ou Art Taylor estabelecem a condução rítmica perfeita na cúpula do prato, gerando um balanço contagiante. As Sessões de Ahmad Jamal (1958) traz abordagem pianística de Ahmad Jamal, estabeleceu-se como um marco divisório porque introduziu a premissa revolucionária de que o silêncio, a economia e o espaço acústico possuem o mesmo valor artístico que as notas tocadas. Enquanto os pianistas contemporâneos do bebop competiam pelo maior número de notas executadas por compasso, Jamal abraçou o minimalismo conceitual. Ele permitia que a seção rítmica assumisse a propulsão do tempo, intervindo no arranjo por meio de pontuações cirúrgicas no registro agudo e manipulações sutis de dinâmica, convertendo temas populares em sofisticadas suítes dramáticas. Anos e Locais foca absoluto no ano crucial de 1958. O topo do mérito curatorial reside na inclusão dos registros ao vivo capturados no interior do Pershing Lounge, no Hotel Pershing em Chicago, Illinois (EUA), uma das apresentações em concerto mais aclamadas e influentes de toda a história da música gravada. Músicos de Apoio de Ahmad Jamal Trio de 1958 operava com uma formação de precisão matemática, alinhando o contrabaixista Israel Crosby e o baterista Vernel Fournier. A condução percussiva de Fournier (especialmente na antológica faixa Poinciana) permanece até hoje como objeto de estudo acadêmico mundial pela introdução revolucionária das escovinhas e ataques sincopados de aro (rim-shots), tecendo uma base hipnótica sobre a qual Jamal exercia sua liberdade métrica. Curiosidades Históricas e o Elo com Miles Davis o grande fascínio documental revelado pelo CD5 é o mapeamento do elo conceitual que une ambos os pianistas à mente de Miles Davis. Miles era declaradamente obcecado pela assinatura estética de Ahmad Jamal, a quem apontava como sua principal fonte de inspiração em virtude do uso inovador do espaço e do despojamento melódico. Como não lograsse recrutar Jamal para seu próprio grupo, Davis contratou Red Garland para assumir a banqueta de seu quinteto definitivo, impondo-lhe uma diretriz artística estrita: a de emular os blocos harmônicos e a leveza estrutural de Jamal. Ouvir as faixas deste disco de forma sequencial equivale a testemunhar o nascimento da matriz sonora que pavimentou o caminho para a criação do álbum mais vendido da história do jazz, Kind of Blue. Do ponto de vista mercadológico, as gravações de Jamal no Pershing em 1958, isoladas neste volume, quebraram paradigmas industriais. Numa época em que o jazz modernizava-se de forma hermética e progressivamente complexa para o grande público, o registro de Jamal alcançou um sucesso comercial avassalador, superando a marca de um milhão de cópias vendidas e figurando nas Jukeboxes de todo o território norte-americano, comprovando que o refinamento do silêncio e do arranjo de câmara possuía um imenso poder de comunicação de massas. Nível de Escolha das Faixas é um Tratado sobre a Textura e o Arranjo da engenharia curatorial por trás do CD5 destaca-se como um dos ápices da caixa de 2020, pois rejeita deliberadamente a armadilha comum do exibicionismo mecânico veloz, preferindo concentrar o repertório na valorização da textura e do desenho inteligente do arranjo. O disco edifica um contraste dinâmico impecável: abre com o swing robusto, telúrico e caloroso de Red Garland, onde o piano dialoga diretamente com o sotaque urbano do blues, e desliza com fluidez para as linhas geométricas, arejadas e quase arquitetônicas de Ahmad Jamal. Trata-se de uma lição histórica sobre como dois instrumentistas negros partilharam a mesma raiz técnica para cindir a evolução do jazz em duas avenidas conceituais brilhantes. No plano técnico, o trabalho de engenharia e restauração das matrizes analógicas de 1958 do Pershing Lounge é soberbo. O tratamento de áudio da edição de 2020 logrou êxito em purificar os excessos acústicos e ruídos de fundo da plateia do clube de Chicago, mantendo, contudo, a vibração orgânica, o calor magnético do contrabaixo acústico de Israel Crosby e o estalar nítido das escovinhas de Vernel Fournier, restituindo ao ouvinte a atmosfera mágica daquela noite histórica. Veredito Curatorial: O CD5 de The Art Of The Piano... consolida-se como um compêndio obrigatório para a compreensão das estruturas dinâmicas da música do século XX. O volume isola com precisão o momento em que o piano em trio transcendeu a mera função de acompanhamento rítmico para instituir-se como um autêntico laboratório de arranjos conceituais. Entre o swing aristocrático de Red Garland e o minimalismo espacial de Ahmad Jamal, a antologia entrega uma audição sofisticada e imortal.


Boa audição - Namastê

segunda-feira, 18 de maio de 2026

Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)


O box set "The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond", produzido pelos grupos The Intense Media e Documents como parte da série de compilações "Milestones of a Jazz Legends", é um verdadeiro tesouro para os entusiastas da música, especialmente aqueles apaixonados por jazz e composições clássicas para piano. O que torna este box set excepcional é a sua extensa seleção de faixas que abrangem uma ampla gama de estilos e épocas da música para piano. Apresenta performances de vinte dos pianistas mais influentes da história, incluindo Bill Evans, Oscar Peterson, Duke Ellington e Bud Powell. Cada disco do conjunto foi cuidadosamente selecionado para destacar a evolução e a versatilidade da música para piano, desde trios intimistas a quintetos expansivos. Melodia, harmonia e ritmo – "The Art of the Piano" combina essas três qualidades elementares da música de forma maravilhosa e perfeita. Os vinte álbuns originais documentados neste box set comprovam que, nas mãos de um mestre, a música que esses mestres produzem ao piano pode e irá realizar verdadeira magia. Um dos principais motivos pelos quais este box set é indispensável para qualquer colecionador de música sério é o seu valor histórico e educativo. A coleção não só demonstra a maestria técnica dos artistas apresentados, como também oferece uma imersão profunda no desenvolvimento da música para piano ao longo das décadas. Por exemplo, os ouvintes podem apreciar a delicada interação do Bill Evans Trio, a energia vibrante das performances de Oscar Peterson e as composições inovadoras de Duke Ellington. Além disso, o box set proporciona uma oportunidade única de explorar faixas raras e pouco conhecidas, de difícil acesso em outros lugares. Isso o torna um recurso inestimável para aqueles que apreciam as nuances e sutilezas da música para piano. A inclusão de peças menos conhecidas ao lado de faixas icônicas garante uma experiência auditiva completa, que agrada tanto aos aficionados experientes quanto aos iniciantes. Além de sua importância musical, o box também é um testemunho do legado duradouro desses pianistas lendários. Ele serve como uma lembrança de suas contribuições para o mundo da música e de sua influência nas gerações subsequentes de músicos. Possuir esta coleção não se trata apenas de apreciar boa música; trata-se de preservar um pedaço da história da música e celebrar o talento artístico de alguns dos maiores pianistas de todos os tempos. A obra "The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond" merece um lugar na biblioteca de todo amante da música.


Boa audição - Namastê


quarta-feira, 11 de março de 2026

Boxset: The Columbia Jazz Piano Moods Sessions (1949-1952) (7CD)


Artista: VA
Lançamento: 2000
Selo: Mosaic Records/MD7-199 
Gênero: Big Band, Boogie-Woogie, Bop, Cool, Dixieland, Early Jazz, Hard Bop, Jazz Blues, Jazz-Pop, Mood Music, New Orleans Jazz, Standards, Stride, Swing

🎹 Erroll Garner (1921–1977)
Conhecido como "o homem com 40 dedos", Garner era um virtuoso autodidata que nunca aprendeu a ler partituras. Sua técnica era marcada por um acompanhamento de mão esquerda que lembrava uma guitarra de "strumming", enquanto sua mão direita tocava melodias levemente atrasadas em relação ao tempo (o famoso atraso rítmico), criando um swing irresistível.

Marco: Compôs o clássico "Misty" e gravou o álbum Concert by the Sea (1955), um dos discos de jazz mais vendidos da história.

🎹 Ahmad Jamal (1930–2023)
Um mestre do minimalismo e do uso do silêncio. Jamal revolucionou o conceito de trio de jazz, focando no espaço e na dinâmica em vez de notas rápidas incessantes. Sua influência foi tão profunda que Miles Davis frequentemente o citava como sua maior inspiração para o uso de espaço na música.

Estilo: Sofisticado, orquestral e com um senso de ritmo que transformava canções populares em obras de arte modernas. Sua versão de "Poinciana" é definitiva.

🎹 Earl "Fatha" Hines (1903–1983)
Considerado o pai do piano jazz moderno. Hines desenvolveu o chamado "estilo de trompete", onde tocava oitavas na mão direita com grande força para que o piano pudesse ser ouvido acima das big bands da época. Ele foi a ponte entre o ragtime antigo e o bebop que viria depois.

Colaboração: Trabalhou intensamente com Louis Armstrong nas gravações dos anos 20, mudando para sempre o papel do piano de um instrumento puramente rítmico para um instrumento solista.

🎹 Joe Bushkin (1916–2004)
Um pianista extremamente versátil que transitava entre o jazz e o mundo do entretenimento popular. Bushkin começou na era do swing, tocando com feras como Benny Goodman e Bunny Berigan. Ele era conhecido por seu toque elegante e por ser um excelente acompanhante de cantores, como Frank Sinatra.

Curiosidade: Além de pianista, era um compositor de talento, sendo o autor da famosa canção "Oh! Look at Me Now", que ajudou a impulsionar a carreira de Sinatra.

Considerado o pai do piano jazz moderno. Hines desenvolveu o chamado "estilo de trompete", onde tocava oitavas na mão direita com grande força para que o piano pudesse ser ouvido acima das big bands da época. Ele foi a ponte entre o ragtime antigo e o bebop que viria depois.
Baixo – Al Ham (faixas: 5-14 a 5-22), Al McKibbon (faixas: 2-1 a 2-8,5-10 a 5-13), Arvell Shaw (faixas: 5-1 a 5-9), Bill Holyoke (faixas: 7-1 a 7-8), Bob Casey (faixas: 3-11 a 4-4), Bob Haggart (faixas: 4-17 a 4-24, 6-9 a 6-16) ,Eddie Calhoun (faixas: 1-9 a 1-16), Frank Carroll (faixas: 6-1 a 6-8 ), Jack Lesberg (faixas: 3-1 a 3-10), John Simmons (faixas: 1-1 a 1-8), Morty Corb (faixas: 4-9 a 4-16)), Sid Weiss (faixas: 2-9 a 2-16 ), Walter Page (faixas: 4-5 a 4-8)
Bateria – Bunny Shawker (faixas: 4-17 a 4-24, 6-9 a 6-16), Buzzy Drootin (faixas:3-11 a 3-18), George Wettling (faixas:3-1 a 3-10, 4-1 a 4-8 ), JC Heard (faixas: 2-1 a 2-8, 5-1 a 5-9), Kansas Fields (faixas: 5-10 a 5-13 ), Morey Feld (faixas: 2-9 a 2-16), Nick Fatool (faixas: 4-9 a 4-16 ), Remo Belli (faixas: 7-1 a 7-8), Shadow Wilson (faixas: 1-1 a 1-8), Terry Snyder (faixas: 5-14 a 6-8)
Guitarra – Al Casamenti (faixas: 6-9 a 6-12), Danny Perri (faixas: 4-17 a 4-24), Earl Backus (faixas: 7-1 a 7-8), George Van Eps (faixas: 4-9 a 4-16), Ray Crawford (faixas: 1-9 a 1-16), Tony Mottola (faixas: 6-13 a 6-16)
Piano – Ahmad Jamal (faixas: 1-9 a 1-16), Art Tatum (faixas: 7-9 a 7-17), Bill Clifton (faixas: 5-14 a 5-22), Buddy Weed (faixas: 4-17 a 4-24), Earl Hines (faixas: 2-1 a 2-8), Eddie Heywood (faixas: 6-1 a 6-8), Erroll Garner (faixas: 1-1 a 1-8), Jess Stacy (faixas: 4-9 a 4-16), Joe Bushkin (faixas: 2-9 a 2-16), Joe Sullivan (faixas: 4-1 a 4-8), Max Miller (faixas: 7-1 a 7-8), Ralph Sutton (faixas: 3-1 até 3-18), Stan Freeman (faixas: 6-9 a 6-16), Teddy Wilson (faixas: 5-1 a 5-13)
Shaker – Artista Desconhecido (faixas: 1-11)


Boa audição - Namastê