sexta-feira, 14 de agosto de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
quarta-feira, 15 de julho de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 27 de abril de 2026
Boxset: Kuschel Jazz Collection, Vol.1-8 (2002-2011)
Mesmo antes do primeiro álbum do KuschelRock, o nome já existia como programa musical noturno semanal na rádio HR3 (com sede em Frankfurt, Alemanha). O autor e apresentador do projeto era Thomas Koschwitz, considerado coautor de diversos álbuns do Kazle… Após a Sony Music patentear os direitos de lançamento da série de álbuns "KuschelRock", a rádio HR3 foi proibida de transmitir o programa noturno… Atualmente, a Sony Music lança álbuns regularmente todos os anos… Posteriormente, a Mpano começou a produzir uma série de álbuns por gênero, alguns dos quais intitulados "Kuschel Jazz". Este lançamento merece sua atenção. A série Kuschel Jazz não é apenas um derivado da gigante marca alemã Kuschelrock; ela representa uma curadoria estratégica que ajudou a definir o consumo do "Jazz de Estilo de Vida" (Lifestyle Jazz) na Europa no início dos anos 2000. Aqui está uma análise aprofundada sobre a identidade, a sonoridade e o impacto dessa coleção:
1. A Proposta Estética: O Jazz como Refúgio. O termo alemão Kuschel (aconchego/carinho) dita a regra de ouro da série: a ausência de atrito. Diferente do jazz purista, que muitas vezes foca na improvisação complexa e no virtuosismo técnico que exige atenção plena, o Kuschel Jazz foca na atmosfera. A premicia da série passa invariavelmente pela transição do Jazz para o Lounge. As faixas são selecionadas para servir como uma "trilha sonora de bem-estar", priorizando:
*Andamentos lentos (Ballads): Predomínio de escovinhas na bateria e pianos suaves.
*Vozes Aveludadas: Grande foco em vocalistas de timbres quentes e envolventes.
*Produção Impecável: Áudio limpo, com muita profundidade (reverb) para criar uma sensação de espaço e relaxamento.
2. Curadoria: A Ponte entre o Clássico e o Pop. O grande triunfo do Kuschel Jazz foi a sua capacidade de misturar épocas sem soar datado. Em um mesmo volume, a Sony Music conseguiu colocar:
*Os Gigantes do Passado: Louis Armstrong, Ella Fitzgerald e Chet Baker trazem a legitimidade e a nostalgia.
*O "Vocal Jazz" Moderno: Artistas como Norah Jones, Diana Krall e Michael Bublé, que foram os pilares comerciais do gênero na década de 2000.
*Incursões Pop: Versões jazzísticas de músicas pop ou artistas como Sade e George Michael, que utilizam elementos do soul e jazz em suas produções.
Essa mistura democratizou o gênero, tornando o jazz acessível para quem o considerava "difícil" ou intelectualizado demais.
3. Impacto Cultural e o "Efeito Starbucks"
*A série Kuschel Jazz surfou a onda da sofisticação urbana. Era a música perfeita para o florescimento dos cafés modernos e do design de interiores minimalista.
*A "Playlist" antes do Streaming: Antes do Spotify, essas coletâneas em CD duplo eram o equivalente às atuais playlists de "Lofi Jazz" ou "Coffee Table Jazz". Elas resolviam o problema do ouvinte que queria 2 ou 3 horas de música ininterrupta sem precisar trocar o disco ou conhecer profundamente a discografia de cada artista.
Ponto Crítico: para os críticos mais severos do jazz, a série pode ser vista como uma "diluição" da arte, transformando o jazz em "música de elevador" de luxo. No entanto, do ponto de vista da apreciação musical, serve como uma excelente porta de entrada. Muitas pessoas descobriram o trompete melancólico de Miles Davis ou a profundidade de Nina Simone através dessas compilações comerciais.
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Boxser: Thelonious Monk - The Complete Riverside Recordings (CD15)
Boa audição - Namastê
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Boxser: Thelonious Monk - The Complete Riverside Recordings (CD15)
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD12)
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
Boxser: The Keynote Jazz Collection, 1941-1947 (11xCDs)
Entre as sessões deste box, algumas merecem atenção especial, seja pela importância de sua presença, seja pelas circunstâncias que as cercam. Esta reedição está repleta de músicos da era do swing e alguns do bebop , que fazem parte da história do jazz, como os já citados Coleman Hawkins e Lester Young, mas também, entre outros, Don Byas, Red Norvo, Shelly Manne, Horace Henderson, Flip Phillips, Ralph Burns, Barney Bigard, Budd Johnson, Shorty Rogers, Eddie Bert, Johnny Guarneri, Dodo Marmarosa, Lennie Tristano, Howard McGhee, Serge Chaloff e o conhecido Neal Hefti. O fã encontrará, além das gravações já mencionadas, lideradas pelo trompetista George Hartman e Lester Young, as sessões de composições de Leonard Feather produzidas por ele e interpretadas pelo sexteto de músicos da orquestra de Lionel Hampton (entre eles o excelente saxofonista Arnett Cobb) e com a participação estelar de Dinah Washington (Disco 1, músicas 9 - 12). Algumas gravações que serviram para popularizar a cantora.
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 1 de setembro de 2025
Boxser: The Keynote Jazz Collection, 1941-1947 (11xCDs)
Quanto a Harry Lim, ele continuou com seus projetos e paixões musicais, como organizar um concerto de jazz em março de 1947, fundar sua própria gravadora em 1949 (com a qual lançou apenas dois álbuns), produzir sessões para o selo Seeco e até mesmo fazer uma última tentativa em 1955 de reviver a Keynote Records com Enric Bernay. Ele também surgiu como produtor independente em 1965, trabalhando em uma loja de discos de 1966 a 1973 e produzindo o selo Famous Door. Lim faleceu em Nova York em 27 de julho de 1990. Este box é, sem dúvida, uma homenagem a Harry Lim e sua paixão pelo jazz.
Boa audição - Namastê






































