Mostrando postagens com marcador 1959. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1959. Mostrar todas as postagens

sábado, 21 de julho de 2018

Primeira gravação da Bossa Nova completa 60 anos

Em 10 de julho de 1958, João Gilberto imortalizava 'Chega de saudade' e criava um novo marco na música nacional.  Há 60 anos, 'Chega de Saudade' mudava a história da música brasileira, compacto que ficou marcado como o início da Bossa Nova. Em março de 1959 a gravadora Odeon pegou gancho e lançou o disco 'Chega de Saudade', do cantor, violonista e compositor João Gilberto que cantava baixinho e discretamente onde o acompanhamento do violão possuía uma batida e uma harmonia diferentes, abrindo novo caminho para a nova música. "Devo argumentar que isso é muito natural, é a bossa nova", dizia João Gilberto. A bossa nova lançou não apenas um estilo musical mas também uma constelação de novos compositores, letristas e instrumentistas. Antônio Carlos Jobim, Roberto Menescal e Carlinhos Lyra logo despontaram entre os representantes mais expressivos. Interessados inicialmente no jazz, único tipo de música popular que permitia uma execução instrumental evoluída, foram aos poucos colocando a técnica em função da música brasileira. Em termos musicais, a bossa nova evoluiu no sentido do desenvolvimento da criação melódica, as canções tornaram-se mais difíceis de serem entoadas, pois as complicadas incursões melódicas exigiam um encadeamento harmônico mais evoluído. Além disso a bossa nova trouxe a orquestração econômica, nascidas em apartamentos. No Samba de uma nota só, de Jobim e Newton Mendonça, o texto literário sugere os acontecimentos melódicos e a melodia comenta o texto. Humor, malícia ironia também estiveram presentes em Lôbo bobo de Bôscoli. O tom de protesto e o inconformismo era constante como em Terra de ninguém e Pedro Pedreiro. Sendo um movimento musical tecnicamente evoluído, a bossa nova não tardou a ultrapassar nossas fronteiras, assimilada rapidamente nos Estados Unidos. Com a vinda ao Brasil de Herbie Mann, Charles Byrd, Stan Getz e Zoot Sims, ela foi logo exportada. Aceita e praticada pelos melhores músicos americanos, entre eles, Frank Sinatra. Com a industrialização pelo show business e pela televisão, a bossa nova, sem perder o estilo intimista e rebuscado, abriu-se também para o grande espetáculo. Surgiram conjuntos vocais e instrumentistas de alto nível, entre eles, Zimbo Trio, Tamba Trio, Quarteto em Cy, MPB-4, Conjunto Roberto Menescal, e novos compositores, cantores e instrumentistas, como Edu Lobo, Elis Regina e Baden Powell. O espetacular sucesso que consagrou definitivamente Elis Reginna, Baden, Edu e outros, foi o festival organizado pela TV Excelsior, de São Paulo, em 1965, em que Arrastão foi a música vencedora. Vários cantores já faziam sucesso no "tempo da bossa". Dos festivais seguintes saíram Chico Buarque, Nara Leão, Geraldo Vandré, Caetano Veloso, Os Mutantes, Gal Costa, Rogério Duprat e muitos outros. Algumas das músicas mais famosas da bossa nova são: Chega de Saudade (João Gilberto), Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e Águas de Março (Tom Jobim). Entre os ilustres cantores e compositores da bossa nova estão Tom Jobim, Vinicius de Moraes, João Gilberto, Elis Regina, Chico Buarque, Carlos Lyra, Nara Leão, Gal Costa, Caetano Veloso, entre outros.
Boa leitura e Namastê

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

1994 - Live in New York - Miles Davis and John Coltrane (1958-1959)

Artista: Miles Davis and John Coltrane
Álbum: Live in New York
Lançamentos:1958-1959 , 1994
Selo: Jazzdoor
Gênero: Jazz, Hard Bop, Modal Music

 06. So What
(Miles Davis)

Miles Davis - trumpet, John Coltrane - tenor sax, Wynton Kelly - piano, Paul Chambers - bass, Jimmy Cobb - drums. Recorded in New York City, 1959
Boa audição - Namastê

sábado, 2 de março de 2013

1959 - Home Cookin - Jimmy Smith

  Artista: Jimmy Smith
Album: Home Cookin
Lançamento: 1959
Selo: Blue Note
Genero: Jazz,Hard Bop, Soul Jazz
Codec: MP3
 
01 - See See Rider
Boa audição - Namaste

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

1959 - Chet - Chet Baker

Arista: Chet Baker
Álbum: Chet
Lançamento: 1959
Gravadora: Riverside
  );(
Chet Baker - Trompete
    Herbie Mann - Flauta (tracks 1, 4, 9 & 10)
    Pepper Adams - Sax. Baritone (tracks 1-5, 6 & 8-10)
    Bill Evans - Piano (tracks 1-5 & 7-10)
    Kenny Burrell - Guitarar (tracks 1-7, 9 & 10)
    Paul Chambers - Baixo Acústico
    Connie Kay - Bateria

03. It Never Entered My Mind 
     
Boa audição - Namaste

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

1959 - Sings Sweet Songs For Swingers - Ella Fitzgerald

Artista: Ella Fitzgerald
Album: Sings Sweet Songs For Swingers
Lançamento: 1959
Genero: Vocal Jazz
Sweet and Lovely

Boa audição - Namante

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Kind of Blue: 50th Anniversary Collectors Edition





   







Kind of Blue
Lançamento: 17 de Agosto de 1959
Gravação: 02 de Março e 22 de Abril de 1959 - 30th Street Studio, Nova York, NY
Gênero: Jazz
Duração: 45:44
Gravadora(s): Columbia CL-1355 ; Sony
Produção: Teo Macero & Irving Townsend
):(

Musicos:
    Miles Davis - Trompete
    Julian "Cannonball" Adderley - Saxofone Alto (exceto "Blue in Green")
    John Coltrane - Saxofone Tenor
    Bill Evans - Piano (exceto "Freddie Freeloader")
    Wynton Kelly - Piano ( em "Freddie Freeloader")
    Paul Chambers - Contrabaixo
    Jimmy Cobb - Bateria
________________
Aprecie sem moderação!







domingo, 27 de setembro de 2009

1959 - Time Out - The Dave Brubeck Quartet

"No seu estilo pedante, a crítica de jazz cita 1959 como um annus mirabilis, um ano premiado. Nele foram gravados os álbuns Kind of Blue e Sketches of Spain, de Miles Da­­vis; Mingus Ah Um de Charles Mingus; e Time Out de Dave Brubeck. Todos numa antiga igreja armênia da Rua 30, em Nova York, convertida em estúdio pela Columbia. Uma faixa do álbum de Bru­beck, Take Five, logo fascinou a todos por sua ginga hipnótica e pelo uso arrojado do tempo 5/4. Lançada em single, se tornaria, em 1961 o primeiro disco de jazz a atingir a marca de um milhão de cópias vendidas. Embora Brubeck fosse o cérebro do quarteto e sua autêntica máquina-de-compor, o sucesso veio de onde menos se esperava: de Paul Desmond, o saxofonista improvisador, basicamente um intérprete de material alheio. O autor da façanha era branco e franzino, com óculos de intelectual, e parecia tudo menos um músico de jazz. Pior ainda, teve a infelicidade de tocar sax alto quando o rei do instrumento era Charlie Parker, que todo mundo tentava igualar e não conseguia. O nome também não era nada jazzístico: Paul Emil Breitenfeld, filho de judeu e irlandesa. Mas herdou o DNA musical do pai, organista que tocava em teatro de variedades e cinemas, na época dos filmes mudos. Paul escolheu o sobrenome artístico de Desmond folheando ao acaso uma lista telefônica. Conheceu o pianista Dave Brubeck numa banda militar em 1944 na Europa. Depois da guerra, formaram um pequeno grupo. Com seu humor típico, Desmond lembra: “Eu ainda guinchava a palheta do sax a maior parte do tempo nos agudos e Dave parecia tocar Bartók com a mão direita e Milhaud com a esquerda. Juntos podíamos esvaziar qualquer clube noturno em poucos minutos sem que ninguém tivesse gritado ‘incêndio!’”. Paul Desmond fi­­cou 17 anos no quarteto de Dave Brubeck e escreveu um livro sobre a experiência, How Many of You Are There in the Quartet?, referindo-se à pergunta que invariavelmente as aeromoças faziam: “E quantos são vocês no quarteto?” Certa vez, um crítico de jazz chato (99% o são) perguntou a Paul onde se encaixava entre a abordagem vertical, ou harmônica e a abordagem horizontal ou melódica. Ele respondeu: “Pode me colocar na abordagem diagonal”. Seu humor sutil traía a vocação de escritor, era o que desejava ser. Tempos depois, frequentando o Elaine’s — QG da Intell­igentsia nova-iorquina — descobriu que todos os grandes escritores sonhavam ser músicos de jazz, entre eles Woody Allen, que tocava uma razoável clarineta Dixieland. Com a ironia costumeira, Desmond dizia que a inspiração de Take Five veio de um caça-níquel num cassino de Reno: “O ritmo da máquina me sugeriu o tema e, além do mais, eu precisava dar um jeito de recuperar o dinheiro perdido naquele caça-níquel”. Às vezes, Paul oferecia outra explicação para Take Five. Fumante compulsivo, dizia que concebeu o tema para que durante o longo solo de bateria de Joe Morello, tivesse tempo de dar umas tragadas. Steve Race nas notas de capa do LP original, disseca Take Five: “Cônscio de quão facilmente o ouvinte pode perder o pé num ritmo quíntuplo, Dave toca uma vamp (figura rítmica e harmônica constante) ao longo dos 5m26s, mantendo-a até mesmo durante o solo de bateria de Joe Morello. É interessante notar como Morello se livra gradualmente da rigidez da pulsação 5/4, criando contrafiguras intricadas e frequentemente inesperadas sobre a figura repetitiva do piano. E, contrário a qualquer expectativa normal — talvez até mesmo do pró­­­­­­­­­prio compositor — Take Five realmente suinga”.

Três leis:

1º - O álbum Time Out quase não foi lançado. Chegou às lojas contra a vontade de todos os executivos da Columbia, menos um: o man­­­­da-chuva Goddard Lie­berson, presidente da companhia. Dave Brubeck relembra: “Quebrei três leis da Columbia. Todas as sete faixas eram composições originais, quando a gravadora gostava de entremear com standards. Queria também músicas que fizessem as pessoas dançar e eu lhes dei todos aqueles compassos esquisitos. Botaram um pintura na capa do LP, coisa que nunca se fazia com um disco de jazz. Obviamente, a companhia não queria lançar o álbum”. Sur­­­­­preendentemente os fãs es­­­tavam mais preparados para os compassos extravagantes de Brubeck do que os executivos da indústria fonográfica e não só compraram o álbum, como dançaram ao som dele. Como intérprete Paul Desmond foi um saxofonista cool por excelência. Avesso aos ruídos fisiológicos subjacentes ao instrumento (arquejos, guinchos e sussurros de palhetas, percussão de teclas), sempre tocou longe do microfone, emitindo um som limpo e cristalino e direto da campanha do seu alto. Definia seu som inconfundível com um gracejo: “Eu sempre quis soar como um martini seco”.

2º - Take Five foi tocada muitas vezes pelo quarteto e dezenas de artistas a gravaram, da cantora sueca Monica Zetterlund em 1962 à versão póstuma de King Tubby em 2002. Em 1961, Car­men McRae gravou uma versão com letra composta por Dave e sua mulher, Iola.

3º - Des­­mond morreu aos 52 anos, em 1977, de câncer do pulmão, sem descendentes. Os royalties de suas composições e interpretações foram destinados, se­­­gundo sua vontade para a Cruz Vermelha norte-americana que recebe cerca de cem mil dólares por ano. Take Five representa grande parte desta receita, e continua fazendo a rapaziada dançar ao compasso de 5/4." Fonte: Roberto Muggiati para o aderno - Especial para a Gazeta do Povo, 16/09/2009.


*Todas as faixas foram compostas por Dave Brubeck, com exceção de Take Five de Paul Desmond. O álbum foi gravado ao longo de três sessões sendo a primeira em 25 de junho, a segunda em 01 º de julho e a terceira em 18 de agosto de 1959. Produção de Teo Macero e Fred Plaut como engenheiro de som. Blue Rondo à la Turk é uma versão de Rondo alla Turca da sonata Piano Nº 11 de Mozart.

03 - Take Five



Faixas:
01 - Blue Rondo à la Turk
02 - Strange Meadow Lark
03 - Take Five
04 - Three to Get Ready 4
05 - Kathy's Waltz
06 - Everybody's Jumpin'
07 - Pick Up Sticks

Músicos:
Dave Brubeck - Piano
Paul Desmond - Sax Alto
Eugene Wright - Baixo Acustico
Joe Morello - Bateria

Download Here - Click Aqui
Boa audição - Namastê.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

1959 - Thelonious Alone in San Francisco - Thelonious Monk

Durante muito tempo, o estilo diferente e estranho do pianista Thelonious Monk foi visto como falta de técnica por muitos. Pausas, compassos irregulares, dissonâncias, toque percussivo e anguloso fizeram de Monk um músico único no jazz. Além disso foi um dos maiores compositores do gênero destacando obras-primas como “‘Round Midnight”, “Blue Monk”, “Straight No Chaser”, “Ruby, My Dear” e “Epistrophy”. Ate o nome Thelonious Sphere Monk soava esquisito. Para os fãs e até alguns músicos do bebop embrionário dos anos 1940, Monk era um louco sem técnica para manusear o seu instrumento. Mas o tempo passa e no final dos anos 1950, quando os acordes dissonantes e as pausas desencaixadas pareciam rebater com elegância o excesso de virtuosismo, Monk virou gênio e suas composições começaram a valer ouro. "Thelonious Alone in San Francisco" é o segundo album solo de Monk, gravado no Fugazi Hall em São Francisco - California, nos dias 21 e 22 de Outubro de 1959 pelo selo Riverside Records. Neste album, Monk fez o que detestava fazer (odiava) - tocar sozinho). A maturidade orientadora do músico é surpreendente. Seus reflexos ágeis da ao albúm uma superioridade envolvente, desfrutando de uma lógica surpriendente. Magistral performa de um músico cheio de estranhece no mundo das ligações jazziztica.

Músico:
Thelonious Monk - Piano

Faxas:
01- Blue Monk
02 - Ruby, My Dear
03 - Round Lights
04 - Everything Happens to Me
05 - You Took the Words Right Out of My Heart
06 - Bluehawk
07 - Pannonica
08 - Remember
09 - There's Danger In Your Eyes, Cherie
10 - Reflections

Download Here - Click Aqui
Boa Audição - Namastê.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

1959 - Bags & Trane - John Coltrane & Milt Jackson

Milton (Milt) Jackson (Detroit, Michigan, 01 de Janeiro de 1923 – Manhattan, 09 de outubro de 1999) foi um vibrafonista de jazz norte-americano e um dos primeiros no gênero bebop. Apelidado de “Bags” (Sacos), foi o principal vibrafonista do jazz pós-swing, e talvez o maior de todo o jazz. Nascido em Detroit, começou tocando violão e piano, antes de se decidir pelo vibrafone na adolescência. Se tornou um vibrafone respeitado, superando até nomes importância na figura de dois históricos instrumentista: Lionel Hampton e Red Norvir, que ficou mantido durante cinqüenta anos no topo da popularidade, até mesmo além de estrelas como Juliana Morais e Gary Burton (1943). Seu estilo era tremendamente variadas, englobando BdP, blues e baladas mais tradicionais. Milt Jackson começou a tocar guitarra e piano na idade sete às onze. Poucos anos depois foi mudado para o vibrafone. Sua estréia profissional foi cantando em um grupo gospel. Dizzy Gillespie o descobriu em Detroit e ofereceu-lhe um emprego no sexteto que havia formado e mais tarde uma orquestra em 1946. Jackson gravado com o trompetista e rapidamente se tornou popular e solicitado por outros músicos. Após tocar com Gillespie sexteto durante anos 1950-1952, formando depois o que seria na historia do jazz o quarteto integrado por: John Lewis, Percy Heath e Kenny Clarke (1952), chamado de Modern Jazz Quartet. No centro do álbum enconta-se uma evidente propósita dos dois músicos em sicronizar os instrumentos um ao outro. Coltrane ataca mais agressivamente, com seu árduo gumes revelador num som perfeito para um sincopado de nota sem que Mr. Jackson's adocica co veemencia o toque vibrado. Em "The night we called a day", pode-se ouvir como eles escutaram com atenção em si, uma mistura de solo para o outro sem cobrar o sintonizar da batida. Bags & Trane é o único álbum gravado em conjuto com Coltrane. O título vem do que os apelidos dos dois músicos: Bags - Milt Jackson e Trane - John Coltrane. Gravado em Janeiro de 1959, SÓ liberado pela Atlantic Records em Dezembro de 1961. Relançado em 25 de Outubro de 1990 pelo selo Rhino Atlantic. Um dos aspectos mais notáveis de Coltrane é o comprimento de seus solos, com vista a eliminar qualquer limite temporal para as notas e sua propagação ao critério das necessidades do intérprete, (daí as muitas questões de excesso de Coltrane por exemplo, nossos solos de trinta minutos). Milt Jackson tambem gracou com Oscar Peterson Trio e Ray Brown - Very Tall Tall Band de 1998.
A produção ficou a cargo de Nesuhi Ertegün & Bob Porter, com fotografias de Lee Friedlander.

Faixas:
01 - Stairway To The Stars
02 - The Late Late Blues
03 - Bags And Trane
04 - Three Little Words
05 - The Night We Called a Day
06 - Be-Bop
07 - Blues Legacy
08 - Centerpiece

Musicos:
John Coltrane - sax. Tenor
Milt Jackson - Vibrafone
Hank Jones - Piano
Paul Chambers - Baixo Acustico
Conny Kay - Bateria

Download Here - Click Aqui
Boa audição - Namastê.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

1959 - Meet Oliver Nelson - Oliver Nelson

Lendo o comentário do nosso amigo Borboletas de Jade sobre a parceria do saxofonista Oliver Nelson com trompetista Kenny Dorham, lembrei-me do álbum Meet Oliver Nelson, o primeiro da carreira do saxofonista, em 1959. Apesar da pouca idade (27 anos), Nelson liderou com muita autoridade o experiente quinteto formado por grandes feras, como o veterano trompetista Kenny Dorham, o pianista Ray Bryant, baixista Wendell Marshall e o baterista Art Taylor. Faixas como "Ostinato" e "Jams and Jellies" já mostravam a originalidade de Nelson em fazer refinadas composições, que ganharam um brilho mais intenso com o doce trompete de Dorham. Imperdível.
Host: Sharebee
Size: 32.97MB

CLICK TO DOWNLOAD

Tracks:
01 - Jams and Jellies
02 - Passion Flower
03 - Don't Stand Up
04 - Ostinato
05 - What's New?
06 -. Booze Blues Baby

Muicos:
Ray Bryant - Piano
Kenny Dorham - Trmete
Wendell Marshall - Baixo
Oliver Nelson - Sax. Tenor
Art Taylor - Bateria

About Oliver Nelson

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

1959 - Cannonball & Coltrane

John Coltrane foi sem sombra de dúvida um dos músicos mais conceituado e figurado saxofonista do jazz pela historia jazofilica. Gravou mais 100 albuns, entre discos solos e como sideman, realizou com Miles Davis, Duke Elington, Thelonious Monk, Sonny Rollins e muitos outros músicos conceituado, magnificas obras primas e em cada um delas expressou os períodos da sua carreira marcada por uma rica e ousada diversidade. Em Cannonball & Coltrane, ouvimos Cannonball Adderley e John Coltrane em uma sessão com o Miles Davis Sextet - sem Miles, claro, abrilhantando uma performa-se que ficaria nos anais do jazz para sempre. Com Miles longe, Julian Adderley comanda uma bela e descontraída tarde e noite a dentro de perfeito hard bop. Não que tenha deixado Trane em segundo plano; pelo contrário, deu espaços e valorizou, inclusive, suas composições. O trio Wynton Kelly, Jimmy Cobb e Paul Chambers, dão um show usual a parte com Chambers sobresaido em galgas incansaveis no braço de seu baixo durante toda a gravação. Paul foi um dos primeiros baixistas a ser reconhecido como um ótimo improvisador, por conta de seus solos extremamente criativos. Grande parte dessa característica veio do fato de Chambers ter sido eclético o suficiente para ter tocado tanto com Thad Jones e Barry Harris como por ter desenvolvido um trabalho na área da música erudita com o grupo Detroit Strings Band. Nos saxofones em estéreo (Adderley está na esquerda, Trane na direita) percebe-se saxs sincopados em Limehouse Blues, belíssimos solos de Coltrane em Stars Fell On Alabama, floreados e uma altíssima velocidade em Grand Central, majestando um album polido, bem executado, perfazendo um entender porque o bop estava sumindo do cenário nesse periodo. Gravado em Chicago no dia 03 de fevereiro de 1959 e nada é em definitivo, esse álbum é, uma verbete de enciclopédia. Então aproveitem a remasterização cristalina - mixagem sutil e inteligente para todos os instrumentos soarem como captados na semana passada.
produzido por Jack Tracy para o seio da Philips International Series - Mercury

Faixas:
01 - Limehouse Blues (Braham, Furber)
02 - Stars Fell on Alabama (Parish, Perkins)
03 - Wabash (Adderley)
04 - Grand Central (Coltrane)
05 - You’re a Weaver of Dreams (Young, Elliott)
06 - The Sleeper (Coltrane)

Musicos:
Cannonball Adderley - Sax Alto (exceto faixa 05)
John Coltrane - Sax Tenor (exceto faixa 02)
Wynton Kelly - Piano
Jimmy Cobb - Bateria e Percursão
Paul Chambers - Baixo

Download - Here

Boa audição - Namastê