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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Boxset: The Diva Series (9xCD's) + Bonus


Lançamento: 2003
Selo: Verve Records/Compilation 
Gênero: Vocal Jazz, Swing


Blossom Dearie (1924–2009) foi uma influente cantora e pianista de jazz americana, reconhecida mundialmente por sua voz única, leve e com um tom distintamente infantil ("girlish voice"). Ao longo de seis décadas, ela se tornou uma figura cult no cenário do jazz e do cabaré. Sua interpretação combinava uma suavidade delicada com arranjos de piano sofisticados, transitando entre o vocal jazz, cool jazz e o bebop. Em 1952, mudou-se para Paris e fundou o grupo vocal The Blue Stars, que alcançou sucesso internacional com uma versão em francês de "Lullaby of Birdland". Em 1974, fundou sua própria gravadora, a Daffodil Records, tornando-se uma das primeiras mulheres nos EUA a possuir um selo independente de sucesso. Trabalhou com grandes nomes como Miles Davis, Johnny Mercer e Bob Dorough (participando inclusive da série educacional Schoolhouse Rock!). Blossom Dearie faleceu em 2009, aos 84 anos, em Nova York. Sua influência é citada por artistas contemporâneos como Stacey Kent e seu trabalho continua a ser redescoberto através de trilhas sonoras e relançamentos digitais. 

Baixo – Jeff Clyne (faixas: 1, 16), Ray Brown (faixas: 2 a 5, 7 a 11, 13 a 15)
Bateria – Ed Thigpen (faixas: 2, 4, 7 a 9, 11, 14), Jo Jones (faixas: 3, 5, 10, 13, 15), Johnny Butts (faixas: 1, 16)
Guitarra – Herb Ellis (faixas: 3, 5, 10, 13, 15), Kenny Burrell (faixas: 7, 9, 11), Mundell Lowe (faixas: 2, 8, 14)
Orquestra – Russ Garcia e sua Orquestra (faixas: 6, 12)


Boa audição - Namastê

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951



 Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

Boa audição - Namastê


sábado, 2 de setembro de 2023

Ben Webster - Three Classic Albums

Artista: Ben Webster
Lançamento: 2011
Selo: Avid Entertainment – Avid Jazz
Gênero: Hard Bop


 Apesar da música de Ben Webster ser considerada fora de moda nessa década, o saxofone de Webster em baladas, tocadas com calor e sentimento, se tornou bastante popular e Norman Granz gravou com ele em muitas sessões. Nessa mesma década, Webster gravou com Billie, Peggy Lee, Ella e Carmen McRae. Gravou também com Art Tatum, em 1956, apoiado pelo baixista Red Callender e o baterista Bill Douglass. Tocou de forma constante até 1964 quando se mudou permanentemente para Copenhagen, Dinamarca, para se juntar a outros músicos de jazz norte-americanos. Como músico expatriado tocava em shows, festivais e excursionou pela Europa desfrutando de grande popularidade. Tocou e gravou à vontade, seja com músicos locais, seja com músicos americanos. Faleceu em Amsterdam, Holanda, em 1973. Após a sua morte, foi criado o ‘Ben Webster Foundation’ para apoiar a divulgação do jazz na Dinamarca. E o prêmio anual ‘Ben Webster Prize’ é atribuído a jovens músicos excepcionais. A coleção particular de Webster de gravações de jazz esta arquivada no departamento de música da biblioteca da Universidade do Sul da Dinamarca em Odense. ‘Three Classic Albums’ contém três grandes álbuns em dois CDs: ‘Soulville’, de 1957, e ‘Ben Webster Meets Oscar Peterson’ de 1959, ambos gravados com o trio do pianista canadense Oscar Peterson, com Herb Ellis na guitarra, Ray Brown no baixo, Stan Levey na bateria (no álbum ‘Soulville’) e Ed Thigpen na bateria do álbum ‘Ben Webster Meets Oscar Peterson’; e ‘Ben Webster & Associates’, também gravado em 1959, logo após a morte de Lester Young. Ben Webster é acompanhado por Coleman Hawkins e Johnson Budd, dois dos grandes nomes do sax tenor. O trompetista Roy Eldridge também está presente e a seção rítmica é composta pelo pianista Jimmy Jones, o guitarrista Les Spann, o baixista Ray Brown e o baterista Jo Jones.

Ben Webster 'Soulville'- 1957: faixas 01-07

Ben Webster & Oscar Peterson — 1959: faixas 08-11 e 01-03

Ben Webster & Associates — 1959: - faixas 05-08


sábado, 17 de junho de 2023

Gillespiana And Carnegie Hall Concert (1960)

Lançamento: 1993
Selo: Verve Records
Gênero: Bop, Afro-Cuban Jazz, Big Band

O efeito de John Birks "Dizzy" Gillespie no jazz não pode ser exagerado: seu trompete influenciou vários dos músicos que vieram depois dele, suas composições se tornaram parte do cânone do jazz e suas bandas incluíram alguns dos nomes mais importantes do ramo. Também foi, junto com Charlie Parker, um dos principais líderes do movimento bebop. O pai de Gillespie era um líder de uma banda amadora que, embora morto quando Gillespie tinha dez anos, deu a seu filho algumas de suas primeiras bases na música. Dizzy começou a tocar trompete aos 14 anos, depois de experimentar brevemente o trombone e seu primeiro treinamento musical formal veio no Laurinburg Institute, na Carolina do Norte. Os primeiros trabalhos profissionais de Dizzy foram com a banda Frankie Fairfax, onde ele supostamente ganhou o apelido de Dizzy por causa de suas travessuras bizarras. Sua primeira influência foi Roy Eldridge a quem ele mais tarde substituiu na banda de Teddy Hill. De 1939 a 1941, Dizzy foi um dos principais solistas da banda de Cab Calloway, até ser demitido por uma notória pegadinha de coreto. Com Calloway conheceu o trompetista cubano Mario Bauza, de quem adquiriu grande interesse pelos ritmos afro-cubanos. Nessa época, ele também fez amizade com Charlie Parker, com quem começaria a desenvolver algumas das ideias por trás do bebop enquanto estava tocando no Minton's Playhouse no Harlem. De 1941 a 1943, Dizzy trabalhou como freelancer para várias big bands, incluindo a de Earl "Fatha" Hines. A banda de Hines continha vários músicos com os quais Dizzy interagiria no desenvolvimento do bebop, como o cantor Billy Eckstine, que formou sua própria banda com Dizzy no trompete em 1944. O ano de 1945 foi crucial tanto para o bebop quanto para Dizzy. Ele gravou com Parker muitos de seus pequenos sucessos, como "Salt Peanuts", e formou sua própria big band de bebop. Apesar dos problemas econômicos, conseguiu manter a banda unida por quatro anos. Seu toque de trompete estava no auge com ataques rápidos de notas e um incrível alcance harmônico. Vários futuros grandes músicos se apresentaram com a big band de Dizzy, incluindo os saxofonistas Gene Ammons, Yusef Lateef, Paul Gonsalves, Jimmy Heath, James Moody e John Coltrane. A seção rítmica de John Lewis, Milt Jackson, Kenny Clarke e Ray Brown que viria se tornar o Modern Jazz Quartet original. Levou várias bandas em turnês do Departamento de Estado ao redor do mundo a partir de 1956, a primeira vez que o governo dos Estados Unidos forneceu ajuda econômica e reconhecimento ao jazz. Essas excursões não apenas mantiveram Dizzy trabalhando, mas também estimularam seus interesses musicais quando ele começou a incorporar diferentes elementos étnicos em sua música, como os ritmos afro-cubanos, caribenha que ele inseriu em seus arranjos para big band. Nunca perdendo sua sede de colaboração, Dizzy trabalhou com uma variedade de estrelas do jazz, além de liderar seus próprios grupos na década de 1980.

Baixo - Art Davis
 Trombone Baixo – Paul Faulise (faixas: 1 to 5)
Bongos – Jack Del Rio (faixas: 1 to 5)
Congas – Candido Camero (faixas: 1 to 5)
Bateria - Chuck Lampkin
Flauta, Saxofone Alto – Leo Wright
Trompa Francesa – Al Richman (faixas: 1 to 3), Gunther Schuller, James Buffington (faixas: 1 to 3, 6 to 10), John Barrows (faixas: 6 to 10), Julius Watkins (faixas: 1 to 5), Morris Scott (faixas: 4, 5), Richard Berg (faixas: 6 to 10), William Lister (faixas: 4, 5
Percussão – Jose Mangual (faixas: 6 to 10), Julio Collazo (faixas: 6 to 10), Ray Barretto (faixas: 6 to 10)
Piano e Arranjado – Lalo Schifrin
Produtor (gravações originais) – Norman Granz
Tímpanos – Willie Rodriguez (faixas: 1 to 5)
Trombone – Arnet Sparrow (faixas: 6 to 10), Britt Woodman, Frank Rehak (faixas: 1 to 5), George Matthews (2) (faixas: 6 to 10), Paul Faulise (faixas: 6 to 10), Urbie Green (faixas: 1 to 5)
Trompete – Carl Warwick (faixas: 6 to 10), Clark Terry, Dizzy Gillespie, Ernie Royal (faixas: 1 to 5), Joe Wilder (faixas: 1 to 5), John Frosk, Nick Travis (faixas: 6 to 10)
Tuba – Don Butterfield
Vocais – Dizzy Gillespie (faixas: 6 to 10), Joe Carroll (faixas: 6 to 10)
____________

Faixas 1-3: Gravado em 14 e 15 de novembro de 1960 em Nova York.
Faixas 4 e 5: Gravadas em 16 de novembro de 1960 em Nova York.
Edição original do LP: Gillespiana Verve MGV 8394
Faixas 6-10: Gravado em 4 de março de 1961 no Carnegie Hall, Nova York.
Edição original do LP: Concerto no Carnegie Hall - Gravado ao vivo Verve V6-8423

Boa audição - Namastê

quinta-feira, 15 de junho de 2023

Dizzy Gllespie - The Complete RCA Victor Recordings 1937-1949 (2CD)


Lançado: 1995
Selo: Bluebird, BMG Music
Gênero: Bop, Jazz afro-cubano, Big Band
Dizzy Gillespie (1917-1993) é um dos mentores do bebop, um dos criadores da linguagem do trompete jazzístico moderno, e um verdadeiro embaixador da música. Os únicos trompetistas que se equiparam a Dizzy, em termos de importância musical e histórica, são Louis Armstrong e Miles Davis. Nascido em Cheraw, Carolina do Sul, John Birks Gillespie experimentou o trombone antes de se decidir aos 12 anos pelo trompete, instrumento com o qual se iniciou profissionalmente aos 14 anos. Tocou em diversas orquestras, na segunda metade dos anos 30 e na no início dos anos 40 e teve como grande modelo o trompetista Roy Eldrige, a quem inclusive substituiu na ‘Teddy Hill Band’, em 1937. O jeito irreverente e as brincadeiras que fazia com colegas e mesmo com os próprios regentes lhe valeram não poucas reprimendas e até demissões. Entre 1942 e 1945, Dizzy tocou nas orquestras de Earl Hines e de Billy Eckstine, que constituíram verdadeiros celeiros de talentos do nascente estilo bebop. Em 1941 Dizzy encontrou Charlie Parker pela primeira vez, quando este tocava na orquestra de Jay McShann. A partir daí, os dois tocaram juntos diversas vezes, com diferentes grupos e dando contornos definitivos ao bebop. Somente em 1945, porém, Dizzy e Bird finalmente gravariam juntos. Em 1945 Dizzy optou pelo formato big band. Sua orquestra do período 1946-1950 contou com músicos de peso, como Milt Jackson, John Lewis, Ray Brown e Kenny Clarke que, juntos, constituiriam a primeira formação do ‘Modern Jazz Quartet’, além de Jay Jay Johnson, Yusef Lateef e até John Coltrane. Essa orquestra teve que ser desfeita em 1950 devido a dificuldades econômicas. Mas Dizzy continuou muito ativo, e participou de turnês do ‘Jazz at the Philarmonic’. Em 1956 formou novamente uma orquestra, que fez turnês patrocinadas pelo Departamento de Estado norte-americano. Nos anos 60, 70 e 80, alternou as big bands com as pequenas formações e fez numerosíssimas turnês por todo o mundo. Durante toda a carreira, Dizzy esteve sempre aberto a influências étnicas, como a música cubana, brasileira, africana e do Oriente Médio. Dizzy Gillespie é um dos maiores virtuoses do trompete, talvez o maior, e tratou de explorar essa qualidade em suas apresentações. Seu fraseado é cheio de elementos surpreendentes e saltos vertiginosos, explorando as notas superagudas do instrumento. Sua capacidade criativa como improvisador parece inesgotável. O arrojo, a agressividade e o humor da música de Dizzy podem ser vistas como uma extensão de sua personalidade de showman nato. Dizzy também cantou e nunca deixou totalmente de lado o seu lado brincalhão, para deleite das plateias de todo o mundo. (por V.A. Bezerra)


Sax. Alto – Benny Carter (faixas: 1-6), Charlie Parker (faixas: 2-18 a 2-21), Ernie Henry (faixas: 2-2 a 2-17), Howard Johnson (faixas: 1 -1, 1-3 a 1-5, 1-13 a 2-1), John Brown (faixas: 1-1, 1-13 a 2-17), Russell Procope (faixas: 1-3 a 1-5)
Sax. Barítono – Al Gibson (faixas: 2-6 a 2-17), Cecil Payne (faixas: 1-1, 1-13 a 2-5), Ernie Caceres (faixas: 2-18, 2-19, 2- 21)
Baixo – Al McKibbon (faixas: 1-1, 1-17 a 2-17), Eddie Safranski (faixas: 2-18 a 2-21), Milt Hinton (faixas: 1-6), Ray Brown (faixas: 1 -2, 1-7 a 1-16), Richard Fullbright (faixas: 1-3 a 1-5)
Bongos – Sabu Martinez (faixas: 2-2 a 2-5)
Clarinete – Buddy DeFranco (faixas: 2-18 a 2-21)
Congas – Joe Harri (faixas: 2-2 a 2-5), Vince Guerra (faixas: 2-6 a 2-17)
Congas, Bongos – Chano Pozo (faixas: 1-1, 1-17 a 2-1)
Bateria – Bill Beason (faixas: 1-3 a 1-5), Cozy Cole (faixas: 1-6), JC Heard ( faixas: 1-2, 1-7 a 1-12), Joe Harris (faixas: 1-13 a 1-16), Kenny Clarke (faixas: 1-1, 1-17 a 2-1), Shelly Manne (faixas: 2-18 a 2-21), Teddy Stewart ( faixas: 2 -2 a 2-17)
Guitarra – Bill DeArango (faixas: 1-2, 1-7 a 1-12), Billy Bauer (faixas: 2-18 a 2-21), Charlie Christian (faixas: 1-6), John Collins (faixas: 1-13 a 1-16 ), John Smith (faixas: 1-3 a 1-5)
Piano – Al Haig (faixas: 1-2, 1-7 a 1-12), Clyde Hart (faixas: 1-6), James Forman (faixas: 2-2 a 2-17), John Lewis (faixas: 1-1, 1-13 a 2-1), Lennie Tristano (faixas: 2-18 a 2-21), Sam Allen (faixas: 1-3 a 1-5)
Sax. Tenor – Ben Webster (faixas: 1-6), Big Nick Nicholas (faixas: 1-1, 1-17 a 2-1), Budd Johnson (faixas: 2-2 a 2-5), Charlie Ventura (faixas : 2-18 a 2-21 ), Coleman Hawkins (faixas: 1-6), Don Byas (faixas: 1-7 a 1-11), James Moody (faixas: 1-13 a 1-16), Joe Gayles (faixas: 1-1, 1-13 a 2-17),Chu Berry (faixas: 1-6), Robert Carroll (faixas: 1-3 a 1-5), Teddy Hill (faixas: 1-3 a 1-5), Yusef Lateef (faixas: 2-6 a 2- 17)
Trombone – Andy Duryea (faixas: 2-2 a 2-17), Charles Greenlea (faixas: 2-14 a 2-17), Dicky Wells (faixas: 1-3 a 1-5), JJ Johnson (faixas: 2-14 a 2-19, 2-21), Jesse Tarrant (faixas: 2-2 a 2-13), Kai Winding (faixas: 2-18 a 2-21), Sam Hurt (faixas: 2 -2 a 2-13), Taswell Baird (faixas: 1-13 a 1-16), Ted Kelly (faixas: 1-1, 1-17 a 2-1), William Shepherd (faixas: 1-1, 1-13 a 2-1)
Trompete – Benny Bailey (faixas: 1-1, 1-17 a 2-1), Benny Harris (faixas: 2-6 a 2-17), Bill Dillard (faixas: 1-3 a 1-5), Dave Burns (faixas: 1-1, 1-13 a 2-5), Dizzy Gillespie, Elmon Wright (faixas: 1-1, 1-13 a 2-17), Fats Navarro (faixas: 2-18, 2-19, 2-21), Lamar Wright (faixas: 1-1, 1-17 a 2-1), Matthew McKay (faixas: 1-13 a 1-16), Miles Davis (faixas: 2-18, 2-19, 2-21), Ray Orr (faixas: 1-13 a 1-16), Shad Collins (faixas: 1 -3 a 1-5), Willie Cook (faixas: 2-2 a 2-1)
Vibraphone – Lionel Hampton (faixas: 1-6), Milt Jackson (faixas: 1-2, 1-7 a 1-16)
Vocais – Bill Dillard (faixas: 1-4), Dizzy Gillespie (faixas: 1-14, 1-18, 1-21, 2-5, 2-11, 2-13, 2-14, Dizzy Gillespie e sua Orquestra (faixas: 2-14), Joe Carroll (faixas: 2-11, 2-14, 2-17), Johnny Hartman (faixas: 2-8 a 2-10, 2-16), Kenny Hagood (faixas: 1-14, 1-18, 1-21)
Vocais [Chanting] – Chano Pozo (faixas: 1-20)

Faixas tiradas:
1-1 & 1-18 de Shellac 10" A e B-side (1948) [RCA Victor ‎20 3023] creditadas a Dizzy Gillespie And His Orchestra
1-2 & 1-12 da compilação LP "Crazy And Cool" (1953) [RCA Victor ‎LPT 3046] creditado a Vários Artistas. A faixa, por sua vez é creditada a Dizzy Gillespie And His Orchestra
1-3 from Shellac 10" A-side (1937) [Bluebird B 6988] creditado a Teddy Hill And His NBC Orchestra
1-4 from Shellac 10" A-side (1937) [Bluebird B 7013] creditado a Teddy Hill And His NBC Orchestra
1-5 from Shellac 10" B-side of" I'm Happy Darling, Dancing With You" (1937) [Bluebird B 6989] creditado a Teddy Hill And His NBC Orchestra
1-6 from Shellac 10"Lado A (1939?) [Victor ‎26371] creditado a Lionel Hampton e Orquestra
1-7, 1-9 e 1-11 do LP (4 x Shellac 10") "New 52nd Street Jazz" (1946) [RCA Victor ‎HJ 9] creditado a Dizzy Gillespie e sua orquestra / Coleman Hawkins' 52nd Street All Estrelas
1-8 da compilação do LP "The Greatest Of Dizzy Gillespie" (1961) [RCA Victor ‎LPM 2398]
1-10 e 2-13 da compilação do LP "Dizzy Gillespie" (1966) [RCA Victor ‎LPV 530]
1- 13 & 1-14 de Shellac 10" B e lado A (1947) [RCA Victor ‎20 2480] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
1-15 & 1-16 de Shellac 10" A e B-side (1947) [RCA Victor ‎20 2603] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
1-17 and 1-22 from Shellac 10" B and A-side ( 1949 ) [RCA Victor ‎20 3186] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
1-19 e 1-20 do LP (4 x Shellac 10") "Bebop (Álbum Of Modern Jazz)" (1948) [RCA Victor ‎P 226] creditado a Vários Artistas
1-21 e 2-1 de Shellac 10" Lado A e B (1948) [RCA Victor ‎20 2878] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
2-2 & 2-4 from Shellac 10" B and A-side (1949) [RCA Victor ‎20 3370] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
2-3, 2-5, 2-7, 2-12, 2-14 and 2-15 da compilação LP "Dizzier And Dizzier" (1954) [RCA ‎LJM 1009] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
2-6 & 2-8 from Shellac 10" A and B-side (1949) [RCA Victor ‎20 3457] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
2-9 & 2-11 from Shellac 10"Lado A (1949) [RCA Victor ‎20 3481] creditado a Dizzy Gillespie e sua orquestra
2-10 da compilação de 2 LPs "Dizziest" (1987) [Bluebird 5785 1 RB]
2-16 e 2-17 da Shellac 10" B e A-side (1949) [RCA Victor ‎20 3538] creditado a Dizzy Gillespie And His Orchestra
2-18 & 2-20 from Shellac 10" A and B-side (1949) [RCA Victor ‎20 3361] creditado a Metronome All Stars
2-19 & 2-21 da compilação LP "Crazy And Cool" (1953) [RCA Victor ‎LPT 3046] creditado a Vários Artistas. As faixas, por sua vez, são creditadas ao Metronome All Stars

Gravações dos anos 1937 a 1949
1-1 e 1-21 a 2-1 30 de dezembro de 1947, Nova York
1-2 e 1-7 a 1-12 22 de fevereiro de 1946, Nova York Cidade
1–3 a 1–5 17 de maio de 1937, Nova York
1–6 13 de junho de 1939, Nova York
1–13 a 1–16 22 de agosto de 1947, Nova York
1-17 a 1-20 22 de dezembro de 1947, Nova York
2-2 a 2-5 29 de dezembro de 1948, Nova York
2-6 a 2-9 14 de abril de 1949, Chicago, IL. De acordo com www.jazzdisco.org, o local da gravação é Nova York
2-10 a 2-13 6 de maio de 1949, Chicago, IL. De acordo com www.jazzdisco.org, o local de gravação é New York City
2-14 a 2-17 6 de julho de 1949, New York City
2-18 a 2-21 3 de janeiro de 1949, New York City

 Boa audição - Namastê

quinta-feira, 4 de maio de 2023

Billie Holiday – Billie's Best (Compilation - Remastered)

Lançamento: 1992
Selo: Verve Records
Gênero: Vocal Jazz, Swing

Billie Holiday é considerada uma das melhores vocalistas de jazz de todos os tempos. Holiday teve uma carreira próspera como cantora de jazz por muitos anos antes de perder a batalha contra o abuso de substâncias. Também conhecida como Lady Day, sua autobiografia foi transformada no filme de 1972 Lady Sings the Blues . Em 2000, Holiday foi introduzido no Hall da Fama do Rock and Roll. Holiday nasceu Eleanora Fagan em 7 de abril de 1915, na Filadélfia, Pensilvânia. (Algumas fontes dizem que seu local de nascimento era Baltimore, Maryland, e sua certidão de nascimento diz "Elinore Harris".) Holiday passou grande parte de sua infância em Baltimore, Maryland. Sua mãe, Sadie, era apenas uma adolescente quando ela a teve. Acredita-se que seu pai seja Clarence Holiday, que acabou se tornando um músico de jazz de sucesso, tocando com nomes como Fletcher Henderson. Infelizmente para Holiday, seu pai era um visitante pouco frequente em sua vida enquanto crescia. Sadie se casou com Philip Gough em 1920 e, por alguns anos, Holiday teve uma vida doméstica um tanto estável. Mas esse casamento acabou alguns anos depois, deixando Holiday e Sadie lutando por conta própria novamente. Às vezes, Holiday era deixado aos cuidados de outras pessoas. Holiday começou a faltar à escola e ela e sua mãe foram ao tribunal por causa da evasão escolar de Holiday. Ela foi então enviada para a House of Good Shepherd, uma instalação para meninas afro-americanas problemáticas, em janeiro de 1925. Com apenas 9 anos na época, Holiday era uma das meninas mais novas de lá. Ela foi devolvida aos cuidados de sua mãe em agosto daquele ano. De acordo com a biografia de Donald Clarke, Billie Holiday: Wishing on the Moon , ela voltou para lá em 1926 depois de ter sido abusada sexualmente. Em sua infância difícil, Holiday encontrou consolo na música, cantando junto com os discos de Bessie Smith e Louis Armstrong . Ela seguiu sua mãe, que se mudou para a cidade de Nova York no final dos anos 1920, e trabalhou em uma casa de prostituição no Harlem por um tempo. Por volta de 1930, Holiday começou a cantar em clubes locais e renomeou-se "Billie" em homenagem à estrela de cinema Billie Dove. O critico musical Rick Anderson avalia com palavras certeiras Billie's Best: "Não há fim à vista para o debate sobre a carreira de Billie Holiday como vocalista: a essência de sua arte pode ser encontrada em suas primeiras gravações para a Columbia ou nas gravações que ela fez para a Verve no final de seu curta e, por todos contas, vida miserável? Os primeiros trabalhos a encontram com uma voz mais clara e cantando com energia e convicção, enquanto nas gravações posteriores sua voz é devastada, ainda mais comovente e talvez com mais nuances. Em 1992, a Verve defendeu a última posição ao lançar uma monumental caixa de dez discos contendo tudo que Holiday gravou para a empresa entre 1945-1959 e, simultaneamente, lançou este sampler de 16 faixas como um paliativo para aqueles que não tinham 150 faixas. dólares espalhados. Nada aqui resolverá o argumento para sempre, Oscar Peterson e Jimmy Rowles para uma bela performance de "All the Way" com uma orquestra regida por Ray Ellis . Este provavelmente não deveria ser o único álbum de Billie de ninguém, mas é um documento valioso, e às vezes comovente, do fim de uma carreira triste, mas ilustre."  


Vocal - Billie Holiday

Baixo – Ray Brown, Red Mitchell, John Simmons, Red Callender, Joe Mondragon, Leonard Gaskin, Aaron Bell, Joe Benjamin

Bateria – Ed Shaughnessy, Alvin Stoller, Larry Bunker, Gus Johnson, Chico Hamilton, Cozy Cole, Lenny McBrowne, Osie Johnson

Guitarra Elétrica – Herb Ellis, Barney Kessel, Freddie Green, Billy Bauer

Piano – Oscar Peterson, Jimmy Rowles, Bobby Tucker, Billy Taylor, Wynton Kelly, Hank Jones

Trompete – Charlie Shavers, Harry "Sweets" Edison, Joe Newman

Sax. Tenor – Ben Webster, Paul Quinichette, Flip Phillips, Budd Johnson

Sax. Alto – Benny Carter, Willie Smith, Romeo Penque

Clarinete – Tony Scott, Romeo Penque

Harpa – Janet Putnam

Celesta – Hank Jones

Gravação dos anos 1952 - 1959.

Seleções recentemente remasterizadas da coleção Box set 'The Complete Billie Holiday on Verve 1945-1959' (conjunto de 10 CDs).


Boa audição - Namastê

quinta-feira, 30 de março de 2023

VA - SWING! The Music of Duke Ellington

Artista: VA
Álbum: SWING!
Lançamento: 1999
Selo: Telarc International Corporation
Gênero: Swing


Duke Ellington, como muitos outros, foi vitima de uma sociedade racista, de uma ‘democracia’ que jamais recompensava os negros, e que descaradamente punia aqueles que resistiam, desafiavam e ultrapassavam os pequenos espaços a que eram obrigados a habitar. Uma sociedade racista, que muitas vezes não admitiu elogios a Duke Ellington e os concedeu a outros compositores e músicos americanos, como George Gershwin ou Benny Goodman. Por mais de 50 anos, Ellington usou sua música para analisar as complexidades da vida dos negros americanos e para desafiar as contradições da democracia americana, contradições que, até recentemente, negou a ele até seu legítimo lugar entre os gênios da música. Entre os negros, mesmo antes do blues ser inventado, que se aperfeiçoou e evoluiu para o rock and roll, uma forma separada de música com herança étnica e geográfica semelhante estava seguindo sua própria trajetória. No final de 1800, com raízes no ragtime e no dixieland, o jazz surgiu antes mesmo de Son House e Robert Johnson terem começado a gravar. Desde o início da década de 1920 até sua morte em 1974, Duke Ellington foi um gigante do jazz. A contribuição da Telarc Jazz para o centenário de Ellington foi esta compilação envolvente, todo material do catálogo dos anos 90, com duas exceções notáveis. Como isca para o colecionador completo de Dave Brubeck , eles lançaram um par de faixas inéditas que sobraram da turnê do Brubeck Quartet no Reino Unido em novembro de 1998: uma longa exploração de "Take The 'A' Train" com um solo quente de o tenor Bobby Militello e algumas brincadeiras politonais de Brubeck e uma versão relaxada de piano solo de "Things Ain't What They Used to Be" de Mercer Ellington . Duas faixas ao vivo com Mel Torméem sua forma mais insinuante, o álbum ("I'm Gonna Go Fishin '," "It Don't Mean a Thing"), e bem no centro está uma virada elegante de Tormé na bateria em "Rockin' in Rhythm". O restante das faixas é entregue a nomes confiáveis ​​do mainstream como Oscar Peterson, Ray Brown Trio, Jim Hall , Ahmad Jamal, o trio de André Previn, Joe Pass e Brown e Bobby Short .
 
 Baixo – Ray Brown
Guitarra – Joe Pass
Piano – André Previn , Dave Brubeck , Oscar Peterson
Vocais – Mel Tormé

Boa audição - Namastê

terça-feira, 21 de fevereiro de 2023

1990 - Charlie Parker Jam Session - Charlie Parker

Álbum: Jam Session
Lançamento :1990
Selo: Verve Records
Gênero: Bop 


 No início da carreira Charlie Parker foi apelidado de ‘Yardbird’ e esse apelido mais tarde foi encurtado para ‘Bird’ e permaneceu como o seu apelido para o resto da sua vida. Parker foi retratado em dois filmes cult. Clint Eastwood dirigiu a cinebiografia ‘Bird’. Bertrand Tavernier, em ‘Round Midnight’, criou um fictício Dale Turner, visivelmente inspirado nele, e interpretado por outro famoso saxofonista, Dexter Gordon, que nunca tinha trabalhado como ator. Parker é considerado um dos melhores músicos de jazz. Sua reputação como um dos melhores saxofonistas é tal que alguns críticos dizem que ele é insuperável. Os improvisos possuíam uma intensidade, liberdade e virtuosismo até então desconhecidos no jazz. Charlie Parker aprendeu a tocar sax sozinho tentando tirar os sons que vinham de uma vitrola velha. Acontece que a vitrola tinha problemas na velocidade da rotação: a música saía em outro tom. E assim Bird começou a tocar sax em tons que ninguém tocava. Por várias vezes fundiu o jazz com outros estilos musicais, do clássico à música latina, abrindo um caminho seguido mais tarde por outros. Inúmeros músicos têm estudado a música de Parker e absorvido elementos do seu estilo.

Saxofone alto – Benny Carter , Charlie Parker , Johnny Hodges

Baixo – Ray Brown

Bateria – JC Heard

Guitarra – Barney Kessel

Piano – Oscar Peterson

Saxofone tenor – Ben Webster , William Flippen

Trompete – Charlie Shavers

Gravado: Los Angeles, julho de 1952

Boa audição - Namastê

sexta-feira, 7 de outubro de 2022

# 084 - Dizzy Gillespie & His Operatic Strings Orchestra (1952-1953)

 

Artista: Dizzy Gillespie

Álbum: Jazz in Paris 084

Lançamento: 2001

Selo: Gitanes Jazz Produção

Gênero: Bop, Big Band

O jeito irreverente e as brincadeiras que fazia com colegas e mesmo com os próprios regentes lhe valeram não poucas reprimendas e até demissões. Entre 1942 e 1945, Dizzy tocou nas orquestras de Earl Hines e de Billy Eckstine, que consituíram verdadeiros celeiros de talentos do nascente estilo bebop. Em 1941 Dizzy encontrou Charlie Parker pela primeira vez, quando este tocava na orquestra de Jay McShann. A partir daí, os dois tocaram juntos diversas vezes, com diferentes grupos e dando contornos definitivos ao bebop. Somente em 1945, porém, Dizzy e Bird finalmente gravariam juntos. Em 1945 Dizzy optou pelo formato big band. Sua orquestra do período 1946-1950 contou com músicos de peso, como Milt Jackson, John Lewis, Ray Brown e Kenny Clarke que, juntos, constituiriam a primeira formação do ‘Modern Jazz Quartet’, além de Jay Jay Johnson, Yusef Lateef e até John Coltrane. Essa orquestra teve que ser desfeita em 1950 devido a dificuldades econômicas. Mas Dizzy continuou muito ativo, e participou de turnês do ‘Jazz at the Philarmonic’.

Clarinete – Albert Gillot (faixas: 7 a 16)

Contrabaixo – Joe Benjamin (faixas: 7 a 16), Lou Hackney (faixas: 1 a 6)

Bateria – Al Jones (faixas: 1 a 6), Bill Clark (faixas: 7 a 16)

Flauta – René Bigerille (faixas: 7 a 16)

Guitarra – Jean-Jacques Tilché (faixas: 7 a 16)

Piano – Arnold Ross (faixas: 7 a 16), Wade Legge (faixas: 1 a 6)

Trombone – André Gosset (faixas: 7 a 16), Guy Destanges  faixas: 7 a 16), René Vasseur (faixas: 7 a 16)

Trompete – Dizzy Gillespie



01-06 gravadas em 22 de fevereiro de 1953 em Paris

07-16 gravadas em 6 de abril de 1952 em Paris

Boa audição - Namastê


sexta-feira, 15 de julho de 2022

# 050 - Jazz In Paris - Jazz & Cinema, Vol. 2 (1958•1961)

Artista: Art Blakey, G. Arvanitas & Jazz At The Philharmonic

Álbum: Jazz in Paris Vol.02

Lançamento: 2000

Selo: Gitanes Jazz Produção

Gênero: Jazz, Stage & Screen, Easy Listening

Uma das grandes formas de arte musical, o jazz, evoluiu e integrou elementos de todos os tipos de música. Muitos guitarristas de jazz desenvolveram seu estilo principalmente ao imitar as inovações dos grandes mestres do jazz em instrumentos de sopro e teclados, e absorveram a música clássica e de outros povos para produzir algumas das músicas mais sofisticadas para a guitarra. No início, o banjo era utilizado mais frequentemente nas bandas. O guitarrista Jeff ‘Brock’ Mumford (1870-1937) apareceu em uma das mais famosas bandas de New Orleans, liderada pelo trompetista Buddy Bolden em 1890. Não existem registros de Mumford e os historiadores apenas especulam sobre a sua música. Johnny St. Cyr (1890-1966) tocou com o trombonista e bandleader Kid Ory. Ele começou no banjo, e então mudou para a guitarra de 6 cordas e tocou nos grupos ‘Hot Five’ e ‘Hot Seven’ de Louis Armstrong, bem como nas gravações de Jelly Roll Morten. Bud Scott (1890-1949) tinha um estilo semelhante e, a partir de 1904, tocou com o bandleader, baterista e violinista John Robichaux e Freddy Keppard, um dos primeiros trompetistas de jazz.

Contrabaixo – Jymie Merritt ( faixas: 5 a 22 ), Louis Trussardi ( faixas: 23, 24 ), 

Ray Brown ( faixas: 1 a 4 )

Bateria – Gus Johnson ( faixas: 1 a 4 ), Michel Babault ( faixas: 23, 24 )

Bateria, composta por, arranjada por – Art Blakey ( faixas: 5 a 22 )

Flugelhorn – Bernard Vitet ( faixas: 23, 24 )

Guitarra – Herb Ellis ( faixas: 1 a 4 )

Piano – Bobby Timmons ( faixas: 5 a 22 ) , Georges Arvanitas ( faixas: 23, 24 ) , 

Oscar Peterson ( faixas: 1 a 4 )

Saxophone [Tenor] – Coleman Hawkins ( faixas: 2 ) , François Jeanneau ( faixas: 23, 24 ) , 

Stan Getz ( faixas: 1 )

Saxofone [tenor], composto por, arranjado por – Benny Golson ( faixas: 5 a 22 )

Trompete – Dizzy Gillespie ( faixas: 4 ), Lee Morgan ( faixas: 5 a 22 ), Roy Eldridge ( faixas: 1, 3 )


Jazz At The Philharmonic: Les Tricheurs

Trilha sonora original do filme de Marcel Carné

Gravado em 01 de maio de 1958 no estúdio Hoche, Paris


Art Blakey And The Jazz Messengers: Des Femmes Disparaissent

Trilha sonora original do filme de Edouard Molinaro

Gravado em dezembro de 1958 em Paris


Georges Arvanitas Quinteto: La Bride Sur Le Cou

Trilha sonora original do filme de Roger Vadim

Gravado em 19 de abril de 1961 no Hoche Studio Hoche, Paris

Boa audição - Namastê

sexta-feira, 30 de julho de 2021

2004 - Jazz Ballads 20 - All Star Jam Session

Artista: All Star Jam Session
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Mainstream Jazz
Jam Sessions: Em música popular, como o jazz, 'jam' significa tocar sem saber o que vem à frente, tocar de improviso. Nos clubes de jazz é comum que após o número principal, os músicos presentes sejam convidados para subir ao palco e tocar junto com a banda sem nenhum ensaio prévio. A origem do termo é controversa. Pode vir do inglês ‘jam’ que significa geléia, em alusão à mistura de estilos que esta prática proporciona. Alguns também acreditam que vem das inicias da expressão ‘Jazz After Midnight’, pois essas sessões acontecem bem tarde, depois da meia-noite, quando o público pagante já se retirou. Com a popularização do termo e o aumento da proficiência dos músicos, o termo passou a ser usado também em outros gêneros musicais em que a improvisação é usada, como o rock. ‘Jam Sessions’ podem ser organizadas por clubes como eventos especiais para atrair público, mas geralmente ocorrem sem nenhuma preparação prévia. Também durante o processo de composição, muitas bandas costumam utilizar jam-sessions como forma de estimular a criatividade e criar material novo ou para conseguir gravações com interpretações naturais.

Boa audição - Namastê

sábado, 9 de janeiro de 2021

2004 - Jazz Ballads 16 - Charlie Parker



Artista: Charlie Parker 

Álbum: Jazz Ballads Vol.16

Lançamento: 2004 

Selo: Membran Music

Gênero: Jazz, Bebop, Big Bang

Charlie Parker, apelidado de ‘Yardbird’, encurtado para ‘Bird’, no início teve uma carreira medíocre, mas acabou sendo um dos criadores do jazz bebop na década de 1940. Ele tocou com Dizzy Gillespie e Miles Davis, o tempo todo fazendo sua marca como um inventor de melodias e improvisador criativo. Altamente influente e elogiado por músicos companheiros, Parker teve uma breve carreira devido à sua turbulenta vida pessoal e dependência de álcool e heroína. Na década de 40, em Los Angeles, tocou com a big band de Jay McShan com a qual fez suas primeiras gravações comerciais, depois com a de Earl Hines e de Billy Eckstine. Teve uma crise nervosa, agravada por vícios e ficou por seis meses internado em um sanatório. De volta a Nova York formou um quinteto que gravou muitas de suas peças mais famosas. Parker fez uma série de gravações com vários grupos que anunciavam a chegada do bop ou bebop. Sua destreza sem precedentes sobre o saxofone alto trouxe um som totalmente novo para a música. Um virtuoso com som marcante e rigoroso controle, ele era um improvisador brilhante em uma combinação de complexa organização de tom e ritmo, com uma variedade de dispositivos melódicos, mas sempre mantendo uma linha clara e coerente. Facilmente o músico de jazz mais influente de sua geração, Parker sofreu de uma dependência crônica de drogas, e sua morte precoce contribuiu para fazer dele uma lenda trágica.

Boa Audição - Namastê

sábado, 1 de agosto de 2020

2004 - Jazz Ballads 14 - Benny Carter



                                                 Album: Jazz Ballads Vol.14
                                                 Artista: Benny Carter
                                                 Lançamento: 2004 
                                                 Selo: Membran Music
                                                 Gênero: Jazz, Bebop 
Benny Carter é conhecido como um dos principais estilistas do saxofone alto, ele foi também um arranjador experiente, compositor, clarinetista, trompetista e maestro. Ele tocou em grandes bandas como a de Chick Webb e Fletcher Henderson antes de assumir a liderança da 'McKinney's Cotton Pickers' na década de 30. Carter trabalhou na Europa e voltou para escrever música para cinema e televisão. Sua mãe lhe ensinou piano e, através de seu primo, Theodore Bennett, que nunca gravou, mas que influenciou muitos músicos com suas altamente desenvolvidas idéias musicais, e de Bubber Miley, um vizinho que tocou com Duke Ellington, Carter desenvolveu interesse pelo trompete quando ele tinha 13 anos. Auto-didata e tendo Frankie Trumbauer como inspiração inicial, com 15 anos ele já tocava em casas noturnas ao redor do Harlem. Tinha um som distinto e seu álbum ‘Further Definitions’ de 1961, que os críticos consideram uma obra-prima, continua sendo uma das mais influentes gravações de jazz.

segunda-feira, 9 de março de 2020

2004 - Jazz Ballads 11 - Lionel Hampton

Artista: Lionel Hampton
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Swing, Big Band, Mainstream jazz, blues
Lionel Hampton é considerado como o primeiro vibrafonista do jazz, também tocou piano, bateria, percussão e foi compositor e líder de bandas. Inicialmente ele foi baterista em Chicago, e depois vibrafonista na Califórnia. O vibrafone é um instrumento musical inventado no século XX. É composto de diversas teclas de metal com altura definida, montadas em um suporte sobre tubos que servem para amplificar seu som e também agem como ressonadores. Na verdade é um xilofone amplificado com vibrato. É utilizado principalmente no jazz, aparecendo também em diversos outros gêneros populares e também na música erudita. Lionel Hampton começou a sua carreira profissional em Los Angeles com 16 anos e a história diz que Hampton pela primeira vez tocou o vibrafone em 1930 com Louis Armstrong em ‘Memories of You’ que se tornou um hit. E tocou com os grandes nomes do jazz desde Benny Goodman e Buddy Rich, a Charlie Parker e Quincy Jones. Hampton organizou sua própria big band em 1940 e tornou-se famoso por seus shows ao vivo e com o compromisso de divulgar o jazz em todo o mundo. Tocou com bandas menores após 1965, com sucesso contínuo, até a sua saúde começar a decair na década de 90. O rítmo e a empolgação da banda de Hampton destacaram seu carisma e virtuosismo extrovertido. Ele se tornou um dos progenitores do rhythm and blues.
Boa Audição - Namastê

domingo, 1 de março de 2020

2004 - Jazz Ballads 10 - Stan Getz





Artista: Stan Getz
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Sax Tenor, Bossa Jazz
Stan Getz saxofonista tenor de jazz nascido como Gayetsky Stanley foi fortemente influenciado por Lester Young e tornou-se conhecido por seu tom leve e etérea abordagem ao tocar com os bandleaders Stan Kenton, Jimmy Dorsey, Benny Goodman e Woody Herman na década de 40. Com os sax-tenores Zoot Sims, Jimmy Giuffre e Herbie Steward que possuíam abordagem e sonoridade semelhantes foram apelidados de ‘The Four Brothers’ e contratados por Woody Herman. Stan Getz é colocado, por críticos, entre os cinco saxtenoristas revolucionários da história do jazz, os outros seriam Coleman Hawkins, Lester Young, Sonny Rollins e John Coltrane. Na década de 50 foi o tenorista máximo, e é um dos artífices do cool jazz. Respeitado pelos colegas, pelos críticos e pelo público ganhou o apelido de ‘The Sound’. Quando deixou a orquestra de Herman, Getz já possuía renome e passou a tocar como líder em pequenos conjuntos. Na década de 1960, foi o principal divulgador da bossa nova. Seu disco com João Gilberto foi um grande sucesso comercial e se tornou cult e vieram outros discos de música brasileira ao longo de décadas. Tocou com Chet Baker e Gerry Mulligan, como ele, expoentes do cool jazz, mas Getz não era apenas um músico cool assim como acontecia com Gerry Mulligan ele foi influenciado pelo bebop e também tocou com Dizzy Gillespie. Suas improvisações nos temas em andamento rápido são surpreendentes. Sua obra continuou a ser de improviso, expressiva, emocional e altamente melódica.
Boa audição - Namastê