quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Boxset: La Grande Histoire Du Jazz, do Ragtime ao Swing 1898-1952 (25CDs)
segunda-feira, 25 de maio de 2026
Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Boxset: The Art Of The Piano, Trio, Quartet, Quintet And Beyond - VA (10xCDs)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Boxset: Blue Instrumentalists Blue Note
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
The Greatest Jazz Legends - CD09
quarta-feira, 29 de janeiro de 2025
VA - VA - The Greatest Jazz Legends-19 Original Álbum (10CD BoxSet - 10CD BoxSet)
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 9 de dezembro de 2024
Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951
sexta-feira, 6 de dezembro de 2024
Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Boa audição - Namastê
quarta-feira, 4 de dezembro de 2024
Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951
Boa audição - Namastê
terça-feira, 14 de junho de 2022
# 040 - Art Blakey - Paris Jam Session (1959)
Artista: Art Blakey
Álbum: Jazz in Paris 040
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Hard Bop
The Jazz Messengers, grupo fundado por Art Blakey, baterista e bandleader que junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do moderno bebop, uma das correntes mais influentes do jazz que privilegia os pequenos conjuntos, como os trios, os quartetos e os solistas de grande virtuosismo. Art Blakey sempre deu apoio aos solistas, e mais tarde, como líder do ‘The Jazz Messengers’, incluiu muitos jovens músicos que se tornaram nomes de destaque no jazz. O legado da banda não é conhecido apenas pela sofisticada música que produziu, mas como um campo de provas para várias gerações de músicos de jazz. ‘The Jazz Messengers’ foi inicialmente liderado por Blakey e o pianista Horace Silver. Embora o nome não tivesse sido usado na primeira das suas gravações, Blakey e Silver gravaram juntos em várias ocasiões, mas o nome foi usado pela primeira vez em uma gravação de 1954, nominalmente liderada por Horace Silver, com Blakey na bateria, o saxofonista Hank Mobley, trompetista Kenny Dorham e o baixista Doug Watkins. O trompetista Donald Byrd substituiu Kenny Dorham, e o grupo gravou um álbum chamado simplesmente de ‘The Jazz Messengers’ em 1956. A banda ficou conhecida como ‘Art Blakey and the Jazz Messengers’ com Blakey assumindo o grupo como único líder quando Horace Silver com Mobley, Byrd e Watkins formaram um novo quinteto com uma variedade de bateristas. Durante um período que abrange mais de quarenta anos ‘Art Blakey and The Jazz Messengers’ produziu centenas de registros e prosperou em meio a inúmeras mudanças de formação, sempre recebendo os melhores músicos do jazz incluindo os trompetistas Lee Morgan, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, bem como o saxofonista Wayne Shorter e os pianistas Keith Jarrett e Joanne Brackeen.
Alto Saxofone – Barney Wilen ( faixas: 1, 2 )
Baixo – Jymie Merritt
Bateria – Art Blakey
Piano – Bud Powell ( faixas: 1, 2 ) , Walter Davis Jr. ( faixas: 3, 4 )
Saxofone Tenor – Wayne Shorter
Trompete – Lee Morgan
Gravado ao vivo em 18 de dezembro de 1959 no Théâtre des Champs-Elysées, Paris
domingo, 6 de maio de 2018
Gravadora 'Blue Note Records'
Em 1925, aos 16 anos, Alfred Lion notou um cartaz de concertos para orquestra que aconteceria perto do seu local favorito de patinação no gelo em sua nativa Berlim, na Alemanha. Ele tinha ouvido muitos discos de jazz de sua mãe e começou a se interessar pela música, mas naquela noite do concerto a sua vida mudou. O impacto do que ouviu tocado ao vivo explodiu dentro dele como uma paixão e o fez partir para Nova York em 1928 onde trabalhou nas docas e dormiu no Central Park para chegar mais perto da música que tanto amava. Em 1938, Lion foi ver o concerto ‘Spirituals to Swing’ no Carnegie Hall. O poder e a beleza do piano ‘boogie woogie', um estilo de blues, caracterizado pelo uso sincopado da mão esquerda ao piano, dos mestres Albert Ammons e Meade Lux Lewis balançou e apoderou-se de sua alma. Exatamente duas semanas depois trouxe os dois pianistas para um estúdio de Nova Iorque para fazer algumas gravações. Eles se revezavam ao piano e a longa sessão terminou com dois duetos impressionantes. A ‘Blue Note Records’ finalmente tornou-se uma realidade e Alfred Lion construiu uma das maiores empresas de registro musical de jazz do mundo.
No final de 1939, o seu amigo de infância Francis Wolff saiu da Alemanha de Hitler com destino aos Estados Unidos. Ele encontrou emprego em um estúdio fotográfico e juntou forças com Alfred Lion no projeto ‘Blue Note’. No final dos anos 1940, o jazz havia mudado novamente, e Lion e Wolff já não podiam resistir mais ao movimento do bebop, uma das correntes mais influentes do jazz. O saxofonista Ike Quebec tornou-se um amigo íntimo e conselheiro para os dois. Logo eles estavam gravando Fats Navarro, Bud Powell, Tadd Dameron, Thelonious Monk, Art Blakey, entre outros. Lion e Wolff eram especialmente fascinados por Thelonious Monk e ajudaram a sua carreira em todos os sentidos possíveis. Apesar da resistência dos críticos musicais e das vendas fracas, eles gravaram com ele até 1952. O caso de Monk foi o primeiro grande exemplo do que Horace Silver descreveu em uma entrevista de 1980: 'Alfred Lion e Frank Wolff eram homens de integridade e realmente fãs de jazz. Deram a vários músicos a chance de gravar quando todas as outras gravadoras não estavam interessadas. E eles apoiavam o artista, mesmo que ele não estivesse vendendo quase nada.'
Em 1954, a ‘Blue Note’, partiu em direção a um sistema que foi muito semelhante a uma companhia de teatro usando um elenco de 'sidemen', músicos profissionais contratados para executar ou gravar com um grupo do qual não era um membro regular; e líderes que assegurassem a criatividade e a confiabilidade. Logo depois a gravadora colocou em movimento uma outra tendência do jazz. Seguindo o conselho de Babs Gonzales e outros músicos, Alfred Lion e Frank Wolff se aventuraram a ouvir um pianista da Filadélfia, que tinha abandonado o seu instrumento original e agora tocava um órgão Hammond no canto de um armazém alugado. E assim ouviram pela primeira vez Jimmy Smith em 1956, no seu primeiro show em Nova York. Descrito por Alfred como uma visão impressionante, um homem de rosto contorcido, agachado sobre o teclado em agonia aparente, os dedos em vôo e os pés que dançavam sobre os pedais. Um som que ele nunca tinha ouvido antes. Foi estarrecedor. Ao mesmo tempo, Wolff conheceu Reid Miles, um artista comercial, que era um devoto fã de música clássica. Miles se tornou o designer para o selo por 11 anos e criou gráficos maravilhosos para as capas dos discos. Os detalhes fizeram a diferença.
Na década seguinte a ‘Blue Note’ passou para um patamar mais elevado na indústria fonográfica. Com álbuns que foram sucessos inesperados, que tiveram longas estadias nas paradas pop além de continuar a sua tradição 'hard bop'. Alfred Lion permaneceu até meados de 1967, quando problemas de saúde o forçaram a se aposentar. Frank Wolff e Duke Pearson dividiram as tarefas de produção, mas o jazz foi se movendo para um novo ciclo de tempos difíceis, economicamente e artisticamente. A cena não fornecia um ambiente no qual poderia nutrir jovens talentos e se perpetuar. Frank Wolff se afastou da ‘Blue Note’ até sua morte em 1971. A gravadora conseguiu sobreviver através de um programa de reedições e material inédito. Esse programa sobreviveu até 1981. Em meados de 1984, foi contratado Bruce Lundvall para ressuscitar a etiqueta. E a ‘Blue Note’ renasceu. Fonte: Pintando Musica








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