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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Curiosidades da Bossa Nova

O primeiro show profissional da turma inicial da Bossa Nova foi no Clube Universitário Hebraico do Brasil, no Flamengo, no Rio de Janeiro. No palco, Menescal, Lyra, Sylvinha Telles, Normando Santos, Luizinho Eça, Bebeto e Bôscoli. Na entrada, num quadro negro, lia-se: "Hoje, Sylvinha Telles e um grupo bossa nova". A secretária do clube colocou o termo "bossa nova" porque não sabia o nome do conjunto que iria tocar. Até então a expressão "bossa" já havia sido utilizada por outros músicos, como Noel Rosa, em 1932, para designar aquilo que era novo, diferente. E assim ficou. Trêmulos, aqueles moços e moças, exceto Sylvinha Telles, subiam a um palco pela primeira vez na vida, apresentando uma estranha combinação de jazz e samba.

A pré-bossa:
Antes da estréia do disco Canção do Amor Demais, em 1958, a Bossa Nova já dava seus primeiros passos na capital carioca. Artistas como Dick Farney, Johnny Alf, João Donato e Billy Blanco sedimentaram terreno e inspiraram nomes como Tom Jobim e João Gilberto. Em 1948 foi fundado no Rio de Janeiro, o fã-clube Sinatra-Farney, por admiradores do jazz americano. Uma de suas componentes era a que viria a ser a cantora Nara Leão. Dick Farney tocou em orquestras de jazz e música popular, chegando a ser uma das principais atrações do Cassino da Urca, no Rio de Janeiro. Também se especializou no repertório norte-americano até lançar a canção Copacabana, de João de Barro e Alberto Ribeiro, em 1946. Ainda nos anos 40, esteve nos Estados Unidos, onde se apresentou com Nat King Cole, Davis Brubeck e Bill Evans, e fez apresentações na rádio NBC durante dois meses. Farney foi o primeiro cantor a gravar o sucesso mundial Tenderly (Walter Gross).
Boa leitura - Namastê

domingo, 30 de setembro de 2018

2006 - Bossa Nova - VA

Artista: VA
Álbum: Bossa Nova
Selo: 2006
Lançamento: Verve Records (Universal Music Group)
Gênero: Bossa Nova, Brazlian Songs, Latino Jazz
“Não acredito que surgirão na música brasileira movimentos musicais tão inovadores quanto a bossa nova e o tropicalismo. Mas isso não é o fim do mundo. Vamos fazer música de qualidade, nem que não seja uma revolução.”
 Ana Carolina
Boa audição - Namastê

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Oito décadas de Village Vanguard

 O lendário clube de jazz VILLAGE VANGUARD em New York completou 81 anos de existência com celebrações incluindo um grande desfile de músicos de jazz contemporâneos. O clube, localizado na Sétima Avenida Sul de Nova York, foi fundado em 22 de fevereiro, 1935 por Max Gordon (que faleceu em 1989), mas no começo se faziam recitais de poesia e algumas formas de música, especialmente "popular". Era um ponto de encontro e um fórum para artistas, boêmios, intelectuais, poetas e músicos em um período em que ao Gordon foi negada uma licença de cabaré especial. Com o passar do tempo conseguiu superar as dificuldades e começou a apresentar vários tipos de música, incluindo jazz, com artistas como Ben Webster, Sidney Bechet e Mary Lou Williams. Mas só foi em 1957 que Max decidiu transformá-lo em um clube exclusivo de jazz. Assim, ele começou a contratar músicos como Miles Davis, Thelonious Monk, Horace Silver, Gerry Mulligan, The Modern Jazz Quartet, Anita O'Day, Charlie Mingus, Dexter Gordon, Bill Evans, Stan Getz, Freddie Hubbard, Carmen McRae, etc., tornando-se um dos principais centros de jazz de Nova York e do mundo. A famosa orquestra de Thad Jones-Mel Lewis, eventualmente se tornou a Vanguard Jazz Orchestra e atuou de 1966 a 1990, todas às segundas-feiras.  O clube continuou regularmente por onde passaram centenas de músicos de jazz famosos, muitos dos quais têm lá gravadas suas performances para transformá-las em álbuns "Live at Village Vanguard". Max Gordon morreu em 1989. No dia seguinte, sua viúva, Lorraine Gordon fechou o clube. Mas um dia depois foi reaberto e o clube está em funcionamento desde então com sessões ininterruptas e inalteradas até hoje. Esse era o desejo de seu marido e de todos os paroquianos jazzistas e jazzófilos. (adaptado de Noticias de Jazz de Pablo Aguirre)



quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

2004 - Bill Evans for Lovers - Bill Evans

 Artista: Bill Evans
Album: Bill for Lovers
Lançamento: 2004
Selo: Verve
Genero: Jazz
Codec: MP3

 01. For Heaven's Sake
Boa audição - Namaste

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

1959 - Chet - Chet Baker

Arista: Chet Baker
Álbum: Chet
Lançamento: 1959
Gravadora: Riverside
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Chet Baker - Trompete
    Herbie Mann - Flauta (tracks 1, 4, 9 & 10)
    Pepper Adams - Sax. Baritone (tracks 1-5, 6 & 8-10)
    Bill Evans - Piano (tracks 1-5 & 7-10)
    Kenny Burrell - Guitarar (tracks 1-7, 9 & 10)
    Paul Chambers - Baixo Acústico
    Connie Kay - Bateria

03. It Never Entered My Mind 
     
Boa audição - Namaste

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Kind of Blue: 50th Anniversary Collectors Edition





   







Kind of Blue
Lançamento: 17 de Agosto de 1959
Gravação: 02 de Março e 22 de Abril de 1959 - 30th Street Studio, Nova York, NY
Gênero: Jazz
Duração: 45:44
Gravadora(s): Columbia CL-1355 ; Sony
Produção: Teo Macero & Irving Townsend
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Musicos:
    Miles Davis - Trompete
    Julian "Cannonball" Adderley - Saxofone Alto (exceto "Blue in Green")
    John Coltrane - Saxofone Tenor
    Bill Evans - Piano (exceto "Freddie Freeloader")
    Wynton Kelly - Piano ( em "Freddie Freeloader")
    Paul Chambers - Contrabaixo
    Jimmy Cobb - Bateria
________________
Aprecie sem moderação!







sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

2010 – The Complete Legendary Sessions - Chet Baker & Bill Evans

Na noite que nos prenderam Gerry e eu fomos conduzidos de volta para casa. Entrei mas Gerry desceu com os tiras para os fundos da casa e confusamente forneceu-lhes as provas que buscavam. Até então só podiam acusá-lo por causa das marcas de picos. Fomos autuados, detidos durante uma hora e finalmente, soltos sobre fiança - exceto Gerry. Alegamos inocência no julgamento e ganhamos - exceto Gerry. Parecia que ele estava lá e de uma hora para outra havia sumido. Não nos vimos por seis meses. Ele nunca procurou contato comigo ou escreveu uma única carta lá da prisão. Embora usando heroína, Gerry não deixava de administrar bem sua música e seu pequeno conjunto era o fino. O som que fazíamos algumas noites era bom demais; um som completamente diferente, sem piano. Gravamos diversos álbuns durante a temporada do Quarteto de Mulligan no Haig: vários para a Pacific Jazz e um ou dois para a Fantasy. Olhando agora em retrospectiva parece incrível que tenhamos ficado tanto tempo juntos. Gerry ganhou o primeiro lugar no referendo da Down Beat e da Metronome, na categoria de sax baríto e eu na de trompete, quando ele se foi. Passei então a ser líder da banda, fazendo de Russ Freeman diretor musical e contratando Bob Neel para tocar bateria. Chico nos deixou para formar seu próprio conjunto, mas ficaram Larry Bunker na bateria e Carson no baixo. Gravamos alguns Lps para a Pacific Jazz: Instrumentais em quarteto. Vocais com o quarteto, vocais com Russ Freeman, Shelly Manne e cordas. Apresentamo-nos como sexteto com Shelly, Russ, Brookmeyer e Bud Shank como octeto - com os já mencionados, mas Jack Montrose e Bob Gordon. Gravei um álbum para a Columbia (arranjos de Horto Rogers e Marty Paich) com Zoot Sims, Bud Shank, Shelly, Russ e Mendragon com as cordas produzidas por Dick Bock para George Avakian. Dick Bock é um dos melhores sujeitos que encontrei nesse negócio desde que comecei a tocar há mais de trinta e cinco anos. Uma tarde, seis meses depois daqueles acontecimentos, estava descendo a Hollywood Boulevard e avistei Gerry e Arlene Brown. Não gostei do astral dela de cara. Parece que Gerry estava se divorciando de Jeffie e planejava casar-se com Arlene - o que para mim era como estar no céu em um segundo e no segundo seguinte, no inferno. Arlene era uma judia baixinha - não era atraente e dava a impressão de que ia ficar gorda logo. é claro que eu não sabia o que se passava na cabeça dela. Deve ter dado a Gerry algo de que ele precisava, mas pensando apenas em termo físicos, Jeffie era doce e bonita, enquanto Arlene era um estorvo. Conversamos ali mesmo na rua por alguns minutos e acabei dizendo que queria trabalhar novamente com Gerry - em clube, concertos, não importava onde e como - mas exigia trezentos dólares por semana. "Não é muito dinheiro nas atuais circunstâncias" - emendei. Os dois começaram a rir achando que era dinheiro demais. Despedi-me de Gerry e desejei-lhe boa sorte e me mandei. Só algum tempo depois é que o vi de novo. Ele e Arlene acabaram se casando e tendo um filho, Reed. Agora estavam divorciados e Gerry vivia com uma cantora chamada Georgia Brown. Depois daquele encontro com Gerry assinei contrato com Joe Glazer (da ABC Booking) e juntamente com Russ e Carson Smith viajei para o leste. Comprei um jaguar e assumias prestações de um cara que conheci em Inglewood e que estava com a corda no pescoço a ponto de perder o carro. Dei-lhe trezentos dólares e fiquei com a dívida. O carro era novinho com seis meses de uso, um conversível verde escuro que teria me dado muito problema com a polícia, caso ele tivesse me apanhado. Lembro-me vivamente de descer um longo trecho de pavimentação macia da Rota 66, entrando em Albuquerque. Meu conta-giros marcava 6.800 e eu estava a uns 240 Km/h. Era incrível. Eu adorava aquele conversível, embora sentisse um frio danado no inverno a, mas de 120 km/h. Os pés ficavam ok, mas da cintura pra cima nem pensar. Russ não ia comigo de jeito nenhum, qualquer que fosse a temperatura. Uma vez levei-o para dar uma volta no meio do trânsito de Los Angelis e ele acabou implorando para que parasse e o deixasse sair. Russ nunca mais entrou num carro comigo ao volante. Fonte: Chet Baker - Memórias Perdidas, Carol Baker (Jorge Zahar) PPS 70/73.


Faixas:
01. Alone Together
02. How high the moon
03. It Never Entered My Mind
04. ‘Tis Autumn
05. If You Could See Me Now
06. September Song
07. You’d Be So Nice to Come Home To
08. Time on My Hands
09. You and the Night and the Music
10. Early Morning Mood
11. Show Me
12. I Talk to the Trees
13. Thank Heaven for Little Girls
14. I Could Have Danced All Night
15. Almost Like Being in Love

Musicos:
Chet Baker (trumpet)
Pepper Adams (baritone saxophone)
Herbie Mann (flute)
Bill Evans (piano)
Kenny Burrell (guitar)
Paul Chambers (bass)
Connie Kay & Philly Joe Jones (drums).

The Complete Legendary Sessions - Gravado no Reeves Sound Studios, New York (30/12/1958 & 19/101/1959).


quarta-feira, 3 de março de 2010

1964 - Getz & Evans - Stan Getz & Bill Evans

Em 1961 Norman Granz vendeu a Verve - criada em 1956 - à então gigante MGM (Metro-Goldwyn-Mayer, Inc) e para dirigi-la foi recrutado Creed Taylor com poderes de general para o selo. Carregado de energia e depois de ter estabelecido na Impulse na ABC, Taylor tomou uma série de decisões executivas de imediato – nomeando a contratação agressiva de alguns nomes de peso dessa época, como Stan Getz ou Bill Evans – e direcionou seu catálogo ao grande público faminto de jazz. Nesta era, ainda antes dos Beatles redefinirem as coordenadas da indústria musical, a divisão era clara: rock and roll era coisa de adolescentes e o jazz música de adultos responsáveis. Alheio às revoluções estéticas que sacudiam o ritmo nesta época, Creed Taylor delineou uma estratégia que colocava claramente o lucro antes da arte e o impacto antes da invenção. Com o público americano ainda imerso numa ideia muito particular de exotismo – bem expressa nas “febres” do Mambo ou na “tiki culture” que celebrava toda a ilha que tivesse um vulcão e nativas com saias de palha – Taylor apontou sua direção à bossa nova que ecoava nos apartamentos do Rio de Janeiro e foi um dos responsáveis por trazer o gênero para a América. Ponta de lança no seu catálogo para essa missão? Stan Getz. Aproveitando o fato de Charlie Byrd ter regressado de uma digressão pelo Brasil apoiada pelo Departamento de Estado americano, Getz iniciou em 1962 uma série de gravações que se revelariam chave para impor a bossa nova nos Estados Unidos, a primeira das quais “Jazz Samba”, com a participação de Byrd. Em 1963 com o álbum chamado Stan Getz & Bill Evans registra uma sensualidade nata de dois gênios. O tema central do álbum, desses dois monstros, mistura efemeridade e contraponto violento para ser resolvido em um trabalho coçaborativo. Ou seja, os sentimentos antagônicos que podem criar "o outro" (e aqui, em termos lacanianos quase mais do que os outros em termos dêiticos, pronomes) são transformados, em vez de um insulto, uma forma de embelezar as frases de cada instrumento. Sobre a questão dos protagonistas, Getz e Evans são dicotômicos. Para o baixo nada menos que o magnífico e unico mestre do improvisos de cordas alongadas, Ron Carter com seu som único e expressividade ímpar, fizeram dele um músico de estúdio muito procurado — suas aparições em centenas de álbuns fizeram dele um baixista com uma extensa lista de gravações na história do jazz, ao lado de Milt Hinton e George Duvivier. Carter possui ainda um extenso trabalho com gravações de música erudita. Na bateria, o cimento nas mãos de Elvin Jones, com batidas não convencional, um pouco de afro-cubana, mas em última análise deixa marca clara do ritmo de jazz. O trabalho de Elvin sobe com possível dor destes dois mestres do jazz, vindo de um bateristas de jazz da era pós-bop. Já Richard Davis na verdade é um desconhecido na bateria e segue a linha de Elvin neste albúm. O resultado é, pois claro, intensamente brilhante. As faixas 1, 2, 3, 7, 8 e 11 foram gravadas em 06 de Maio de 1964 e as 4, 5, 6, 9, e 10 em 05 de Maio de 1964 no Studio Rudy Van Gelder's - Englewood Cliffs, N.J, pelo selo Verve.

Night and Day


Faixas:
01 - Night and Day
02 - But Beautiful
03 - Funkallero
04 - My Heart Stood Still
05 - Melinda
06 - Grandfather's Waltz
07 - Carpetbagger's Theme
08 - Wnew (Theme Song) (Previously Unreleased)
09 - My Heart Stood Still (Alternate Take-Previously Unreleased)
10 - Grandfather's Waltz (Alternate Take-Previously Unreleased)
11 - Night and Day (Alternate Take-Previously Unreleased)

Músicos:
Bill Evans - Piano
Stan Getz - Sax. Tenor
Ron Carter - Baixo Acústico
Richard Davis - Baixo Acústico
Elvin Jones - Bateria

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Boa audição - Nasmastè.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

1963 - The Solo Sessions - Vol. 1 e 2 - Bill Evans

O piano é um instrumento quase onipresente no jazz e isso se dá mais ou menos pela mesma razão que na música erudita tem o piano o papel de solista em algumas composições classiscas, possuido maior capacidade de tocar múltiplas linhas em simultaneo. O piano sempre se beneficiou de um fluxo constante de novos talentos em todos os períodos do jazz, desde o de Jelly Roll Morton, até os vanguardistas como Cecil Taylor, Chick Corea, Nat King Cool, Thelonious Monk, Alice Coltrane, Herbie Hancock, Hermeto Pascoal entre outros. O uso do piano sofreu o que se pode chamar de volução ao longo dos anos. Tornou-se elétrico e fuminante no hard bop e no jazz-rock, sintetizou no fusion e mais recentemente, sequenciador de sample digital para as novas tendencias hip hop - jazz. Uma vez que o piano esteve presente em toda história do jazz, seria justo dizer que ele traz a história do próprio jazz. Mas um pianista de Plainfield - Nova Jérsei, harmonizou de forma impressionista as interpretações inventivas do repertório tradicional do jazz e suas linhas melódias sincopadas e polirrítmicas, Seu nome: William "Bill" John Evans ou simplismente Bill Evans para os conhecidos. Evans tornou-se referencia para os futuros pianistas que viram em suas teclas, inovações que despontava da musica classica para a nova forma de tocar piano no jazz. Impressionista, lançou bases no cool jazz junto com Miles, aportando em seguida, um Hemisfério de magia e sutileza na forma de ouvir o piano com jazz. Morreu de insuficiência hepática e hemorragia interna prococada pelo uso continuado de heroína e cocaína. "The Solo Sessions - Vol. 1 e 2", gravado em 10 de Janeiro de 1963 pela Riverside, traduz bem a linha que Bill trouxe para o jazz, mesmo sendo um album de gravações ao vivo. "Seu fraseado elegante e suas harmonias sofisticadas indicam influências de Debussy, Ravel e, recuando um pouco no tempo, até mesmo Chopin" - Joachim E. Berendt, critico e escritor de jazz. Assim, por uma razão ou por outra são ambas Im-per-dí-veis!

Faixas:
The Solo Sessions - Vol.1
01 - What Kind of Fool Am I
02 - My Favorite Things - Easy To Love - Baubles, Bangles And Beads (Medley)
03 - When I Fall in Love
04 - Spartacus Love Theme - Nardis (Medley)
05 - Everything Happens to Me
06 - April in Paris

The Solo Sessions - Vol.2
01 - All the Things You Are
02 - Santa Claus Is Coming to Town
03 - I Loves You, Porgy
04 - What Kind of Fool Am I
05 - Love Is Here to Stay
06 - Ornithology
07 - Autumn In New York - How About You (Medlen)

Musico:
Bill Evans - Piano

Download Here - Click Aqui Part I

Download Here - Click Aqui Part II
Boa audição - Namastê.