sexta-feira, 19 de setembro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD01)
quarta-feira, 30 de julho de 2025
Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:06
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 28 de julho de 2025
Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:05

sexta-feira, 25 de julho de 2025
Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:04
Boa audição - Namastê
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025
The Greatest Jazz Legends - CD09
terça-feira, 8 de agosto de 2023
Boxset: CD04- Mary Lou Williams - Autumn In New York [Rec. 1954]
Artista: Mary Lou Williams
Álbum: Autumn In New York [Rec. 1954]
Lançamento: 2009
Selo: Membran
Gênero: Swing, Bop, Boogie Woogie
Boa audição - Namastê
sábado, 9 de julho de 2022
# 048 - Modern Jazz At Saint-Germain-des-Pres (1954)
Artista: Bernard Peiffer & Bernard Zacharias
Álbum: Jazz in Paris 048
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Easy Listening, Swing
A partir da década de 1920, as Big Bands tocavam uma forma de improvisação de jazz que incluía uma seção de cordas com violinos, que foi abandonado após a introdução do swing em 1935. No final da década de 1920, uma nova forma surgiu em que mais espaço foi dado ao improviso e ganhou popularidade na forma de dance jazz e eram destinadas a um público urbano limitado. Os três centros importantes neste desenvolvimento foram Nova York, Chicago e Kansas City. Muitas Big Bands tornaram-se um veículo para o estrelato de instrumentistas, como Louis Armstrong. E outras bandas tinham destacados instrumentistas como líderes, cujos sons dominavam, como o clarinete de Benny Goodman, Artie Shaw e Woody Herman, o trombone de Jack Teagarden, o trompete de Harry James, a bateria de Gene Krupa, e as vibrafone de Lionel Hampton. E a popularidade de muitas bandas foi amplificada por vocalistas que eram estrelas, como Frank Sinatra com Tommy Dorsey; Helen O’Connell e Bob Eberly com Jimmy Dorsey; Ella Fitzgerald com Chick Webb; Billie Holiday e Jimmy Rushing com Count Basie; Dick Haymes e Helen Forrest com Harry James; Doris Day com Les Brown; Toni Arden e Ken Curtis com Shep Fields e Peggy Lee com Benny Goodman. As rádios em todo o país começaram a transmissão dos clubes de jazz durante as décadas de 30 a 50. O rádio foi um fator importante na obtenção de fama, como Benny Goodman, que ficou conhecido como o ‘Rei do Swing’. Em breve, outros o desafiaram, e ‘as batalhas das bandas’ tornaram-se um espetáculo. As Big Bands também começaram a aparecer no cinema em 1930 até a década de 60. Filmes biográficos de Glenn Miller, Gene Krupa, Benny Goodman e outros foram feitos na década de 50, como tributo nostálgico aos anos de glória das Big Bands. A essa altura, as Big Bands foram uma força dominante no jazz que a geração mais velha descobriu e teve que se adaptar a elas ou simplesmente se aposentar pela falta de mercado para gravações de pequenos grupos já que devido à depressão as gravadoras relutavam em assumir riscos. Alguns músicos como Louis Armstrong e Earl Hines formaram suas próprias bandas, enquanto outros, como Jelly Roll Morton e Oliver King, caíram no esquecimento. Os principais afro-americanos líderes de bandas na década de 30 além das lideradas por Ellington, Hines e Calloway, foram Jimmie Lunceford, Chick Webb e Count Basie. As bandas ‘brancas’ de Benny Goodman, Artie Shaw, Tommy Dorsey, Shep Fields e, posteriormente, Glenn Miller eclipsaram as aspirações em termos de popularidade das bandas ‘negras’. Adolescentes brancos e adultos jovens foram os principais fãs das Big Bands no final de 1930 e início dos anos 40. Eles dançavam e assistiam os shows ao vivo sempre que podiam. Para as bandas era extenuante chegar aos seus fãs em todos os lugares. As condições de deslocamento e alojamento eram difíceis, devido à segregação na maior parte dos Estados Unidos, e os integrantes tinham que se apresentar com sono e pouca comida, além dos salários baixos. Os vícios eram comuns, além dos problemas pessoais e da discórdia entre os componentes que afetavam o grupo. E os principais solistas eram muitas vezes atraídos por melhores contratos. Sem contar com as apresentações que muitas vezes eram em coretos muito pequenos, inadequados e com pianos desafinados. E os bandleaders de sucesso tinham que lidar com esses perigos para manter a sua banda coesa, alguns com disciplina rígida como Glenn Miller, outros com uma psicologia sagaz como Duke Ellington. As Big Bands desempenharam um papel importante durante a Segunda Guerra Mundial e muitos membros das bandas serviram nas forças armadas e viajaram como Glenn Miller que perdeu a vida numa destas viagens entre um show e outro para as tropas de soldados. Outras bandas também sofreram com a perda de pessoal e a qualidade caiu durante os anos de guerra. Até o final da guerra a situação se agravou, o swing foi dando lugar a músicas menos dançantes, incluindo o bebop. E muitas bandas quebraram. A partir de 1945, o jazz evoluiu e se expandiu em novas direções, e entre os anos de 50 e 70, outros artistas se destacaram. Bandas modernas a tocar todos os estilos de jazz como as lideradas pelo arranjador Gil Evans, o saxofonista John Coltrane e o baixista Jaco Pastorius apresentaram ‘cool jazz’, ‘free jazz’ e ‘jazz fusion’. No final de 1990, o swing voltou aos EUA e muitos jovens se interessaram pelos estilos das Big Bands. A ‘Jazz at Lincoln Center Orchestra’ com Wynton Marsalis é a orquestra que atualmente em turnês internacionais promove o som de Big Band.
Bass Clarinet – Michel de Villers (tracks: 9 to 16)
Double Bass – Guy Pedersen (tracks: 9 to 16), Jean-Marie Ingrand (tracks: 1 to 8)
Drums – Jacques David (tracks: 9 to 16), Jean-Baptiste "Mac Kac" Reilles (tracks: 1 to 8)
Flugelhorn – Roger Guérin (tracks: 9 to 16)
French Horn – Robert Casier (tracks: 9 to 16)
Piano – Bernard Peiffer (tracks: 1 to 8)
Piano, Celesta – Jules Dupont (tracks: 9 to 16)
Tenor Saxophone – Bib Monville (tracks: 1 to 8), Bobby Jaspar (tracks: 1 to 8), Jean-Claude Fohrenbach (tracks: 9 to 16)
Trombone – Bernard Zacharias (tracks: 9 to 16)
Trumpet, Euphonium [Baritone Saxhorn] – Roger Guérin (tracks: 1 to 8)
Gravado em 14 de janeiro de 1954 no estúdio Magellan, Paris (1-8) e simplesmente em Paris, 1954 (9-16)
domingo, 27 de março de 2022
Lady Day: 1954
terça-feira, 3 de julho de 2018
CTI records: the cool revolution
sábado, 28 de abril de 2018
1954 - Jazz Goes To College - Dave Brubeck
Álbum: Jazz Goes To College
Lançamento: 1956
Selo: Columbia Records
Género: Cool jazz, West Coast jazz
domingo, 25 de junho de 2017
1988 - California Concerts Vol 1 & 2 - Gerry Mulligan
Gerry Mulligan - Sax Baritone, Jon Eaedley - Trumpet, Bobby Brookmeyer - Valve Tromone & piano, Zoot Sims - Sax Tenor, Red Mitchell - Bass & Larry Bunker - Drums
terça-feira, 16 de agosto de 2016
1954 - Jazz At Ann Arbor - Chet Baker Quartet
Álbum: Jazz At Ann Arbor
Lançamento: 1954
Selo: Pacific Jazz
Genero: Hard Bop, Bop, Cool Jazz
Recorded May 9, 1954 at University of Michigan, Ann Arbor (1-9), Recorded August 10, 1954 at The Tiffany Club, Los Angeles

terça-feira, 13 de agosto de 2013
Billie Holiday - Softly (Verve Records - 1954)
(Eddie Beal and Joe Green)
Willie Smith - Alto Saxophone
Red Callender - Bass
Chico Hamilton - Drums
Barney Kessel - Guitar
Bobby Tucker - Piano
Harry "Sweets" Edison - Trumpet
Recorded September 03, 1954 and released on "Billie
domingo, 3 de abril de 2011
1954 - My Funny Valentine - Chet Baker
Chet Baker!!!! Figura mitológica do Jazz, em grande parte por fatores extra-musicais, o que não significa que sua música não seja extraordinária. Chesney (Chet) Baker herdou do pai, guitarrista amador de bandas de country, além do nome também o amor pela música que no entanto não era muito dado a estudar música. Costumava dizer que sempre se safou por ter excelente ouvido. Foi um músico cool por excelência, não só musicalmente, sendo um dos pais daquele estilo, como também na atitude de calculada indolência que se tornou famosa. O seu jeito "cool", porém, escondia na realidade um temperamento esquentado. A devastadora dependência de drogas fez com que durante décadas Chet se visse num labirinto infernal de crises pessoais, contratos interrompidos, brigas relevantes, internações e prisões. Sua aparência sofreu ao longo da vida uma transformação impressionante devido ao uso de heroína e suas conseqüências. O outrora belo e jovem trompetista aos quarenta anos parecia estar com sessenta e aos cinqüenta parecia beirar os oitenta. Um clássico com o nome de My Funny Valentine de composição de Richard Rogers e Lorez Hart para o musical Babes in Arms, tornou-se considerada um clássico do Jazz estando presente em mais de mil e trezentos álbuns e interpretada por mais de seiscentos artistas. O musical Babes in Arms foi lançado em New York no dia 14 de abril de 1937 e hoje, serve para adoçar a audição exigente de "funny valentine”. A interpretação acima é de Chet Baker, sem dúvida, um das favorita na repertório Jazzistico. “you’re my funny valentine, sweet comic valentine…” embala os ouvidos na mais nostálgica canção que o jazz poderia ouvir.Faixas:
01 - My Funny Valentine
02 - Someone To Watch Over Me
03 - Moonlight Becomes You
04 - This is Always
05 - I'm Glad There Is You
06 - Sweet Lorraine
08 - It's Always You
09 - Let's Get Lost
10 - Moon Love
11 - Like Someone In Love
12 - I've Never Been In Love Before
13 - Isn't It Romantic?
14 - I Fall In Love Too Easily
Musicos:
Chet Baker - Vocals, Trumpete
Herb Geller - Sax Alto & Tenor
Jack Montrose - Sax Tenor
Bud Shank - Sax Baritone & Flauta;
Bob Gordon - Sax Baritone
Bob Brookmeyer - Trombone
Corky Hale - Harpa
Pete Jolly & Russ Freeman - Piano
Jimmy Bond, Red Mitchell, Joe Mondragon, Leroy Vinnegar, Bob Whitlock & Carson Smith - Baixo Acústico
Lawrence Marable, Bobby White, Larry Bunker, Peter Littman, Stan Levey, Shelly Manne & Bob Neel - Bateria
Boa audição - Namaste.






























