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sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD01)

Lançamento: 1954 / 2010
Selo: Columbia / Great Jazz Composers Series
Gênero: Cool Jazz, Hard Bop, Pós-Bop, Bop,Dixieland


Louis Armstrong foi é continuará sendo um dos maiores músicos do jazz e este álbuns é essencial para qualquer pessoa interessada em Louis Armstrong. Há uma versão mais barata, em CD único, de Louis Armstrong Plays WC Handy disponível, mas esta edição completa de 2 CDs vale sua audição. O primeiro CD tem as sessões originais gravadas em julho de 1954 e lançadas no álbum Louis Armstrong Plays WC Handy. Ele termina com uma gravação de 1950 de Bugle call Rag/Ole Miss, seguida por uma gravação de 1956 de St. Louis Blues de Handy com Louis Armstrong e a Filarmônica de Nova York, regida por Leonard Bernstein. O segundo CD tem algumas tomadas alternativas e tomadas alternativas parciais das sessões de julho de 1954, uma entrevista com WC Handy e duas gravações de 1925 de Bessie Smith, acompanhada por Louis Armstrong, fazendo Careless Love e St. Louis Blues de WC Handy e mais duas gravações, de 1929 e 1930, de Louis Armstrong fazendo St. Louis Blues. Vale a pena o investimento extra por esta Edição Completa em comparação com a versão em CD único de Louis Armstrong Plays WC Handy. WC Handy foi um dos compositores mais importantes da história da música americana e Louis Armstrong foi um dos maiores músicos de jazz entre os contemporâneos de WC Handy. Esta gravação de Louis Armstrong tocando composições de WC Handy é uma das gravações essenciais para a coleção de qualquer fã de jazz. Na minha humilde opinião, esta é a melhor gravação de material de WC Handy por qualquer músico.

Baixo – Arvell Shaw
Clarinete – Barney Bigard
Bateria – Barrett Deems
Piano – Billy Kyle
Trombone – Trummy Young
Trompete, Vocais – Louis Armstrong
Vocais – Velma Middleton


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:06

Artista: Miles Davis 
Álbum:... Bag's Groove Compilation
Lançamento: 1954
Selo: Prestige / Original Jazz Classics /  Universal Music Group
Gênero: Bop, Hard Bop


Miles Davis - Trompete
Sonny Rollins - Sax. Tenor
Horace Silver - Piano (faixas: 03,07) 
Percy Heath - Baixo
Kenny Clarke - Bateria
Milt Jackson - Vibrafone (faixas: 01,02)
Thelonious Monk - Piano (faixas: 01,02)

Thelonious Monk, álbum de compilação para piano que inclui Miles Davis With Sonny Rollins. Gravado na cidade de Nova York (#1-2 em 24 de dezembro de 1954; todas as outras seleções em 29 de junho de 1954), Van Gelder Studio, Jersey City, Nova Jersey, EUA. New Jersey

Boa audição - Namastê

segunda-feira, 28 de julho de 2025

Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:05

Artista: Miles Davis 
Álbum:... Walkin' CD05
Lançamento: 1954
Selo: Prestige / Original Jazz Classics /  Universal Music Group
Gênero: Bop, Hard Bop


Miles Davis - Trompete
Horace Silver - Piano
Kenny Clarke - Bateria
Percy Heath - Baixo
JJ Johnson - Trombone
Lucky Thompson - Sax. Tenor
Dave Schildkraut - Sax. Alto

Gravado em 29 de abril de 1954 (faixas 01-02) e 03 de abril de 1954 
(faixas 03-05), Studio Van Gelde, NY


Boa audição - Namastê


sexta-feira, 25 de julho de 2025

Boxser: Miles Davis - All Miles, The Prestige Albums - Vol:04


Artista: Miles Davis 
Álbum:... Blue Haze CD04
Lançamento: 1956
Selo: Prestige / Original Jazz Classics /  Universal Music Group
Gênero: Bop, Hard Bop
Boa audição - Namastê


Faixa nº 1 (03 de abril de 1954)
Miles Davis – Trompete
David Schildkraut – Sax. Alto
Horace Silver – Piano
Percy Heath – Baixo
Kenny Clarke – Bateria

Faixa 02, 03 e 05 (15 de março de 1954)
Miles Davis – Trompete
Horace Silver – Piano
Percy Heath – Baixo
Art Blakey – Bateria

Faixas 04, 06, 07 e 08 (19 de maio de 1953)
Miles Davis – Trompete
John Lewis – Piano (06, 07, 08)
Charles Mingus – Piano (04)
Percy Heath – Baixo
Max Roach – Bateria

Boa audição - Namastê



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Boxset: CD04- Mary Lou Williams - Autumn In New York [Rec. 1954]

Artista: Mary Lou Williams

Álbum: Autumn In New York [Rec. 1954]

Lançamento: 2009

Selo: Membran

Gênero: Swing, Bop, Boogie Woogie


 O talento de Mary Lou Williams mostrou-se já na adolescência, quando tocava na Filadélfia com Duke Ellington. Foi na banda Clouds of Joy, de Andy Kirks, que a pianista aprendeu a compor e arranjar com estilo próprio e inovador. Nos anos 40, reunia músicos da época como Dizzy Gillespie, Tadd Dameron e Thelonious Monk em seu apartamento em Nova Iorque que servia de ponto de encontro para toda essa efervescência musical. Muito espiritualizada, Williams atendeu ao chamado da alma e passou a compor música religiosa, lançando vários discos com essa temática até sua morte em 1981. Foi dominante como pianista, arranjadora, compositora e bandleader por mais de três décadas, durante a era do swing até as vanguardas dos anos 1960. Duke Ellington a considerava “perpetuamente contemporânea. Sua escrita e sua performance sempre estiveram um pouco à frente. Sua música tem uma qualidade atemporal” e mestra do blues, do swing e do bebop. Tocou o piano, ao lado dos Ray Charles Singers regidos por Howard Roberts. Seu elevado nível de qualidade musical destruiu estereótipos de gênero no fechado clube do bolinha do jazz onde só cabiam normalmente cantoras. Depois de um show em Paris em 1954, Mary Lou afastou-se do mundo do jazz. Queria encontrar significados mais profundos para sua vida. Meditava e rezava diariamente em seu apartamento no Harlem e numa igreja católica. Nos 24 anos que teve de vida, até 1981, seu maior desafio foi balancear suas crenças religiosas com seu trabalho no jazz.

Gravado em 11 e 14 de janeiro de 1954, Paris

Piano – Mary Lou Williams
Vocal - Beryl Briden
Trompete – Nelson Williams
Sax. Tenor - Ray Lawrence
Trompa Francesa – Dave Amram
Baixo - Buddy Banks
Bateria - Jean-Louis Viale, Kansas Fields, Jacques Davis

Boa audição - Namastê

sábado, 9 de julho de 2022

# 048 - Modern Jazz At Saint-Germain-des-Pres (1954)

 

Artista: Bernard Peiffer & Bernard Zacharias

Álbum: Jazz in Paris 048

Lançamento: 2000

Selo: Gitanes Jazz Produção

Gênero: Easy Listening, Swing

A partir da década de 1920, as Big Bands tocavam uma forma de improvisação de jazz que incluía uma seção de cordas com violinos, que foi abandonado após a introdução do swing em 1935. No final da década de 1920, uma nova forma surgiu em que mais espaço foi dado ao improviso e ganhou popularidade na forma de dance jazz e eram destinadas a um público urbano limitado. Os três centros importantes neste desenvolvimento foram Nova York, Chicago e Kansas City. Muitas Big Bands tornaram-se um veículo para o estrelato de instrumentistas, como Louis Armstrong. E outras bandas tinham destacados instrumentistas como líderes, cujos sons dominavam, como o clarinete de Benny Goodman, Artie Shaw e Woody Herman, o trombone de Jack Teagarden, o trompete de Harry James, a bateria de Gene Krupa, e as vibrafone de Lionel Hampton. E a popularidade de muitas bandas foi amplificada por vocalistas que eram estrelas, como Frank Sinatra com Tommy Dorsey; Helen O’Connell e Bob Eberly com Jimmy Dorsey; Ella Fitzgerald com Chick Webb; Billie Holiday e Jimmy Rushing com Count Basie; Dick Haymes e Helen Forrest com Harry James; Doris Day com Les Brown; Toni Arden e Ken Curtis com Shep Fields e Peggy Lee com Benny Goodman. As rádios em todo o país começaram a transmissão dos clubes de jazz durante as décadas de 30 a 50. O rádio foi um fator importante na obtenção de fama, como Benny Goodman, que ficou conhecido como o ‘Rei do Swing’. Em breve, outros o desafiaram, e ‘as batalhas das bandas’ tornaram-se um espetáculo. As Big Bands também começaram a aparecer no cinema em 1930 até a década de 60. Filmes biográficos de Glenn Miller, Gene Krupa, Benny Goodman e outros foram feitos na década de 50, como tributo nostálgico aos anos de glória das Big Bands. A essa altura, as Big Bands foram uma força dominante no jazz que a geração mais velha descobriu e teve que se adaptar a elas ou simplesmente se aposentar pela falta de mercado para gravações de pequenos grupos já que devido à depressão as gravadoras relutavam em assumir riscos. Alguns músicos como Louis Armstrong e Earl Hines formaram suas próprias bandas, enquanto outros, como Jelly Roll Morton e Oliver King, caíram no esquecimento. Os principais afro-americanos líderes de bandas na década de 30 além das lideradas por Ellington, Hines e Calloway, foram Jimmie Lunceford, Chick Webb e Count Basie. As bandas ‘brancas’ de Benny Goodman, Artie Shaw, Tommy Dorsey, Shep Fields e, posteriormente, Glenn Miller eclipsaram as aspirações em termos de popularidade das bandas ‘negras’. Adolescentes brancos e adultos jovens foram os principais fãs das Big Bands no final de 1930 e início dos anos 40. Eles dançavam e assistiam os shows ao vivo sempre que podiam. Para as bandas era extenuante chegar aos seus fãs em todos os lugares. As condições de deslocamento e alojamento eram difíceis, devido à segregação na maior parte dos Estados Unidos, e os integrantes tinham que se apresentar com sono e pouca comida, além dos salários baixos. Os vícios eram comuns, além dos problemas pessoais e da discórdia entre os componentes que afetavam o grupo. E os principais solistas eram muitas vezes atraídos por melhores contratos. Sem contar com as apresentações que muitas vezes eram em coretos muito pequenos, inadequados e com pianos desafinados. E os bandleaders de sucesso tinham que lidar com esses perigos para manter a sua banda coesa, alguns com disciplina rígida como Glenn Miller, outros com uma psicologia sagaz como Duke Ellington. As Big Bands desempenharam um papel importante durante a Segunda Guerra Mundial e muitos membros das bandas serviram nas forças armadas e viajaram como Glenn Miller que perdeu a vida numa destas viagens entre um show e outro para as tropas de soldados. Outras bandas também sofreram com a perda de pessoal e a qualidade caiu durante os anos de guerra. Até o final da guerra a situação se agravou, o swing foi dando lugar a músicas menos dançantes, incluindo o bebop. E muitas bandas quebraram. A partir de 1945, o jazz evoluiu e se expandiu em novas direções, e entre os anos de 50 e 70, outros artistas se destacaram. Bandas modernas a tocar todos os estilos de jazz como as lideradas pelo arranjador Gil Evans, o saxofonista John Coltrane e o baixista Jaco Pastorius apresentaram ‘cool jazz’, ‘free jazz’ e ‘jazz fusion’. No final de 1990, o swing voltou aos EUA e muitos jovens se interessaram pelos estilos das Big Bands. A ‘Jazz at Lincoln Center Orchestra’ com Wynton Marsalis é a orquestra que atualmente em turnês internacionais promove o som de Big Band.

Bass Clarinet – Michel de Villers (tracks: 9 to 16)

Double Bass – Guy Pedersen (tracks: 9 to 16), Jean-Marie Ingrand (tracks: 1 to 8)

Drums – Jacques David (tracks: 9 to 16), Jean-Baptiste "Mac Kac" Reilles (tracks: 1 to 8)

Flugelhorn – Roger Guérin (tracks: 9 to 16)

French Horn – Robert Casier (tracks: 9 to 16)

Piano – Bernard Peiffer (tracks: 1 to 8)

Piano, Celesta – Jules Dupont (tracks: 9 to 16)

Tenor Saxophone – Bib Monville (tracks: 1 to 8), Bobby Jaspar (tracks: 1 to 8), Jean-Claude Fohrenbach (tracks: 9 to 16)

Trombone – Bernard Zacharias (tracks: 9 to 16)

Trumpet, Euphonium [Baritone Saxhorn] – Roger Guérin (tracks: 1 to 8)


Gravado em 14 de janeiro de 1954 no estúdio Magellan, Paris (1-8) e simplesmente em Paris, 1954 (9-16)


Boa audição - Namastê

domingo, 27 de março de 2022

Lady Day: 1954


 Billie Holiday, com Teddy Wilson no piano e Milt Hinton no baixo, no Newport Jazz Festival em julho de 1954, cinco anos após o fim de sua carreira e o fim de sua vida. 35mm negativo de 'John Vachon' para a revista Look.

terça-feira, 3 de julho de 2018

CTI records: the cool revolution

A ‘CTI Records’ (Creed Taylor Incorporated) foi uma gravadora de jazz fundada em 1967 por Creed Taylor. Em 1970, o visionário produtor montou e desenvolveu uma lista histórica de artistas, apoiados por uma equipe criadora, chefiada pelo engenheiro de som Rudy Van Gelder. Inicialmente foi uma filial da ‘A&M Records’ e Don Sebesky, trombonista de jazz, foi o criador dos muitos arranjos para o rótulo, mais tarde se juntou a ele Bob James e, em seguida, em meados dos anos 70, David Matthews. Cada sessão contava com alguns dos melhores do jazz, o baixista Ron Carter, o guitarrista Eric Gale, organista Richard Tee e, nos primeiros anos, Herbie Hancock foi frequente ao piano. A ‘CTI Records’ trabalhou quase como uma companhia teatral, em que grandes músicos se revezavam no centro das atenções e acompanhavam uns aos outros. Os álbuns criados estabeleceram novos padrões e o sucesso imediato das gravações ecoou através das décadas, como uma profunda influência no jazz, pop, R&B e hip-hop. Suas produções para a ‘CTI Records’ ajudaram a estabelecer o ‘smooth jazz’ como um gênero musical comercialmente viável. O rótulo também se tornou conhecido pelas suas capas marcantes, algumas delas com imagens fotográficas de Pete Turner. Creed TaylorCreed Taylor já era importante na indústria da gravação a algum tempo. Ele tocou trompete antes de se tornar o chefe da ‘A&R Records’, em 1954, e durante dois anos registrou artistas como Carmen McRae e Charles Mingus entre outros. Em 1956, mudou para a ‘ABC-Paramount’, e em 1960 fundou a sua subsidiária ‘Impulse Records’. Apesar de ter assinado com John Coltrane para a gravadora, mudou para a ‘Verve Records’. Em 1970, na 'CTI Records' teve grande sucesso em equilibrar o artístico com o comercial. Entre os artistas que gravaram alguns de seus melhores trabalhos com Taylor durante este período foram Freddie Hubbard, Stanley Turrentine, George Benson e Hubert Laws. No entanto, as grandes gravadoras começaram a atrair os artistas de Taylor e embora ele fosse capaz de gravar com Chet Baker, Art Farmer e Yusef Lateef, problemas financeiros forçaram a gravadora à falência em 1978, que foi posteriormente adquirida pela Columbia. É lamentável que Creed Taylor tenha sido responsabilizado pelo fim da gravadora apesar da evidente traição de Hubbard, Turrentine, Benson e Laws cujos discos foram bastante inferiores nos outros rótulos às joias gravadas para a CTI. Depois de anos fora da cena, Taylor fundou uma nova CTI na década de 1990, que não conseguiu estabelecer a sua própria identidade como a antecessora. Fonte: Pintando Musica.
Boa leitura - Namastê

sábado, 28 de abril de 2018

domingo, 25 de junho de 2017

1988 - California Concerts Vol 1 & 2 - Gerry Mulligan

Artista: Gerry Mulligan
Lançamento: 1954 - 1988
Selo: Jazz Planet
Genero: Cool Jazz

Gerry Mulligan - Sax Baritone,  Jon Eaedley - Trumpet, Bobby Brookmeyer - Valve Tromone & piano, Zoot Sims - Sax Tenor,  Red Mitchell - Bass & Larry Bunker - Drums

Boa audição - Namastê

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Billie Holiday - Softly (Verve Records - 1954)


"Softly"
(Eddie Beal and Joe Green)
Billie Holiday - Vocal
Willie Smith - Alto Saxophone
Red Callender - Bass
Chico Hamilton - Drums
Barney Kessel - Guitar
Bobby Tucker - Piano
Harry "Sweets" Edison - Trumpet
Recorded September 03, 1954 and released on "Billie 
Holiday - Volume 2 (Verve (Japan) MV2118

domingo, 3 de abril de 2011

1954 - My Funny Valentine - Chet Baker

Chet Baker!!!! Figura mitológica do Jazz, em grande parte por fatores extra-musicais, o que não significa que sua música não seja extraordinária. Chesney (Chet) Baker herdou do pai, guitarrista amador de bandas de country, além do nome também o amor pela música que no entanto não era muito dado a estudar música. Costumava dizer que sempre se safou por ter excelente ouvido. Foi um músico cool por excelência, não só musicalmente, sendo um dos pais daquele estilo, como também na atitude de calculada indolência que se tornou famosa. O seu jeito "cool", porém, escondia na realidade um temperamento esquentado. A devastadora dependência de drogas fez com que durante décadas Chet se visse num labirinto infernal de crises pessoais, contratos interrompidos, brigas relevantes, internações e prisões. Sua aparência sofreu ao longo da vida uma transformação impressionante devido ao uso de heroína e suas conseqüências. O outrora belo e jovem trompetista aos quarenta anos parecia estar com sessenta e aos cinqüenta parecia beirar os oitenta. Um clássico com o nome de My Funny Valentine de composição de Richard Rogers e Lorez Hart para o musical Babes in Arms, tornou-se considerada um clássico do Jazz estando presente em mais de mil e trezentos álbuns e interpretada por mais de seiscentos artistas. O musical Babes in Arms foi lançado em New York no dia 14 de abril de 1937 e hoje, serve para adoçar a audição exigente de "funny valentine”. A interpretação acima é de Chet Baker, sem dúvida, um das favorita na repertório Jazzistico. “you’re my funny valentine, sweet comic valentine…” embala os ouvidos na mais nostálgica canção que o jazz poderia ouvir.

Faixas:
01 - My Funny Valentine
02 - Someone To Watch Over Me
03 - Moonlight Becomes You
04 - This is Always
05 - I'm Glad There Is You
06 - Sweet Lorraine
08 - It's Always You
09 - Let's Get Lost
10 - Moon Love
11 - Like Someone In Love
12 - I've Never Been In Love Before
13 - Isn't It Romantic?
14 - I Fall In Love Too Easily

Musicos:
Chet Baker - Vocals, Trumpete
Herb Geller - Sax Alto & Tenor
Jack Montrose - Sax Tenor
Bud Shank - Sax Baritone & Flauta;
Bob Gordon - Sax Baritone
Bob Brookmeyer - Trombone
Corky Hale - Harpa
Pete Jolly & Russ Freeman - Piano
Jimmy Bond, Red Mitchell, Joe Mondragon, Leroy Vinnegar, Bob Whitlock & Carson Smith - Baixo Acústico
Lawrence Marable, Bobby White, Larry Bunker, Peter Littman, Stan Levey, Shelly Manne & Bob Neel - Bateria

Boa audição - Namaste.