Boa audição - Namastê
quarta-feira, 22 de abril de 2026
Charlie Parker, Clifford Brown & Phil Woods - International Jam Sessions
segunda-feira, 2 de março de 2026
The Teddy Wilson Trio & Gerry Mulligan Quartet With Bob Brookmeyer & Bill Evans – At Newpo
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2025
The Greatest Jazz Legends - CD08
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
The Greatest Jazz Legends - CD06
terça-feira, 14 de novembro de 2023
Sonny Rollins - A Night at the Village Vanguard
Artista: Sonny Rollins
Álbum: A Night at the Village Vanguard
Selo: The Blue Note Label Group
Gênero: Bop, Hard Bop
Baixo - Donald Bailey (faixas: 1, 3), Wilbur Ware (faixas: 2, 4 a 7)
Bateria - Elvin Jones (faixas: 2, 4 a 7), Pete La Roca (faixas: 1,3)
Saxofone Tenor – Sonny Rollins
Gravado por – Rudy Van Gelder
_____________________________________
Gravado em 3 de novembro de 1957 no Village Vanguard, na cidade de Nova York.
Faixas 1 e 7 emitidas originalmente em Blue Note BLP 1581. Todas as outras emitidas originalmente em BN LA475.
quinta-feira, 17 de agosto de 2023
Boxset CD 08 - Lucky Thompson, Sammy Price - Paris Blues [Rec. 1956-1957]
Lucky Thompson The Modern Jazz Group Quatet-Tentet, 5 e 6 março, 1956 - Paris
Sax Tenor - Lucky Thompson, Jean Louis Chautemps
Trompete - Fred Gerald, Roger Guerin
Trmbone - Benny Vasseur
Sax Alto - Teddy Hameline
Sax. Barito - William Boucaya
Piano - Henri Renaud
Baixo - Benoit Quersin
Bateria - Roger Paraboschi
Lucky Thompson & & Sammy Price ,Pigalle Theatre, 6 de junho, 1957
Sax Tenor - Lucky Thompson
Vocal, Piano - Sammy Price
Guitarra - Jean-Pierre Sasson
Baixo - Pierre Michelot
Bateria - Gerard Pochonet
quinta-feira, 13 de abril de 2023
Duke Ellington – The Private Collection Vol. Five, Studio Sessions 1957, 1965, 1966, 1967, San Francisco, Chicago, Nova York
Sax. Alto – Johnny Hodges
Sax. Alto, Clarinete – Russel Procope
Sax. Barítono, Clarinete (Standard And Bass) – Harry Carney
Baixo – Jimmy Woode , John Lamb
Clarinete, Saxofone Tenor – Jimmy Hamilton
Bateria – Sam Woodyard , Sonny Greer
Piano – Duke Ellington
Sax. Tenor – Paul Gonçalves
Trombone – Britt Woodman , Buster Cooper , Chuck Connors , John Sanders , Lawrence Brown , Quentin Jackson
Trompete – Allen Smith, Cat Anderson, Clark Terry, Cootie Williams, Herbie Jones, Howard McGhee, Mercer Ellington, Nat Adderley, Ray Nance, Willie Cook
Violino – Ray Nance
Vocais – Milt Grayson
Este é um de uma série de dez álbuns que, juntos, é a coleção definitiva das composições significativas escritas por Duke Ellington e algumas outras canções há muito associadas ao seu campo de trabalho. Essas gravações foram produzidas pessoalmente pelo próprio Duke Ellington e têm permaneceram em sua coleção particular desde a sua conclusão. Documentando uma grande parte de sua obra musical, algumas das quais nunca foram lançadas comercialmente, essas gravações privadas estão sendo disponibilizadas pela família de Ellington pela primeira vez.
Nº 01, 02: San Francisco, 30 de agosto de 1965.
Nº 03: Nova York, 30 de agosto de 1966.
Nº 04 a 07: Nova York, 29 de dezembro de 1966.
Nº 08 : Chicago. Janeiro de 1957.
Nº 09, 10: Nova York, 17 de março de 1965.
Nº 11 a 13: Nova York, 14 de abril de 1965.
Nº 14 a 17: Nova York, 11 de julho de 1967.
Boa audição - Namastê
terça-feira, 7 de março de 2023
Ella Fitzgerald - Sings the Duke Ellington Song Book (1957)
Ella Fitzgerald Sings the Duke Ellington Song Book é um álbum de estúdio de 1957 da cantora de jazz americana Ella Fitzgerald , acompanhada por Duke Ellington e sua orquestra, com foco nas canções de Ellington. Parte da série "Song Book" de Fitzgerald, é a única em que o compositor também é apresentado como intérprete e a primeira vez que Fitzgerald gravou com Ellington. É também a entrada na série Song Book que lhe proporcionou mais oportunidades para exibir sua habilidade em cantar scat. A maior parte do disco três é dedicada a duas composições originais de Billy Strayhorn , inspiradas na vida, caráter e arte de Fitzgerald. A performance de Fitzgerald neste álbum rendeu a ela o Prêmio Grammy de Melhor Performance de Jazz, Individual , no 1º Grammy Awards Anual. O álbum foi lançado em dois volumes: o primeiro volume incluiu Fitzgerald com a orquestra de Ellington, o segundo de Fitzgerald com um pequeno grupo. Este álbum marcou o início de uma relação artística frutífera para Fitzgerald e Ellington. A década de 1960 os veria se apresentar na Côte d'Azur para o álbum Ella and Duke at the Cote D'Azur (1966), e na Suécia para o Concerto de Estocolmo, 1966 . Seu único outro álbum de estúdio é Ella at Duke's Place (1965).
Saxofone alto – Johnny Hodges (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Baixo – Jimmy Woode (faixas:: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8 ), Joe Mondragon (faixas: 1-12, 1-13, 2-1, 2-3 a 2-7, 2 -9, 2-11, 2-12) , Ray Brown (faixas: 2-13 a 2-17)
Clarinete baixo, clarinete – Harry Carney (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Clarinete, Saxofone Alto – Russell Procope (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Clarinete, Saxofone Tenor – Jimmy Hamilton (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Bateria – Alvin Stoller (faixas: 1-12, 1-13, 2-1, 2-3 a 2-7, 2-9, 2-11 a 2-17 ), Sam Woodyard (faixas: 1-1 a 1 -11, 3-1 a 3-8)
Guitarra – Barney Kessel (faixas: 1-12, 1-13, 2-1 a 2-12) , Herb Ellis (faixas: 2-13 a 2-17)
Piano – Duke Ellington (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8 , Oscar Peterson (faixas: 2-13 a 2-17 ), Paul Smith (faixas: 1-12, 1-13, 2-1, 2-3 a 2-7, 2-9, 2-11, 2-12)
Produtor, Notas do Encarte – Norman Granz
Saxofone Tenor – Ben Webster (faixas: 1-12, 1-13, 2-1, 2-3 a 2-7, 2-9, 2-11 a 2-17 ), Frank Foster
(faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8) , Paulo Gonçalves (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Trombone – Britt Woodman (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8) , John Sanders (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8), Quentin Jackson (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Trompete – Cat Anderson (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8) , Clark Terry (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8 ), Dizzy Gillespie (faixas: 1-4, 3-1 a 3-8 ), Harold (Shorty) Baker (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8) , Willie Cook (faixas: 1-1 a 1 -11, 3-1 a 3-8)
Trompete, Violino – Ray Nance (faixas: 1-1 a 1-11, 3-1 a 3-8)
Violino – Stuff Smith (faixas: 1-12, 1-13, 2-1, 2-3 to 2-7, 2-9, 2-11, 2-12)
Vocais – Ella Fitzgerald
domingo, 18 de março de 2018
So What (Second Concert) (Live from Konserthuset, Stockholm - Audio)
seis vezes", e era uma pressuposição modesta. Então, por onde começar? A
vida de Miles Davis foi tão polêmica quanto sua obra, dada uma
arrogância sem limites, fruto de uma criação relativamente privilegiada.
A mídia conferiu a ele a alcunha de "Príncipe da Escuridão", por conta
de suas críticas peçonhentas aos americanos brancos e seu comportamento
errático nos palcos, que por vezes beirava a hostilidade,
principalmente diante de plateias brancas. Seu senso exuberante de moda
e a queda por carros luxuosos fizeram dele um alvo da polícia branca,
racista, perseguição que gerou uma série de embates notórios com as
autoridades de Nova York. Ele não foi lá muito fiel às centenas de
mulheres com quem saiu, e chegou a reconhecer a culpa por várias
instâncias de violência doméstica. Não sobrava ninguém. Miles, com sua
distinta voz áspera, implicava com tudo e todos.
terça-feira, 14 de março de 2017
1957 - Thelonious Monk Quartet feat. John Coltrane
Álbum: Live at the Five Spot: Discovery!
Lançamento: 1957
Selo: Blue Note
Gênero: Jazz, Cool Jazz, Bebop, Hard Bop
sábado, 26 de março de 2016
2013- Mulligan Meets Monk - Thelonious Monk & Gerry Mulligan
Álbum: Mulligan Meets Monk
Lançamento: 2013
Selo: Original Jazz Classics
Gênero: Jazz, Bop, Cool Jazz
bass & Shadow Wilson. Recorded August 12–13, 1957, Reeves Sound Studios, New
York City
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
1957 - Wheelin' & Dealin' - John Coltrane& Frank Wess
Álbum: Wheelin' And Dealin'
Lançamentos: 1957/1991
Selo: Prestige
Gênero: Post-Bop
(Mercer Ellington & Ted Parsons) - 1942
sábado, 11 de janeiro de 2014
2010 - Soultrane / First Trane - John Coltrane (2CD-Remastered)
Álbum: Soultrane / First Trane CD1 CD2
Lançamento: 2010
Selo: Not Now Music
Gênero: Avant-Garde, Hard Bop, Cool Jazz

(Tadd Dameron)
John Coltrane - Tenor Saxophone, Paul Chambers - Bass, Red Garland - Piano, Art Taylor - Drums. Recorded February 7,1958, At Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ.
(John Coltrane)
John Coltrane - Tenor Saxophone, Johnny Splawn - Trumpet, Shahib Shihab - Baritone Saxophone, Paul Chambers - Bass & MalWaidron - Piano. Recorded May 31st 1957, At Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ.
terça-feira, 12 de junho de 2012
1994 - A Flower is a Lovesome Thing - Vince Guaraldi Trio (1957)
Álbum: A Flower is a Lovesome Thing
Artista: Vince Guaraldi Trio
Lançamento: 16 de Abril de 1957 &1994
Genero: Jazz, Cool, Piano, West Coast
Sele: Fantasy
Faixas:
01. A Flower Is A Lovesome Thing
02. Softly As In A Morning Sunrise
03. Yesterdays
04. Like A Mighty Rose
05. Looking For A Boy
06. Autumn Leaves
07. Lonely Girl
08. Willow Weep For Me
Músicos:
Vince Guaraldi - Piano
Eddie Duran - Guitarra
Dean Reilly - Baixo Acústico
Boa audição - Namaste
quinta-feira, 8 de abril de 2010
1955-57 - Miscellaneous - Miles Davis
"Mas quando menos esperava ouvi os tiros e senti a ferroada no flanco esquerdo. O cara deve ter disparado cinco tiros contra mim, mas eu usava um blusão de couro meio folgadão. Não fosse esse blusão de couro e o fato de terem atirado através de uma Ferrari reforçada, eu estaria morto. Fiquei tão espantado que nem tive tempo de ter medo. Nenhuma das balas pegou em Marguerite, e fiquei feliz por isso, mas a coisa quase a mata de medo. Entramos eu chamei a polícia e eles vieram – dois caras brancos – e revistaram meu carro, embora fosse eu quem tinha levado os tiros. Depois disseram ter encontrado um pouco de maconha no carro e nos levaram pra delegacia. Mas nos soltaram sem fazer acusações, porque não tinham provas. Ora, todo mundo que me conhece sabe que nunca curti maconha, jamais gostei de fumá-la. Eles simplesmente não gostaram de ver um cara negro num carro estrangeiro caríssimo, com uma mulher tão bonita. Não souberam o que pensar. Quando olharam minha ficha, acho que viram que eu era músico e tivera problemas com drogas no passado, por isso tentaram me empurrar alguma coisa só de farra. Talvez achassem que conseguiriam uma promoção dando um flagrante num negro famoso. Fora eu quem chamara a polícia; se estivesse com a droga em cima, teria me livrado dela antes deles chegarem. Não sou tão louco assim. Ofereci uma recompensa de 5 mil dólares por qualquer informação sobre quem atirara em mim. Poucas semanas depois, estava sentado num bar do subúrbio, quando apareceu um cara e disse que o cara que atirara em mim fora morto por alguém que não gostara do que ele fizera comigo. Não sei o nome do cara que me contou isso, nem ele me disse o nome do pistoleiro que estaria morto agora. Só sei que o cara me contou e jamais tornei a vê-lo depois disso. Mais tarde descobri o motivo: alguns empresários negros do Brooklyn não estavam gostando que os empresários brancos pegassem tantos contratos. Quando eu toquei no Blue Coronet naquela noite, eles acharam que eu estava sendo um babaca por não entregar a programação aos empresários negros. Ora, eu simpatizo com os negros discriminados. Mas ninguém me dissera nada, e lá estava um cara tentando me matar por alguma coisa da qual eu não sabia. Cara, a vida é uma merda às vezes. Durante algum tempo depois disso, eu levava um soco inglês a toda parte, até ser preso cerca de um ano depois em Manhattan por não ter o adesivo de registro no carro, e o soco inglês caiu de minha bolsa quando a polícia me revistou. Eu admito que não tinha adesivo no carro e que o carro nem estava registrado. Mas os tiras no carro-patrulha não podiam ver isso do outro lado da rua quando deram a volta e se aproximaram. Também aqui, o motivo de pararem e voltarem era que eu estava em minha Ferrari vermelha, usando um turbante, calças de pele de cobra e casaco de pele de carneiro, com uma mulher realmente linda – creio que era Marguerite de novo – diante do Plaza Hotel. Os dois caras brancos que viram isso provavelmente me acharam com cara de traficante e por isso voltaram. Desnecessário dizer que fosse eu uma pessoa branca sentada naquela Ferrari eles teriam ido cuidar de sua vida.” Miles Davis – a Autobiografia - Miles & Quincy Troup (pps. 222 a 269)06 - Walkin'
Faixas:
01 - Inrtoduction by Duke Ellington
02 - Hackensack
03 - Round About Midnight
04 - Now's The Time
05 - Four
06 - Walkin'
07 - Lady Be Good
08 - All Of You
09 - Four
10 - Yesterdays
11 - Round About Midnight
12 - Walkin'
Jan Session - Freebody Park, Newport - RI, 14 de Julho de 1955
Miles Davis – Trompete
Zoot Sims – Sax Tenor (Tracks 1-4)
Gerry Mulligan – Sax Barito (Tracks 1-4)
Thelonious Monk – Piano (Tracks 1-4)
Percy Heath – Baixo Acustico (Tracks 1-4)
Connie Kay – Bateria (Tracks 1-4)
Live at the Kongresshaus, Zürich - Switzerland, 19 Novembro de 1956
Lester Young – Sax Tenor (Tracks 5-6-7)
Rene Urtreger – Piano (Tracks 5-6-7)
Pierre Michelot – Baixo Acustico (Tracks 5-6-7)
Christian Garros – Bateria (Tracks 5-6-7)
Rec. at Birdland, NY, 17 & 30 Outubro de 1957
Bobby Jaspar – Sax Tenor (Tracks 8 & 9)
Tommy Flanagan – Piano (Tracks 8 & 9)
Paul Chambers – Baixo Acustico (Tracks 8 & 9)
Philly Joe Jones – Bateria (Tracks 8 & 9)
Rec. at the Beethoven Saal - Stuttgart, Germany, 18 de Dezembro de 1957
Peter Witte – Baixo Acustico (Tracks 10-12)
Herman Mutschler – Bateria (Tracks 10-12)
Erwin Lehn – cond. (Tracks 10-12)
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Boa audição - Nanastê.
domingo, 4 de outubro de 2009
1957 - Porgy & Bess - Louis Armstrong & Ella Fitzgerald
Em Agosto de 1957, o produtor Norman Granz que já em outras etapas reunido em estúdio Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, gravando antológicos álbuns da dupla, voltou a atacar ainda com maior ambição, elegendo como alvo a ópera do compositor nova-iorquino George Gershwin - Porgy e Bess. Com arranjos e direção musical de Russell Garcia e apoiados por uma vasta orquestra dominada pelas seções de cordas, Louis e Ella chamaram a si a totalidade das partes vocais da ópera, cada um acumulando todos os personagens masculinos e femininos. O álbum foi um êxito de vendas mas a crítica olhou como sempre para um lado da direção, valendo apenas mais um álbum na estante das obras não essenciais de Armstrong e Ella. Acontece que o curso da história raramente é linear e muitas vezes, as obras que deixam marcas mais fundas não são as maiores mas as que no tempo e no modo como foram recebidas, assumem um protagonismo que as torna historicamente incontornáveis . Antes de Porgy e Bess, a Jazz Avenue tinha na cabeceira muitas outras gravações de Louis Armstrong e Ella Fitzgerald mas nem por isso desgosta de andar pelas ruas de Gershwin guiado pelas suas vozes. Enquanto se falar de standards do jazz, George Gershwin será sempre um dos apóstolos das Sagradas Escrituras. E a ligação de Porgy e Bess ao jazz passará sempre por duas versões separadas no tempo por apenas um ano: A de Armstrong & Ella concebida em 1957 e Gil Evans e Miles Davis, nascida em 58. Com certeza que Porgy e Bess nunca poderia faltar na celebração do centenário do nascimento de Louis com a promessa de que outras viagens virão e de sua diva maior,Ella, a primeira dama a romper com o preconceito dea ópera no jazz. A dupla produziu jóias de valores inigualáveis como: Ella and Louis (1956), Ella and Louis Again (1957). Todos os três álbuns foram recebido tanto pela crítica como sucesso comercial. Porgy & Bess foi gravado em duas sessões: 18 de Agosto e 19 de Outubro de 1957.Faixas:
01 - Porgy And Bess: Overture
02 - Summertime
03 - I Wants To Stay Here
04 - My Man’s Gone Now
05 - I Got Plenty O’ Nuttin’
06 - Buzzard Song
07 - Bess You Is My Woman Now
08 - t Ain’t Necessarily So
09 - What You Want Wid Bess?
10 - A Woman Is A Sometime Thing
11 - Oh, Doctor Jesus
12 - Porgy And Bess: Medley: Here Come De Honey Man / Crab Man / Oh, Dey’s So Fresh And Fine
13 - There’s A Boat Dat’s Leavin’ Soon For New York
14 - Bess, Oh Where’s My Bess?
15 - Oh Lawd, I’m On My Way
Músicos:
Louis Armstrong - Trompete & Vocais
Ella Fitzgerald - Voz
Paul Smith - Piano
Alvin Stoller - Bateria
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Boa audição - Namastê.
terça-feira, 31 de março de 2009
1957 - East Coasting - Charlie Mingus
Pioneiro no jazz moderno e excelente contrabaixista, Charles Mingus tocou com inúmeros músicos do jazz por quatro décadas. Além de bandleader e compositor de mais de 300 músicas, participou da gravação de mais de 100 álbuns. "East Coasting" é um album menos conhecido de Mingus entre os amantes do jazz. O mês de agosto de 1957 deu ao mundo os melhores frutos de todos os tempos pelo nome de "East Coasting", um album mais tranqüilo e comportado, identificado — e com razão — como um gênio visceral e de vanguarda. Aqui, Mingus ousa na criação, mas da a luz um disco de extraordinária qualidade com um sexteto de tirar o folego. E que sexteto!. Ao lado dos habituais Jimmy Knepper e Dannie Richmond - companheiros de logas datas, temos Clarence Shaw, Curtis Porter e um pianista por nome de Bill Evans. O melhor deste album é o maravilhoso standard "Memories Of You" de Andy Razat e James Hubert Blake, a turbulenta "West Coast Ghost" e a comovente "Celia" do proprio Mingus que dá ao album um gosto Hard Bop, Post Bop. Para mim, um admirador do Mingus revolucionário, foi uma grata surpresa conhecer algumas de suas composições mais tranqüilas, mas, como sempre, de altíssimo nível. Nada de agressividade rítmica, mensagens políticas ou antiracistas neste belo East Coasting. Gravado em Agosto de 1957 - New York City e Originalmente lançado pela Bethlehem Records.ABSOLUTAMENTE IMPERDÍVEL!!!
Faixas:
1. Memories Of You
2. East Coasting
3. West Coast Ghost
4. Celia
5. Conversation
6. Fifty-First Street Blues
7. East Coasting (Alternate Take 3)
8. Memories Of You (Alternate Take 3)
Musicos:
Charles Mingus - Baixo Acustico
Clarence Shaw - Trompete
Jimmy Knepper - Trombone
Curtis Porter - Sax. Alto & Tenor
Bill Evans - Piano
Dannie Richmond - Bateria
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Boa audição - Namastê.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
1957 - Tijuana Moods - Charles Mingus
"Charles Mingus não era apenas um homem imenso e descontrolado que surrava para seus músicos quando erravam alguma nota (são clássicos os cascudos que deu em seu trombonista Jimmy Knepper). Ele também tinha um lado inegavelmente doce... não há sequer um registro policial de que tenha disparado sua arma, que levava na cintura em suas apresentações ao vivo, em algum ouvinte mais falador. É aquela coisa: todos queremos nos sentir protegidos, principalmente quando temos apenas 1,90m e 100kg. Além de sua gentileza, muito além, estava sua profunda e dilacerante ironia, não a ironia de um truculento que conserta sua mesa de sinuca com um cartão funcional, mas a ironia rascante do gênio irrequieto. Em seu álbum Tijuana Moods, gravado no estúdio A da RCA de New York, entre 18 de julho e 6 de agosto de 1957, traduz muito bem isso e presta uma homenagem aos cucarachos ("A barata" é uma tradicional canção folclórica em língua castelhana, pertencente ao gênero corrido, que foi muito popular no México durante a Revolução Mexicana). Na terceira faixa "Tijuana Gift Shop", Mingus primeiro zomba afrontosamente com meia dúzia de lugares-comuns do latin jazz para, em seguida, misturá-los de forma assustadoramente criativa, produzindo, quem diria, jazz. Foram raríssimos os músicos de jazz que se deram ao trabalho de manipular o material latino disponível de forma tão autêntica, criativa e convincente. Acredito que Mingus foi o músico do jazz que melhor soube dosar essa influência caribenha que sempre rondou o mundo do jazz e, apesar de despudoradamente explícitas as citações latinas, ao final todas soavam discretamente articuladas ao contexto jazzístico. Com incrível habilidade e talento Charles exige de nós atenção aos detalhes e sobretudo, senso de humor quando ouvimos a maioria de seus álbuns, sob pena de pensarmos estar ouvindo apenas mais um disco de jazz. Sua habilidade com a utilização do blues foi idêntica. Só é preciso registrar que, nesse álbum, Mingus põe Frank Dunlop, um dos melhores bateristas da época, tocando castanholas. Em 25 de September 2001, a RCA Victor Europe relança Tijuana Moods the complee edition, albúm remasterizado com mais seis faixas alternativas do rolo de estudio destas duas sessões. Uma otima autobiografia de Charles Mingus e dispunivel no Brasil é Saindo da Sarjeta, pela editora Jorge Zahar, com boa tradução do Roberto Muggiati (Sem comentarios). Mingus foi uns do modernizadores do jazz, um baixista incrível e um compositor alem de seu tempo. Tocou com todo mundo que importava na sua época, mas não é disso que se trata a sua autobiografia. Saindo da Sarjeta é quase um livro erótico, tão minuciosamente Mingus comenta a sua vida sexual, das descobertas do amor à tentativa de virar um cafetão. A música fica em terceiro ou quarto plano. Um problema do livro são opção de narra sua vida na terceira pessoa, desde o nescimento, esbarrando em momentos de pieguice profunda. Mesmo assim, as aventuras desse Casanova do jazz são deliciosas e proporcionam uma leitura ligeira e divertida. É considerado, ao lado de Thelonious Monk e Duke Eliington, um dos três maiores compositores da história do Jazz". Texto e fonte, gentilmente cedida por:Jazzseen.blogspot.com
Faixas:02 - Ysabel's Dance Table
03 - Tijuana Gift Shop
04 - Los Mariachis (The Street Musicians)
05 - Flamingo
06 - A Colloquial Dream (Scenes In the City)
07 - Dizzy Moods (Alt. Take)
08 - Ysabel's Dance Table (Alt. Take)
09 - Tijuana Gift Shop (Alt. Take)
10 - Los Mariachis (Alt. Take)
11 - Flamingo (Alt. Take)
12 - A Colloquial Dream (Alt. Take)
Musicos:
Charles Mingus - Baixo Acustico
Curtis Portor (Shafi Hadi) - Sax. Alto
Jimmy Knepper - Trombone
Clarence Shaw - Trompete
Bill Trigia - Piano
Dannie Richmond - Bateria
Frankie Dunlop - Percurssão
Ysabel Morel - Castalholas
Lonnie Elder - Vozes & Narração
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Boa audição - Namastê.



































