segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Tavern on the South Side - 1941

Combo de jazz no Tavern on the South Side de Chicago, Illinois,Abril de 1941.
Fotografado por Russell Lee.

Lonnie Johnson - South Side de Chicago - 1941

Taverna South Side de Chicago, Illinois - Abril de 1941.
Lonnie Johnson, guitarrista de jazz de vanguarda (esquerda)
Fotografado por Russell Lee.

South Side de Chicago, 1941

Abril de 1941. Tavern on The South Side de Chicago, Illinois.
Fotografado por Russell Lee.

domingo, 4 de outubro de 2009

1957 - Porgy & Bess - Louis Armstrong & Ella Fitzgerald

Em Agosto de 1957, o produtor Norman Granz que já em outras etapas reunido em estúdio Louis Armstrong e Ella Fitzgerald, gravando antológicos álbuns da dupla, voltou a atacar ainda com maior ambição, elegendo como alvo a ópera do compositor nova-iorquino George Gershwin - Porgy e Bess. Com arranjos e direção musical de Russell Garcia e apoiados por uma vasta orquestra dominada pelas seções de cordas, Louis e Ella chamaram a si a totalidade das partes vocais da ópera, cada um acumulando todos os personagens masculinos e femininos. O álbum foi um êxito de vendas mas a crítica olhou como sempre para um lado da direção, valendo apenas mais um álbum na estante das obras não essenciais de Armstrong e Ella. Acontece que o curso da história raramente é linear e muitas vezes, as obras que deixam marcas mais fundas não são as maiores mas as que no tempo e no modo como foram recebidas, assumem um protagonismo que as torna historicamente incontornáveis . Antes de Porgy e Bess, a Jazz Avenue tinha na cabeceira muitas outras gravações de Louis Armstrong e Ella Fitzgerald mas nem por isso desgosta de andar pelas ruas de Gershwin guiado pelas suas vozes. Enquanto se falar de standards do jazz, George Gershwin será sempre um dos apóstolos das Sagradas Escrituras. E a ligação de Porgy e Bess ao jazz passará sempre por duas versões separadas no tempo por apenas um ano: A de Armstrong & Ella concebida em 1957 e Gil Evans e Miles Davis, nascida em 58. Com certeza que Porgy e Bess nunca poderia faltar na celebração do centenário do nascimento de Louis com a promessa de que outras viagens virão e de sua diva maior,Ella, a primeira dama a romper com o preconceito dea ópera no jazz. A dupla produziu jóias de valores inigualáveis como: Ella and Louis (1956), Ella and Louis Again (1957). Todos os três álbuns foram recebido tanto pela crítica como sucesso comercial. Porgy & Bess foi gravado em duas sessões: 18 de Agosto e 19 de Outubro de 1957.

Faixas:
01 - Porgy And Bess: Overture
02 - Summertime
03 - I Wants To Stay Here
04 - My Man’s Gone Now
05 - I Got Plenty O’ Nuttin’
06 - Buzzard Song
07 - Bess You Is My Woman Now
08 - t Ain’t Necessarily So
09 - What You Want Wid Bess?
10 - A Woman Is A Sometime Thing
11 - Oh, Doctor Jesus
12 - Porgy And Bess: Medley: Here Come De Honey Man / Crab Man / Oh, Dey’s So Fresh And Fine
13 - There’s A Boat Dat’s Leavin’ Soon For New York
14 - Bess, Oh Where’s My Bess?
15 - Oh Lawd, I’m On My Way

Músicos:
Louis Armstrong - Trompete & Vocais
Ella Fitzgerald - Voz
Paul Smith - Piano
Alvin Stoller - Bateria

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Boa audição - Namastê.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Nathaniel Adams Coles (1919-1965)

"Minha voz não é algo do que eu possa me orgulhar. Ela atinge, talvez, duas outavas de extensão. Acho que é da rouquidão, do ruído da respiração, que alguns gostam." Nat King Cole, em entrevista ao jornal The Saturday Post, 1954

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Louis Daniel Armstrong (1901-1971)

Louis Armstrong, jazz man trompete, 1953
Fotografado por: Library of Congress Prints and Photographs


Andrzej Barabasz (Chepry)

Waldemar Kurpiński & Tress Jazz band Tygmont Club,
Warsaw, Poland, 24 de maio de 2006
Fotografado por: Andrzej Barabasz (Chepry)


Charles Mingus, Jr. (1922-1979)

Charles Mingus - Lower Manhattan 4 de julho de 1976
Fotografadso por: Tom Marcello Webster, New York, USA

William "Count" Basie (1904-1984)

Count Basie ao piano do filme "Rhythm and Blues Revue" 1955.
Fotografado por: Archive.org

Mahalia Jackson (1911-1972)

Mahalia Jackson, Alemanha em 16 de Abril de 1962
Fotografado por: Carl Van Vechten

Ella Jane Fitzgerald (1917-1996)

Ella Fitzgerald, 19 de Janeiro de 1940
Fotografado por: Carl Van Vechten

John Coltrane - On Green Dolphin Street

domingo, 27 de setembro de 2009

1959 - Time Out - The Dave Brubeck Quartet

"No seu estilo pedante, a crítica de jazz cita 1959 como um annus mirabilis, um ano premiado. Nele foram gravados os álbuns Kind of Blue e Sketches of Spain, de Miles Da­­vis; Mingus Ah Um de Charles Mingus; e Time Out de Dave Brubeck. Todos numa antiga igreja armênia da Rua 30, em Nova York, convertida em estúdio pela Columbia. Uma faixa do álbum de Bru­beck, Take Five, logo fascinou a todos por sua ginga hipnótica e pelo uso arrojado do tempo 5/4. Lançada em single, se tornaria, em 1961 o primeiro disco de jazz a atingir a marca de um milhão de cópias vendidas. Embora Brubeck fosse o cérebro do quarteto e sua autêntica máquina-de-compor, o sucesso veio de onde menos se esperava: de Paul Desmond, o saxofonista improvisador, basicamente um intérprete de material alheio. O autor da façanha era branco e franzino, com óculos de intelectual, e parecia tudo menos um músico de jazz. Pior ainda, teve a infelicidade de tocar sax alto quando o rei do instrumento era Charlie Parker, que todo mundo tentava igualar e não conseguia. O nome também não era nada jazzístico: Paul Emil Breitenfeld, filho de judeu e irlandesa. Mas herdou o DNA musical do pai, organista que tocava em teatro de variedades e cinemas, na época dos filmes mudos. Paul escolheu o sobrenome artístico de Desmond folheando ao acaso uma lista telefônica. Conheceu o pianista Dave Brubeck numa banda militar em 1944 na Europa. Depois da guerra, formaram um pequeno grupo. Com seu humor típico, Desmond lembra: “Eu ainda guinchava a palheta do sax a maior parte do tempo nos agudos e Dave parecia tocar Bartók com a mão direita e Milhaud com a esquerda. Juntos podíamos esvaziar qualquer clube noturno em poucos minutos sem que ninguém tivesse gritado ‘incêndio!’”. Paul Desmond fi­­cou 17 anos no quarteto de Dave Brubeck e escreveu um livro sobre a experiência, How Many of You Are There in the Quartet?, referindo-se à pergunta que invariavelmente as aeromoças faziam: “E quantos são vocês no quarteto?” Certa vez, um crítico de jazz chato (99% o são) perguntou a Paul onde se encaixava entre a abordagem vertical, ou harmônica e a abordagem horizontal ou melódica. Ele respondeu: “Pode me colocar na abordagem diagonal”. Seu humor sutil traía a vocação de escritor, era o que desejava ser. Tempos depois, frequentando o Elaine’s — QG da Intell­igentsia nova-iorquina — descobriu que todos os grandes escritores sonhavam ser músicos de jazz, entre eles Woody Allen, que tocava uma razoável clarineta Dixieland. Com a ironia costumeira, Desmond dizia que a inspiração de Take Five veio de um caça-níquel num cassino de Reno: “O ritmo da máquina me sugeriu o tema e, além do mais, eu precisava dar um jeito de recuperar o dinheiro perdido naquele caça-níquel”. Às vezes, Paul oferecia outra explicação para Take Five. Fumante compulsivo, dizia que concebeu o tema para que durante o longo solo de bateria de Joe Morello, tivesse tempo de dar umas tragadas. Steve Race nas notas de capa do LP original, disseca Take Five: “Cônscio de quão facilmente o ouvinte pode perder o pé num ritmo quíntuplo, Dave toca uma vamp (figura rítmica e harmônica constante) ao longo dos 5m26s, mantendo-a até mesmo durante o solo de bateria de Joe Morello. É interessante notar como Morello se livra gradualmente da rigidez da pulsação 5/4, criando contrafiguras intricadas e frequentemente inesperadas sobre a figura repetitiva do piano. E, contrário a qualquer expectativa normal — talvez até mesmo do pró­­­­­­­­­prio compositor — Take Five realmente suinga”.

Três leis:

1º - O álbum Time Out quase não foi lançado. Chegou às lojas contra a vontade de todos os executivos da Columbia, menos um: o man­­­­da-chuva Goddard Lie­berson, presidente da companhia. Dave Brubeck relembra: “Quebrei três leis da Columbia. Todas as sete faixas eram composições originais, quando a gravadora gostava de entremear com standards. Queria também músicas que fizessem as pessoas dançar e eu lhes dei todos aqueles compassos esquisitos. Botaram um pintura na capa do LP, coisa que nunca se fazia com um disco de jazz. Obviamente, a companhia não queria lançar o álbum”. Sur­­­­­preendentemente os fãs es­­­tavam mais preparados para os compassos extravagantes de Brubeck do que os executivos da indústria fonográfica e não só compraram o álbum, como dançaram ao som dele. Como intérprete Paul Desmond foi um saxofonista cool por excelência. Avesso aos ruídos fisiológicos subjacentes ao instrumento (arquejos, guinchos e sussurros de palhetas, percussão de teclas), sempre tocou longe do microfone, emitindo um som limpo e cristalino e direto da campanha do seu alto. Definia seu som inconfundível com um gracejo: “Eu sempre quis soar como um martini seco”.

2º - Take Five foi tocada muitas vezes pelo quarteto e dezenas de artistas a gravaram, da cantora sueca Monica Zetterlund em 1962 à versão póstuma de King Tubby em 2002. Em 1961, Car­men McRae gravou uma versão com letra composta por Dave e sua mulher, Iola.

3º - Des­­mond morreu aos 52 anos, em 1977, de câncer do pulmão, sem descendentes. Os royalties de suas composições e interpretações foram destinados, se­­­gundo sua vontade para a Cruz Vermelha norte-americana que recebe cerca de cem mil dólares por ano. Take Five representa grande parte desta receita, e continua fazendo a rapaziada dançar ao compasso de 5/4." Fonte: Roberto Muggiati para o aderno - Especial para a Gazeta do Povo, 16/09/2009.


*Todas as faixas foram compostas por Dave Brubeck, com exceção de Take Five de Paul Desmond. O álbum foi gravado ao longo de três sessões sendo a primeira em 25 de junho, a segunda em 01 º de julho e a terceira em 18 de agosto de 1959. Produção de Teo Macero e Fred Plaut como engenheiro de som. Blue Rondo à la Turk é uma versão de Rondo alla Turca da sonata Piano Nº 11 de Mozart.

03 - Take Five



Faixas:
01 - Blue Rondo à la Turk
02 - Strange Meadow Lark
03 - Take Five
04 - Three to Get Ready 4
05 - Kathy's Waltz
06 - Everybody's Jumpin'
07 - Pick Up Sticks

Músicos:
Dave Brubeck - Piano
Paul Desmond - Sax Alto
Eugene Wright - Baixo Acustico
Joe Morello - Bateria

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Boa audição - Namastê.

sábado, 26 de setembro de 2009

Stanley Gayetzky (1927-1991)

Stan Getz & Tommy Potter and Al Birdland, NYC - 1949
Fotografado por: Herman Leonard

Maxwell Lemuel Roach (10/01/1924-16/08/2007)


Max Roach no Mintons Play House, NYC -1949
Fotografado por: Herman Leonard

Thelonious Sphere Monk (10/08/1917-17/02/1982)

Thelonious Monk ao piano no Mintons Playhouse, NYC - 1958
Foto Fotografado por: Herman Leonard

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

1980 - Salsamba - Chet Baker & The Boto Brazilian Quartet

Chet participou de varias gravações tendo o ritmo brasileiro como tema variável de seu álbuns. Em 1966 participa do antológico "Brasil! Brasil! Brasil!" de Bud Skank com João Donato e Laurindo Almeida representado a terra verde amarelo no ginga da bossa nova. Em 1977, gravou com Astrud Weinert (Astrud Gilberto), uma baiana, de Salvador, filha de pai alemão e mãe brasileira, o album “The Girl From Ipanema” (Tom/Vinícius) que além de contar com o clássico do título, traz uma boa seleção de bossa nova com a participação especial de Chet Baker, nos vocais e trompete na faixa "Far Away". Diga de passagem que no medley com a marchinha “Mamãe Eu Quero” e “Chica Chica Boom Chica”, Chet até tentou cantar em português mas passando a bola para Astrud Gilberto, numa versão em ingles de arrasar. Na decada de 80 o gingado trouxe Baker aos ritmos brasileiros novamente no álbum "Chet Baker & The Boto Brazilian Quartet" e "Rique Pantoja & Chet Baker", mais conhecido como Cinema 1 (título da primeira faixa) tendo o primeiro uma pegada mais forte, com um trompete mais agressivo e atingindo notas mais altas que de costume. Chat não tocava muito rápido, nem notas muito altas por conta de um dente perdido, impossibilitando uma embocadura perfeita "Tento extrair do instrumento algo que tenha qualidade e que seja único. Parece que as pessoas só ficam impressionadas por três coisas: se você toca rápido, se toca agudo ou pelo próprio som do instrumento, não pelas notas que você toca." Dizia ele. Em 1985, Chet fez duas apresentações na primeira edição do Free Jazz Festival. A banda era formada pelo pianista brasileiro Rique Pantoja Leite(com quem Chet já havia gravado Chet Baker & The Boto Brasilian Quartet), o baixista Sizão Machado, o batarista americano Bob Wyatt e pelo flautista Nicola Stilo. A primeira apresentação, no Hotel Nacional, no Rio de Janeiro, foi decepcionante, tendo a segunda em São Paulo, tida como um sucesso no marcos do jazz. Depois do espetáculo, já em seu quarto, no Maksoud Plaza, Chet surrupiou a maleta do médico que o acompanhava e tomou doses cavalares das drogas que lhe estavam sendo administradas para controlar as crises de abstinência levando a uma overdose que o quase mata. Neste mesmo ano, iniciou com Rique Pantoja, em Roma, as gravações de Rique Pantoja & Chet Baker ou Cinema 1, que por passar por vários estúdios, terminou em São Paulo, em 1987. O álbum foi um sucesso de crítica. Curiosidade: Richard Galliano de 53 anos é um consagrado acordeonista francês e um anonimo musico no circuíto brasileiro. Chet Baker & The Boto Brazilian Quartet foi gravado nos dias 21 á 23 de Julho de 1980 - Paris, Frances.

05 - Seila


01 - Salsamba
02 - Inaia
03 - Forget Full
04 - Balsa
05 - Seila
06 - Balao
07 - Julinho
08 - Novos Tempos

Chet Baker - Trompete &Voz
Richard Galiano - acordeon
Rique Pantoja Leite - Piano (Acoustic Fender)
Michel Peratout - Baixo
Josê Boto - Bateria e Precursão

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Boa audição - Namastê

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

1963 - Live at Birdland - John Coltrane

Coltrane foi o primeiro artista a assinar com o novo selo Impulse! Records que começou no ano de 1961 e ficaria até o fim de sua carreira. Coltrane estava apto a lançar discos sempre que quisesse (com um mínimo de dois álbuns por ano). Antes de sso, protegido por Miles e crescendo no embrião de novas ideais, Coltrane lança vôo em horizonte diferente para sua época, causando um desconforto entre músicos e amigos ao ponto de Davis despedi-lo do seu quinteto magistral. Abastece sua aspiração com um novo relacionamento com a música bem como o aparecimento de Alice, sua segunda esposa, na criação de um novo estilo. Live at Birdland traduz o amadurecimento inicial de Coltrane após deixar as sombras de Miles. Apesar do título, apenas as três primeiras faixas foram gravadas ao vivo no clube Birdland, o restante são faixas de estúdio. Entre as faixas de estúdio é "Alabama", uma homenagem aos quatro meninos que morreram no bombardeio na 16th Street Baptist Church, no ataque a uma igreja Alabama Birmingham, pela supremacia branca. Um monologo racista que despertou a ira de Trane no conformismo racial. A gravação ao vivo de I Want to Talk About You, uma canção que Coltrane gravou em Soultrane de 58 , desta vez com uma coda estendida, com duração de quase tão longo quanto o resto da canção, perfaz um sopro unificado de seu sax que muitos musicos e admiradores traduzem como impar na carreira de Trane.
Originalmente lançado em 1963 pelo selo Impulse.

Faixas 01.02,03 - gravadas em 08 de Outubro 1963 no At Birdland, New York - NY
Faixas 04,05 - gravado 18 de Novembro 1963 no Van Gelder Studios, Englewood Cliffs - NJ
Faixa 06 - gravada em 06 de Março 1963 no Van Gelder Studios, Englewood Cliffs - NJ

04 - Alabama


Faixas:
01 - Afro Blue
02 - I Want to Talk About You
03 - The Promise
04 - Alabama
05 - Your Lady
06 - Villia

Músicos:
John Coltrane - Sax Tenor & Soprano
McCoy Tyner - Piano
Jimmy Garrison - Baixo Acustico
Elvin Jones - Bateria

Download Hre - Click Aqui
Boa audição - Namastê.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

sábado, 19 de setembro de 2009

2007 - Duet - Chick Corea & Hiromi Uehara

Armando Anthony (Chick Corea - Chelsea, 12 de junho de 1941). Pianista, tecladista e compositor bastante conhecido por trabalhos influenciadores na década de 1970 no gênero denominado jazz fusion, apesar de ter contribuições significativas para o jazz tradicional.
Participou na criação do movimento electric fusion como membro da banda de Miles Davis na década de 1960 e passando pelo no anos 1970, integrando o grupo Return to Forever com inovação e criatividade. Entre os pianistas de jazz, Corea é considerado um dos mais influentes, desde Bill Evans (junto com Herbie Hancock, McCoy Tyner e Keith Jarrett) brem como nova geração. Durante 1996-1997, Corea fez parte de um quinteto (que incluía Kenny Garrett e Wallace Roney) tocando versões atualizadas de composições de Bud Powell e Thelonious Monk. Suas discografia é básica para apreciadores de piano no jazz. Hiromi Uehara (26 de Março de 1979). Pianista e compositora, sua técnica impressionante, estilo único e energia contagiante são imagens de marca que a distinguem. As suas composições englobam um variado grupo de estilos musicais como jazz, rock progressivo, fusion e até clássico. Por este motivo é difícil dar um nome ao seu estilo musical. Duet!!!!. O resultado supera o que eu imaginava... Não vou nem me atrever a comentar, apenas vou sugerir a experiência de ouví-lo com um bom fone de ouvido para perceber com clareza o diálogo destes dois anormais e espetacular pianistas onde o mestre Corea conduz e generosamente abri espaço prá Hirome arrasar nos seus improvisos.Ambos se alternam e por vezes até se juntam no papel de protagonistas, improvisando e produzindo melodias inimagináveis sobre harmonias igualmente excelentes. Uma excelente pedida. imperdívellllllll.

Disc: I
01 - Very Early
02 - How Insensitive
03 - Déja Vu
04 - Fool on the Hill
05 - Humpty Dumpty
06 - Bolivar Blues





Download Here - Click Aqui CD I

Disc: II
01 - Windows
02 - Old Castle
03 - Summertime
04 - Place To Be
05 - Do Mo -Children's Song #12
06 - Concierto de Aranjuez/Spain




Downloa Here - Click Aqui CD2

Músicos:
Chick Corea - Piano
Hiromi Uehara - Piano

Gravado no live at The Tokyo Blue Note, Setembro - 2007
Boa audição - Namastê.