segunda-feira, 24 de novembro de 2025
Boxser: Thelonious Monk - The Complete Riverside Recordings (CD15)
sexta-feira, 21 de novembro de 2025
Boxser: Thelonious Monk - The Complete Riverside Recordings (CD15)
Boa audição - Namastê
quinta-feira, 20 de novembro de 2025
Boxser: Thelonious Monk - The Complete Riverside Recordings (CD15)
segunda-feira, 17 de novembro de 2025
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD12)
segunda-feira, 15 de setembro de 2025
Boxser: The Keynote Jazz Collection, 1941-1947 (11xCDs)
quarta-feira, 3 de setembro de 2025
Boxser: The Keynote Jazz Collection, 1941-1947 (11xCDs)
Entre as sessões deste box, algumas merecem atenção especial, seja pela importância de sua presença, seja pelas circunstâncias que as cercam. Esta reedição está repleta de músicos da era do swing e alguns do bebop , que fazem parte da história do jazz, como os já citados Coleman Hawkins e Lester Young, mas também, entre outros, Don Byas, Red Norvo, Shelly Manne, Horace Henderson, Flip Phillips, Ralph Burns, Barney Bigard, Budd Johnson, Shorty Rogers, Eddie Bert, Johnny Guarneri, Dodo Marmarosa, Lennie Tristano, Howard McGhee, Serge Chaloff e o conhecido Neal Hefti. O fã encontrará, além das gravações já mencionadas, lideradas pelo trompetista George Hartman e Lester Young, as sessões de composições de Leonard Feather produzidas por ele e interpretadas pelo sexteto de músicos da orquestra de Lionel Hampton (entre eles o excelente saxofonista Arnett Cobb) e com a participação estelar de Dinah Washington (Disco 1, músicas 9 - 12). Algumas gravações que serviram para popularizar a cantora.
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 20 de agosto de 2025
Boxser: The Keynote Jazz Collection, 1941-1947 (11xCDs)
Boa audição - Namastê
quarta-feira, 25 de junho de 2025
VA - The Rough Guide To Unsung Heroes Of Country Blues - Vol. 2 (Reborn And Remastered)
quarta-feira, 16 de abril de 2025
The A-Z Encyclopedia Of Jazz (2xCD)
sábado, 14 de outubro de 2023
# 1-1 a 1-4: Gravado em Los Angeles, 15 de julho de 1942
# 1-5 a 1-8: Gravado em Los Angeles, dezembro de 194
# 1-9 a 1-12: Gravado em Los Angeles Angeles, janeiro de 1946
# 1-13 a 1-16: Gravado em Los Angeles, agosto de 1946
# 1-17 a 2-4: Gravado em Chicago, outubro de 1946
# 2-5 a 2-9: Gravado na Radio Recorders, Los Angeles, 18 de fevereiro de 1947
# 2-10 a 2-12: Gravado na cidade de Nova York, 2 de abril de 1947
# 2-13 a 2-16; Gravado no WOR Studio, em Nova York, 29 de dezembro de 194
# 2-17 a 2-22: Gravado em Los Angeles, 22 de dezembro de 1947
Boa audição - Namastê
sábado, 16 de setembro de 2023
Boxset: Jazz In Britain 1919-1950 (04xCD - Compilation)
Artista: VA
Álbum: Jazz Takes Hold in the UK - CD03
Lançamento: 2005
Selo: Proper Records
Gênero: Swing, Trad Jazz, Ragtime
sábado, 2 de setembro de 2023
Ben Webster - Three Classic Albums
Ben Webster 'Soulville'- 1957: faixas 01-07
Ben Webster & Oscar Peterson — 1959: faixas 08-11 e 01-03
Ben Webster & Associates — 1959: - faixas 05-08
sábado, 12 de agosto de 2023
Boxset CD 06 - Lester Young - Lullaby Of Birdland [Rec. 1959]
Boa audição - Namastê
sábado, 5 de agosto de 2023
Boxset: CD03 - Lionel Hampton And His French New Sound - A La French [Rec. 1955]
Artista: Lionel Hampton
Álbum: A La French [Rec. 1955]
Lançamento: 2009
Selo: Membran
Gênero: Swing, Hard Bop
Considerado o primeiro vibrafonista do jazz, também foi um hábil baterista, pianista e cantor e ímpeto líder de bandas. Ao longo da sua vida, Hampton tocou com os grandes nomes do jazz desde Benny Goodman e Buddy Rich, a Charlie Parker e Quincy Jones. Como membro do grupo de Benny Goodman ele fez alguns de seus melhores discos, tendo solos memoráveis em canções como ‘Dizzy Spells’ e ‘Moonglow’. Ele também realizou sessões de gravação com músicos lendários como Coleman Hawkins, Benny Carter e Nat Cole, alguns dos melhores do jazz da época. Lionel Leo Hampton nasceu em Louisville, Kentucky, e foi criado por sua avó e em 1916 sua família mudou-se para Chicago. Na juventude, Hampton era um membro do ‘Bud Billiken Club’, um clube para jovens negros. Durante a década de 20, quando ainda era um adolescente teve aulas de xilofone e bateria com o baterista de blues e jazz Jimmy Bertrand. E mudou para Califórnia em 1927 ou 1928, tocando bateria para o ‘Dixieland Blues-Blowers’. Sua estreia em gravações foi com ‘The Quality Serenaders’, e foi baterista do bandleader Les Hite. Durante este período começou a praticar no vibrafone. Em 1930, Louis Armstrong chegou à Califórnia e contratou a banda de Les Hite, pedindo a Hampton para tocar o instrumento. Assim começou sua carreira como vibrafonista, popularizando o seu uso desde então. Durante os anos 30, ele estudou música na ‘University of Southern Califórnia’. Em 1934, conduziu a sua própria orquestra. Em 1936, a orquestra de Benny Goodman chegou a Los Angeles para tocar no famoso salão de dança ‘Palomar Ballroom’, e Goodman convidou Lionel Hampton para integrar seu trio, que assim se tornou o famoso ‘Benny Goodman Quartet’, com o pianista Teddy Wilson e o baterista Gene Krupa completando o lineup. O trio e depois quarteto estavam entre os primeiros grupos de jazz racialmente integrados e em uma época que o jazz era dominado por grandes bandas. Enquanto trabalhou para Goodman em New York, Hampton também gravou com diversos pequenos grupos conhecidos como ‘Lionel Hampton Orchestra’. Em 1940 deixou Goodman em circunstâncias amistosas para formar sua própria big band que se tornou popular durante os anos 40 e início dos anos 50. Sua terceira gravação em 1942 produziu uma versão do clássico ‘Flying Home’ com solo do saxofonista Illinois Jacquet que antecipou o rhythm & blues. O sucesso fez com que gravasse ‘Flying Home, Number Two’ com o saxofonista Arnett Cobb. O guitarrista Billy Mackel ingressou em sua orquestra em 1944, e iria tocar e gravar com ele quase continuamente através dos anos 70. Em 1947 Lionel Hampton gravou ‘Stardust’ com o trompetista Charlie Shavers e com o baixista Slam Stewart no concerto ‘Just Jazz’. Dos anos 40 até início dos anos 50, Hampton gravou para a ‘Decca Records’ com inúmeros jovens artistas que mais tarde alcançaram fama, como o baixista Charles Mingus, o saxofonista Johnny Griffin, o guitarrista Wes Montgomery, a vocalista Dinah Washington e o tecladista Milt Buckner. E continuou a gravar com pequenos grupos e em jam sessions. Durante os anos 60, os grupos de Hampton estavam em declínio, e não se saíram muito melhor na década de 70. Mesmo assim, Lionel Hampton permaneceu ativo até sofrer um derrame em Paris em 1991. Esse incidente, combinado com anos de artrite crônica forçou-o a parar drasticamente. Em 1997, seu apartamento pegou fogo e destruiu seus prêmios e pertences. Hampton escapou ileso vindo a falecer em 2002.
Gravado em 19 de março de 1955, Schola Cantorum, Paris
Vibrafone – Lionel Hampton
Trompete – Nat Adderley, Benny Bailey, Bernard Hulin,
Trompa Francesa – Dave Amram
Sax. Tenor e Clarinete – Maurice Meunier, Ray Lawewnce
Sax. Barito – William Boucaya
Piano – René Urtreger, Mary Lou Williams
Baixo – Guy Pedersen, Buddy Banks
Bateria – Jean-Baptiste "Mac Kac" Reilles
Guitarra – Sacha Distel
Vocais - Mary Lou Williams, Beryl Briden


























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