segunda-feira, 20 de janeiro de 2025
VA - Bebop 1945-1953
quinta-feira, 8 de setembro de 2022
# 072 - Jazz In Paris - Bebop (1947-1949)
Artista: Bebop & VA
Álbum: Jazz in Paris 072
Lançamento: 2001
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bebop

quinta-feira, 1 de setembro de 2022
# 069 - Art Blakey - 1958 Paris Olympia (1958)
The Jazz Messengers, grupo fundado por Art Blakey, baterista e bandleader que junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do moderno bebop, uma das correntes mais influentes do jazz que privilegia os pequenos conjuntos, como os trios, os quartetos e os solistas de grande virtuosismo. Art Blakey sempre deu apoio aos solistas, e mais tarde, como líder do ‘The Jazz Messengers’, incluiu muitos jovens músicos que se tornaram nomes de destaque no jazz. O legado da banda não é conhecido apenas pela sofisticada música que produziu, mas como um campo de provas para várias gerações de músicos de jazz. ‘The Jazz Messengers’ foi inicialmente liderado por Blakey e o pianista Horace Silver. Embora o nome não tivesse sido usado na primeira das suas gravações, Blakey e Silver gravaram juntos em várias ocasiões, mas o nome foi usado pela primeira vez em uma gravação de 1954, nominalmente liderada por Horace Silver, com Blakey na bateria, o saxofonista Hank Mobley, trompetista Kenny Dorham e o baixista Doug Watkins. O trompetista Donald Byrd substituiu Kenny Dorham, e o grupo gravou um álbum chamado simplesmente de ‘The Jazz Messengers’ em 1956. A banda ficou conhecida como ‘Art Blakey and the Jazz Messengers’ com Blakey assumindo o grupo como único líder quando Horace Silver com Mobley, Byrd e Watkins formaram um novo quinteto com uma variedade de bateristas. Durante um período que abrange mais de quarenta anos ‘Art Blakey and The Jazz Messengers’ produziu centenas de registros e prosperou em meio a inúmeras mudanças de formação, sempre recebendo os melhores músicos do jazz incluindo os trompetistas Lee Morgan, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, bem como o saxofonista Wayne Shorter e os pianistas Keith Jarrett e Joanne Brackeen.
Contrabaixo – Jymie Merritt
Bateria – Art Blakey
Piano – Bobby Timmons
Saxofone Tenor – Benny Golson
Trompete – Lee Morgan
Gravado em "L'Olympia", Paris, França, 22 de novembro de 1958 (Faixas 1, 2, 3)
Gravado em "L'Olympia", Paris, França, 17 de dezembro de 1958 (Faixas 4, 5, 6, 7)
segunda-feira, 14 de outubro de 2019
2004 - Jazz Ballads Vol.04 - Clifford Brown & Sonny Rollins
domingo, 16 de dezembro de 2018
2008 - Blue Note Plays Bossa Nova - VA
Álbum: Blue Note Plays Bossa Nova (3CDs)
Lançamento: 2008
Selo: Blue Note
Gênero: Bossa Nova, Brazilian Songs, Latino Jazz
Ao contrário do que muitos pensam, a Bossa Nova não começou em 1959 nem acabou em 1967. Não foi apenas um movimento musical, mas é uma revolução cultural em permanente expansão. Não se fechou à elite carioca de classe média nem ao West Coast Jazz, mas abriu-se a variadas tendências, inclusive às regionalistas e ao samba de raiz. Não desprezou a canção tradicional de grandes autores como Ary Barroso, Dorival Caymmi, Cartola, Nélson Cavaquinho ou Geraldo Pereira, mas resgatou-os do limbo onde ficariam, de um modo ou de outro, com a ascensão e o império do pop-rock, que perdura até hoje como uma verdadeira praga. Eles atacaram a Bossa Nova - que os norte-americanos adorariam ter inventado (e até dizem que foram eles) - para hoje aplaudirem, de pé e sem o menor constrangimento, o pior lixo comercial já produzido em todos os escalões fonográficos. Ao contrário do que achavam os componentes do Tropicalismo, cujos líderes eram bossanovistas ortodoxos e gravaram álbuns idem, a Bossa Nova não se fechou no "círculo do bom gosto" (expressão deles), mas procurou apurar o estilo e bases harmônico-melódicas, que se multiplicaram em outras tendências ao longo do tempo: do samba-jazz ao samba-soul, do sambalanço à canção nacionalista engajada aos festivais da canção, dos grupos instrumentais à Toada Moderna entre outras. Em paralelo a essa profusão de tendências e à riqueza criativa, a Bossa Nova revolucionou também as artes gráficas com o design das capas dos LPs, CDs e DVDs que embalaram discos monumentais, hoje cotados entre os mais caros do mercado, inclusive as reedições em CD - que nunca encalham nas lojas. Para arrematar tudo isso, permitiu que Vinicius de Moraes, ícone da Literatura, se tornasse também o mais influente letrista brasileiro de todos os tempos e o primeiro a adaptar procedimentos literários ao linguajar coloquial ajustado ao contexto urbano brasileiro. Ao contrário do que muitos pensam, os primeiros discos de Chico Buarque, Elis Regina, Geraldo Vandré, Nara Leão, Edu Lobo, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Maria Bethânia e Gal Costa, por exemplo, são pura Bossa Nova e ao contrário do que eles disseram, dizem ou dirão por aí - a maioria, sim, "cuspiu no prato que comeu", pois, se não fossem João Gilberto, o estilista do ritmo e Nara Leão - a musa e catalisadora do movimento que trouxe Maria Bethânia - que trouxe o irmão, que trouxe o 'grupo baiano' para o Sudeste e para os holofotes - eles não teriam vez nem voz, e a história seria bem diferente. Tom Zé disse que a Bossa Nova inventou o Brasil. Não é verdade, porém não há dúvida de que, desde 1959, a Bossa Nova inventou a Música Popular Brasileira Moderna, contemporânea e atemporal. O resto é protecionismo, discurso vazio ou estratégia de marketing.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
1991 - Swedish Schnapps - Charlie Parker Quintet (1949-51)
domingo, 15 de abril de 2012
1995 - New Blue Horns - VA
Artista: VA
Lançamento: 1959-1995
Selo: Riverside
01.Fluegelin The Blues - Clark Terry Quartet
02.Studio B - Blue Mitchell Quintet
03.Early Morning Mood - Chet Baker Quintet M. Pepper Adams
04.Soft Winds - .Chet Baker Quartet
05.Mammy Yokum - Nat Adderly Quartet
06.Optional - Kenny Dorham Quintet
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
1959 - Meet Oliver Nelson - Oliver Nelson

Size: 32.97MB
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Tracks:
01 - Jams and Jellies
02 - Passion Flower
03 - Don't Stand Up
04 - Ostinato
05 - What's New?
06 -. Booze Blues Baby
Muicos:
Ray Bryant - Piano
Kenny Dorham - Trmete
Wendell Marshall - Baixo
Oliver Nelson - Sax. Tenor
Art Taylor - Bateria
About Oliver Nelson
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Kenny Dorham Septet and Cannonball Adderley

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Para os fãs de Kenny Dorham, Blue Spring é essencial e representa um dos momentos mais significativos do trompetista no selo Riverside. O registro é uma verdadeira seleção de grandes valores da época, como o saxofonista Cannonball Adderley, o baixista Paul Chambers e o pianista Cedar Walton. O tema principal do álbum é a "primavera", onde Kenny compõe as canções "Blue Spring" (faixa-título), "Spring Cannon" (em homenagem à Julian "Cannonball" Adderley) e "Passion Spring", revelando uma atmosfera leve e poética. O estilo refinado e solos altamente melódicos de Cannonball Adderley dão mais beleza para as composições de Dorham, fazendo de Blue Spring uma obra-prima fundamental.
Tracks:
1.Blue Spring
2.It Might As Well Be Spring
3.Poetic Spring
4.Spring Is Here
5.Spring Cannon
6.Passion Spring
Credits:
Cannonball Adderley - Sax (Alto)
David Amram - French Horn
Paul Chambers - Bass
Jimmy Cobb - Drums
Kenny Dorham - Trumpet, Performer
Philly Joe Jones - Drums
Cecil Payne - Sax (Baritone)
Cedar Walton - Piano