sábado, 31 de dezembro de 2011

sábado, 24 de dezembro de 2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

2006 - Best Jazz 100 - VA

Artista: VA
Titulo: Best Jazz 100
Lançamento: September 4, 2006
Selo: EMI Europe Generic
Genero: Jazz Collections

CD 1: Classic Jazz Vocals

01. I Left My Heart In San Francisco – Julie London
02. Something Cool – June Christy
03. My Funny Valentine – Chet Baker
04. Misty Blue – Ella Fitzgerald
05. Darn That Dream – Nancy Wilson
06. Autumn In New York – Jo Stafford
07. April In Paris – Dinah Shore
08. Do Nothing Till You Here From Me – Abbey Lincoln
09. Day In – Day Out – Mark Murphy
10. It Had To Be You – Dinah Shore
11. Angel Eyes – Jack Jones
12. The Man I Love – Carmen McRae
13. It Don’t Mean A Thing – Annie Ross
14. Here’s That Rainy Day – Sue Raney
15. Stars Fell On Alabama – Jack Teagarden
16. Blue Moon – Billie Holiday
17. A Foggy Day – Dakota Staton
18. Exactly Like You – Dianne Reeves
19. I Ain’t Got Nothin’ But The Blues – Lou Rawls
20. Something To Live For – Lena Horne

CD 2: Swing Classics In Hi-fi


01. For Dancers Only – Billy May And His Orchestra
02. Stompin’ At The Savoy – Benny Goodman & His Orchestra
03. Leap Frog – Les Brown And His Orchestra
04. Satin Doll – Duke Ellington And His Orchestra
05. Let’s Dance – Benny Goodman And His Orchestra
06. T’Ain’t What You Do – Billy May And His Orchestra
07. Opus No. 1 – Glen Grey And The Casa Loma Orchestra
08. Intermission Riff – Stan Kenton And His Orchestra
09. Sleep – Woody Herman And His Orchestra
10. Jumpin’ At The Woodside – Benny Goodman & His Orchestra
11. Harlem Air Shaft – Duke Ellington And His Orchestra
12. I’m Beginning To See The Light – Harry James And His Orchestra
13. A Good Man Is Hard To Find – Les Brown And His Orchestra
14. Annie Laurie – Billy May And His Orchestra
15. The Peanut Vendor – Stan Kenton And His Orchestra
16. Come And Get It – Glen Gray And The Casa Loma Orchestra
17. Margie – Billy May And His Orchestra
18. I’ve Got My Love To Keep Me – Les Brown And His Orchestra
19. Apollo Jumps – Glen Gray And The Casa Loma Orchestra
20. Sing, Sing Sing - Benny Goodman And His Orchestra

CD 3: Latin Jazz

01. Machito – Stan Kenton And His Orchestra
02. Jahberu – Tadd Dameron
03.T in Tin Deo – James Moody & Chano Pozo
04. Basheer’s Dream – Kenny Dorham
05. Congalegra – Horace Parlan
06. Mambo Inn – Grant Green
07. Paco – Gerald Wilson
08. Agua Dulce – The Jazz Crusaders
09. Favela – Clare Fischer (3:46)
10. I’m On My Way – Candido
11. Oye Como Va – Bobby Hutcherson
12. Caravan - Chucho Valdes
13. Contagio – Gonzalo Rubalcaba
14. Dance Of Denial – Ray Barretto
15. The Time Is Now – Eliane Elias

CD 4: Relaxing Jazz


01. At Last – Lou Rawls & Dianne Reeves
02. Makin’ Whoopee – The Three Sounds
03. Namely You – Sonny Rollins
04. Time After Time – Cassandra Wilson
05. Infant Eyes – Wayne Shorter
06. In The Winelight – Kurt Elling (6:44)
07. Cantaloupe Island – Herbie Hancock
08. More Than This – Charlie Hunter & Norah Jones
09. Beatrice – Joe Henderson
10. Lazy Afternoon – Jackie Allen
11. I’ve Got The World On A String – Joe Lovano
12. Make It Go Away - Holly Cole
13. Déjà Vu – Stefon Harris & Jacky Terrasson
14. Don’t Worry Be Happy – Bobby McFerrin

CD 5: Jazz Ballads

01. Someone To Watch Over Me – Coleman Hawkins
02. Easy Living – Clifford Brown
03. It Never Entered My Mind – Miles Davis
04. Violets For Your Furs – Jutta Hipp & Zoot Sims
05. Moonglow – Benny Goodman
06. Like Someone In Love – George Shearing
07. Stairway To The Stars – Bill Evans & Jim Hall
08. Dancing In The Dark – Cannonball Adderley
09. I’m A Fool To Want You – Dexter Gordon
10. Yesterdays – Stan Kenton and his Orchestra
11. The Good Life – Hank Mobley
12. God Bless The Child – Stanley Turrentine
13. Nature Boy - Ike Quebec
14. Spring Can Really Hang You Up The Most – Zoot Sims
15. Laura – Joe Lovano

CD 6: Legends of Jazz

01. Boogie Woogie Stomp – Albert Ammons
02. Summertime – Sidney Bechet
03. Chicago Flyer – Meade Lux Lewis
04. Profoundly Blue – Edmond Hall’s Celeste Quartet
05. Topsy – Ike Quebec
06. Blues For Clarinets – Jimmy Hamilton & The Duke’s Men
07. Lop-Pow – Babs Gonzales’ Three Bips And a Bop
08. Our Delight – Tedd Dameron
09. Boperation – Howard McGhee & Fats Navarro
10. ‘Round Midnight – Thelonious Monk
11. Bouncing With Bud – Bud Powell
12. Born To Be Blue – Wynton Kelly
13. Bags’ Groove – Milt Jackson
14. Safari – Horace Silver
15. Carvin’ The Rock – Lou Donaldson & Clifford Brown
16. Lady Sings The Blues – Herbie Nichols

Boa audição - Namaste

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

2003 - Christmas for Lovers - VA

Albúm: Christmas for Lovers
Artista: VA
Selo: The Verve Music Group
Periodo: 1953-2001
Lançamento: 2003
Genero: Easy Listening, Jazz, Bossa Nova, Christmas Songs

Faixas:
01. Wally Stott & His Orchestra - The Christmas Song
02. Ella Fitzgerald - What Are You Doing New Year's Eve?
03. Joe Sample - I Saw Mommy Kissing Santa Claus
04. Shirley Horn - The Secret of Christmas
05. Joe Williams - Christmas Waltz
06. Yusef Lateef - Warm Fire
07. Billy Eckstine - Christmas Eve
08. Dinah Washington - Ole Santa
09. Ramsey Lewis - Snowfall
10. Antonio Carlos Jobim - Looks Like December
11. Oscar Peterson - A Child is Born
12. Diane Schuur - I'll Be Home for Christmas
13. Gerry Mulligan - Wintersong
14. Abbey Lincoln - Christmas Cheer
15. Kenny Burrell - Merry Christmas, Baby

Boa audição - Namaste.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

2003 - Bossa Nova for Lovers - VA

O GRANDE ENCONTRO: JOÃO GILBERTO E ROBERTO MENESCAL
UM DESLUMBRAMENTO - OS PRIMÓRDIOS DA BOSSA NOVA


- Tem um violão aí? Eu sou o João Gilberto. Podíamos tocar alguma coisa.
Menescal, surpreso com "aquela figura esquisita", mandou-o entrar.
Já ouvira falar num "baiano meio louco, genial, afinadíssimo," que às vezes aparecia no Plaza, na Rua Princesa Isabel, por volta de 1957.
Carlos Lyra já conhecia "aquela figura".
Mas voltemos ao apartamento do Menescal.
Casa cheia. Menescal levou o baiano para o quarto dos fundos. Curioso. Violão examinado e devidamente afinado, João começou a cantar "Hô–ba-la-la", de sua autoria. Uma espécie de beguine – musica caribenha já esquecida. Menescal não entendeu nada da letra. Mas quem se importava com letra? A voz do "cara" era um instrumento! Um trombone da melhor qualidade. E João Gilberto não parecia cantar. Dizia as letras, num sussurro, mal abrindo os lábios. E repetiu o estranhíssimo "Ho-ba-la-la" cinco ou seis vezes, cada uma de maneira diferente, mas com a mesma batida. A mesma bossa. Quase ninguém conhecia João Gilberto, no Rio, em 1957, principalmente os mais jovens. Quem ele era, o que fazia, como aprendera violão, como cantar daquele jeito diferente. Sabia-se, vagamente, que viera da Bahia pra cantar num conjunto, mas não se adaptara. E cantava esporadicamente, na noite do Rio. Fascinado, Menescal resolveu "mostrar sua descoberta" aos amigos.
E saiu com o baiano a tiracolo.
Com violão e tudo.
Começou pelo apartamento de Ronaldo Bôscoli, na rua Otaviano Hudson, onde João Gilberto cantou "Ho-ba-la-la" muitas vezes.
E cantou outra canção muito estranha, chamada "Bim-Bom".
Fonte: "Bossa Nova e suas histórias" Sóstenes Pernambuco Pires
Barros.

Artista: VA
Albúm: Bossa Nova for Lovers
Selo: The Verve Music Group
Lançamento: 2003
Genero: Bossa Nova, Vocal Jazz, Brazilian Jazz, West Coast Jazz

Faixas:
01. Stan Getz and Joao Gilberto - Vivo Sonhando (Dreamer)
02. Antonio Carlos Jobim - Wave
03. Astrud Gilberto - The Shadow of Your Smile
04. Stan Getz and Laurindo Almeida - Corcovado (Quiet Nights of Quiet Stars)
05. Astrud Gilberto - My Foolish Heart
06. Antonio Carlos Jobim - Amor em Paz (Once I Loved)
07. Astrud Gilberto - Misty Roses
08. Antonio Carlos Jobim - Desafinado
09. Astrud Gilberto and Walter Wanderley - So Nice (Summer Samba)
10. Stan Getz and Laurindo Almeida - Winter Moon
11. Antonio Carlos Jobim - Insensatez (How Insensitive)
12. Astrud Gilberto - Dindi
13. Stan Getz and Charley Byrd - Bahia
14. Antonio Carlos Jobim - The Girl from Ipanema
15. Stan Getz & Joao Gilberto - O Grande Amor
16. Astrud Gilberto - Meditation

Boa audição - Namaste.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Billie Holiday - P.s. I Love You



P.s. I Love You - PS. Eu te amo

Dear, I thought I drop a line
Querido, pensei em passar para conversar
The weather is cool
O tempo está bom
The folks are fine
As pessoas estão bem
I'm in bed each night at nine
Toda noite, eu vou pra cama às 9
PS. I love you
PS. Eu te amo

Yesterday we had some rain
Ontem choveu um pouco
But all in all I can't complain
Mas no fim, não posso reclamar
Was it dusty on the train
Estava empoeirado no trem
PS. I love you
PS. Eu te amo

Write to the brown's just as soon as you're able
Escreva para os Brown assim que puder
They came around to call
Eles apareceram para ligar
I burned a hole in the dining room table
Eu queimei um buraco na mesa de jantar
Now let me think; I guess that's all
Agora deixe-me pensar, acho que é isso
Nothing else for me to say
Não há nada mais a dizer
And so I'll close, but by the way
Então vou terminar mas, aliás
Everybody's thinking of you
Todos estão pensando em você
PS. I love you
PS. Eu te amo

Billie Holiday

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

1995 - Greatest Hits - Billie Holiday

Nova York, manhã de 17 de julho de 1959. Aos 44 anos, com o organismo debilitado pelo uso contínuo e descontrolado de drogas e álcool, morre no Metropolitan Hospital, no Harlem, a cantora Billie Holiday, a mais pungente e emocionante intérprete da história do jazz. Internada mais uma vez para se tratar do vício em heroína, do qual nunca conseguiu se livrar, Billie morreu sob vigilância policial e segundo alguns biógrafos, algemada na cama depois de denunciada à polícia por uma enfermeira que a teria surpreendido consumindo entorpecentes no hospital. Durante a necropsia os médicos encontraram US$ 750 escondidos dentro de uma meia de seda que ela usava, o último dinheiro de Billie. As condições degradantes em que a intérprete morreu são o último capítulo de uma biografia singular do show business. Negra, pobre, nascida numa América preconceituosa e repressora, Billie passou fome, foi estrupada, se prostituiu ainda adolescente, descobriu na música o caminho para superar as dificuldades, tornou-se uma estrela e, depois, mergulhou no desespero do vício que a destruiu. Uma vida sem regras, forjada no desequilíbrio entre talento e sofrimento, ambos em doses nada homeopáticas, ingredientes mais que suficientes para transformar a cantora em um mito. E é como mito que Lady Day (apelido carinhoso que recebeu do saxofonista Lester Young) permanece, passados do fim melancólico naquele hospital do Harlem. Não apenas como a dona de uma voz única, que misturava melancolia, rouquidão e sensualidade, mas também como a artista que influenciou os rumos do jazz, despertou admiração e se tornou um símbolo impossível de ser substituído. No palco, era uma diva, que aprendeu a fazer da voz um requintado instrumento, que nunca cantava uma música da mesma forma duas vezes.

Artista: Billie Holiday
Album: Greatest Hits
Lançamento: 1995
Selo: Sony
Genero: Jazz, vocal

Faixas:
1. Same Old Story
2. Nice Work If You Can Get It
3. Night And Day
4. Georgia On My Mind
5. Body & Soul
6. Am I Blue
7. St Louis Blues
8. Easy To Love
9. I Can't Give You Anything But Lov
10. All Of Me
11. I've Got My Love TO Keep Me Warm
12. Let's Call The Whole Thing Off
13. The Man I Love
14. Pennies From Heaven
15. Can't Help Lovin' Dat Man
16. They Can't Take That Away From Me
17. The Very Thought Of You
18. Summertime

Teddy Wilson & His Orchestra (01, 02, 03, 05, 06, 07, 15)
Billie Holiday & Her Orchestra (04, 08, 09, 13, 14)
Benny Carter & His All-Star Orchestra (10)
Eddie Heywood & His Orchestra (11, 12)

Recorded: 1935 - 1941

Boa audição - Namaste

sábado, 12 de novembro de 2011

Billie Holiday / 1915 - Forever

"Você não pode copiar ninguém e acabar com qualquer coisa. Se você copiar, isso significa que você está trabalhando sem nenhum sentimento real. Não há duas pessoas na Terra iguais, e tem que ser assim na música, ou não é música"


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ella Fitzgerald com Sarah Vaughan - 1950

1967 - Francis Albert Sinatra & Antonio (Re-upload) Carlos Jobim

Enquanto tomava chope com amigos no mesmo bar celebrizado por “Garota de Ipanema”, Tom Jobim recebeu o mais surpreendente telefonema de sua vida. Do outro lado da linha, ninguém menos que Frank Sinatra "The Voice” que queria gravar um disco só com músicas de Tom que topou na hora. Foi uma conversa curta:

"Quero fazer um disco com você e saber se você gosta da idéia" - perguntou Sinatra ao telefone.
"É uma honra" - respondeu Tom.

O cantor sugeriu que Tom tocasse violão. Apesar de não gostar da idéia Tom aceitou. Mas também fez um pedido de colocar um um baterista brasileiro por nome de "Dom Um Romão" que foi prontamente aceito pelo cantor, depois de comentar: "Não tenho tempo para aprender canções novas e detesto ensaiar. Vamos ficar com as mais conhecidas, os clássicos". Quando se recuperou da surpresa Tom lembrou-se da esnobada que um editor nova-iorquino lhe dera três anos antes envolvendo indiretamente a figura de Sinatra. Em 1963, Tom procurou um agente em Nova York e reclamou com ele da má qualidade das versões americanas de suas músicas. "Como é que o Frank Sinatra vai gravar minhas músicas com essas letras?", ponderou Tom. "E quem é que disse que o Frank Sinatra vai gravar suas músicas", replicou o agente com um debochado sorriso nos lábios. Em janeiro de 1967 hospedou-se no Sunset Marquis de Los Angeles para dar início ao trabalho, afinal adiado porque Sinatra refugiara-se em Barbados para esquecer mais uma desavença conjugal com Mia Farrow. Enquanto esperava repassou todos os arranjos com Ogerman, compositor, arranjador e regente alemão, compôs mais duas músicas (“Wave” e “Triste”) e quase morreu de tédio. Enquanto esperava um sinal de Sinatra, Tom escreveu várias cartas a Vinícius e numa delas autodefiniu-se como "um infeliz paralisado num quarto de hotel, esperando o chamado para a gravação, naquela astenia física que precede os grandes acontecimentos, vendo televisão sem parar e cheio de barrigose". E assinava: "Astênio Claustro Fobim". As gravações começaram às 20h do dia 30, no Studio One da Warner Western Sound em Sunset Strip. Por precaução, Sinatra gravou primeiro duas das três canções americanas incluídas no repertório, “Baubles, Bangles and Beads” e “I Concentrate on You”, com as quais só não tinha intimidade em ritmo de Bossa Nova. A primeira de Tom que ele encarou foi “Dindi”, seguida de “Change Partners”. A última faixa da noite foi “Inútil Paisagem”. Apesar do natural nervosismo do brasileiro a sessão transcorreu num clima de extrema afabilidade. Nas duas noites seguintes não seria diferente. A crítica americana elegeu o encontro de Sinatra e Jobim o álbum do ano. Nas vendas perdeu apenas para “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles. Um segundo disco com os dois seria gravado dois anos depois, em 1969 com o título de “Sinatra & Company”, com arranjos de Eumir Deodato. Àquela altura, Tom e o cantor já haviam se tornado amigos. Quando dos preparativos de um especial sobre Sinatra no A Man and His Music, co-estrelado por Ella Fitzgerald, para a rede de televisão NBC em setembro de 1967, Francis Albert não se esqueceu de convidar Antonio Carlos. Sinatra, aliás abriu o programa cantando “Corcovado”.
Gravado em 30 de Janeiro e 01 de Fevereiro de 1967, Hollywood - Los Angeles, pelo selo Reprise Records. Produção de Sonny Bulke. Em 1968, Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim foi indicado para o Grammy de Álbum do Ano.

01 - The Girl from Ipanema


Faixas:
01 - The Girl from Ipanema
02 - Dindi
03 - Change Partners
04 - Quiet Nights of Quiet Stars
05 - Meditation
06 - If You Never Come to Me
07 - How Insensitive
08 - I Concentrate on You
09 - Baubles, Bangles and Beads
10 - Once I Loved (O Amor em Paz)

Músicos:
Frank Sinatra – Vocal
Antonio Carlos Jobim – Piano, Guitarra, Backing Vocais
Claus Ogerman – Arranjos e maestro

Download Here - Click Aqui
Boa audição - Namaste.


terça-feira, 1 de novembro de 2011

2011 - Icon Love Songs - Ella Fitzgerald

Uma coleção de canções de amor da "Primeira Dama da Canção", dos quais muitos ajudaram a Mrs Ella transformar-se em padrões na melodia do jazz. Os destaques incluem "Someone to Watch Over Me", " I Got a Crush on You ", " From This Moment On " e o clássico " Always ". Assim como um bom vinho, essas músicas ficaram melhores ao longo do tempo mesmo depois do falecido grande Ella Fitzgerald.

Artista: Ella Fitzgerald
Titulo: Icon Love Songs
Lançamento: 2011
Genero: Vocal Jazz
Selo: Universal Music

Always

Faixas:
01. I'm Beginning to See the Light
02. The Man I Love
03. Just One of Those Things
04. Someone to Watch Over Me
05. Lover [Version]
06. Always
07. From This Moment On
08. All the Things You Are
09. Love You Madly
10. I've Got a Crush on You
11. You're My Thrill
12. I've Got You Under My Skin

Boa audição - Namaste.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

1963 - Sonny Meets Hawk! - Sonny Rollins and Coleman Hawkins (Re-Link)

Aos quinze anos, durante sua juventude no Harlem, Sonny Rollins era devoto de Charlie Parker e Coleman Hawkins. O último teve influência vital na carreira de Rollins, fazendo com que abandonasse o sax alto e se rendesse ao poderoso som do sax tenor. As principais características que Sonny herdou de seu mestre foram o timbre robusto, vigoroso e cheio de vibratto, assim como a capacidade de executar diversos solos de sax tenor sem acompanhamento algum, peculiaridade facilmente perceptível em seu “The Solo Álbum”, de 1985. Em 1963, Hawkins convocou Rollins para tocar no Festival de Newport, nascendo daí a idéia de gravar o álbum “Sonny meet Hawkins”. Acompanhados do trio formado por Paul Bley (Piano), Bob Cranshaw e Henry Grimes (Baixo) e Roy McCurdy (Bateria), os dois se colidem constantemente, mantendo suas marcas vigorosas de energia e improviso. A harmonia entre eles é notável, ratificando um maravilhoso encontro de gerações entre os dois maiores saxtenoristas de seus tempos.

Sonny Meets Hawk! - Sonny Rollins and Coleman Hawkins

Tracks:

1. Yesterdays
2. All the Things You Are
3. Summertime
4. Just Friends
5. Lover Man
6. At McKies

Credits:

Paul Bley - Piano
Bob Cranshaw - Bass
Henry Grimes - Bass
Coleman Hawkins - Sax (Tenor), Guest Appearance
Roy McCurdy - Drums
Sonny Rollins - Sax (Tenor)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Um Visionário, Nasce Um Mito

Steven Paul Jobs, cofundador e ex-presidente do conselho de administração da Apple morreu nesta quarta-feira aos 56 anos, vítima de um câncer no pâncreas que vinha tratando desde 2003. Perfeccionista, criativo, inovador e ousado, ele ajudou a tornar os computadores mais amigáveis e revolucionou a animação, a música digital e o telefone celular. Jobs marcou o mundo da tecnologia ao apresentar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Afastado da empresa desde 17 de janeiro para cuidar da saúde e sem prazo para voltar, o executivo renunciou ao cargo em 24 de agosto. "Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não pudesse mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou", dizia a nota à época. Detalhes do estado de saúde de Jobs sempre foram um mistério. Uma fotografia que mostrava o executivo muito magro e com aparência debilitada (sobre a qual recaíram suspeitas de manipulação) foi publicada pelo site americano de celebridades TMZ dois dias após ele ter deixado o cargo de presidente-executivo da Apple. Em fevereiro, Jobs foi fotografado pelo jornal americano The National Enquirer na mesma clínica onde o ator Patrick Swayze, morto em setembro de 2009, recebeu tratamento para câncer de pâncreas.Fonte: agência AFP.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Billie em Manchete I

Billie Holiday no programa "To Appear on Dave Garroway's Today Show" -
Revista Jet, 25 de setembro de 1958


Mandado de condução emitidas para Billie Holiday -
Jet Magazine, 24 de abril de 1952


Novo livro de Billie Holiday, A Lady Sings the Blues - Jet Magazine,
24 de novembro de 1955

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

1997 - Jazz Cinema - VA


Artista: VA
Titulo: Jazz Cinema
Lançamento: 1997
Selo: PolyGram
Genero: Easy Listening, Jazz

Ana descobriu a beleza de Laura no sax-alto de Charlie Parker com orquestra de cordas. Parker gravou Laura em 1950, apenas cinco anos depois de lançada no filme do mesmo nome. Uma melodia bela e misteriosa como a personagem interpretada por Gene Tierney, música de David Raksin, letra de Johnny Mercer. Na busca de matéria-prima para seus improvisos, o jazz sempre se voltou para o cinema. A lista seria interminável, mas existem favoritos. Essa coletânea resgata o que o Jazz tem em sua essência no cinema e de seus grandes interpretes, fazendo uma viagem sem bilhete e nem catraca mas com direito a pipoca e um gosto de quero mais.

Faixas:
01. Quincy Jones - The Pink Panther (Henry Mancini)
02. Anita 'O Day - My Heart Belongs to Daddy (Cole Porter)
03. Clifford Brown - Love is a many splendored things (Webster, Fain)
04. Stephane Grappelli, Michel Legrand - Les parapluies de Cherbourg (Michel Legrand)
05. Louis Armstrong with Ella Fitzgerald - Cheek To Cheek (Irving Berlin)
06. Christian Escoude - When you wish upon a star (Leigh Harline, Ned Washington)
07. Stan Getz - On Green Dolphin Street (Bronislau Kaper, Ned Washington)
08. Billy Eckstine - Laura (David Raskin, Johny Mercer)
09. Ted Heath & His Music - Harlem Nocturne (Hagen, Rogers)
10. Betty Carter - Girl talk (Neal Hefti, Bob Troup)
11. Fred Astaire - The way you look tonight (Jerome Kern, Dorothy Fields)
12. Oscar Peterson - People (Mrrill Styne)
13. Duke Ellington - Stormy Weather (Koehler, Arlen)
14. Bill Evans - Spartacus love theme (Alex North)
15. Betty Carter - My favorite things (Richard Rodgers, Oscar Hammerstein II)
16. Charlie Parker - Laura (David Raskin, Johny Mercer)

Boa audição - Namaste.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

2004 - Jazz Ballads: Vol. 12 - Billie Holiday

“Ninguém canta como eu a palavra ‘fome’ ou a palavra ‘amor’. Sem dúvida porque eu sei o que há por trás destas palavras.” - Billie Holiday

Negra, pobre, prostituída, vulnerável e com uma voz lânguida e vigorosa, Billie Holiday (1915-1959) – desde as ruas do Harlem até as mais prestigiosas salas de espetáculo – lutou a vida toda para se impor. Sexo, álcool, drogas, Lady Day queria experimentar tudo. Foi no palco, cantando músicas que se tornariam clássicos que ela viveu a única experiência verdadeira do amor. Seu nome virou sinônimo de jazz e sua vida – numa época em que a população dos Estados Unidos estava dividida entre brancos e negros – foi um caminho para a liberdade. "Membran Music’s Jazz Ballads Series" é uma coleção com as baladas mais bonitas da história do jazz. Jóias líricas, sensuais e melódicas da arte da música num total de 20 volumes, 40 álbuns de jazz em sua forma mais suave. Billie é representada no volume 12 com uma verdadeira seleção de tirar o folego. Vale apena completar a coleção.

Albúm: Coleção Jazz Ballads: Vol. 12 - Billie Holiday
Artista: Billie HolidayLinkAno de Lançamento: 2004
Formato: MP3

CD 1
01. Lover Man (Oh Where Can You Be)
02. No More
03. Don’t Explain
04. You Better Go Now
05. What Is This Thing Called Love
06. Baby, I Don’t Cry Over You
07. I’ll Look Around
08. You’re My Thrill
09. Crazy He Calls Me
10. Please Tell Me Now
11. Somebody’s On My M Ind
12. East Of The Sun
13. Blue Moon
14. You Go To My Head
15. You Turned The Tables On Me
16. Easy To Love
17. These Foolish Things
18. Solitude
19. My Man
20. Stormy Weather
21. Yesterdays
22. He’s Funny That Way

CD 2
01. That Ole Devil Called Love
02. Body And Soul
03. Good Morning Heartache
04. No Good Man
05. Big Stuff
06. The Man I Love
07. There Is No Greter Love
08. Easy Living
09. I Loves You Porgy
10. God Bless The Child
11. Blue Turning Grey Over Me
12. Detour Ahead
13. Everything I Have Is Yours
14. Love For Sale
15. Moonglow
16. Tenderly
17. If The Moon Turns Green
18. Autumn In New York
19. Love Me Or Leave Me
20. P.S. I Love You
21. Softly
22. I Thought About You
23. Willow Weep For Me


Boa audição - Namaste

sábado, 3 de setembro de 2011

Frases de Miles Davis

"Sei o que fiz pela música, mas não me chamem uma lenda.
Chamem-me só Miles Davis"

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Momento Billie in Forever

"Não acho que estou cantando. Sinto-me como se estivesse tocando trompete. Procuro improvisar como Lester Young, como Louis Armstrong ou alguém que admiro. O que vem é o que sinto. Na realidade, detesto cantar por cantar. Tenho de adaptar a melodia ao meu próprio modo de cantar. É tudo o que sei"

- Billie Holiday -

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Momento Benny Goodman

Benny Goodman at Basin St. Night Club, ca. 1956

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Momento Billie in Forever

"Eu tenho que mudar uma música para a minha própria maneira .
Isso é tudo que eu sei."
Billie Holiday

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Presa - Parte 1/3

Ainda que nos anos 30, Billie pudesse decorar todas as palavras de uma canção após havê-las escutados somente duas vezes, já não é mais este o caso em 1946. No decorrer das gravações na Decca, Milt Gabler se da conta de que Billie esta tendo dificuldades para aprender novas canções e de que as sessões de gravações, desse modo, se tornam problemáticas. Não somente Billie continua chegando tarde com também precisa ensaiar muitas vezes um número novo, antes de poder interpreta-lo com a sua habitual qualidade vocal. E ainda precisa ter uma garrafa de conhaque ao alcance das mãos – “Para adoçar a garganta”, diz ela. As horas simplesmente se tornam moeda corrente. O orçamento raramente é respeitado. Certas vezes as gravações têm até mesmo de ser interrompidas, porque Bille não esta se sentindo bem. Ela desaparece no banheiro enquanto todos os músicos esperam, as horas passam e o diretor musical arranca os cabelos. Os rumores aumentam. Entre 1945 e 46 ela registra treze peças para a Decca. Lover Man e Don’t Explain, do mesmo modo que That Old Devil Called Love e Good Morning Heartche são escritas para ela por Irene Wilson e se tornarão momentos memoráveis. O sucesso de Lover Man, caracterizado pelo acompanhamento de um grande conjunto, retirou-a do circulo dos clubes e a conduziu logicamente para as salas de espetáculos. Em fevereiro de 1946 ela canta no salão nobre da prefeitura de Nova York, uma imensa sala, cheia a ponto de estourar. É a primeira vez que ela se apresenta como solista. A imprensa o qualifica com um grande evento. Um show inteiro baseado em uma única artista é coisa raríssima. Ainda que uma parte do palco tenha sido separada para cadeiras, isso não é suficiente para acolher todos os que se apresentam nas portas. Um milhar de fãs permaneceu de fora. É uma noite inesquecível em que Billie, com sua capacidade de reagir perante as grandes ocasiões, demonstrou um grande profissionalismo e deixa florar todo o seu talento. A crítica musical lhe presta homenagem e a maior parte dos jornais diários celebra o acontecimento. Acompanhada pelo quinteto de Joe Guy, Billie interpreta dezoito canções, entre as quais suas próprias composições: Fine and Mellow, Billie´s Blues, Don’t Explain e God Bless the Child. Sem contar com Strange Frutt, são essas canções inextricavelmente ligadas á sua personalidade forte. Sempre que Billie canta, transmite o sentimento de que esta se entregando. Sua voz permanece interior, uma pequena voz íntima que só se dirige a ela ainda que esteja no meio de duas mil pessoas. Quando Ella Frizgerald canta que seu homem partiu, a gente pensa que ele foi até a esquina comprar cigarros; quando é Billie, todos compreendem que ele nunca mas voltará. O sucesso obtido no Town Hall a leva a apresentar-se em outras grandes salas de espetáculos: Eaton Hall, Apollo e duas vezes em abril e maio no Carnegie Hall a pedido de Norman Granz que esta lançando agora em Nova York sai serie de espetáculos Jazz at the Philharmonic. Acompanhada entre outros, por Coleman Hawkins e Buck Clayton, ela reencontra seu querido Lester Young que teve más experiências durante a guerra. Julgado por insubordinação por um tribunal militar passou muitos meses em um campo disciplinar, um acontecimento que despedaçou sei espírito. Mas nem por isso sei talento diminuiu. Norman Granz o leva a participar de suas famosas turnês em companhia dos melhores instrumentistas. Uma noite no Downbeat Club, Billie encontra um jovem baterista branco, Roy Harte (Roy “The Kidd” Harte, 1924-2003) que esta substituindo o percussionista titular. Ao cabo de três semanas, eles se envolvem. Será ele que a fará descobrir uma nova droga sintetizada na Suíça em 1943: o LSD, distribuído sob a forma de pequenos cubos de cristais. Seu grande divertimento é passear de carruagem pelo Central Park após terem dado um desses pequenos “cubinhos de açúcar” a cavalo. Ofegante, esbaforido, cocheiro tenta dominara o animal, tapando-o de desaforo. Os dois amantes se retorcem de tanto rir. Esta não é uma ligação permanente, é mais um passatempo agradável. Eles vão passar alguns dias em Miami e experimentam os olhares de desprezo e as grosseiras recebidas nos bares e restaurantes. Decidem partir para Cuba. Férias, finalmente! Eles podem passear de mãos dadas ao sol ou jantar juntos em um restaurante sem a menor segregação. Na praia, Roy toca flauta. Billie canta tudo que ele pede. Um parêntese maravilhosos em que ela se surpreende a cada dia por gozar dessa felicidade roubada. Nessa ilha esplêndida, eles fazem amor muitas vezes. “– Não precisa ter o menor cuidado- diz ela – Meus ovários estão fodidos.”. Para Roy é uma experiência esmaltadora. A primeira negra de sua vida é uma star, uma mulher livre, uma mulher que ele admira. Harte recorda que Billie tinha o habito de gritar quando fazia amor, “Me usa, me usa!” em vez de “Me beija!”. Ele lhe pergunta o que ela queria dizer com isso. Ela respondeu que ser usada lhe dava um sentido para a vida. Estranha concepção que esclarece seu comportamento ambivalênte. Ter medo que abusem dela e ao mesmo tempo provoca-lo de todas as maneiras possíveis, ate que ela mesma conseguisse experimentar uma excitação sexual. Segundo Roy, Billie era muito voltado para a sexualidade. Mas tarde ele diria que sempre era o primeiro a fatigar. Ela parecia satisfeita, mas alguma coisa faltava, alguma coisa não funcionava totalmente bem... Do mesmo modo que Billie Dove (1903-1997), que havia encantado sua infância, ela sonhava em fazer cinema. Hollywood, seu glamour e suas stars a fascinavam. Já em 1942, por iniciativa de sua amiga Lena Horne (Lena Mary Calhoun Horne 1917- 2010), Billie tinha sido apresentada para aparecer em um filme da Warner Brothers. Ela chegou a ir a Hollywood para um teste, mas ele não tinha levado a nada. Em setembro de 1946, Billie parte para Los Angelis. Joe Glaser lhe conseguira um contrato com a United Artists. Um papel e um filme de Arthur Lubin (Arthur William Lubovsky, 1898-1995, diretor de cinema judeu de origem russa), New Orleans. Para essa ocasião, Glaser lhe pediu para fazer um regime e ajeitar os dentes. Esse filme segundo ele lançaria sua carreira cinematográfica. E Billie não tinha ficado nem um pouco descontente com a possibilidade de tocar no Santo Graal hollywoodiano. O filme perfeitamente de acordo com suas cordas vocais era o de uma cantora de Nova Orleans; a historia relatava o fim da Storyville, o legendário bairro da musica negra. Tratava-se também de uma homenagem ao Jazz, destinada a reunir a fina flor dos músicos, aqueles que fizeram a notoriedade da cidade, Louis Armstrong, Kid Orr, Barney Bigard, Zutty Singleton e a celebre orquestra de Woody Herman. O cenário é pouco artificial e sem profundidade, ao gosto das comedias musicais hollywoodianas da época. Billie cai das nuvens. Ela que sempre lutara para não ser a rainha, ela que soubera impor o seu talento a rainha da Ria 52, Lady Day se encontrava agora no papel de uma criadinha de comedia, servil e obediente. Ainda que lhe gabem a dicção perfeita e a qualidade de seu fraseado, ela é forçada a tomar lições com um professor de dicção que lhe ensina a falar um “inglês de negrinha”, com sotaque mais piegas possível. “Sim, Iaiá Marylee; ás sua orde, sinhazinha Marylee...” . Quanto a Louis Armstrong, ele não tem melhor sorte, é encaixado no papel de “negro de alma branca”, respeitoso, um domestico fiel e bondoso. Só lhe pedem que sorria todo tempo, se possível até enquanto toca o pistão....(continua)

Artista: Billie Holiday
Album: Holiday For Lovers
Lançamento: 2002

Faixas:
1. Moonlight In Vermont
2. I Didn't Know What Time It Was
3. Embraceable You
4. I Wished On The Moon
5. Gee Baby, Ain't I Good To You
6. Speak Low
7. April In Paris
8. Body And Soul
9. They Can't Take That Away From Me
10. One For My Baby (And One More For The Road)
11. Stars Fell On Alabama
12. We'll Be Together Again

Musicos:
Billie Holiday - Vocais
Barney Kessel - Guitarra
Ben Webster - Sax tenor
Harry "Sweets" Edison - Trompete
Jimmy Rowles - Piano
Larry Bunker, Alvin Stoller - Bateria
Producão: Norman Granz

Fontes: Capitol Studios, Hollywood, CA (08/14/1956-01/09/1957); Radio Recorders, Hollywood, CA (08/14/1956-01/09/1957).