sábado, 19 de setembro de 2020

sábado, 1 de agosto de 2020

2004 - Jazz Ballads 14 - Benny Carter



                                                 Album: Jazz Ballads Vol.14
                                                 Artista: Benny Carter
                                                 Lançamento: 2004 
                                                 Selo: Membran Music
                                                 Gênero: Jazz, Bebop 
Benny Carter é conhecido como um dos principais estilistas do saxofone alto, ele foi também um arranjador experiente, compositor, clarinetista, trompetista e maestro. Ele tocou em grandes bandas como a de Chick Webb e Fletcher Henderson antes de assumir a liderança da 'McKinney's Cotton Pickers' na década de 30. Carter trabalhou na Europa e voltou para escrever música para cinema e televisão. Sua mãe lhe ensinou piano e, através de seu primo, Theodore Bennett, que nunca gravou, mas que influenciou muitos músicos com suas altamente desenvolvidas idéias musicais, e de Bubber Miley, um vizinho que tocou com Duke Ellington, Carter desenvolveu interesse pelo trompete quando ele tinha 13 anos. Auto-didata e tendo Frankie Trumbauer como inspiração inicial, com 15 anos ele já tocava em casas noturnas ao redor do Harlem. Tinha um som distinto e seu álbum ‘Further Definitions’ de 1961, que os críticos consideram uma obra-prima, continua sendo uma das mais influentes gravações de jazz.

sexta-feira, 17 de julho de 2020

2004 - Jazz Ballads 13 - Roy Eldridge & Dizzy Gillespie

Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Trompete, Jazz Bebop, 
Roy Eldridge foi um trompetista de jazz, um dos músicos mais importantes e criativos da época. Influenciado por saxofonistas, como Coleman Hawkins desenvolveu uma técnica rápida e ágil, combinados com a sofisticação harmônica. O som dominante do seu instrumento no estilo swing exerceu uma forte influência sobre músicos do bebop. Durante sua carreira ativa como músico de jazz, Roy Eldridge foi muitas vezes ignorado em favor de seus contemporâneos Dizzy Gillespie e Louis Armstrong, que cultivavam uma personalidade mais extrovertida. No entanto, a própria extensão e versatilidade de sua carreira demonstraram talento nos anos de 1920 e início dos anos 1930 como líder de sua própria banda. Tocou também com Fletcher Henderson (1935-1936) e com as grandes bandas de Gene Krupa e Artie Shaw em 1940, líderes de bandas compostas somente de brancos. A integração de músicos brancos e negros no palco ainda era um assunto de grande controvérsia, e a presença de Eldridge na seção de metais dos grupos representou um importante passo. No entanto, ele mesmo teve que enfrentar a humilhação freqüente dos proprietários dos clubes e os gerentes de restaurantes e hotéis. Um homem sensível e orgulhoso, Eldridge foi ferido profundamente, e as feridas nunca foram completamente cicatrizadas. Depois de um exílio auto-imposto na Europa no início dos anos 1950, Eldridge retornou aos Estados Unidos e trabalhou com alguns dos maiores nomes do jazz, incluindo Ella Fitzgerald, Coleman Hawkins, e a Count Basie Orchestra.
Dizzy Gillespie é facilmente reconhecido por suas bochechas inchadas e trompete angular incomum. Ele também foi compositor, arranjador e maestro, e uma das figuras chaves no nascimento e um dos principais inovadores do bebop. Apelidado de ‘Dizzy’ por suas travessuras cômicas e influenciado por Roy Eldridge tocou na década de 30 em grandes bandas lideradas por Cab Calloway, Earl Hines, Billy Eckstine, Teddy Hill e Lionel Hampton. Ao longo dos anos 40 e 50 conduziu as suas próprias bandas e excursionou pelo mundo tocando sua música complexa. Com Charlie Parker, Thelonious Monk e Miles Davis, inaugurou a era do bebop e popularizou o uso de ritmos afro-cubanos no jazz. Na década de 1950 ele começou a usar o trompete com o sino dobrado para cima em 45 graus, uma peculiaridade que se tornou sua assinatura. Seu virtuosismo e humor fizeram dele um dos músicos mais carismáticos e influentes do jazz. Técnica e versatilidade fazem dele o trompetista de jazz líder após Armstrong.


Boa audição - Namastê

sexta-feira, 1 de maio de 2020

2004 - Jazz Ballads 12 - Billie Holiday



Artista: Billie Holiday
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Vocal Jazz
Billie Holiday foi uma das primeiras e maiores cantoras de jazz norte-americano, conhecida por sua voz melancólica e conturbada vida pessoal. Como muitos músicos de jazz, Billie Holiday começou sua carreira em prostíbulos e depois em clubes do Harlem ainda adolescente. Após um período de aprendizagem em ‘jam sessions’ gravou pela primeira vez com Benny Goodman, em 1933. Ela foi sensação no famoso clube ‘The Apollo’ em Nova York e cantou com a banda de Artie Shaw e Count Basie, entre outros. Nesta época foi apelidada de ‘Lady Day’ pelo saxtenorista Lester Young, que era apaixonado por ela, com quem muitas vezes gravou e teve uma colaboração particularmente criativa. Na década de 40 ela começou a usar heroína e ópio, e seus últimos anos foram marcados por seu declínio na saúde e deterioração da sua voz como resultado da bebida e das drogas, embora sua expressividade tenha se mantido intacta. Considerada por muitos a maior de todas as cantoras do jazz, foi acima de tudo uma intérprete. Com uma voz etérea e levemente rouca, era insuperável cantando baladas. Suas interpretações eram elegantes e despojadas, no entanto, conseguiam transmitir grande dramaticidade. Ela se tornou uma das figuras mais importantes na história do jazz e desde sua morte, um ícone. 

Boa audição - Namastê

segunda-feira, 9 de março de 2020

2004 - Jazz Ballads 11 - Lionel Hampton

Artista: Lionel Hampton
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Swing, Big Band, Mainstream jazz, blues
Lionel Hampton é considerado como o primeiro vibrafonista do jazz, também tocou piano, bateria, percussão e foi compositor e líder de bandas. Inicialmente ele foi baterista em Chicago, e depois vibrafonista na Califórnia. O vibrafone é um instrumento musical inventado no século XX. É composto de diversas teclas de metal com altura definida, montadas em um suporte sobre tubos que servem para amplificar seu som e também agem como ressonadores. Na verdade é um xilofone amplificado com vibrato. É utilizado principalmente no jazz, aparecendo também em diversos outros gêneros populares e também na música erudita. Lionel Hampton começou a sua carreira profissional em Los Angeles com 16 anos e a história diz que Hampton pela primeira vez tocou o vibrafone em 1930 com Louis Armstrong em ‘Memories of You’ que se tornou um hit. E tocou com os grandes nomes do jazz desde Benny Goodman e Buddy Rich, a Charlie Parker e Quincy Jones. Hampton organizou sua própria big band em 1940 e tornou-se famoso por seus shows ao vivo e com o compromisso de divulgar o jazz em todo o mundo. Tocou com bandas menores após 1965, com sucesso contínuo, até a sua saúde começar a decair na década de 90. O rítmo e a empolgação da banda de Hampton destacaram seu carisma e virtuosismo extrovertido. Ele se tornou um dos progenitores do rhythm and blues.
Boa Audição - Namastê

domingo, 1 de março de 2020

2004 - Jazz Ballads 10 - Stan Getz





Artista: Stan Getz
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Sax Tenor, Bossa Jazz
Stan Getz saxofonista tenor de jazz nascido como Gayetsky Stanley foi fortemente influenciado por Lester Young e tornou-se conhecido por seu tom leve e etérea abordagem ao tocar com os bandleaders Stan Kenton, Jimmy Dorsey, Benny Goodman e Woody Herman na década de 40. Com os sax-tenores Zoot Sims, Jimmy Giuffre e Herbie Steward que possuíam abordagem e sonoridade semelhantes foram apelidados de ‘The Four Brothers’ e contratados por Woody Herman. Stan Getz é colocado, por críticos, entre os cinco saxtenoristas revolucionários da história do jazz, os outros seriam Coleman Hawkins, Lester Young, Sonny Rollins e John Coltrane. Na década de 50 foi o tenorista máximo, e é um dos artífices do cool jazz. Respeitado pelos colegas, pelos críticos e pelo público ganhou o apelido de ‘The Sound’. Quando deixou a orquestra de Herman, Getz já possuía renome e passou a tocar como líder em pequenos conjuntos. Na década de 1960, foi o principal divulgador da bossa nova. Seu disco com João Gilberto foi um grande sucesso comercial e se tornou cult e vieram outros discos de música brasileira ao longo de décadas. Tocou com Chet Baker e Gerry Mulligan, como ele, expoentes do cool jazz, mas Getz não era apenas um músico cool assim como acontecia com Gerry Mulligan ele foi influenciado pelo bebop e também tocou com Dizzy Gillespie. Suas improvisações nos temas em andamento rápido são surpreendentes. Sua obra continuou a ser de improviso, expressiva, emocional e altamente melódica.
Boa audição - Namastê

terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

2004 - Jazz Ballads Vol.09 - Errol Garner



















Artista: Errol Garner
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Jazz Piano, Bebop

 Pianista autodidata e compositor que nunca aprendeu a ler música foi, no entanto, um dos músicos de jazz mais populares dos anos 50. ‘Misty’ é a sua composição mais memorável. Garner foi influenciado pelo pianista Fats Waller, tocou com Art Tatum e posteriormente formou seu grupo alcançando sucesso comercial com ‘Concert by the Sea’ em 1958, um dos álbuns mais vendidos do jazz. Erroll Garner é um dos pianistas mais marcantes do gênero jazz, à exceção de Thelonious Monk, ninguém é mais identificável e Erroll desenvolveu um estilo difícil de imitar, mas mesmo assim sua técnica atraiu muitos imitadores e fãs ardorosos. Gravou com Charlie Parker e foi um dos músicos de jazz mais vistos na televisão na década de 50 e 60. Percorreu os cinco continentes, liderando grandes orquestras sinfônicas, e compôs trilhas sonoras de filmes. Suas composições foram para piano, mas em 1959 quando Johnny Burke acrescentou letra à música ‘Misty’, Garner cresceu em popularidade e entrou para o repertório standard do jazz. ‘Misty’ foi um hit de cinco artistas diferentes, entre 1959 e 1975. Durante os anos 60 Garner estabeleceu sua própria gravadora. Seu irmão mais velho Linton, também era um exímio pianista. Erroll Garner foi o compositor da linda melodia e marco no mundo da música “Misty”. Esta música foi apresentada em um filme “Play Misty for Me” (1971), também conhecido como “Perversa Paixão”, do diretor Clint Eastwood. Garner é considerado pelo crítico Scott Yanow um músico criativo e virtuoso brilhante. Ele era um autodidata, começou a tocar piano aos 3 anos de idade, sua técnica era devida à prática e ao talento. Segundo Tolipan, Garner não lia música, ele entrava no estúdio e não havia uma programação do que seria feito, o operador ligava o gravador e Garner ia tocando, depois era feita uma seleção para que se lançasse um disco.
Boa audição - Namastê

segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

2004 - Jazz Ballads 08 - Oscar Peterson



Artista: Oscar Peterson
Álbum: Jazz Ballads Vol.08
Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Piano, Classical
Oscar Peterson, canadense de Montreal, começou estudando piano clássico aos seis anos. Quando completou quatorze, ganhou um concurso amador e passou a trabalhar regularmente num show de uma rádio local. Com o tempo, ficou famoso na sua cidade, fato que contribuiu para que não a deixasse. Mas em 1949 foi persuadido por Norman Granz a integrar a sua trupe ‘Jazz at the Philharmonic’, que excursionava pelos Estados Unidos com Roy Eldridge, Zoot Sims e Ray Brown. Seu sucesso foi imediato, causando enorme empatia com o público jazzístico. A sua maior popularidade vinha dos trios que participou depois passou a realizar trabalhos mais pessoais, principalmente através de solos ou duetos com guitarristas e violinistas. Muito se fala sobre o estilo de interpretação de Peterson, e os críticos o definem como eclético indo do stride piano até o impressionismo cool, passando pelo swing, pelo bebop e mesmo pelo clássico. Quando executa baladas se assemelha a Art Tatum, quando toca bebop lembra Bud Powell e são marcantes as influências que teve de Errol Garner e Teddy Wilson. Alguns críticos o censuram por esse ecletismo e por absorver os estilos da moda. Oscar Peterson é um improvisador de muito swing e forte personalidade. Seu virtuosismo incomparável o faz tender ocasionalmente ao espetacular. Este pianista canadense é um dos músicos de jazz mais conhecidos do grande público e é sempre uma grande atração em todos os festivais de que participa. Durante cinco décadas, foi um grande divulgador do jazz. De acordo com Lalo Schifrin, se Bill Evans é o Chopin do jazz moderno, Oscar Peterson é o seu Liszt.
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domingo, 15 de dezembro de 2019

2004 - Jazz Ballads 07 - Django Reinhardt

Album: Jazz Ballads Vol.07
Artista: Django Reinhardt
Lançamento: 2004
Selo: Membran Music
Genero: Gypsy Jazz, Jazz, Bebop, Músic Romani
Django Reinhardt, nascido Jean Baptiste Reinhardt em um acampamento cigano em Liberchies, Bélgica, no ano de 1910, foi um dos pioneiros do jazz na Europa e também um dos primeiros músicos não negros nesse estilo musical. Aos 8 anos ele se mudou com sua mãe e seu clã para a França, fora da antiga Paris. Aos 12 anos tocava banjo, guitarra e violino em danceterias de Paris. Suas primeiras gravações com o nome de Jiango Reinhardt são da época da sua adolescência. Em sua primeira gravação conhecida, de 1928, ele toca o banjo. Em 1934, Django e outros músicos, incluindo Stéphane Grappelli, formaram o ‘Quintette du Hot Club de France’. Django não sabia ler e escrever a música e só mais tarde na vida aprendeu sozinho a ler e escrever em francês. Também tocou e gravou com músicos estrangeiros como Coleman Hawkins, Benny Carter, Rex Stewart e Louis Armstrong. Durante a II Guerra Mundial, Django sobreviveu os anos sombrios do regime nazista, quando muitos de seu povo pereceram em campos de concentração. O jazz foi banido por Hitler e Django só foi autorizado a tocar a sua música graças ao auxílio de um oficial da Luftwaffe que adorava jazz e admirava sua habilidade. Depois da guerra ele voltou a se encontrar com Grappelli e eles continuaram a fazer turnê e visitaram os EUA e se apresentaram com Duke Ellington.

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sábado, 23 de novembro de 2019

2004 - Jazz Ballads Vol.06 - Coleman Hawkins


Album: Jazz Ballads Vol.06
Artista: Coleman Hawkins
Lançamento: 2004
Selo: Membran Music
Genero: Jazz, Bebop, Swing
O americano Coleman Hawkins (1904-1969) foi uma figura fundamental na evolição do saxofone no nos atribultos do jazz. Ainda nos anos 20, fez do sax tenor um instrumento de destaque onde sem ele talvez o mundo não escutasse monstros consagrados como, Charlie Parker, 
John Coltrane ou Joshua Redman.
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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

2004 - Jazz Ballads Vol.04 - Clifford Brown & Sonny Rollins


Lançamento: 2004 
Selo: Membran Music
Gênero: Jazz, Bebop, Hard Bop
Clifford Brown, a lenda e Sonny Rollins, o dinossauro do jazz em um encontro de magma performance de dois saxofonistas de primeira grandeza. Puro sincopado e 
jazz de primeira
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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

2004 - Jazz Ballads 02 - Ben Webster

Artista: Ben Webster 
Álbum: Jazz Ballads Vol.02
Lançamento: 2004
Selo: Membran Music
Gênero: Jazz, Hard Bop

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domingo, 8 de setembro de 2019

2004 - Jazz Ballads 01 - Chet Baker & Gerry Mulligan


Álbum: Jazz Ballads Vol. 01
Artista: Chet Baker & Gerry Mulligan
Lançamento: 2004
Selo; Membran Music
Gênero: Jazz, West Cost Jazz, Cool, Hard Bob
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terça-feira, 3 de setembro de 2019

Retorno em pauta

Depois das ferias  prolongada, novo começo, novos ritmos de sucessão de tempos
estilos e novidades no mundo sincopado do jazz, Bossa nova e vanguardismo.

domingo, 14 de julho de 2019

1963 - Stan/Gilberto - Stan Getz & Joao Gilberto



Artista: Stan Getz & João Gilberto
Album: Getz / Gilberto
Lançamento: 1963
Selo: Verve
Gênero: Bossa Nova, Brazilian Songs, Latino Jazz
“Eu quero que o Brasil faça silêncio para ouvir João Gilberto. Que os brasileiros 
ouçam mais João Gilberto” - Maria do Céu Harris

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domingo, 30 de junho de 2019

1998 - Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim - Frank Sinatra & Tom Jobim



Album: Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim
Artista: Frank Sinatra & Tom Jobim
Lançamento: 1967
Selo: Universal Music Group International 
Gênero: Bossa Nova, Vocal Jazz, Latino Jazz
Sinatra e Jobim (“Tone”, como The Voice chamava o maestro) gravaram outro trabalho juntos. Em 1969, reuniram-se para um novo álbum. O resultado, irregular, saiu na compilação Sinatra and company, que veio a público somente em 1971. Outras três faixas deste mesmo encontro em estúdio permaneceram inéditas até 2010, quando foi lançado o álbum duplo Sinatra/Jobim: The complete Reprise recordings, que reuniu as gravações feitas em 1967 e em 1969. Desta maneira, é o trabalho de anos atrás que deve permanecer do encontro dos dois gigantes da música. Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim é um álbum deveras silencioso, para ser degustado aos poucos. Sem pressa, e por muitas e muitas vezes.
Boa audição - Namastê