Artista: Duke Ellington
Álbum: Ellington At Newport
Lançamento: 1999
Selo: Columbia – Legacy
Gênero: Big Band, Swing
Boa audição - Namastê
Artista: Duke Ellington
Álbum: Ellington At Newport
Lançamento: 1999
Selo: Columbia – Legacy
Gênero: Big Band, Swing
Boa audição - Namastê
O ano de 1957 reservaria surpresas imensas para John Coltrane. Seu primeiro problema era Miles Davis. Irritado em ter três viciados em drogas em sua banda - Phlly Joe Jones (bateria); Red Garland (piano) e o próprio Coltrane, Miles deu um veredito ao saxofonista: ou ele se limpava ou estava fora. Viciado há quase cinco anos em heroína e bebendo em demasia, Coltrane precisou encarar a dura realidade. Assim, após voltar para a Filadélfia, onde morava com sua família, Coltrane decidiu: nada mais de fumo, bebida e drogas. Ele havia visto a LUZ. E a LUZ era Deus. Dessa forma, voltou ao grupo de Miles.Ella Fitzgerald: Vocal em todas as faixas:
CD 1: Ellis Larkins, piano. Nova York, 11 a 12 de setembro de 1950 (1 a 8) e 29 a 30 de março de 1954 (9 a 20).
CD 2 (1): Paul Smith, piano. Los Angeles, 7 de fevereiro de 1956.
CD 2 (2): Oscar Peterson, piano. Los Angeles, 17 de outubro de 1957.
CD 2 (3-15): Paul Smith, piano. Hollywood, 14 e 19 de abril de 1960.
Tracks Bônus (CD 2 [16-19]): duetos de voz/guitarra Ella Fitzgerald, vocais; Barney Kessel, guitarra. Los Angeles, agosto - setembro de 1956.
Boa audição - Namastê
Ex-proprietário de um clube de jazz e aspirante a pianista, Wein lançou o Newport Jazz Festival em 1954 sob uma chuva torrencial e com uma programação para os céus – Billie Holliday e Dizzy Gillespie, Ella Fitzgerald e Lester Young. Louis Armstrong esteve lá no ano seguinte e Duke Ellington fez história em 1956, o set de sua banda apresentando um solo extraordinário de 27 coros do saxofonista Paul Gonsalves que quase sozinho reviveu a carreira de Ellington na meia-idade. Wein liderou o festival por mais de 50 anos e os artistas incluíam virtualmente todas as grandes estrelas do jazz, de Miles Davis e Thelonious Monk a Charles Mingus e Wynton Marsalis. Apenas em 1965, o projeto apresentava Frank Sinatra, Count Basie, John Coltrane, Ellington, Gillespie, Davis e Monk. O sucesso de Newport inspirou uma onda de festivais de jazz nos Estados Unidos e Wein replicou seu sucesso em todo o mundo, seus outros projetos incluindo o New Orleans Jazz & Heritage Festival e o Grande Parade du Jazz em Nice, França. Seus encontros de vários dias com estrelas também foram um modelo para festivais de rock, incluindo Woodstock em 1969 e as turnês do Lollapalooza nos últimos anos. O crítico Gene Santoro observou em 2003 que sem Wein, “tudo, de Woodstock a Jazz no Lincoln Center, poderia ter acontecido de forma diferente – se é que aconteceu”.
Clarinete – Pee Wee Russell
Contrabaixo – Jimmy Woode
Bateria – Buzzy Drootin
Piano – George Wein
Trombone – Vic Dickenson
Trompete – Ruby Braff
Gravado em 22 de abril de 1961 no Olympia, Paris.
Boa audição - Namastê

Dotada de uma voz forte, bonita e fraseado muito preciso, o espírito irreprimível de Dinah Washington traduz a imperatriz do Blues, Bessie Smith, em um talento incomum se comparado por varias outras divas que prestaram semelhante homenagem. Washington parece simplesmente gloriosa, com foco em alternando frases que lembra a própria Smith, enfatizando suas raízes próprias do velho Blues as margens do Mississipi, berço da criação. Acompanhada por Eddie Chamblee e Sua Orquestra, enfatiza o vaudeville e som Dixieland do início do século com direito a trombone, trompete e percussão no ritmo da época. Reeditado várias vezes (ocasionalmente sob o título A Bessie Smith Songbook), Dinah Washington "Sings Bessie Smith" traça um equilíbrio perfeito entre tributo e declaração artística genuína de uma artista consagrada a um mito perpetuado na lenda. A Verve em sua reedição acrescentou as faixas alternativas "Trombone Blues (AKA Trombone Cholly)" e "Careless Love", além de três músicas tiradas de um desempenho no festival Newport. Gravado no Universal Studio, Chicago, Illinois, 30 de dezembro de 1957, 07 e 20 de janeiro 1958 e ao vivo no Jazz Festival, Newport, Rhode Island em 06 de julho de 1958.

(1912 – 1972) foi saxofonista tenor, mais associado ao estilo bebop. Ele tocou com Count Basie, Duke Ellington, Art Blakey e Dizzy Gillespie, entre outros, bem como liderou sua própria banda. Carlos Wesley Byas nasceu em Muskogee, Oklahoma, de pais músicos. Sua mãe tocava piano, e o pai clarinete. Byas iniciou sua formação em música clássica, aprendendo a tocar clarinete, violino e saxofone alto, que tocou até o final da década de 20. Benny Carter, que tocava muitos instrumentos, era seu ídolo nesta época. Don Byas começou a tocar em orquestras locais com 17 anos, com o pianista Bennie Moten, o trompetista Terrence Holder e o multi-instrumentista Walter Page. Depois mudou para o saxofone tenor e tocou com várias bandas de Los Angeles. Em 1935 tocou na banda de Lionel Hampton juntamente com o arranjador Eddie Barefield. Em 1937, mudou-se para Nova York para trabalhar com a banda de Eddie Mallory acompanhando a esposa de Mallory, a cantora Ethel Waters, em turnê, e também no Cotton Club. Gravou seu primeiro disco solo ‘Is This to Be My Souvenir’ em 1939. E no início de 1941, teve sua grande chance quando Count Basie o escolheu para suceder Lester Young. Em 1946, foi para a Europa em turnê com a big band de Don Redman. Eles eram a primeira orquestra só de negros a aparecer na capital francesa desde o final da segunda guerra mundial. Byas permaneceu na Europa onde viveu durante os últimos 26 anos de sua vida. Depois de tocar na Bélgica e na Espanha, ele finalmente se estabeleceu em Paris, e foi capaz de gravar quase imediatamente. Enquanto esteve em Genebra, gravou ‘Laura’ e ‘How High the Moon’. Em 1946, gravou pela primeira vez na França. Em 1947 e 1948 viveu em Barcelona. Byas estava no auge de sua forma ao longo destes anos e se tornou uma figura conhecida não só em Paris, mas também na Riviera. O tenor gravava regularmente e tinha muitos amigos. Eles o adoravam, não só pelo seu talento musical, mas também pelas suas habilidades na mesa de bilhar; como desportista da pesca e do mergulho; e como chef de cozinha especialista em comida crioula. Byas finalmente se mudou para Holanda e se casou com uma nativa. E trabalhou extensivamente na Europa, muitas vezes com músicos em turnês tais como Art Blakey, Duke Ellington, Gillespie, Bud Powell e Ben Webster. E também gravou fado com a cantora portuguesa Amália Rodrigues. Byas não retornou aos EUA até 1970, quando se apresentou no Festival de Jazz de Newport. Don Byas morreu em Amsterdam de câncer no pulmão, aos 59 anos.
"Original Bluesmen" é uma referência genérica a músicos que são considerados pioneiros e fundadores do gênero blues. Estes artistas foram os primeiros a desenvolver e popularizar a música blues, influenciando gerações subsequentes de músicos. Alguns dos principais nomes incluem Charley Patton, Son House, Robert Johnson e muitos outros.
Nascido Riley Ben King ou popularmente conhecido como B.B. King - 'Rei do Blues', começou sua carreira musical como "The Beale Street Blues Boy" ("o blues boy da rua Beale), uma rua em Memphis, no Tennessee, onde começou sua carreira. O apelido foi encurtado para "Blues Boy" e por fim para "B.B.". O principal professor de guitarra de B.B. King foi seu primo, o bluesman Bukka White que lhe deu sua primeira guitarra. Numa lista dos 100 maiores guitarristas de todos os tempos publicada em 2003, a revista "Rolling Stone" classificou B.B. King como o número 3, atrás apenas de Jimi Hendrix e Duane Allman. Em 1956, B.B. King e sua banda fizeram 342 apresentações. King expandiu enormemente sua base de fãs para plateias do jazz, folk e rock e blues em 1967, tocando no festival de jazz de Montreux, no Newport Folk Festival e no Fillmore West, em São Francisco. B.B. King fez seu 10.000º show em 17 de abril de 2006, na casa noturna que leva seu nome em Nova York. Tocou apesar de ter enterrado seu filho, que morreu de câncer, no dia anterior. B.B King apareceu nos programas de TV como: “Vila Sésamo”, "Um amor de família”, “Um maluco no pedaço”, “Sanford and son", "The young and the restless" e "The Cosby show".
Boa audição - Namastê