Gênero: Jazz, Hard Bop
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
1961 - Workout - Hank Mobley
Gênero: Jazz, Hard Bop
sábado, 11 de fevereiro de 2012
1961 - Miles Davis At Carnegie Hall - The Complete Concert Re-Up
Miles Dewey Davis Jr (Alton, Illinois, 26 de Maio de 1926 - Santa Monica, Califórnia, 28 de Setembro de 1991). Em 1998, a gravadora Columbia pelo selo Legacy reeditada Miles Davis no Carnegie Hall como um conjunto de duplo disco que traz todas as músicas do concerto realizado a partir de 19 de maio de 1961. Davis é capturado com o seu pequeno combo transitório apresentando Hank Mobley, Wynton Kelly, Paul Chambers e Jimmy Cobb, bem como com o Gil Evans Orchestra. Foi um dos dois únicos shows Davis e Evans realizado em conjunto, e que por si só torna o álbum necessário para coleccionadores, mas a música em si é espetacular. Uma transparencia pela genialidade de Miles pelos portais do jazz.Faixas:
Disc 1: First Half Of Concert.
1. So What
2. Spring Is Here
3. Teo
4. Walkin'
5. The Meaning Of The Blues/Lament
6. New Rhumba
Disc 2: Second Half Of Concert.
1. Someday My Prince Will Come
2. Oleo
3. No Blues
4. I Thought About You
5. En Aranjuez Con Tu Amor (Adagio From 'Concierto De Aranjuez')
Pessoal:
Miles Davis - Trompete
Gil Evans - Arrangador e Maestro
Hank Mobley - Sax Tenor
Ernie Royal, Bernie Glow, Johnny Coles, Louis Mucci - Trompete
Jimmy Knepper, Dick Hixon, Frank Rehak - Trombone
Julius Watkins, Paul Ingrahan, Bob Swisshelm - Corne Frances
Bill Barber - Tuba
Romeo Penque, Jerome Richardson, Eddie Caine, Bob Tricarico, Danny Bank - Palhetas
Janet Putnam - Harpa
Wynton Kelly - Piano
Paul Chambers - Baixo Acustico
Jimmy Cobb - Bateria
Bobby Rosengarden - Percurssão
Recorded live at Carnegie Hall, New York, New York on May 19, 1961. Includes liner notes by Bob Blumenthal. Digitally remastered by Mark Wilder (Sony Music Studios, New York, New York). This two-CD set makes the entire Carnegie Hall concert of May 19, 1961.

Boa audição - Namastê
quinta-feira, 1 de setembro de 2022
# 069 - Art Blakey - 1958 Paris Olympia (1958)
The Jazz Messengers, grupo fundado por Art Blakey, baterista e bandleader que junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do moderno bebop, uma das correntes mais influentes do jazz que privilegia os pequenos conjuntos, como os trios, os quartetos e os solistas de grande virtuosismo. Art Blakey sempre deu apoio aos solistas, e mais tarde, como líder do ‘The Jazz Messengers’, incluiu muitos jovens músicos que se tornaram nomes de destaque no jazz. O legado da banda não é conhecido apenas pela sofisticada música que produziu, mas como um campo de provas para várias gerações de músicos de jazz. ‘The Jazz Messengers’ foi inicialmente liderado por Blakey e o pianista Horace Silver. Embora o nome não tivesse sido usado na primeira das suas gravações, Blakey e Silver gravaram juntos em várias ocasiões, mas o nome foi usado pela primeira vez em uma gravação de 1954, nominalmente liderada por Horace Silver, com Blakey na bateria, o saxofonista Hank Mobley, trompetista Kenny Dorham e o baixista Doug Watkins. O trompetista Donald Byrd substituiu Kenny Dorham, e o grupo gravou um álbum chamado simplesmente de ‘The Jazz Messengers’ em 1956. A banda ficou conhecida como ‘Art Blakey and the Jazz Messengers’ com Blakey assumindo o grupo como único líder quando Horace Silver com Mobley, Byrd e Watkins formaram um novo quinteto com uma variedade de bateristas. Durante um período que abrange mais de quarenta anos ‘Art Blakey and The Jazz Messengers’ produziu centenas de registros e prosperou em meio a inúmeras mudanças de formação, sempre recebendo os melhores músicos do jazz incluindo os trompetistas Lee Morgan, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, bem como o saxofonista Wayne Shorter e os pianistas Keith Jarrett e Joanne Brackeen.
Contrabaixo – Jymie Merritt
Bateria – Art Blakey
Piano – Bobby Timmons
Saxofone Tenor – Benny Golson
Trompete – Lee Morgan
Gravado em "L'Olympia", Paris, França, 22 de novembro de 1958 (Faixas 1, 2, 3)
Gravado em "L'Olympia", Paris, França, 17 de dezembro de 1958 (Faixas 4, 5, 6, 7)
terça-feira, 14 de junho de 2022
# 040 - Art Blakey - Paris Jam Session (1959)
Artista: Art Blakey
Álbum: Jazz in Paris 040
Lançamento: 2000
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Hard Bop
The Jazz Messengers, grupo fundado por Art Blakey, baterista e bandleader que junto com Kenny Clarke e Max Roach, foi um dos inventores do moderno bebop, uma das correntes mais influentes do jazz que privilegia os pequenos conjuntos, como os trios, os quartetos e os solistas de grande virtuosismo. Art Blakey sempre deu apoio aos solistas, e mais tarde, como líder do ‘The Jazz Messengers’, incluiu muitos jovens músicos que se tornaram nomes de destaque no jazz. O legado da banda não é conhecido apenas pela sofisticada música que produziu, mas como um campo de provas para várias gerações de músicos de jazz. ‘The Jazz Messengers’ foi inicialmente liderado por Blakey e o pianista Horace Silver. Embora o nome não tivesse sido usado na primeira das suas gravações, Blakey e Silver gravaram juntos em várias ocasiões, mas o nome foi usado pela primeira vez em uma gravação de 1954, nominalmente liderada por Horace Silver, com Blakey na bateria, o saxofonista Hank Mobley, trompetista Kenny Dorham e o baixista Doug Watkins. O trompetista Donald Byrd substituiu Kenny Dorham, e o grupo gravou um álbum chamado simplesmente de ‘The Jazz Messengers’ em 1956. A banda ficou conhecida como ‘Art Blakey and the Jazz Messengers’ com Blakey assumindo o grupo como único líder quando Horace Silver com Mobley, Byrd e Watkins formaram um novo quinteto com uma variedade de bateristas. Durante um período que abrange mais de quarenta anos ‘Art Blakey and The Jazz Messengers’ produziu centenas de registros e prosperou em meio a inúmeras mudanças de formação, sempre recebendo os melhores músicos do jazz incluindo os trompetistas Lee Morgan, Freddie Hubbard e Wynton Marsalis, bem como o saxofonista Wayne Shorter e os pianistas Keith Jarrett e Joanne Brackeen.
Alto Saxofone – Barney Wilen ( faixas: 1, 2 )
Baixo – Jymie Merritt
Bateria – Art Blakey
Piano – Bud Powell ( faixas: 1, 2 ) , Walter Davis Jr. ( faixas: 3, 4 )
Saxofone Tenor – Wayne Shorter
Trompete – Lee Morgan
Gravado ao vivo em 18 de dezembro de 1959 no Théâtre des Champs-Elysées, Paris
sábado, 24 de janeiro de 2009
2006 - Blue Note Perfect Takes - Rudy Van Gelder Remaster Series
Se há uma coisa de que faço ou tento fazer é a absoluta questão de ser democrático. Então ai vai uma postagem do site Morphinne -"Rudy Van Gelder - O mago do som", sobre Rudy Van Gelder um dos maiores engenheiro de som na historia do jazz. Sei que tal escolha pode ser até considerada de natureza polêmica, mas como sua contribuição é marcada no jazz e existe uma grandeza escondidas para muitos, creio que tenho bons motivos (é o que não falta) para publicar essa materia. Para mim é até uma obrigação moral, passo que muitos musicos passaram nas maõs de Gelder e sua parafernalhias, nos fundo da casa dos seus pais. Segue Postagem - "Rudy Van Gelder nasceu em 02 de Novembro de 1924 na cidade de Jersey City - Nova Jersey, tornando-se o legendário técnico de som dos anos 50 até os dias de hoje. Rudy participou das mais famosas gravações de jazz dos anos 50 pelo selo Blue Note Records. Em 52 foi apresentado na gravadora Blue Note pelo então amigo e saxofonista "Gil Mellé". Rudy tentou fazer uma carreira paralela na Blue Note, mas consequentemente acabou associada ao jazz, gênero do qual Rudy se destacou pelas qualidades sonoras das gravações. Aos 82 anos, Rudy é o mais famoso engenheiro de som na história da música. Na lendária casa-estúdio em Englewood Cliffs, New Jersey, Rudy lembra: “Nasci aqui e nunca pensei em me mudar, sou privilegiado porque meu trabalho chegou ao mundo todo sem que eu precisasse sair de casa”, comenta o mais importante, famoso e melhor – sim, é possível afirmar sem pestanejar – engenheiro de som na história não apenas do jazz mas da música. Afinal, Van Gelder criou escola na área clássica (através das gravações para a etiqueta Vox) e continua ditando padrões também para o mundo pop através do eterno poder de fascinação dos trabalhos para os selos CTI, restige, Blue Note e Impulse!, redescobertos (e fartamente sampleados) por DJs, produtores e artistas a geração hip-hop. Tímido, introvertido, de fala mansa e baixa, gestos calmos e olhar atento, permanece um perfeccionista obsessivo. Em uma idade na qual a maioria pensa em se aposentar e desfrutar do remanso do lar, Rudy nem sonha em parar. Continua trabalhando de segunda à sábado, e eventualmente também aos domingos se for para atender a um cliente antigo em situação emergencial. Sua agenda está lotada. Os pedidos para reservas de horários chegam do mundo todo, especialmente do Japão, onde é reverenciado como um “deus do som”, colocado no mesmo patamar de Miles e Coltrane, para citar apenas dois gênios com quem muito gravou. Não há astro em ascensão que não ambicione gravar no estúdio de Van Gelder, a um alto preço que a fama do craque lhe permite cobrar. Mas, além do numerário exigido para bancar tal upgrade, os artistas ainda precisam disputar espaço com as grandes gravadoras que, ininterruptamente, solicitam remixagens e remasterizações de antigos trabalhos. Além da EMI (detentora do catálogo da Blue Note), agora também a Concord, que em novembro de 2004 adquiriu o conglomerado Fantasy com o acervo da Prestige por 83 milhões de dólares, onde investiu em uma linha de relançamentos com a grife RVG. Hoje, mais do que nunca e no mundo todo a “assinatura” de Van Gelder ajuda a vender um disco tanto quanto o nome do produtor ou do artista. Às vezes, até mais do que o artista, dependendo do caso. O engenheiro de som Toninho Barbosa cuja fama de “Van Gelder brasileiro” já chegou ao conhecimento do ídolo, é um exemplo típico do fanatismo. “Às vezes eu nem conheço o músico, mas se o disco for gravado pelo Van Gelder eu compro na hora”, confessa. E os músicos, que não raro enfrentam entreveros com engenheiros, tratam Rudy como um colega, reverenciando-o. Em uma famosa entrevista ao historiador Leonard Feather, public
ada na DownBeat de 26 de abril de 1973, no auge do estouro de “2001”, Eumir Deodato deu crédito a RVG pelo sucesso de sua versão, comparando-a com as outras gravações: "They didn’t have Rudy Van Gelder! He made the whole difference”. Vinte e três anos depois, o próprio Rudy, em entrevista à Downbeat de fevereiro de 2006, sem falsa modéstia lembrou ter sido o primeiro engenheiro a receber crédito na ficha de um disco. “Foi num 78 rotações do Lennie Tristano, com as músicas “JuJu” e “Passing” em 1951, e ele colocou meu nome no selo de tão impressionado que havia ficado com o meu trabalho, porque eu já conseguia fazer overdubbing naquela época”, explica, lembrando que sua estréia profissional aconteceu para o selo Carousel, em uma gravação de “We’ll be together again” do organista Joe Mooney. Mais tarde em 1953 começou sua histórica associação com a Blue Note, motivada por um LP de 10 polegadas do saxofonista-baritono Gil Melle, gravado de forma independente e negociado pelo músico com a companhia dirigida por Alfred Lion e Francis Wolff. “Alfred ficou impressionado com a sonoridade, e me procurou perguntando se eu seria capaz de reproduzi-la em outros discos. Eu disse: “OK, nenhum problema, é só marcar”, e ele então começou a mandar todo o cast para gravar comigo”, relembra. As fotos daquele timaço, tiradas por Francis Wolff durante as sessões, estão reproduzidas no DVD durante o depoimento de Rudy e também na galeria (com 52 fotos) na seção de “extras”. Esta e outras histórias fascinantes são narradas de viva voz pelo próprio Rudy na entrevista concedida à Michael Cuscuna para o projeto “Blue Note perfect takes”, combinando CD e DVD. Van Gelder gravou quase tudo da BN no período 1953-1971, criando o famoso padrão RVG de qualidade, que logo depois colocaria à serviço de selos como Savoy, Vox, Prestige e todos os comandados em diferentes fases pelo produtor Creed Taylor (Bethlehem, Impulse!, Verve, A&M e CTI), até hoje um de seus maiores amigos e fãs. No album “Perfect takes”, porém, estão apenas faixas da Blue Note selecionadas por RVG de acordo com a sua preferência pessoal, “sem a obrigação de incluir as músicas mais conhecidas”, conforme explicita no texto do livreto. Curiosamente as duas primeiras faixas – “Four in one”, de Thelonious Monk e “Budo” de Miles Davis – não foram gravadas por Van Gelder e constituem raras exceções que ele aceitou remasterizar sem ter sido o engenheiro original. “Já lido com meus próprios problemas, então não quero ter que resolver os problemas dos outros”, justifica. Mas, ao ouvir as primeiras prensagens em CD de “Birth of Rhe Cool” de Miles e “Genius of Modern Music” de Monk, sentiu que ambos precisavam de sérios ajustes. Pediu para receber as fitas originais de cada uma das faixas de “Birth of The Cool” e fez uma nova masterização que soava infinitamente superior à do primeiro relançamento em CD, realizada a partir de uma matriz que era de terceira geração, cópia de cópia. As outras oito faixas nasceram com o autoditada Rudy, fascinado por eletrônica e rádio-amador, paixões que por um tempo conseguiu conciliar com a profissão de optometrista (ciência que trata da visão e problemas não patológicos sobre o ponto de vista físico). “See see rider”, nas mãos mágicas de Jimmy Smith, em 16 de junho de 1959, ainda pertence à fase inicial do estúdio improvisado na sala de estar da casa de seus pais, em Hackensack, onde nasceu também o antológico “Blue train”, de Coltrane em 57. No mês seguinte (julho de 59) nosso herói já estava operando um novo “Van Gelder Studio”, em Englewood Cliffs, no mesmo local onde permanece até hoje. “Alguns produtores queriam gravar à noite, e isso começou a incomodar meus pais”, detalha. Orientou os arquitetos, acompanhou todos os passos da construção e deu no que deu: uma acústica fenomenal, com teto em forma de abóbada policêntrica, com fascinante eco natural. Ali atingiu o ponto máximo no equilíbrio de instrumentos, de modo a gravar todas as sessões diretamente para do
is canais, “ao vivo”, sem deixar de captar um detalhe sonoro sequer por mais baixo ou sutil que fosse. Proeza fartamente demonstrada nas faixas registradas entre 1960 e 1966 por Hank Mobley (“Remember”), Freddie Hubbard (“Arietis”, com McCoy Tyner, Elvin Jones e o esquecido Bernard McKinney no euphonium), Kenny Burrell (a célebre faixa-título de “Midnight blue”, trazendo Ray Barretto nas congas), Joe Henderson (“Mode for Joe”), Donald Byrd somando trompete e coral na peculiar atmosfera contemplativa de “Cristo Redentor”, Wayne Shorter na modal “Footprints” e Art Blakey em uma abordagem surpreendentemente incendiária de “Moon river”, com Hubbard e Curtis Fuller. “Quando ouço estas faixas, sabendo a limitação do equipamento daquela época, elas parecem resultar de um milagre”, comenta Rudy. No DVD apropriadamente intitulado “A work in progress” – emocionante desde a abertura com a vista panorâmica da Ponte George Washington que liga New York a New Jersey – RVG, na sala de controle do estúdio, conversa com o produtor Michael Cuscuna durante filmagem realizada em 22 de abril de 2004. O diretor Chuck Fishbein passeia com a câmera por quase todos os cantos do estúdio (faltaram apenas a cozinha e a sala dos “discos de ouro”), mostrando os dois Steinways empregados por Bill Evans na fase da Verve, o teto, o tratamento acústico nas paredes. Rudy mostra a máquina Scully de “corte”, usada para fazer a matriz do vinil, e relembra sua carreira e os trabalhos para todos os selos, não apenas para a Blue Note. Mostra carinho especial pela prolífica e contínua associação com Creed Taylor, iniciada no final dos anos 50. Enquanto a gravação de Eumir para “Zarathustra” soa ao fundo, desfilam pela tela as belas capas da CTI – LPs de Wes Montgomery (uma rara prensagem de “Road song” rebatizado “Cancion de ruta”), Milt Jackson, Hubert Laws, Joe Farrell e George Benson. Dá a Creed Taylor o crédito por tê-lo convencido a adotar o sistema de multi-tracks em meados dos anos 60 (“ele queria fazer discos com grandes formações orquestrais”), mas esquece de comentar que seu ingresso na era digital, em janeiro de 1984, também se deu por insistência de Taylor. Mais especificamente para o disco “Red on red”, de Claudio Roditi que, ironicamente, marcou a volta da gravação “ao vivo” no estúdio, captada pelo equipamento Mitsubishi X-80 com mixagem direta para dois canais. Cinco anos depois, em junho de 1989, Rudy se converteria definitivamente para o esquema de gravação digital em 24 canais, usando uma máquina Sony, novamente persuadido por Creed, que filmaria em alta definição, no Van Gelder Studio, a gravação do mega-projeto “Rhythmstick”, editado em CD e LaserDisc, juntando Dizzy Gillespie, Tito Puente, Hilton Ruiz, John Scofield, Airto, Flora Purim, Phil Woods e muitos outros. Por fim temos a fantástica “The Rudy Van Gelder editions – The complete collection”, lançada pela Blue Note reunindo 171 CDs à venda pela módica quantia de dois mil e setenta dólares. Mas é preciso correr, pois se trata de uma edição limitada. A sublime clareza, a apurada definição de timbres, o completo equilíbrio, a perfeita reverberação e a sedutora profundidade sonora, traços marcantes do padrão RVG, podem ser contemplados em discos como “Somethin’ else” (Cannonball Adderley), “Moanin’” (Art Blakey), “A new perspective” (Donald Byrd), “Cool struttin’” (Sonny Clark), “Blue train” (Coltrane), “Maiden voyage” (Hancock), “Action” (Jackie McLean), “Sidewinder” (Lee Morgan), “Newk’s time” (Sonny Rollins), “SonFaixas:
01 - Four In One - Thelonious Monk
02 - Budo - Miles Davis
03 - Remember - Hank Mobley
04 - Arietis - Freddie Hubbard
05 - Midnight Blue - Kenny Burrell
06 - Mode For Joe - Joe Henderson
07 - Christo Redentor - Donald Byrd
08 - Footprints - Wayne Shorter
09 - Moon_River - Arty Blaker
10 - See See Rider - Jimmy Smith
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Boa audição - Namastê.
sábado, 27 de agosto de 2022
# 067 - Rene Urtreger - Joue Bud Powell (1955)
Artista: Rene Urtreger
Álbum: Jazz in Paris 067
Lançamento: 2001
Selo: Gitanes Jazz Produção
Gênero: Bop, Hard Bop
Hard bop é um subgênero do jazz que é uma extensão da música bebop (ou "bop"). Jornalistas e gravadoras começaram a usar o termo em meados da década de 1950 para descrever uma nova corrente dentro do jazz que incorporava influências do rhythm and blues , da música gospel e do blues , especialmente no saxofone e no piano . David H. Rosenthal afirma em seu livro 'Hard Bop' que o gênero é, em grande medida, a criação natural de uma geração de músicos afro-americanos que cresceram em uma época em que o bop e o rhythm and blues eram as formas dominantes de música negra americana. música. Músicos de hard bop proeminentes incluíram Horace Silver , Clifford Brown , Charles Mingus , Art Blakey , Cannonball Adderley , Miles Davis , John Coltrane , Hank Mobley , Thelonious Monk e Lee Morgan.
Contrabaixo - Benoit Quersin
Bateria – Jean-Louis Viale
Piano – René Urtreger
Gravado em 24 de fevereiro de 1955 no Pathé-Magellan Studio, Paris.
Boa audição - Namastê
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Boxset: Blue Instrumentalists Blue Note
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Donald Byrd - Cristo Redentor
(Duke Pearson)
quarta-feira, 24 de setembro de 2025
Boxser: The Perfect Jazz Collection 25 Original Albums (CD03)
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
2006 - Best Jazz 100 - VA
Artista: VATitulo: Best Jazz 100
Lançamento: September 4, 2006
Selo: EMI Europe Generic
Genero: Jazz Collections
CD 1: Classic Jazz Vocals
01. I Left My Heart In San Francisco – Julie London
02. Something Cool – June Christy
03. My Funny Valentine – Chet Baker
04. Misty Blue – Ella Fitzgerald
05. Darn That Dream – Nancy Wilson
06. Autumn In New York – Jo Stafford
07. April In Paris – Dinah Shore
08. Do Nothing Till You Here From Me – Abbey Lincoln
09. Day In – Day Out – Mark Murphy
10. It Had To Be You – Dinah Shore
11. Angel Eyes – Jack Jones
12. The Man I Love – Carmen McRae
13. It Don’t Mean A Thing – Annie Ross
14. Here’s That Rainy Day – Sue Raney
15. Stars Fell On Alabama – Jack Teagarden
16. Blue Moon – Billie Holiday
17. A Foggy Day – Dakota Staton
18. Exactly Like You – Dianne Reeves
19. I Ain’t Got Nothin’ But The Blues – Lou Rawls
20. Something To Live For – Lena Horne
CD 2: Swing Classics In Hi-fi
01. For Dancers Only – Billy May And His Orchestra
02. Stompin’ At The Savoy – Benny Goodman & His Orchestra
03. Leap Frog – Les Brown And His Orchestra
04. Satin Doll – Duke Ellington And His Orchestra
05. Let’s Dance – Benny Goodman And His Orchestra
06. T’Ain’t What You Do – Billy May And His Orchestra
07. Opus No. 1 – Glen Grey And The Casa Loma Orchestra
08. Intermission Riff – Stan Kenton And His Orchestra
09. Sleep – Woody Herman And His Orchestra
10. Jumpin’ At The Woodside – Benny Goodman & His Orchestra
11. Harlem Air Shaft – Duke Ellington And His Orchestra
12. I’m Beginning To See The Light – Harry James And His Orchestra
13. A Good Man Is Hard To Find – Les Brown And His Orchestra
14. Annie Laurie – Billy May And His Orchestra
15. The Peanut Vendor – Stan Kenton And His Orchestra
16. Come And Get It – Glen Gray And The Casa Loma Orchestra
17. Margie – Billy May And His Orchestra
18. I’ve Got My Love To Keep Me – Les Brown And His Orchestra
19. Apollo Jumps – Glen Gray And The Casa Loma Orchestra
20. Sing, Sing Sing - Benny Goodman And His Orchestra
CD 3: Latin Jazz
01. Machito – Stan Kenton And His Orchestra
02. Jahberu – Tadd Dameron
03.T in Tin Deo – James Moody & Chano Pozo
04. Basheer’s Dream – Kenny Dorham
05. Congalegra – Horace Parlan
06. Mambo Inn – Grant Green
07. Paco – Gerald Wilson
08. Agua Dulce – The Jazz Crusaders
09. Favela – Clare Fischer (3:46)
10. I’m On My Way – Candido
11. Oye Como Va – Bobby Hutcherson
12. Caravan - Chucho Valdes
13. Contagio – Gonzalo Rubalcaba
14. Dance Of Denial – Ray Barretto
15. The Time Is Now – Eliane Elias
CD 4: Relaxing Jazz
01. At Last – Lou Rawls & Dianne Reeves
02. Makin’ Whoopee – The Three Sounds
03. Namely You – Sonny Rollins
04. Time After Time – Cassandra Wilson
05. Infant Eyes – Wayne Shorter
06. In The Winelight – Kurt Elling (6:44)
07. Cantaloupe Island – Herbie Hancock
08. More Than This – Charlie Hunter & Norah Jones
09. Beatrice – Joe Henderson
10. Lazy Afternoon – Jackie Allen
11. I’ve Got The World On A String – Joe Lovano
12. Make It Go Away - Holly Cole
13. Déjà Vu – Stefon Harris & Jacky Terrasson
14. Don’t Worry Be Happy – Bobby McFerrin
CD 5: Jazz Ballads
01. Someone To Watch Over Me – Coleman Hawkins
02. Easy Living – Clifford Brown
03. It Never Entered My Mind – Miles Davis
04. Violets For Your Furs – Jutta Hipp & Zoot Sims
05. Moonglow – Benny Goodman
06. Like Someone In Love – George Shearing
07. Stairway To The Stars – Bill Evans & Jim Hall
08. Dancing In The Dark – Cannonball Adderley
09. I’m A Fool To Want You – Dexter Gordon
10. Yesterdays – Stan Kenton and his Orchestra
11. The Good Life – Hank Mobley
12. God Bless The Child – Stanley Turrentine
13. Nature Boy - Ike Quebec
14. Spring Can Really Hang You Up The Most – Zoot Sims
15. Laura – Joe Lovano
CD 6: Legends of Jazz
01. Boogie Woogie Stomp – Albert Ammons
02. Summertime – Sidney Bechet
03. Chicago Flyer – Meade Lux Lewis
04. Profoundly Blue – Edmond Hall’s Celeste Quartet
05. Topsy – Ike Quebec
06. Blues For Clarinets – Jimmy Hamilton & The Duke’s Men
07. Lop-Pow – Babs Gonzales’ Three Bips And a Bop
08. Our Delight – Tedd Dameron
09. Boperation – Howard McGhee & Fats Navarro
10. ‘Round Midnight – Thelonious Monk
11. Bouncing With Bud – Bud Powell
12. Born To Be Blue – Wynton Kelly
13. Bags’ Groove – Milt Jackson
14. Safari – Horace Silver
15. Carvin’ The Rock – Lou Donaldson & Clifford Brown
16. Lady Sings The Blues – Herbie Nichols
Boa audição - Namaste
sexta-feira, 16 de março de 2018
1956 - Farmer's Market - Art Farmer (Prestige RVG Remasters Series)
Álbum: Farmer's Market
Lançamento: 1956 (2007)
Selo: Prestige RVG Remasters Series
Gênero: Jazz, Cool, Hard Bop, Trumpet

Art Farmer - trumpet
Hank Mobley - tenor saxophone (except #4 and 5)
Kenny Drew - piano
Addison Farmer - bass
Elvin Jones - drums
quinta-feira, 3 de agosto de 2023
Boxset: CD02 - Art Blakey's Jazz Messengers And Barney Wilen - Moanin [Rec. 1958-1959]
Artista: Art Blakey
Álbum: Moanin [Rec. 1958-1959]
Lançamento: 2009
Selo: Membran
Gênero: Hard Bop, Soul-Jazz
Boa audição - Namastê
sábado, 28 de janeiro de 2012
1994 - The Complete February 1957 Jimmy Smith Blue Note Sessions - (3CD Box Set)
ArtistA: Jimmy Smith
Album: The Complete February 1957 Jimmy Smith
Lançamento: 1957
Selo: Blue Note
Genero: Soul Jazz, Hard Bop
CD 1
01. Falling In Love With Love
02. First Night Blues
03. Funk’s Oats
04. Groovy Date
05. I Let A Song Go Out Of My Heart
CD 2
01. Zing! Went The Strings Of My Heart
02. I’m Getting Sentimental Over You
03. Simmertime
04. Plum Nellie
05. Plum Nellie (Alt. Tk.)
06. Billie’s Bounce
07. Yardbird Suite
08. There’s A Small Hotel
09. All Day Long
CD3
01. Somebody Loves Me
02. The Third Day
03. All The Things You Are
04. The Fight
05. There Will Never Be Another You
06. How High The Moon
07. Buns A Plenty
08. The Duel
09. Blue Moon
10. Cherokee
Musicos:
Jimmy Smith - Órgão Hammond
Donald Byrd - Trompete
Lou Donaldson - Sax Alto
Hank Mobley - Sax Tenor
Eddie McFadden - Guitarra
Kenny Burrell - Guitarra
Art Blakey - Bateria
Donald Bailey - Bateria
Boa audição - Namaste.















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