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sábado, 24 de janeiro de 2009

2006 - Blue Note Perfect Takes - Rudy Van Gelder Remaster Series

Se há uma coisa de que faço ou tento fazer é a absoluta questão de ser democrático. Então ai vai uma postagem do site Morphinne -"Rudy Van Gelder - O mago do som", sobre Rudy Van Gelder um dos maiores engenheiro de som na historia do jazz. Sei que tal escolha pode ser até considerada de natureza polêmica, mas como sua contribuição é marcada no jazz e existe uma grandeza escondidas para muitos, creio que tenho bons motivos (é o que não falta) para publicar essa materia. Para mim é até uma obrigação moral, passo que muitos musicos passaram nas maõs de Gelder e sua parafernalhias, nos fundo da casa dos seus pais. Segue Postagem - "Rudy Van Gelder nasceu em 02 de Novembro de 1924 na cidade de Jersey City - Nova Jersey, tornando-se o legendário técnico de som dos anos 50 até os dias de hoje. Rudy participou das mais famosas gravações de jazz dos anos 50 pelo selo Blue Note Records. Em 52 foi apresentado na gravadora Blue Note pelo então amigo e saxofonista "Gil Mellé". Rudy tentou fazer uma carreira paralela na Blue Note, mas consequentemente acabou associada ao jazz, gênero do qual Rudy se destacou pelas qualidades sonoras das gravações. Aos 82 anos, Rudy é o mais famoso engenheiro de som na história da música. Na lendária casa-estúdio em Englewood Cliffs, New Jersey, Rudy lembra: “Nasci aqui e nunca pensei em me mudar, sou privilegiado porque meu trabalho chegou ao mundo todo sem que eu precisasse sair de casa”, comenta o mais importante, famoso e melhor – sim, é possível afirmar sem pestanejar – engenheiro de som na história não apenas do jazz mas da música. Afinal, Van Gelder criou escola na área clássica (através das gravações para a etiqueta Vox) e continua ditando padrões também para o mundo pop através do eterno poder de fascinação dos trabalhos para os selos CTI, restige, Blue Note e Impulse!, redescobertos (e fartamente sampleados) por DJs, produtores e artistas a geração hip-hop. Tímido, introvertido, de fala mansa e baixa, gestos calmos e olhar atento, permanece um perfeccionista obsessivo. Em uma idade na qual a maioria pensa em se aposentar e desfrutar do remanso do lar, Rudy nem sonha em parar. Continua trabalhando de segunda à sábado, e eventualmente também aos domingos se for para atender a um cliente antigo em situação emergencial. Sua agenda está lotada. Os pedidos para reservas de horários chegam do mundo todo, especialmente do Japão, onde é reverenciado como um “deus do som”, colocado no mesmo patamar de Miles e Coltrane, para citar apenas dois gênios com quem muito gravou. Não há astro em ascensão que não ambicione gravar no estúdio de Van Gelder, a um alto preço que a fama do craque lhe permite cobrar. Mas, além do numerário exigido para bancar tal upgrade, os artistas ainda precisam disputar espaço com as grandes gravadoras que, ininterruptamente, solicitam remixagens e remasterizações de antigos trabalhos. Além da EMI (detentora do catálogo da Blue Note), agora também a Concord, que em novembro de 2004 adquiriu o conglomerado Fantasy com o acervo da Prestige por 83 milhões de dólares, onde investiu em uma linha de relançamentos com a grife RVG. Hoje, mais do que nunca e no mundo todo a “assinatura” de Van Gelder ajuda a vender um disco tanto quanto o nome do produtor ou do artista. Às vezes, até mais do que o artista, dependendo do caso. O engenheiro de som Toninho Barbosa cuja fama de “Van Gelder brasileiro” já chegou ao conhecimento do ídolo, é um exemplo típico do fanatismo. “Às vezes eu nem conheço o músico, mas se o disco for gravado pelo Van Gelder eu compro na hora”, confessa. E os músicos, que não raro enfrentam entreveros com engenheiros, tratam Rudy como um colega, reverenciando-o. Em uma famosa entrevista ao historiador Leonard Feather, publicada na DownBeat de 26 de abril de 1973, no auge do estouro de “2001”, Eumir Deodato deu crédito a RVG pelo sucesso de sua versão, comparando-a com as outras gravações: "They didn’t have Rudy Van Gelder! He made the whole difference”. Vinte e três anos depois, o próprio Rudy, em entrevista à Downbeat de fevereiro de 2006, sem falsa modéstia lembrou ter sido o primeiro engenheiro a receber crédito na ficha de um disco. “Foi num 78 rotações do Lennie Tristano, com as músicas “JuJu” e “Passing” em 1951, e ele colocou meu nome no selo de tão impressionado que havia ficado com o meu trabalho, porque eu já conseguia fazer overdubbing naquela época”, explica, lembrando que sua estréia profissional aconteceu para o selo Carousel, em uma gravação de “We’ll be together again” do organista Joe Mooney. Mais tarde em 1953 começou sua histórica associação com a Blue Note, motivada por um LP de 10 polegadas do saxofonista-baritono Gil Melle, gravado de forma independente e negociado pelo músico com a companhia dirigida por Alfred Lion e Francis Wolff. “Alfred ficou impressionado com a sonoridade, e me procurou perguntando se eu seria capaz de reproduzi-la em outros discos. Eu disse: “OK, nenhum problema, é só marcar”, e ele então começou a mandar todo o cast para gravar comigo”, relembra. As fotos daquele timaço, tiradas por Francis Wolff durante as sessões, estão reproduzidas no DVD durante o depoimento de Rudy e também na galeria (com 52 fotos) na seção de “extras”. Esta e outras histórias fascinantes são narradas de viva voz pelo próprio Rudy na entrevista concedida à Michael Cuscuna para o projeto “Blue Note perfect takes”, combinando CD e DVD. Van Gelder gravou quase tudo da BN no período 1953-1971, criando o famoso padrão RVG de qualidade, que logo depois colocaria à serviço de selos como Savoy, Vox, Prestige e todos os comandados em diferentes fases pelo produtor Creed Taylor (Bethlehem, Impulse!, Verve, A&M e CTI), até hoje um de seus maiores amigos e fãs. No album “Perfect takes”, porém, estão apenas faixas da Blue Note selecionadas por RVG de acordo com a sua preferência pessoal, “sem a obrigação de incluir as músicas mais conhecidas”, conforme explicita no texto do livreto. Curiosamente as duas primeiras faixas – “Four in one”, de Thelonious Monk e “Budo” de Miles Davis – não foram gravadas por Van Gelder e constituem raras exceções que ele aceitou remasterizar sem ter sido o engenheiro original. “Já lido com meus próprios problemas, então não quero ter que resolver os problemas dos outros”, justifica. Mas, ao ouvir as primeiras prensagens em CD de “Birth of Rhe Cool” de Miles e “Genius of Modern Music” de Monk, sentiu que ambos precisavam de sérios ajustes. Pediu para receber as fitas originais de cada uma das faixas de “Birth of The Cool” e fez uma nova masterização que soava infinitamente superior à do primeiro relançamento em CD, realizada a partir de uma matriz que era de terceira geração, cópia de cópia. As outras oito faixas nasceram com o autoditada Rudy, fascinado por eletrônica e rádio-amador, paixões que por um tempo conseguiu conciliar com a profissão de optometrista (ciência que trata da visão e problemas não patológicos sobre o ponto de vista físico). “See see rider”, nas mãos mágicas de Jimmy Smith, em 16 de junho de 1959, ainda pertence à fase inicial do estúdio improvisado na sala de estar da casa de seus pais, em Hackensack, onde nasceu também o antológico “Blue train”, de Coltrane em 57. No mês seguinte (julho de 59) nosso herói já estava operando um novo “Van Gelder Studio”, em Englewood Cliffs, no mesmo local onde permanece até hoje. “Alguns produtores queriam gravar à noite, e isso começou a incomodar meus pais”, detalha. Orientou os arquitetos, acompanhou todos os passos da construção e deu no que deu: uma acústica fenomenal, com teto em forma de abóbada policêntrica, com fascinante eco natural. Ali atingiu o ponto máximo no equilíbrio de instrumentos, de modo a gravar todas as sessões diretamente para dois canais, “ao vivo”, sem deixar de captar um detalhe sonoro sequer por mais baixo ou sutil que fosse. Proeza fartamente demonstrada nas faixas registradas entre 1960 e 1966 por Hank Mobley (“Remember”), Freddie Hubbard (“Arietis”, com McCoy Tyner, Elvin Jones e o esquecido Bernard McKinney no euphonium), Kenny Burrell (a célebre faixa-título de “Midnight blue”, trazendo Ray Barretto nas congas), Joe Henderson (“Mode for Joe”), Donald Byrd somando trompete e coral na peculiar atmosfera contemplativa de “Cristo Redentor”, Wayne Shorter na modal “Footprints” e Art Blakey em uma abordagem surpreendentemente incendiária de “Moon river”, com Hubbard e Curtis Fuller. “Quando ouço estas faixas, sabendo a limitação do equipamento daquela época, elas parecem resultar de um milagre”, comenta Rudy. No DVD apropriadamente intitulado “A work in progress” – emocionante desde a abertura com a vista panorâmica da Ponte George Washington que liga New York a New Jersey – RVG, na sala de controle do estúdio, conversa com o produtor Michael Cuscuna durante filmagem realizada em 22 de abril de 2004. O diretor Chuck Fishbein passeia com a câmera por quase todos os cantos do estúdio (faltaram apenas a cozinha e a sala dos “discos de ouro”), mostrando os dois Steinways empregados por Bill Evans na fase da Verve, o teto, o tratamento acústico nas paredes. Rudy mostra a máquina Scully de “corte”, usada para fazer a matriz do vinil, e relembra sua carreira e os trabalhos para todos os selos, não apenas para a Blue Note. Mostra carinho especial pela prolífica e contínua associação com Creed Taylor, iniciada no final dos anos 50. Enquanto a gravação de Eumir para “Zarathustra” soa ao fundo, desfilam pela tela as belas capas da CTI – LPs de Wes Montgomery (uma rara prensagem de “Road song” rebatizado “Cancion de ruta”), Milt Jackson, Hubert Laws, Joe Farrell e George Benson. Dá a Creed Taylor o crédito por tê-lo convencido a adotar o sistema de multi-tracks em meados dos anos 60 (“ele queria fazer discos com grandes formações orquestrais”), mas esquece de comentar que seu ingresso na era digital, em janeiro de 1984, também se deu por insistência de Taylor. Mais especificamente para o disco “Red on red”, de Claudio Roditi que, ironicamente, marcou a volta da gravação “ao vivo” no estúdio, captada pelo equipamento Mitsubishi X-80 com mixagem direta para dois canais. Cinco anos depois, em junho de 1989, Rudy se converteria definitivamente para o esquema de gravação digital em 24 canais, usando uma máquina Sony, novamente persuadido por Creed, que filmaria em alta definição, no Van Gelder Studio, a gravação do mega-projeto “Rhythmstick”, editado em CD e LaserDisc, juntando Dizzy Gillespie, Tito Puente, Hilton Ruiz, John Scofield, Airto, Flora Purim, Phil Woods e muitos outros. Por fim temos a fantástica “The Rudy Van Gelder editions – The complete collection”, lançada pela Blue Note reunindo 171 CDs à venda pela módica quantia de dois mil e setenta dólares. Mas é preciso correr, pois se trata de uma edição limitada. A sublime clareza, a apurada definição de timbres, o completo equilíbrio, a perfeita reverberação e a sedutora profundidade sonora, traços marcantes do padrão RVG, podem ser contemplados em discos como “Somethin’ else” (Cannonball Adderley), “Moanin’” (Art Blakey), “A new perspective” (Donald Byrd), “Cool struttin’” (Sonny Clark), “Blue train” (Coltrane), “Maiden voyage” (Hancock), “Action” (Jackie McLean), “Sidewinder” (Lee Morgan), “Newk’s time” (Sonny Rollins), “Song for my father” (Horace Silver), “Speak no evil” (Wayne Shorter), “Life time” (Tony Williams) e “The eminent J.J. Johnson”. A coleção – calcada na “RVG series” iniciada em 1999, quando a Blue Note convidou Rudy para remasterizar, com tecnologia de 24bits, estes e outros clássicos – abriga também a compilação “Perfect takes”, vendida separadamente. Ainda resta algum sonho para Van Gelder? “Eu gostaria de poder gravar novamente todos esses artistas, usando o equipamento que tenho agora”, devaneia o alquimista sonoro que, vejam só a grande ironia, nunca ganhou um Grammy, embora vários álbuns gravados em seu estúdio, uma das principais catedrais do jazz, tenham faturado a estatueta. Mas, com uma vida dessas quem precisa de Grammy?" Aprecie com moderação!.
Fonts: Artigo escrito por Arnaldo DeSouteiros em 6 de Novembro de 2006, publicado originalmente no jornal "Tribuna da Imprensa" com reprodução no website Clube de Jazz e postado em 27 de Juhno de 2007 por Everyone no Morphinne .

Faixas:
01 - Four In One - Thelonious Monk
02 - Budo - Miles Davis
03 - Remember - Hank Mobley
04 - Arietis - Freddie Hubbard
05 - Midnight Blue - Kenny Burrell
06 - Mode For Joe - Joe Henderson
07 - Christo Redentor - Donald Byrd
08 - Footprints - Wayne Shorter
09 - Moon_River - Arty Blaker
10 - See See Rider - Jimmy Smith

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Boa audição - Namastê.

quinta-feira, 16 de novembro de 2023

John Coltrane - Impressões

Artista: John Coltrane
Álbum: Impressions
Lançamento: 1963 / 1987
Selo: The Blue Note Label Group
Gênero: Avant-Garde Jazz, Modal Music


 As faixas 1 e 3 foram gravadas ao vivo no Village Vanguard em novembro de 1961, durante a mesma residência que produziu o seminal "Live" no álbum Village Vanguard, enquanto as faixas 2 e 4 foram gravadas no Van Gelder Studio , respectivamente em setembro. 18 de abril de 1962 e 29 de abril de 1963. A faixa 5, "Dear Old Stockholm", também gravada em 29 de abril de 1963, não apareceu no lançamento original, mas apareceu em reedições posteriores em CD. O álbum foi lançado originalmente em 1963 pelo rótulo Impulse!. As faixas de estúdio foram executadas pelo clássico quarteto Coltrane (pianista McCoy Tyner , baixista Jimmy Garrison e baterista Elvin Jones), que se juntou ao sax. Eric Dolphy e ao baixista Reggie Workman nas faixas gravadas ao vivo no Village Vanguard. Dolphy contribui com um longo solo de clarinete baixo em "India", mas apresenta tudo, exceto o acorde final de " Impressions ". Workman toca apenas em "India", juntando-se a Garrison na aproximação do som monótono da música clássica indiana. O baterista Roy Haynes substitui Elvin Jones em "After the Rain" e "Dear Old Stockholm". A faixa-título apresenta quase quinze minutos de solo de Coltrane, um clássico refletindo a evolução da gama emocional e musical de Coltrane, onde explora a modalidade jazz, a música da Índia, o blues e uma canção folclórica tradicional sueca. O ecletismo é esperado; o álbum equivale em última análise a uma compilação de três anos de estranhezas. Impressions é uma mistura de performances memoráveis ​​de John Coltrane do período 1961-1963. "Índia" e "Impressões" foram retiradas do famoso compromisso de Trane em novembro de 1961 no Village Vanguard ; o clarinetista baixo Eric Dolphy é ouvido no primeiro, enquanto o último apresenta um solo maratona de Coltrane no tenor. Também incluídos neste conjunto estão "Up 'Gainst the Wall", de 1962, e o clássico do álbum, "After the Rain", de 1963.

John Coltrane – Sax. Soprano e Tenor

Eric Dolphy – Clarinete baixo (faixa 1), Sax. Alto (faixa 3, apenas acorde final)

McCoy Tyner – Piano (faixas 1, 3, 4 e 5)

Jimmy Garrison – Baixo

Reggie Workman – Baixo (faixa 1)

Elvin Jones – Bateria (faixas 1, 2 e 3)

Roy Haynes – Bateria (faixas 4 e 5)

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Faixas 1 e 3  gravados ao vivo no The Village Vanguard, NYC, em 5 de novembro de 1961.

Faixa 2 gravado em 18 de setembro de 1962, Estúdio Van Gelder

Faixa 4 gravado em 29 de abril de 1963, Estúdio Van Gelder

Faixa 5 gravado em 29 de abril de 1963, Estúdio Van Gelder (Faixa bônus de reedição em CD)


Boa audição - Namastê

quinta-feira, 20 de novembro de 2025

Boxser: Thelonious Monk - The Complete Riverside Recordings (CD15)


Lançamento: 1986 
Selo: Riverside Records 
Gênero: Bop


Esta coletânea abrangente mostra Monk em sua fase mais exploratória, mais lírica e, definitivamente, mais excêntrica. Lançada em 1986 pela Riverside Records, esta caixa com 15 CDs reúne tudo o que Monk gravou para a gravadora entre 1955 e 1961. Isso inclui álbuns completos, versões alternativas, ensaios, conversas de estúdio, gravações ao vivo e algumas preciosidades nunca antes lançadas. Imagine Brilliant Corners, Monk's Music, Thelonious Himself e nas sublimes sessões solo de Monk, cada uma repleta de surpresas. Há Coltrane, Rollins, Blakey, Pettiford, Max Roach e até mesmo a rara apresentação de Monk com orquestra completa no Town Hall (1959) incluída. Isso não era apenas documentação, era uma celebração. Inclusões raras, como falsos começos e múltiplas gravações de peças como "Crepuscule with Nellie", permitem vislumbrar o processo criativo de Monk. Ele não era do tipo que fazia tudo de uma vez; ele experimentava, remodelava e fazia o silêncio cantar mais alto do que a maioria ousaria. A masterização respeita o calor analógico das fitas originais, grande parte delas gravadas no Van Gelder Studio, em Hackensack, berço da realeza do jazz. Cada disco soa vivo, repleto de textura, nuances e espacialidade. Se você está se aventurando nas profundezas do jazz então este é um guia. Monk não apenas quebrou as regras. Ele as reescreveu. E Riverside captou cada reviravolta. 

Disco 1, faixas 1–8: 21 e 27 de julho de 1955, Rudy Van Gelder Studio, Hackensack , NJ – veja Thelonious Monk Plays Duke Ellington

Oscar Pettiford - Baixo
Kenny Clarke - Bateria

Disco 1, faixas 9–13; disco 2, faixas 1–2: 17 de março e 3 de abril de 1956, Rudy Van Gelder Studio, Hackensack, NJ – veja The Unique Thelonious Monk

Oscar Pettiford, baixo
Art Blakey - Bateria

Disco 2, faixas 3–6, 8: 9 e 15 de outubro de 1956, Reeves Sound Studios, Nova Iorque – veja Brilliant Corners

Ernie Henry - Sax. Alto
Sonny Rollins - Saxofone Tenor
Oscar Pettiford - Baixo
Max Roach ou Art Blakey - Bateria (as fontes divergem)

Disco 2, faixa 7: 7 de dezembro de 1956, Reeves Sound Studios, Nova Iorque – veja Brilliant Corners

Clark Terry , trompete
Sonny Rollins - Sax. Tenor
Paul Chambers - Baixo
Max Roach - Bateria

Disco 3, faixas 1–9; disco 4, faixas 1–3: 12 de abril de 1957, Reeves Sound Studios, Nova Iorque – veja Thelonious Himself

Disco 3, faixas 10–11: 16 de abril de 1957, Reeves Sound Studios, Nova Iorque – veja Thelonious Himself

John Coltrane - Sax. Tenor
Wilbur Ware - Baixo

Disco 4, faixas 4–11; disco 5, faixas 1–5: 25–26 de junho de 1957, Reeves Sound Studios, Nova Iorque – veja Monk's Music .

Ray Copeland - Trompete
Gigi Gryce - sax. Alto
John Coltrane - Sax. Tenor
Coleman Hawkins - Sax. Tenor
Wilbur Ware - Baixo
Art Blakey - Bateria


Boa audição - Namastê


quinta-feira, 19 de outubro de 2023

CD2: Lennie Tristano Personal Recordings 1946-1970 (Boxset 6CDs).

Artista: Lennie Tristano

Álbum: Personal Recordings - CD2

Lançamento: 2021

Selo: Mosaic Records / Dot Time Records

Gênero: Bop, Hard-bop, Pós-Bop

Lennie Tristano é frequentemente mal classificado como um progenitor do estilo “cool” de jazz, possivelmente porque a sua abordagem era tão comedida, lírica e precisa em contraste com a energia irregular do bebop. Mas a amplitude e a profundidade de sua forma de tocar vão muito além do gênero pós-Segunda Guerra Mundial em ambas as direções. Estudante do Conservatório Americano de Música de Chicago, ele começou a se destacar em Nova York em meados da década de 1940, chegando a tocar ao lado de Charlie Parker, Dizzy Gillespie e Max Roach. Os beboppers maravilhavam-se com seus dons harmônicos excepcionais, sua habilidade em tocar linhas solo longas e intrincadas e seu virtuosismo infalível. Ele contribuiu para a música de Parker e Gillespie sem copiar servilmente sua abordagem. As gravações vêm de um tesouro de material da coleção pessoal de Tristano – airchecks, gravações remotas, datas ao vivo preservadas por seus associados no coreto e faixas gravadas no estúdio de Lennie na East 32 nd Street, em Nova York . Não originalmente destinados ao lançamento comercial, eles fornecem uma visão íntima da gama de Tristano e de sua abordagem inconfundível ao jazz. O disco 2 apresenta maravilhosas gravações de piano solo de Tristano gravadas no Rudy Van Gelder Studio e no próprio estúdio de Lennie na East 32nd Street. As 15 faixas deste disco demonstram o mundo interior de harmonia de Tristano. Não se pode deixar de ficar maravilhado com a facilidade técnica de Tristano, mas o que é verdadeiramente surpreendente é o pathos e a alma sentidos em cada faixa.

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Sax. Alto  – Lee Konitz (faixas: 3-1 to 3-8, 6-1 to 6-7, 6-14)

Baixo – Arnold Fishkin (faixas: 1-15, 3-1 to 3-6), Joe Shulman (faixas: 3-7, 3-8), Peter Ind (faixas: 4-1 to 4-11), Sonny Dallas (faixas: 5-1 to 5-8, 6-8 to 6-14)

Bateria – Al Levitt (faixas: 4-8 to 4-11), Jeff Morton (faixas: 3-1 to 3-8), Nick Stabulas (faixas: 5-7, 5-8, 6-8 to 6-14), Tom Wayburn (faixas: 4-1 to 4-7)

Guitarra – Billy Bauer (faixas: 1-1 to 1-5, 1-7 to 1-15, 3-1 to 3-8, 6-1 to 6-7, 6-14)

Piano – Lennie Tristano

Sax. Tenor  – Warne Marsh (faixas: 3-1 to 3-8, 6-1 to 6-7), Zoot Sims (faixas: 6-14)

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Gravações – Lennie Tristano (faixas: 2-2 to 2-15, 4-1 to 5-8), Lenny Popkin (faixas: 2-16 to 2-18), Rudy Van Gelder (faixas: 2-1)

Gravado por [Wire Recordings] - Billy Bauer (faixas: 1-7 a 1-11, 3-1 a 3-5, 6-1 a 6-7)

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Locais e datas de gravação:

2-1: Van Gelder Studio, Hackensack, Nova Jersey , 1952

2-2 a 2-15 : Estúdio de Lennie, Palo Alto St., Hollis, NY, c. 1961

2-16 a 2-18: estúdio de Lennie, Palo Alto St., Hollis, NY, 15 de outubro de 1970


 Boa audição - Namastê



quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

1965 - 'Round Midnight - Andy And The Bey Sisters (1965/2007) Remastered

Álbum: Round Midnight
Artista: Andy And The Bey Sisters
Selo: Prestige Records
Lançamento: 1965 / 2007
Gênero: Jazz, Vocal Jazz
Recorded: Van Gelder Studio, Hackensack, NJ, February 26 (#4-7, 9), and May 27 (#1-3, 8, 10), 1965. Remastered: 2007, Rudy Van Gelder at Van Gelder 
Studio, Englewood Cliffs, NJ
Boa audição - Namastê

segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

Boxser: Dexter Gordon – The Complete Prestige Recordings (CD11)

Artista: Dexter Gordon
Lançamento: 2004
Vila: Prestígio 
Gênero: Hard Bop, Bop

Sax. Alto – Cannonball Adderley (faixas: 11-7), Sonny Criss (faixas: 1-1)
Baixo – Billy Hadnott (faixas: 1-1), Bob Cranshaw (faixas: 11-1 a 11-7), Buster Williams (faixas: 2-2 a 4-2, 4-5 a 5-3, 9-6 a 10-3), Charles Green (faixas: 1-2 a 1-7), Cleveland Eaton (faixas: 7-5 a 7-7), Larry Ridley (faixas: 6-5 a 7-4), Martin Rivera (faixas: 5-4 a 6-4), Reggie Workman (faixas: 1-8, 2-1), Rufus Reid (faixas: 7-8 a 8-3), Sam Jones (faixas: 8-4 a 9-5), Stanley Clarke (faixas: 10-4 a 11-1)
Congas – Kenneth Nash (alças: 11-7)
Corneta – Nat Adderley (faixas: 11-7)
Bateria – Alan Dawson (faixas: 1-8, 2-1, 6-5 a 7-4), Albert "Tootie" Heath (faixas: 2-2 a 4-2 ), Billy Higgins (faixas: 9-6 a 10-3), Chuck Thompson (faixa: 1-1 ), Kenny Clarke (faixas: 11-1 a 11-7), Larance Marable (faixas: 1-2 a 1-7), Louis Hayes (faixas: 10-4 a 11-1), Oliver Jackson (faixas: 5-4 a 6-4), Percy Brice (faixas: 4-5 a 5-3), Roy Brooks (faixas: 8-4 a 9-5), Steve McCall (faixas: 7-5 a 7-7 ), Wilbur Campbell (faixas: 7-8 a 8-3)
Piano Elétrico – Hampton Hawes (faixas: 11-7)
Líder – Booker Ervin (faixas: 1-8, 2-1) , Gene Ammons (faixas: 11-7), Wardell Gray (faixas: 1-1)
Líder (Co-líder) – Gene Ammons (faixas: 7-5 a 8-3)
Piano – Barry Harris (faixas: 2-2 a 4-2), Bobby Timmons (faixas: 4-5 a 5-3), Cedar Walton (faixas: 9-6 a 10-3), Dolo Coker (faixas: 1-2 a 1-7), Hampton Hawes (faixas: 11-1 a 11-6), Hank Jones (faixas: 10-4 a 11-1), Jaki Byard (faixas: 1-8, 2-1 ), Jimmy Bunn (faixas: 1-1), Jodie Christian (faixas: 7-8 a 8-3), John Young (faixas: 7-5 a 7-7), Junior Mance (faixas: 5-4 a 6-4), Tommy Flanagan (faixas: 6-5 a 7-4), Wynton Kelly (faixas: 8-4 a 9-5)
Gravado por – Carlos Olms (faixas: 11-1 a 11-7), Chris "Snoopy" Penycate (faixas: 11-1 a 11-7), George Klabin (faixas: 2-2 a 4-2), Leon Kelert (faixas: 7-5 a 8-3), Paul Goodman (faixas: 6-5 a 7-4, 8-4 a 9-5), Rudy Van Gelder (faixas: 9-6 a 11-1), Vernon Welsh (faixas: 4-5 a 5-3), Wally Heider (faixas: 1-2 a 1-7), Willy Schmidt (faixas: 1-8, 2-1)
Sax. Tenor – Booker Ervin (faixas: 1-8, 2-1), Dexter Gordon, Gene Ammons (faixas: 7-5 a 8-3, 11-7), James Moody (faixas: 2-2 a 3-1), Wardell Gray (faixa: 1-1)
Trombone – Richard Boone (faixas: 1-2 a 1-7)
Trompete – Clark Terry (faixas: 1-1), Freddie Hubbard (faixas: 9-6 a 10-3), Martin Banks (faixas: 1-2 a 1-7)
Trompete, Flugelhorn – Thad Jones (faixas: 10-4 a 11-1)
Voz – Vi Redd (faixas: 7-8, 8-3)




# 1-1: Gravado ao vivo no Hula Hut Club, Los Angeles; 27 de agosto de 1950.
Faixas 1-2 a 1-7: Gravadas no United Recording Studio, Los Angeles; 13 de outubro de 1960.
# 1-8, 2-1: Gravado em Munique, Alemanha; 27 de outubro de 1965.
# 2-2 a 3-1: Gravado na cidade de Nova York; 2 de abril de 1969.
# 3-2 a 4-2: Gravado na cidade de Nova York; 4 de abril de 1969.
# 4-3 a 5-3: Gravado ao vivo para a Left Bank Jazz Society no Famous Ballroom, Baltimore, MD; 4 de maio de 1969.
# 5-4 a 6-4: Gravado no Festival de Jazz de Montreux, Montreux, Suíça, 18 de junho de 1970.
# 6-5 a 7-4: Gravado no RCA Studios, Nova York, 7 de julho de 1970.
# 7-5 a 7-7: Gravado em uma apresentação noturna no North Park Hotel, Chicago, IL; 26 de julho de 1970.
# 7-8 a 8-3: Gravado em uma apresentação noturna no North Park Hotel, IL; 26 de julho de 1970.
# 8-4 a 9-5: Gravado nos Estúdios RCA, Nova York, 27 de agosto de 1970.
# 9-6. Faixas 10-3 a 10-4: Gravadas no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, em 22 de junho de 1972.
Faixas 10-4 a 11-1: Gravadas no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, em 28 de junho de 1972.
Faixas 11-2 a 11-6: Gravadas no Montreux Jazz Festival, Montreux, Suíça, em 7 de julho de 1973.
Faixas 11-7: Gravadas no Montreux Jazz Festival, Montreux, Suíça, em 7 de julho de 1973.



Boa audição - Namastê


sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Boxser: Dexter Gordon – The Complete Prestige Recordings (CD11)

Artista: Dexter Gordon
Lançamento: 2004
Vila: Prestígio 
Gênero: Hard Bop, Bop

Sax. Alto – Cannonball Adderley (faixas: 11-7), Sonny Criss (faixas: 1-1)
Baixo – Billy Hadnott (faixas: 1-1), Bob Cranshaw (faixas: 11-1 a 11-7), Buster Williams (faixas: 2-2 a 4-2, 4-5 a 5-3, 9-6 a 10-3), Charles Green (faixas: 1-2 a 1-7), Cleveland Eaton (faixas: 7-5 a 7-7), Larry Ridley (faixas: 6-5 a 7-4), Martin Rivera (faixas: 5-4 a 6-4), Reggie Workman (faixas: 1-8, 2-1), Rufus Reid (faixas: 7-8 a 8-3), Sam Jones (faixas: 8-4 a 9-5), Stanley Clarke (faixas: 10-4 a 11-1)
Congas – Kenneth Nash (alças: 11-7)
Corneta – Nat Adderley (faixas: 11-7)
Bateria – Alan Dawson (faixas: 1-8, 2-1, 6-5 a 7-4), Albert "Tootie" Heath (faixas: 2-2 a 4-2 ), Billy Higgins (faixas: 9-6 a 10-3), Chuck Thompson (faixa: 1-1 ), Kenny Clarke (faixas: 11-1 a 11-7), Larance Marable (faixas: 1-2 a 1-7), Louis Hayes (faixas: 10-4 a 11-1), Oliver Jackson (faixas: 5-4 a 6-4), Percy Brice (faixas: 4-5 a 5-3), Roy Brooks (faixas: 8-4 a 9-5), Steve McCall (faixas: 7-5 a 7-7 ), Wilbur Campbell (faixas: 7-8 a 8-3)
Piano Elétrico – Hampton Hawes (faixas: 11-7)
Líder – Booker Ervin (faixas: 1-8, 2-1) , Gene Ammons (faixas: 11-7), Wardell Gray (faixas: 1-1)
Líder (Co-líder) – Gene Ammons (faixas: 7-5 a 8-3)
Piano – Barry Harris (faixas: 2-2 a 4-2), Bobby Timmons (faixas: 4-5 a 5-3), Cedar Walton (faixas: 9-6 a 10-3), Dolo Coker (faixas: 1-2 a 1-7), Hampton Hawes (faixas: 11-1 a 11-6), Hank Jones (faixas: 10-4 a 11-1), Jaki Byard (faixas: 1-8, 2-1 ), Jimmy Bunn (faixas: 1-1), Jodie Christian (faixas: 7-8 a 8-3), John Young (faixas: 7-5 a 7-7), Junior Mance (faixas: 5-4 a 6-4), Tommy Flanagan (faixas: 6-5 a 7-4), Wynton Kelly (faixas: 8-4 a 9-5)
Gravado por – Carlos Olms (faixas: 11-1 a 11-7), Chris "Snoopy" Penycate (faixas: 11-1 a 11-7), George Klabin (faixas: 2-2 a 4-2), Leon Kelert (faixas: 7-5 a 8-3), Paul Goodman (faixas: 6-5 a 7-4, 8-4 a 9-5), Rudy Van Gelder (faixas: 9-6 a 11-1), Vernon Welsh (faixas: 4-5 a 5-3), Wally Heider (faixas: 1-2 a 1-7), Willy Schmidt (faixas: 1-8, 2-1)
Sax. Tenor – Booker Ervin (faixas: 1-8, 2-1), Dexter Gordon, Gene Ammons (faixas: 7-5 a 8-3, 11-7), James Moody (faixas: 2-2 a 3-1), Wardell Gray (faixa: 1-1)
Trombone – Richard Boone (faixas: 1-2 a 1-7)
Trompete – Clark Terry (faixas: 1-1), Freddie Hubbard (faixas: 9-6 a 10-3), Martin Banks (faixas: 1-2 a 1-7)
Trompete, Flugelhorn – Thad Jones (faixas: 10-4 a 11-1)
Voz – Vi Redd (faixas: 7-8, 8-3)


# 1-1: Gravado ao vivo no Hula Hut Club, Los Angeles; 27 de agosto de 1950.
Faixas 1-2 a 1-7: Gravadas no United Recording Studio, Los Angeles; 13 de outubro de 1960.
# 1-8, 2-1: Gravado em Munique, Alemanha; 27 de outubro de 1965.
# 2-2 a 3-1: Gravado na cidade de Nova York; 2 de abril de 1969.
# 3-2 a 4-2: Gravado na cidade de Nova York; 4 de abril de 1969.
# 4-3 a 5-3: Gravado ao vivo para a Left Bank Jazz Society no Famous Ballroom, Baltimore, MD; 4 de maio de 1969.
# 5-4 a 6-4: Gravado no Festival de Jazz de Montreux, Montreux, Suíça, 18 de junho de 1970.
# 6-5 a 7-4: Gravado no RCA Studios, Nova York, 7 de julho de 1970.
# 7-5 a 7-7: Gravado em uma apresentação noturna no North Park Hotel, Chicago, IL; 26 de julho de 1970.
# 7-8 a 8-3: Gravado em uma apresentação noturna no North Park Hotel, IL; 26 de julho de 1970.
# 8-4 a 9-5: Gravado nos Estúdios RCA, Nova York, 27 de agosto de 1970.
# 9-6. Faixas 10-3 a 10-4: Gravadas no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, em 22 de junho de 1972.
Faixas 10-4 a 11-1: Gravadas no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, em 28 de junho de 1972.
Faixas 11-2 a 11-6: Gravadas no Montreux Jazz Festival, Montreux, Suíça, em 7 de julho de 1973.
Faixas 11-7: Gravadas no Montreux Jazz Festival, Montreux, Suíça, em 7 de julho de 1973.


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Boxser: Dexter Gordon – The Complete Prestige Recordings (CD11)

Artista: Dexter Gordon
Lançamento: 2004
Vila: Prestígio 
Gênero: Hard Bop, Bop


Sax. Alto – Cannonball Adderley (faixas: 11-7), Sonny Criss (faixas: 1-1)
Baixo – Billy Hadnott (faixas: 1-1), Bob Cranshaw (faixas: 11-1 a 11-7), Buster Williams (faixas: 2-2 a 4-2, 4-5 a 5-3, 9-6 a 10-3), Charles Green (faixas: 1-2 a 1-7), Cleveland Eaton (faixas: 7-5 a 7-7), Larry Ridley (faixas: 6-5 a 7-4), Martin Rivera (faixas: 5-4 a 6-4), Reggie Workman (faixas: 1-8, 2-1), Rufus Reid (faixas: 7-8 a 8-3), Sam Jones (faixas: 8-4 a 9-5), Stanley Clarke (faixas: 10-4 a 11-1)
Congas – Kenneth Nash (alças: 11-7)
Corneta – Nat Adderley (faixas: 11-7)
Bateria – Alan Dawson (faixas: 1-8, 2-1, 6-5 a 7-4), Albert "Tootie" Heath (faixas: 2-2 a 4-2 ), Billy Higgins (faixas: 9-6 a 10-3), Chuck Thompson (faixa: 1-1 ), Kenny Clarke (faixas: 11-1 a 11-7), Larance Marable (faixas: 1-2 a 1-7), Louis Hayes (faixas: 10-4 a 11-1), Oliver Jackson (faixas: 5-4 a 6-4), Percy Brice (faixas: 4-5 a 5-3), Roy Brooks (faixas: 8-4 a 9-5), Steve McCall (faixas: 7-5 a 7-7 ), Wilbur Campbell (faixas: 7-8 a 8-3)
Piano Elétrico – Hampton Hawes (faixas: 11-7)
Líder – Booker Ervin (faixas: 1-8, 2-1) , Gene Ammons (faixas: 11-7), Wardell Gray (faixas: 1-1)
Líder (Co-líder) – Gene Ammons (faixas: 7-5 a 8-3)
Piano – Barry Harris (faixas: 2-2 a 4-2), Bobby Timmons (faixas: 4-5 a 5-3), Cedar Walton (faixas: 9-6 a 10-3), Dolo Coker (faixas: 1-2 a 1-7), Hampton Hawes (faixas: 11-1 a 11-6), Hank Jones (faixas: 10-4 a 11-1), Jaki Byard (faixas: 1-8, 2-1 ), Jimmy Bunn (faixas: 1-1), Jodie Christian (faixas: 7-8 a 8-3), John Young (faixas: 7-5 a 7-7), Junior Mance (faixas: 5-4 a 6-4), Tommy Flanagan (faixas: 6-5 a 7-4), Wynton Kelly (faixas: 8-4 a 9-5)
Gravado por – Carlos Olms (faixas: 11-1 a 11-7), Chris "Snoopy" Penycate (faixas: 11-1 a 11-7), George Klabin (faixas: 2-2 a 4-2), Leon Kelert (faixas: 7-5 a 8-3), Paul Goodman (faixas: 6-5 a 7-4, 8-4 a 9-5), Rudy Van Gelder (faixas: 9-6 a 11-1), Vernon Welsh (faixas: 4-5 a 5-3), Wally Heider (faixas: 1-2 a 1-7), Willy Schmidt (faixas: 1-8, 2-1)
Sax. Tenor – Booker Ervin (faixas: 1-8, 2-1), Dexter Gordon, Gene Ammons (faixas: 7-5 a 8-3, 11-7), James Moody (faixas: 2-2 a 3-1), Wardell Gray (faixa: 1-1)
Trombone – Richard Boone (faixas: 1-2 a 1-7)
Trompete – Clark Terry (faixas: 1-1), Freddie Hubbard (faixas: 9-6 a 10-3), Martin Banks (faixas: 1-2 a 1-7)
Trompete, Flugelhorn – Thad Jones (faixas: 10-4 a 11-1)
Voz – Vi Redd (faixas: 7-8, 8-3)


# 1-1: Gravado ao vivo no Hula Hut Club, Los Angeles; 27 de agosto de 1950.
Faixas 1-2 a 1-7: Gravadas no United Recording Studio, Los Angeles; 13 de outubro de 1960.
# 1-8, 2-1: Gravado em Munique, Alemanha; 27 de outubro de 1965.
# 2-2 a 3-1: Gravado na cidade de Nova York; 2 de abril de 1969.
# 3-2 a 4-2: Gravado na cidade de Nova York; 4 de abril de 1969.
# 4-3 a 5-3: Gravado ao vivo para a Left Bank Jazz Society no Famous Ballroom, Baltimore, MD; 4 de maio de 1969.
# 5-4 a 6-4: Gravado no Festival de Jazz de Montreux, Montreux, Suíça, 18 de junho de 1970.
# 6-5 a 7-4: Gravado no RCA Studios, Nova York, 7 de julho de 1970.
# 7-5 a 7-7: Gravado em uma apresentação noturna no North Park Hotel, Chicago, IL; 26 de julho de 1970.
# 7-8 a 8-3: Gravado em uma apresentação noturna no North Park Hotel, IL; 26 de julho de 1970.
# 8-4 a 9-5: Gravado nos Estúdios RCA, Nova York, 27 de agosto de 1970.
# 9-6. Faixas 10-3 a 10-4: Gravadas no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, em 22 de junho de 1972.
Faixas 10-4 a 11-1: Gravadas no Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, NJ, em 28 de junho de 1972.
Faixas 11-2 a 11-6: Gravadas no Montreux Jazz Festival, Montreux, Suíça, em 7 de julho de 1973.
Faixas 11-7: Gravadas no Montreux Jazz Festival, Montreux, Suíça, em 7 de julho de 1973.

Boa audição - Namastê


 

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

1963 - Live at Birdland - John Coltrane

Coltrane foi o primeiro artista a assinar com o novo selo Impulse! Records que começou no ano de 1961 e ficaria até o fim de sua carreira. Coltrane estava apto a lançar discos sempre que quisesse (com um mínimo de dois álbuns por ano). Antes de sso, protegido por Miles e crescendo no embrião de novas ideais, Coltrane lança vôo em horizonte diferente para sua época, causando um desconforto entre músicos e amigos ao ponto de Davis despedi-lo do seu quinteto magistral. Abastece sua aspiração com um novo relacionamento com a música bem como o aparecimento de Alice, sua segunda esposa, na criação de um novo estilo. Live at Birdland traduz o amadurecimento inicial de Coltrane após deixar as sombras de Miles. Apesar do título, apenas as três primeiras faixas foram gravadas ao vivo no clube Birdland, o restante são faixas de estúdio. Entre as faixas de estúdio é "Alabama", uma homenagem aos quatro meninos que morreram no bombardeio na 16th Street Baptist Church, no ataque a uma igreja Alabama Birmingham, pela supremacia branca. Um monologo racista que despertou a ira de Trane no conformismo racial. A gravação ao vivo de I Want to Talk About You, uma canção que Coltrane gravou em Soultrane de 58 , desta vez com uma coda estendida, com duração de quase tão longo quanto o resto da canção, perfaz um sopro unificado de seu sax que muitos musicos e admiradores traduzem como impar na carreira de Trane.
Originalmente lançado em 1963 pelo selo Impulse.

Faixas 01.02,03 - gravadas em 08 de Outubro 1963 no At Birdland, New York - NY
Faixas 04,05 - gravado 18 de Novembro 1963 no Van Gelder Studios, Englewood Cliffs - NJ
Faixa 06 - gravada em 06 de Março 1963 no Van Gelder Studios, Englewood Cliffs - NJ

04 - Alabama


Faixas:
01 - Afro Blue
02 - I Want to Talk About You
03 - The Promise
04 - Alabama
05 - Your Lady
06 - Villia

Músicos:
John Coltrane - Sax Tenor & Soprano
McCoy Tyner - Piano
Jimmy Garrison - Baixo Acustico
Elvin Jones - Bateria

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Boa audição - Namastê.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

1963 - John Coltrane and Johnny Hartman

O cantor de jazz John Maurice Hartman nasceu no 3 de julho de 1923 em Chicago e embora não tenha recebido em vida o devido reconhecimento, foi um dos maiores e mais suaves cantores negros de baladas dos anos 50 e 60 que foi comparado a cantores de primeira linha com Billy Eckstine e Nat King Cool. Johnny também se notabilizou por suas parcerias em gravações que se tornaram antológicas como a obra-prima que é o registro do encontro em estúdio em 1963 com o saxofonista e jazz mam John Coltrane. Hartman começou a cantar ainda no exercito, estudou musica na faculdade e forjou sua carreira profissional a partir do meado dos anos quarenta cantando com a banda de Earl Hines, quando também gravou seu primeiro trabalho. Quando abanda se desfez em 1947 foi cantar no Orquestra de Dizzy Gillespie e com ele ficou por dois anos, aproveitando para gravar por fora alguns discos solos. Seu primeiro trabalho que trouxe sucesso foi o LP “Songs from the Heart” (Savoy Jazz, 1947) com um quarteto liderado pelo trompetista Howard McGhee. Gravou também um álbum que consta entre os seus melhores, “All of Me” (Bethlehem, 1956), ficou sem gravar até 1963, quando então gravou com John Coltrane "John Coltrane and Johnny Hartman" (Impulse!, 1963). O sucesso do disco levou a gravação de mais dois discos “Lush Life” em homenagem à Billy Strayhorn, “I Just Dropped by To Say Hello” I Just Dropped By to Say Hello (Impulse!, 1963) e “The Voice That Is” The Voice That Is! (Impulse!, 1964). Johnny voltou aos estúdios de gravação esporadicamente nos anos 70. Dois anos antes de sua morte em Nova Iorque no dia 15 de Setembro de 1983, foi indicado para o Grammy pelo álbum “Once in Every Life” Once In Every Life (Bee Hive, 1980). Gravado no Englewood Van Gelder Studio - Cliffs, New Jersey em 07 de Março de 1963 nas mão do próprio Mr. Van Gelder.

01 - They Say It's Wonderful


Faixas:
01 - They Say It's Wonderful
02 - Dedicated To You
03 - My One and Only Love
04 - Lush Life
05 - You Are Too Beautiful
06 - Autumn Serenade

Músicos:
John Coltrane - Sax. Tenor
Johnny Hartman - Vocais
McCoy Tyner - Piano
Jimmy Garrison - Baixo acústico
Elvin Jones - Bateria

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Boa audição - Namastê.

terça-feira, 14 de novembro de 2023

Sonny Rollins - A Night at the Village Vanguard

Artista: Sonny Rollins

Álbum:  A Night at the Village Vanguard

Lançamento: 1957/1999

Selo: The Blue Note Label Group

Gênero: Bop, Hard Bop


 A Night at the Village Vanguard é um álbum ao vivo do saxofonista tenor Sonny Rollins, lançado pela Blue Note Records em 1958. Gravado no Village Vanguard em Nova York em novembro de 1957 em três sets, dois à noite e um no tarde com diferentes acompanhantes. No set da tarde Rollins tocou com Donald Bailey no baixo e Pete LaRoca na bateria; à noite eles foram substituídos respectivamente por Wilbur Ware e Elvin Jones. A gravação foi feita por Rudy Van Gelder , e foi a primeira gravação ao vivo feita no Village Vanguard.  A crítica afirma: "Este CD é muitas vezes mágico. Sonny Rollins, um dos grandes tenores do jazz, é ouvido em seu auge... Rollins não apenas tinha um som muito distinto mas seu uso do tempo, seu astuto sagacidade e seu estilo boppish, mas imprevisível, eram completamente seus em 1957." O crítico musical Robert Christgau elogiou muito o álbum, escrevendo: "Rollins é encarregado de se aventurar longe dessas músicas sem romper as amarras harmônicas normalmente garantidas por um piano. Ele faz isso de novo e de novo - mas não sem um certo custo em ebulição, textura e plenitude de fôlego. Sempre impressionante, divertido de passagem, suas improvisações são a razão pela qual serve o jazz de vanguarda. O álbum foi identificado por Scott Yanow em seu ensaio "Hard Bop" do AllMusic como uma das 17 gravações essenciais de Hard Bop. O Penguin 'Guide to Jazz' deu-lhe no máximo quatro estrelas mais a coroa e incluiu o álbum em sua “coleção principal”, concluindo que "estes são discos que exigem um lugar em qualquer coleção". 

Baixo - Donald Bailey (faixas: 1, 3), Wilbur Ware (faixas: 2, 4 a 7)

Bateria - Elvin Jones (faixas: 2, 4 a 7), Pete La Roca (faixas: 1,3)

Saxofone Tenor – Sonny Rollins

Gravado por – Rudy Van Gelder

_____________________________________

Gravado em 3 de novembro de 1957 no Village Vanguard, na cidade de Nova York.

Faixas 1 e 7 emitidas originalmente em Blue Note BLP 1581. Todas as outras emitidas originalmente em BN LA475.

Boa audição - Namastê