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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Boxset: Kuschel Jazz Collection, Vol.1-8 (2002-2011)

Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Sony Music/512088 2
Gênero: Jazz Bebop, Soul-Jazz, Downtempo, Easy Listening

O chamado “jazz romântico” representa uma transformação significativa na forma como o jazz é produzido, distribuído e percebido dentro da mídia de consumo. Diferente do jazz tradicional — marcado pela improvisação complexa, tensão harmônica e exigência intelectual — o jazz romântico surge como uma estética voltada à experiência emocional imediata, priorizando suavidade, atmosfera e acessibilidade. Ele não constitui um gênero formal, mas sim uma abordagem sensorial que se manifesta em vertentes como o cool jazz, o smooth jazz e o easy listening. Nessa lógica, a música deixa de ser um campo de exploração artística intensa e passa a atuar como um meio de ambientação, muitas vezes pensado para acompanhar momentos cotidianos com discrição e conforto. A indústria cultural teve papel central nessa transição. Com o avanço do rádio, das compilações temáticas — como a série Kuschel Jazz — e da música ambiente em espaços como bares, hotéis e lounges, o jazz foi progressivamente moldado para atender a uma demanda mais ampla. Isso implicou simplificação estrutural: melodias mais lineares, menor densidade harmônica e redução do improviso. O resultado foi um formato altamente consumível, capaz de atingir públicos que não necessariamente buscavam o jazz como expressão artística, mas como experiência emocional. Essa adaptação, embora eficaz comercialmente, gerou uma tensão persistente entre acessibilidade e profundidade. Do ponto de vista cultural, o jazz romântico ocupa uma posição ambígua já para o público geral, ele representa sofisticação acessível, intimidade e relaxamento. No setores mais tradicionais do jazz, no entanto, é frequentemente visto como uma diluição da linguagem original, esvaziado de risco e complexidade. Essa divisão revela não apenas uma diferença de gosto, mas uma disputa sobre o que define autenticidade dentro da música. Ainda assim, reduzir o jazz romântico a uma forma inferior seria ignorar sua função específica: ele atua como mediador emocional, criando estados de presença, introspecção e suavização da experiência cotidiana. Em síntese, o jazz romântico não deve ser entendido como uma perda, mas como uma reconfiguração. Ele desloca o eixo da música — do desafio intelectual para o envolvimento sensorial, da performance para a atmosfera, do músico para o ouvinte. Se o jazz tradicional confronta e provoca, o jazz romântico acolhe e dissolve tensões. Ambos coexistem como expressões legítimas de diferentes modos de relação com a realidade, refletindo não apenas estilos musicais distintos, mas também formas diversas de percepção e consciência.


Boa audição - Namastê
 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Boxset: Blue Instrumentalists Blue Note

Artista: VA
Lançamento: 2002/2006
Selo: Blue Note Records/Blue Note
Gênero: Cool Jazz, Hard Bop, Sool Jazz

Na década seguinte a ‘Blue Note’ passou para um patamar mais elevado na indústria fonográfica com álbuns que foram sucessos inesperados, que tiveram longas estadias nas paradas pop além de continuar a sua tradição ‘hard bop’. Alfred Lion permaneceu até meados de 1967, quando problemas de saúde o forçaram a se aposentar. Frank Wolff e Duke Pearson dividiram as tarefas de produção, mas o jazz foi se movendo para um novo ciclo de tempos difíceis, economicamente e artisticamente. A cena não fornecia um ambiente no qual poderia nutrir jovens talentos e se perpetuar. Frank Wolff se afastou da ‘Blue Note’ até sua morte em 1971. A gravadora conseguiu sobreviver através de um programa de reedições e material inédito. Esse programa sobreviveu até 1981. Em meados de 1984, foi contratado Bruce Lundvall para ressuscitar a etiqueta. E a ‘Blue Note’ renasceu.

Coletânea instrumental que destaca o saxofone como principal voz expressiva dentro do blues e do jazz moderno. O repertório reúne interpretações marcadas por improvisação melódica, timbre aveludado e forte influência do blues em 12 compassos, além de elementos de smooth jazz e soul jazz. Entre os músicos associados ao universo artístico da coletânea e ao catálogo da gravadora estão nomes como Stanley Turrentine, Lou Donaldson e Hank Mobley, artistas que ajudaram a consolidar o som quente e envolvente do sax no hard bop e no soul jazz. Como curiosidade, a série “Blue Instrumentalists” foi concebida para valorizar instrumentos específicos (guitarra, piano e saxofone), permitindo ao ouvinte perceber como cada timbre conduz a harmonia e a improvisação de forma distinta. Didaticamente, o álbum é útil para compreender o papel do sax na condução melódica, o uso do fraseado bluesy e a interação com a base rítmica — especialmente o walking bass e a bateria com escovas — criando uma atmosfera urbana e noturna típica dos clubes de jazz.


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Boxset: Blue Instrumentalists Blue Note

Artista: VA
Lançamento: 2002/2006
Selo: Blue Note Records/Blue Note
Gênero: Cool Jazz, Hard Bop, Sool Jazz


No final de 1939, o seu amigo de infância Francis Wolff saiu da Alemanha de Hitler com destino aos Estados Unidos. Ele encontrou emprego em um estúdio fotográfico e juntou forças com Alfred Lion no projeto ‘Blue Note’. No final dos anos 1940, o jazz havia mudado novamente, e Lion e Wolff já não podiam resistir mais ao movimento do bebop, uma das correntes mais influentes do jazz. O saxofonista Ike Quebec tornou-se um amigo íntimo e conselheiro para os dois. Logo eles estavam gravando Fats Navarro, Bud Powell, Tadd Dameron, Thelonious Monk, Art Blakey, entre outros. Lion e Wolff eram especialmente fascinados por Thelonious Monk e ajudaram a sua carreira em todos os sentidos possíveis. Apesar da resistência dos críticos musicais e das vendas fracas, eles gravaram com ele até 1952. O caso de Monk foi o primeiro grande exemplo do que Horace Silver descreveu em uma entrevista de 1980: ‘Alfred Lion e Frank Wolff eram homens de integridade e realmente fãs de jazz. Deram a vários músicos a chance de gravar quando todas as outras gravadoras não estavam interessadas. E eles apoiavam o artista, mesmo que ele não estivesse vendendo quase nada.’ Em 1954, a ‘Blue Note’, partiu em direção a um sistema que foi muito semelhante a uma companhia de teatro usando um elenco de ‘sidemen’, músicos profissionais contratados para executar ou gravar com um grupo do qual não era um membro regular; e líderes que assegurassem a criatividade e a confiabilidade. Logo depois a gravadora colocou em movimento uma outra tendência do jazz. Seguindo o conselho de Babs Gonzales e outros músicos, Alfred Lion e Frank Wolff se aventuraram a ouvir um pianista da Filadélfia, que tinha abandonado o seu instrumento original e agora tocava um órgão Hammond no canto de um armazém alugado. E assim ouviram pela primeira vez Jimmy Smith em 1956, no seu primeiro show em Nova York. Descrito por Alfred como uma visão impressionante, um homem de rosto contorcido, agachado sobre o teclado em agonia aparente, os dedos em vôo e os pés que dançavam sobre os pedais. Um som que ele nunca tinha ouvido antes. Foi estarrecedor. Ao mesmo tempo, Wolff conheceu Reid Miles, um artista comercial, que era um devoto fã de música clássica. Miles se tornou o designer para o selo por 11 anos e criou gráficos maravilhosos para as capas dos discos. Os detalhes fizeram a diferença.


Coletânea instrumental que coloca o piano no centro da expressão do blues e do jazz contemporâneo. A proposta do projeto é destacar o instrumento não apenas como base harmônica, mas como verdadeira voz narrativa, explorando sua capacidade melódica e improvisatória. O repertório dialoga com o blues tradicional de 12 compassos e com o jazz moderno, apresentando acordes estendidos (7ª, 9ª e 13ª), progressões sofisticadas e momentos de improvisação refinada. A estética do álbum remete ao ambiente intimista dos clubes de jazz, com interpretações elegantes e atmosfera noturna. A série à qual pertence — que também inclui versões dedicadas à guitarra e ao saxofone — evidencia diferentes protagonistas instrumentais dentro do mesmo universo estilístico. Pianistas associados ao catálogo da gravadora e à linguagem explorada no disco incluem nomes como Horace Silver, Herbie Hancock e Gene Harris, artistas que ajudaram a consolidar o soul jazz e o hard bop. Assim, o álbum funciona tanto como apreciação estética quanto como material didático para compreender a evolução do piano no blues e no jazz instrumental.


Boa audição - Namastê

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Boxset: Blue Instrumentalists Blue Note

Artista: VA
Lançamento: 2002/2006
Selo: Blue Note Records/Blue Note
Gênero: Cool Jazz, Swing, 


A ‘Blue Note Records’ é uma gravadora norte-americana de jazz fundada em 1939 por Alfred Lion. O seu nome tem origem no termo de jazz e blues, blue note, que é uma nota musical que provém das escalas usadas nas canções de trabalho praticadas pelos povos afro-americanos. A característica musical resultante imprime um caráter de lamento à música podendo considerar-se que tenha surgido como uma consequência da dureza do trabalho nos campos. Consiste em criar uma nota que não consta na escala diatônica tradicional. Esta herança escalar migrou mais tarde para o universo jazzístico. A ‘Blue Note Records’ esteve desde cedo mais associada ao estilo ‘hard bop’, um gênero influenciado pelo rhythm and blues, gospel e blues, que desenvolveu-se durante as décadas de 1950 e 1960. Mas, a gravadora incluia também bebop, soul, blues, rhythm and blues e gospel. Horace Silver, Jimmy Smith, Freddie Hubbard, Lee Morgan, Art Blakey e Grant Green estavam entre os principais artistas da editora. Após a 2ª Guerra Mundial, no entanto, quase todos os músicos mais importantes gravariam para a ‘Blue Note’. Em 1925, aos 16 anos, Alfred Lion notou um cartaz de concertos para orquestra que aconteceria perto do seu local favorito de patinação no gelo em sua nativa Berlim, na Alemanha. Ele tinha ouvido muitos discos de jazz de sua mãe e começou a se interessar pela música, mas naquela noite do concerto a sua vida mudou. O impacto do que ouviu tocado ao vivo explodiu dentro dele como uma paixão e o fez partir para Nova York em 1928 onde trabalhou nas docas e dormiu no Central Park para chegar mais perto da música que tanto amava. Em 1938, Lion foi ver o concerto ‘Spirituals to Swing’ no Carnegie Hall. O poder e a beleza do piano ‘boogie woogie’, um estilo de blues, caracterizado pelo uso sincopado da mão esquerda ao piano, dos mestres Albert Ammons e Meade Lux Lewis balançou e apoderou-se de sua alma. Exatamente duas semanas depois trouxe os dois pianistas para um estúdio de Nova Iorque para fazer algumas gravações. Eles se revezavam ao piano e a longa sessão terminou com dois duetos impressionantes. A ‘Blue Note Records’ finalmente tornou-se uma realidade e Alfred Lion construiu uma das maiores empresas de registro musical de jazz do mundo.

Ao contrário do que o título sugere, este não é um álbum de blues para guitarra. Trata-se, na verdade, de uma coletânea de guitarristas de jazz tocando jazz blues. Se você não tem certeza da diferença entre os dois gêneros e não curte jazz, talvez este não seja o álbum ideal. Mas se você tem interesse em aprender mais sobre jazz, ou se já curte o gênero e quer uma boa visão geral da guitarra jazz, não encontrará introdução melhor. Ele tem tudo o que uma ótima coletânea deve ter: cada faixa é absolutamente incrível e vai te apresentar artistas que você nunca ouviu falar. Além disso, abrange uma ampla gama de épocas e estilos: desde o swing inicial de Charlie Christian e T-Bone Walker, passando pelo bebop de Kenny Burrell, até os estilos modernos de Stanley Jordan e John Scofield. Este é um disco que você não deve hesitar em comprar


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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Artista: Nina Simone
Lançamento: 2003
Selo: Verve Records/Compilation 
Gênero: Soul, Soul-Jazz, Cool Jazz

Nina Simone, nascida em Tryon em 1933, foi uma grande pianista, cantora e compositora. O nome artístico foi adotado aos 20 anos, para que pudesse cantar blues, a ‘música do diabo’, nos cabarés de New York, Filadélfia e Atlantic City, escondida de seus pais, que eram pastores metodistas. ‘Nina’ veio do Espanhol (Niña: menina), e ‘Simone’ foi uma homenagem à grande atriz do cinema francês Simone Signoret, sua preferida. De todos os cantores mais importantes do século 20, Nina Simone foi uma das mais difíceis de classificar. Ela gravou soul, jazz, pop e, muitas vezes ao longo do mesmo álbum. Como Aretha Franklin ou Dusty Springfield, Simone era eclética e trouxe qualidade e emoção a qualquer canção que interpretou. O que também a impediu de alcançar um público maior. O mesmo pode ser dito de sua apresentação no palco, admirada por sua honestidade direta e individualismo, ela também era conhecida por suas brigas com o público e os promotores dos shows. Criada em uma família de oito filhos, ela originalmente abrigava esperanças de se tornar uma pianista clássica. Nina foi uma das primeiras artistas negras a ingressar na renomada ‘Julliard School of Music’, em New York, uma posição rara para uma mulher afro-americana em 1950. Precisando se sustentar enquanto estudava, trabalhou como acompanhante e dando aulas de piano. Em um teste para um emprego como pianista em uma boate em Atlantic City, foi-lhe dito que ela teria o lugar se ela cantasse tão bem como tocava. Quase por acaso, ela começou a esculpir a sua reputação como cantora, apesar de suas habilidades ao piano. No final dos anos 50, começou a gravar. Em 1959, sua versão de ‘I Loves You Porgy’ de George Gershwin deu-lhe o top 20. No início dos anos 60, ela gravou nada menos que nove álbuns. Em um breve contato com sua obra, aqueles que não conhecem percebem logo a diversidade de estilos pelos quais Nina Simone se aventurou, desde o gospel, passando pelo soul, blues, folk e jazz, canções folclóricas israelenses, spirituals e temas de filmes. Como muitos artistas negros de meados dos anos 60, Simone foi profundamente afetada pelo Movimento dos Direitos Civis e crescente orgulho negro. Nina Simone se destacou e foi perseguida por ser negra e por abraçar publicamente todo tipo de combate ao racismo. Seu envolvimento era tal, que chegou inclusive a cantar no enterro do pacifista Martin Luther King. Casada com um policial nova-iorquino, Nina também sofreu com a violência do marido, que a espancava. Sua canção ‘Mississipi Goddamn’ tornou-se um hino ativista da causa negra, e fala sobre o assassinato de quatro crianças negras em uma igreja de Birmingham em 1963. Nina é lembrada como uma intérprete de raro ecletismo, nas suas apresentações, era capaz de entoar um hino anti-racista, como ‘Mississipi Goddamn’ para logo em seguida ‘ressuscitar’ a platéia com ‘Here Comes the Sun’, dos Beatles. Era uma intérprete visceral, compositora inspirada e tocava piano com energia e perfeição. Simone caiu em tempos turbulentos na década de 70, encontrou sérios problemas financeiros e tornando-se uma espécie de nômade, fixou-se em vários pontos na Suíça, Libéria, Barbados, França e Grã-Bretanha. Ela teve um ressurgimento imprevisível em 1987, quando o hit ‘My Baby Just Cares for Me’, se tornou um grande sucesso britânico depois de ser usada em um comercial de televisão do perfume Chanel. Outros destaques foram as suas versões de ‘Don’t Let Me Be Misunderstood’, cover da banda ‘The Animals’ e o hit ‘I Put a Spell on You’, além da canção dos Beatles, ‘Michelle’. O ano de 1993 marcou o seu retorno a uma grande gravadora norte-americana, e foi impulsionada quando várias de suas canções foram apresentados no filme ‘Point of No Return’. Ela publicou sua biografia, ‘I Put a Spell on You’, em 1991, mas ficou cada vez mais frágil ao longo dos anos 90 e teve que ser ajudada durante uma apresentação em 2001 no Carnegie Hall. Nina Simone morreu em 2003 em sua casa na França.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Boxset: The Diva Series (9xCD's) + Bonus

Lançamento: 2003
Selo: Verve Records/Compilation 
Gênero: Bop, Swing, Vocal


Ella Fitzgerald (Newport News, 25 de abril de 1917 – Beverly Hills, 15 de junho de 1996) também conhecida como ‘First Lady of Song’ e ‘Lady Ella’, foi uma popular cantora com uma extensão vocal que abrangia três oitavas. Era notória pela pureza de sua tonalidade, sua dicção, fraseado e entonação impecáveis, bem como uma habilidade de improviso ‘semelhante a um instrumento de sopro’, particularmente no scat. Considerada uma das intérpretes supremas do chamado ‘Great American Songbook’, teve uma carreira que durou 59 anos, venceu 14 prêmios Grammy e recebeu a Medalha Nacional das Artes do presidente americano Ronald Reagan, bem como a Medalha Presidencial da Liberdade, do sucessor de Reagan, George H. W. Bush.


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segunda-feira, 9 de dezembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951




Artista: VA
Álbum: CD20 (1951)
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz



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sexta-feira, 6 de dezembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz


Boa audição - Namastê



quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA
Álbum: CD18 (1949)
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

Boa audição - Namastê

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

Boa audição - Namastê

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951



 Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

Boa audição - Namastê


quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951


Artista: VA
Álbum: CD15 (1947)
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

Boa audição - Namastê

segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA

Álbum: CD14 (1946-1947)

Lançamento: 2002

Selo: Le Chant Du Monde

Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)

Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz



 Boa audição - Namastê

sexta-feira, 22 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz


Boa audição - Namastê

quarta-feira, 20 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951


Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz

 

Boa audição - Namastê

segunda-feira, 18 de novembro de 2024

Boxset: Les Trésors Du Jazz - 1944-1951

Artista: VA
Lançamento: 2002
Selo: Le Chant Du Monde
Série: Boxset 'Les Trésors Du Jazz' (10 CD)
Gênero: Swing, Big Band, Bop, Cool Jazz, Mainstream Jazz



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sábado, 9 de setembro de 2023

Fats Waller - Sugar Blues

Artista: Fats Waller 
Lançamento: 2002
Selo: Past Perfect
Gênero: Jazz Vocal, Stride


Embora seu nome não seja conhecido entre os leigos do jazz, Fats Waller é considerado, por muitos críticos, como o mais completo pianista de jazz, acima de Duke Ellington, Jelly Roll Morton, e até mesmo de Erroll Garner. De 1934, quando assinou contrato com a RCA Victor até 1942 foram gravadas 300 peças. E os seus registros e o nome de Fats Waller, no curto espaço de tempo em que viveu, tornaram-se um dos maiores tesouros da história do jazz. Pianista, organista, vocalista e compositor tocava o estilo ‘stride’ de piano, estilo que foi desenvolvido nas grandes cidades da Costa Leste, principalmente em Nova York, durante 1920 e 1930. E com sofisticação influenciou pianistas estilisticamente diferentes como Art Tatum, Thelonious Monk, Bud Powell e Joe Zawinul. Fats Waller foi um pianista de um impressionante talento que chamou a atenção dos ricos e famosos. Em Chicago, no ano de 1926, foi seqüestrado por quatro capangas do famoso gangster Al Capone e levado para uma festa em andamento e com uma arma nas costas foi ordenado que tocasse. A festa era o aniversário de Capone e Fats Waller tocou durante três dias. Quando deixou o prédio estava muito bêbado, extremamente cansado e com milhares de dólares nos bolsos. Inimitável e com um incansável senso de humor, Fats Waller e sua personalidade efervescente eram maiores que a vida. Ele espremeu cada gota de vida, e, aparentemente, cada garrafa que ele pode colocar em suas mãos. Foram anos de vida dura e uma rigorosa agenda de shows, que terminou em uma pneumonia brônquica. Thomas Wright Waller nasceu em New York, em 1904, e era filho de um pastor de Igreja, seu avô era violinista e aprendeu a tocar órgão na igreja com sua mãe. Sua importância é também como o primeiro grande organista do jazz. Aos 15 anos já era organista do Lincoln Theater, fato que irritou o seu pai que queria que ele seguisse o seu caminho, o caminho de Deus. Em 1918, Fats ganhou um concurso de talentos tocando ‘Carolina Shout’ do pianista James P. Johnson que ele aprendeu ouvindo em uma pianola que tocava a música. Mais tarde, ele viria a ter aulas de piano com o próprio Johnson que o ensinou como fazer rolos para piano. E depois estudou com o pianista e compositor polonês naturalizado estadunidense, Leopold Godowsky, e teve aulas na ‘Juilliard School’.


Boa audição - Namastê