sábado, 11 de fevereiro de 2012

1961 - Miles Davis At Carnegie Hall - The Complete Concert Re-Up

Miles Dewey Davis Jr (Alton, Illinois, 26 de Maio de 1926 - Santa Monica, Califórnia, 28 de Setembro de 1991). Em 1998, a gravadora Columbia pelo selo Legacy reeditada Miles Davis no Carnegie Hall como um conjunto de duplo disco que traz todas as músicas do concerto realizado a partir de 19 de maio de 1961. Davis é capturado com o seu pequeno combo transitório apresentando Hank Mobley, Wynton Kelly, Paul Chambers e Jimmy Cobb, bem como com o Gil Evans Orchestra. Foi um dos dois únicos shows Davis e Evans realizado em conjunto, e que por si só torna o álbum necessário para coleccionadores, mas a música em si é espetacular. Uma transparencia pela genialidade de Miles pelos portais do jazz.

Faixas:
Disc 1: First Half Of Concert.
1. So What
2. Spring Is Here
3. Teo
4. Walkin'
5. The Meaning Of The Blues/Lament
6. New Rhumba

Disc 2: Second Half Of Concert.
1. Someday My Prince Will Come
2. Oleo
3. No Blues
4. I Thought About You
5. En Aranjuez Con Tu Amor (Adagio From 'Concierto De Aranjuez')


Pessoal:
Miles Davis - Trompete
Gil Evans - Arrangador e Maestro
Hank Mobley - Sax Tenor
Ernie Royal, Bernie Glow, Johnny Coles, Louis Mucci - Trompete
Jimmy Knepper, Dick Hixon, Frank Rehak - Trombone
Julius Watkins, Paul Ingrahan, Bob Swisshelm - Corne Frances
Bill Barber - Tuba
Romeo Penque, Jerome Richardson, Eddie Caine, Bob Tricarico, Danny Bank - Palhetas
Janet Putnam - Harpa
Wynton Kelly - Piano
Paul Chambers - Baixo Acustico
Jimmy Cobb - Bateria
Bobby Rosengarden - Percurssão

Recorded live at Carnegie Hall, New York, New York on May 19, 1961. Includes liner notes by Bob Blumenthal. Digitally remastered by Mark Wilder (Sony Music Studios, New York, New York). This two-CD set makes the entire Carnegie Hall concert of May 19, 1961.












Boa audição - Namastê

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Dinah Washington - Back Water Blues



Back Water Blues
When it rains five days and the skies turn dark as night
When it rains five days and the skies turn dark as night
Then trouble's takin' place in the lowlands at night
I woke up this mornin', can't even get out of my door
I woke up this mornin', can't even get out of my door
There's been enough trouble to make a poor girl wonder where she want to go
Then they rowed a little boat about five miles 'cross the pond
Then they rowed a little boat about five miles 'cross the pond
I packed all my clothes, throwed them in and they rowed me along
When it thunders and lightnin' and when the wind begins to blow
When it thunders and lightnin' and the wind begins to blow
There's thousands of people ain't got no place to go
Then I went and stood upon some high old lonesome hill
Then I went and stood upon some high old lonesome hill
Then looked down on the house were I used to live
Backwater
blues done call me to pack my things and go
Backwater blues done call me to pack my things and go
'Cause my house fell down and I can't live there no more
Mmm, I can't move no more
Mmm, I can't move no more
There ain't no place for a poor old girl to go



1958 - Sings Bessie Smith - Dinah Washington

Dotada de uma voz forte, bonita e fraseado muito preciso, o espírito irreprimível de Dinah Washington traduz a imperatriz do Blues, Bessie Smith, em um talento incomum se comparado por varias outras divas que prestaram semelhante homenagem. Washington parece simplesmente gloriosa, com foco em alternando frases que lembra a própria Smith, enfatizando suas raízes próprias do velho Blues as margens do Mississipi, berço da criação. Acompanhada por Eddie Chamblee e Sua Orquestra, enfatiza o vaudeville e som Dixieland do início do século com direito a trombone, trompete e percussão no ritmo da época. Reeditado várias vezes (ocasionalmente sob o título A Bessie Smith Songbook), Dinah Washington "Sings Bessie Smith" traça um equilíbrio perfeito entre tributo e declaração artística genuína de uma artista consagrada a um mito perpetuado na lenda. A Verve em sua reedição acrescentou as faixas alternativas "Trombone Blues (AKA Trombone Cholly)" e "Careless Love", além de três músicas tiradas de um desempenho no festival Newport. Gravado no Universal Studio, Chicago, Illinois, 30 de dezembro de 1957, 07 e 20 de janeiro 1958 e ao vivo no Jazz Festival, Newport, Rhode Island em 06 de julho de 1958.


Album: Dinah Sings Bessie Smith
Artista: Dinah Washington
Lançamento: 1958
Selo: UMG Recordings, Inc.
Genero: Jazz, Vocal Jazz, Blues

01. After You've Gone
02. Send Me To The 'Lectric Chair
03. Jailhouse Blues
04. Trombone Blues (AKA Trombone Cholly)
05. You've Been A Good Ole Wagon
06. Careless Love
07. Backwater Blues
08. If I Could Be With You One Hour Tonight
09. Me And My Gin
10. Fine Fat Daddy
11. Trombone Butter (Alternative Take)
12. Carless Love (Master Take In Mono)
13. Send Me To The 'Lectric Char (Live Version)
14. Me And My Gin (Live Version)
15. Backwater Blues (Live Version)

Boa audição - Namaste.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

1960 - Back at the Chicken Shack - Jimmy Smith

Era uma vez um rapaz chamado Jimmy Smith que resolveu comprar um órgão Hammond B-3, que era um instrumento muito característico das igrejas nos Estados Unidos. Jimmy alugou um galpão, e lá ficou por cerca de um ano, somente com seu órgão e sua música. Quando ele finalmente saiu de lá, havia criado um som novo, que revolucionou totalmente a maneira como o tal órgão Hammond B-3 era tocado. Foi assim que nasceu o Soul Jazz, que fez com que Smith fosse chamado de "O Incrível" pela indústria musical nos anos 60. Back At The Chicken Shack é, sem dúvida, o melhor álbum de Smith, com um balanço incansável, harmonicamente sofisticado e autêntico. Gravado em 25 de abril de 1960, o disco revelou o saxofonista Stanley Turrentine, mas também foram cruciais as contribuições da guitarra elegante e econômica de Kenny Burrell e da bateria irresistível de Donald Bailey. O curioso é que embora se chame Back At The Chicken Shack (De Volta Ao Galinheiro), o som que Jimmy Smith mostra algo totalmente sofisticado. Existe um certo minimalismo nas músicas, nada é exagerado demais, alto demais, enfim, nada é demais. O único exagero é o talento de Smith no órgão e de Turrentine no saxofone. Back On The Chicken Shack é um disco gostoso de se ouvir justamente pela falta de exageros, solos longos ou altos demais. Smith já ganharia pontos de qualquer forma, pois pegar um instrumento que era usado apenas nas igrejas, subverter totalmente a forma como ele é tocado e ainda criar um novo estilo musical em cima disso não é pra qualquer um. IN-PER-DI-VEL.

Album: Back at the Chicken Shack
Musico: Jimmy Smith
Lançamento: 1960
Selo: Blue Note


01 - Back At The Chicken Shack
02 - When I Grow Too Old To Dream
03 - Minor Chant
04 - Messy Bessie
05 - On The Sunny Side Of The Street


Donald Bailey - Bateria
Kenny Burrell - Guitarra
Jimmy Smith - Orgão
Stanley Turrentine - Sax. Tenor

Gravado em 25 de Abril de 1960, Van Gelder Studio, Englewood Cliffs, New Jersey. Boa audição - Namaste.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Momento Jimmy Smith



1994 - The Complete February 1957 Jimmy Smith Blue Note Sessions - (3CD Box Set)

Em 11, 12 e 13, de fevereiro de 1957, Jimmy Smith registrou material suficiente para encher cinco álbuns em uma ampla gama de configurações que resume a importância do trabalho que ele fez ao longo de sua carreira na Blue Note. As sessões de fevereiro foram apenas um ano depois que ele foi descoberto em "Paraíso Small" pela Blue Note nas mãos de seu fundador, Alfred Lion. Seu parceiro, Francis Wolff, lembrou os primeiros dias: "Foi seu primeiro show em Nova York - Uma semana Ele era uma visão deslumbrante de um homem em convulsões, rosto contorcido, curvado sobre em aparente agonia, seus dedos voadores, sua dança de pés sobre os pedais. O ar estava cheio de ondas... de som que eu nunca tinha ouvido antes. O barulho era demolidor. algumas pessoas se sentaram em volta, confuso, mas impressionado. " Ele foi saudado como "Bird do órgão." Miles Davis teve uma reação similar: ". Este gato é a oitava maravilha do mundo". Praticamente ninguém tinha considerado as possibilidades de uso do órgão no jazz até Jimmy Smith rasgar essa cortina de fumaça imperada por anos pelo piano. Ele desenvolveu seu próprio estilo e sua voz é quase em segredo, tocando R & B no piano ao redor de Philadelphia, mas gastando cada minuto livre sobre o órgão Hammond, primeiro alugando tempo em um dólar por hora de um revendedor do órgão até que ele pudesse finalmente dar ao luxo de comprar um. Uma verdadeira aula aos neófitos e uma retrospectivas aos veteranos do jazz.

ArtistA: Jimmy Smith
Album: The Complete February 1957 Jimmy Smith
Lançamento: 1957
Selo: Blue Note
Genero: Soul Jazz, Hard Bop


CD 1

01. Falling In Love With Love
02. First Night Blues
03. Funk’s Oats
04. Groovy Date
05. I Let A Song Go Out Of My Heart

CD 2

01. Zing! Went The Strings Of My Heart
02. I’m Getting Sentimental Over You
03. Simmertime
04. Plum Nellie
05. Plum Nellie (Alt. Tk.)
06. Billie’s Bounce
07. Yardbird Suite
08. There’s A Small Hotel
09. All Day Long



CD3
01. Somebody Loves Me
02. The Third Day
03. All The Things You Are
04. The Fight
05. There Will Never Be Another You
06. How High The Moon
07. Buns A Plenty
08. The Duel
09. Blue Moon
10. Cherokee

Musicos:
Jimmy Smith - Órgão Hammond
Donald Byrd - Trompete
Lou Donaldson - Sax Alto
Hank Mobley - Sax Tenor
Eddie McFadden - Guitarra
Kenny Burrell - Guitarra
Art Blakey - Bateria
Donald Bailey - Bateria

Boa audição - Namaste.


Link

sábado, 14 de janeiro de 2012

2005 - The First Lady of Song - Ella Fitzgerald (Re-Up)

Dizem que Ella Fitzgerald não tinha a profundidade emocional de Billie Holiday, a imaginação de Sarah Vaughan ou Anita O'Day e a influência baseada no blues de Dinah Washington e que ela era muitas vezes apesar de brilhante - previsível. As críticas surgiram em parte devido a sua popularidade e ignoraram as suas contribuições. Ella Fitzgerald não só foi uma das pioneiras do ‘scat singing’, técnica extremamente inventiva da improvisação do jazz vocal com vocábulos sem palavras, sílabas sem sentido ou sem palavras que dá aos cantores a habilidade da improvisação para criar o equivalente a um solo instrumental usando a voz. Técnica aliás bastante eficaz para Ella Fitzgerald que tinha tendência para esquecer as letras das músicas. Além disso era uma cantora despretensiosa cujas variações harmônicas nunca foram forçadas. Notavelmente se destacou por sua interpretação sofisticada das canções de George Gershwin e Cole Porter. Afinal, Ella Fitzgerald foi essencialmente uma cantora de jazz ou uma cantora pop? Para muitos foi indiscutivelmente a melhor cantora de jazz de todos os tempos embora alguns possam votar em Sarah Vaughan ou como (eu) em Billie Holiday. Ella Fitzgerald cuja voz magnífica, amplo repertório e estilo acessível de cantar apelou para ambas as platéias: do jazz e do pop. Sua abordagem ao repertório vocal é simples: ela mantém clássicos e acrescenta continuamente as melhores músicas do estilo pop. Ela estava entre os primeiros a integrar tanto a Bossa Nova como os Beatles em seu repertório na década de 60. Também gravou músicas mais contemporâneas como ‘You Are the Sunshine of My Life’ de Stevie Wonder, um componente padrão do seu repertório. Suas gravações são reeditadas constantemente, trazendo sua música a novos públicos e ampliando seu círculo de admiradores. Na verdade Ella Fitzgerald foi uma das cantoras de jazz mais emocionantes de sua época e devido à naturalidade de seu estilo tinha um apelo popular que se estendeu muito além das fronteiras do jazz. Até o início dos anos 1950 o domínio de Ella Fitzgerald sobre fãs e críticos foi absoluto. Na verdade entre 1953 e 1970 a cada ano ela era a vencedora da enquete promovida pela ‘Down Beat’ a mais antiga e respeitada revista de jazz do mundo e assim ficou conhecida como ‘a primeira dama da canção’. Ao contrário de algumas outras cantoras de jazz como Billie Holiday e Anita O'Day, Ella Fitzgerald tinha uma vida privada desprovida de notoriedade relacionadas com drogas ou outro vicio consumidor. Em contraste com a sua carreira ativa como intérprete levava uma vida pessoal tranqüila. Com uma voz bonita, Ella era uma cantora brilhante e tinha a dicção quase perfeita, podia se entender as palavras que ela cantava. A falha era que uma vez que ela sempre parecia feliz por estar cantando nem sempre a sua interpretação condizia com as canções que ela interpretava. E ninguém poderia adivinhar que seu canto nos primeiros dias foi tão melancólico como o de Billie Holiday.
fonte: Blog Pintando Música - Ella Fitzgerald

2005 - The First Lady of Song

Faixas:
01. A-Tisket, A-Tasket
02· MR. Paganini (You'll Have To Swing It)
03· Bei Mir Bist Du Schoen
04· My Heart Belongs To Daddy
05· You Showed Me The Way
06· It's Wonderful
07· I'll Chase The Blues Away
08· Hallelujah
09· Undecided
10· Stairways To The Stars
11· The Starlit Hour
12· What's The Matter With Me?
13· Deedle Dee Dum
14· Cabin In The Sky
15· The Muffin Man
16· My Man
17· It's Only A Paper Moon
18· Sentimental Journey
19· Oh! Lady Be Good
20· How High The Moon
21· Budella (Blue Skies)
22· The Frim Fram Sauce
23· You Won't Be Satisfied
24· Dream A Little Dream Of Me

Boa audição - Namaste

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Momento Dexter Gordom

Montreux Jazz Festival, 1977

Session 'doin allright ' 06 de Março 1961

Royal Roost, New York City, 1948

Royal Roost, New York City, 1948

Pittsburgh, PA 1977

Dexter Gordon Quartet - Laren, The Netherlands, 9 March 1978

Montreux Jazz Festival, 1970

sábado, 31 de dezembro de 2011

sábado, 24 de dezembro de 2011

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

2006 - Best Jazz 100 - VA

Artista: VA
Titulo: Best Jazz 100
Lançamento: September 4, 2006
Selo: EMI Europe Generic
Genero: Jazz Collections

CD 1: Classic Jazz Vocals

01. I Left My Heart In San Francisco – Julie London
02. Something Cool – June Christy
03. My Funny Valentine – Chet Baker
04. Misty Blue – Ella Fitzgerald
05. Darn That Dream – Nancy Wilson
06. Autumn In New York – Jo Stafford
07. April In Paris – Dinah Shore
08. Do Nothing Till You Here From Me – Abbey Lincoln
09. Day In – Day Out – Mark Murphy
10. It Had To Be You – Dinah Shore
11. Angel Eyes – Jack Jones
12. The Man I Love – Carmen McRae
13. It Don’t Mean A Thing – Annie Ross
14. Here’s That Rainy Day – Sue Raney
15. Stars Fell On Alabama – Jack Teagarden
16. Blue Moon – Billie Holiday
17. A Foggy Day – Dakota Staton
18. Exactly Like You – Dianne Reeves
19. I Ain’t Got Nothin’ But The Blues – Lou Rawls
20. Something To Live For – Lena Horne

CD 2: Swing Classics In Hi-fi


01. For Dancers Only – Billy May And His Orchestra
02. Stompin’ At The Savoy – Benny Goodman & His Orchestra
03. Leap Frog – Les Brown And His Orchestra
04. Satin Doll – Duke Ellington And His Orchestra
05. Let’s Dance – Benny Goodman And His Orchestra
06. T’Ain’t What You Do – Billy May And His Orchestra
07. Opus No. 1 – Glen Grey And The Casa Loma Orchestra
08. Intermission Riff – Stan Kenton And His Orchestra
09. Sleep – Woody Herman And His Orchestra
10. Jumpin’ At The Woodside – Benny Goodman & His Orchestra
11. Harlem Air Shaft – Duke Ellington And His Orchestra
12. I’m Beginning To See The Light – Harry James And His Orchestra
13. A Good Man Is Hard To Find – Les Brown And His Orchestra
14. Annie Laurie – Billy May And His Orchestra
15. The Peanut Vendor – Stan Kenton And His Orchestra
16. Come And Get It – Glen Gray And The Casa Loma Orchestra
17. Margie – Billy May And His Orchestra
18. I’ve Got My Love To Keep Me – Les Brown And His Orchestra
19. Apollo Jumps – Glen Gray And The Casa Loma Orchestra
20. Sing, Sing Sing - Benny Goodman And His Orchestra

CD 3: Latin Jazz

01. Machito – Stan Kenton And His Orchestra
02. Jahberu – Tadd Dameron
03.T in Tin Deo – James Moody & Chano Pozo
04. Basheer’s Dream – Kenny Dorham
05. Congalegra – Horace Parlan
06. Mambo Inn – Grant Green
07. Paco – Gerald Wilson
08. Agua Dulce – The Jazz Crusaders
09. Favela – Clare Fischer (3:46)
10. I’m On My Way – Candido
11. Oye Como Va – Bobby Hutcherson
12. Caravan - Chucho Valdes
13. Contagio – Gonzalo Rubalcaba
14. Dance Of Denial – Ray Barretto
15. The Time Is Now – Eliane Elias

CD 4: Relaxing Jazz


01. At Last – Lou Rawls & Dianne Reeves
02. Makin’ Whoopee – The Three Sounds
03. Namely You – Sonny Rollins
04. Time After Time – Cassandra Wilson
05. Infant Eyes – Wayne Shorter
06. In The Winelight – Kurt Elling (6:44)
07. Cantaloupe Island – Herbie Hancock
08. More Than This – Charlie Hunter & Norah Jones
09. Beatrice – Joe Henderson
10. Lazy Afternoon – Jackie Allen
11. I’ve Got The World On A String – Joe Lovano
12. Make It Go Away - Holly Cole
13. Déjà Vu – Stefon Harris & Jacky Terrasson
14. Don’t Worry Be Happy – Bobby McFerrin

CD 5: Jazz Ballads

01. Someone To Watch Over Me – Coleman Hawkins
02. Easy Living – Clifford Brown
03. It Never Entered My Mind – Miles Davis
04. Violets For Your Furs – Jutta Hipp & Zoot Sims
05. Moonglow – Benny Goodman
06. Like Someone In Love – George Shearing
07. Stairway To The Stars – Bill Evans & Jim Hall
08. Dancing In The Dark – Cannonball Adderley
09. I’m A Fool To Want You – Dexter Gordon
10. Yesterdays – Stan Kenton and his Orchestra
11. The Good Life – Hank Mobley
12. God Bless The Child – Stanley Turrentine
13. Nature Boy - Ike Quebec
14. Spring Can Really Hang You Up The Most – Zoot Sims
15. Laura – Joe Lovano

CD 6: Legends of Jazz

01. Boogie Woogie Stomp – Albert Ammons
02. Summertime – Sidney Bechet
03. Chicago Flyer – Meade Lux Lewis
04. Profoundly Blue – Edmond Hall’s Celeste Quartet
05. Topsy – Ike Quebec
06. Blues For Clarinets – Jimmy Hamilton & The Duke’s Men
07. Lop-Pow – Babs Gonzales’ Three Bips And a Bop
08. Our Delight – Tedd Dameron
09. Boperation – Howard McGhee & Fats Navarro
10. ‘Round Midnight – Thelonious Monk
11. Bouncing With Bud – Bud Powell
12. Born To Be Blue – Wynton Kelly
13. Bags’ Groove – Milt Jackson
14. Safari – Horace Silver
15. Carvin’ The Rock – Lou Donaldson & Clifford Brown
16. Lady Sings The Blues – Herbie Nichols

Boa audição - Namaste

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

2003 - Christmas for Lovers - VA

Albúm: Christmas for Lovers
Artista: VA
Selo: The Verve Music Group
Periodo: 1953-2001
Lançamento: 2003
Genero: Easy Listening, Jazz, Bossa Nova, Christmas Songs

Faixas:
01. Wally Stott & His Orchestra - The Christmas Song
02. Ella Fitzgerald - What Are You Doing New Year's Eve?
03. Joe Sample - I Saw Mommy Kissing Santa Claus
04. Shirley Horn - The Secret of Christmas
05. Joe Williams - Christmas Waltz
06. Yusef Lateef - Warm Fire
07. Billy Eckstine - Christmas Eve
08. Dinah Washington - Ole Santa
09. Ramsey Lewis - Snowfall
10. Antonio Carlos Jobim - Looks Like December
11. Oscar Peterson - A Child is Born
12. Diane Schuur - I'll Be Home for Christmas
13. Gerry Mulligan - Wintersong
14. Abbey Lincoln - Christmas Cheer
15. Kenny Burrell - Merry Christmas, Baby

Boa audição - Namaste.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

2003 - Bossa Nova for Lovers - VA

O GRANDE ENCONTRO: JOÃO GILBERTO E ROBERTO MENESCAL
UM DESLUMBRAMENTO - OS PRIMÓRDIOS DA BOSSA NOVA


- Tem um violão aí? Eu sou o João Gilberto. Podíamos tocar alguma coisa.
Menescal, surpreso com "aquela figura esquisita", mandou-o entrar.
Já ouvira falar num "baiano meio louco, genial, afinadíssimo," que às vezes aparecia no Plaza, na Rua Princesa Isabel, por volta de 1957.
Carlos Lyra já conhecia "aquela figura".
Mas voltemos ao apartamento do Menescal.
Casa cheia. Menescal levou o baiano para o quarto dos fundos. Curioso. Violão examinado e devidamente afinado, João começou a cantar "Hô–ba-la-la", de sua autoria. Uma espécie de beguine – musica caribenha já esquecida. Menescal não entendeu nada da letra. Mas quem se importava com letra? A voz do "cara" era um instrumento! Um trombone da melhor qualidade. E João Gilberto não parecia cantar. Dizia as letras, num sussurro, mal abrindo os lábios. E repetiu o estranhíssimo "Ho-ba-la-la" cinco ou seis vezes, cada uma de maneira diferente, mas com a mesma batida. A mesma bossa. Quase ninguém conhecia João Gilberto, no Rio, em 1957, principalmente os mais jovens. Quem ele era, o que fazia, como aprendera violão, como cantar daquele jeito diferente. Sabia-se, vagamente, que viera da Bahia pra cantar num conjunto, mas não se adaptara. E cantava esporadicamente, na noite do Rio. Fascinado, Menescal resolveu "mostrar sua descoberta" aos amigos.
E saiu com o baiano a tiracolo.
Com violão e tudo.
Começou pelo apartamento de Ronaldo Bôscoli, na rua Otaviano Hudson, onde João Gilberto cantou "Ho-ba-la-la" muitas vezes.
E cantou outra canção muito estranha, chamada "Bim-Bom".
Fonte: "Bossa Nova e suas histórias" Sóstenes Pernambuco Pires
Barros.

Artista: VA
Albúm: Bossa Nova for Lovers
Selo: The Verve Music Group
Lançamento: 2003
Genero: Bossa Nova, Vocal Jazz, Brazilian Jazz, West Coast Jazz

Faixas:
01. Stan Getz and Joao Gilberto - Vivo Sonhando (Dreamer)
02. Antonio Carlos Jobim - Wave
03. Astrud Gilberto - The Shadow of Your Smile
04. Stan Getz and Laurindo Almeida - Corcovado (Quiet Nights of Quiet Stars)
05. Astrud Gilberto - My Foolish Heart
06. Antonio Carlos Jobim - Amor em Paz (Once I Loved)
07. Astrud Gilberto - Misty Roses
08. Antonio Carlos Jobim - Desafinado
09. Astrud Gilberto and Walter Wanderley - So Nice (Summer Samba)
10. Stan Getz and Laurindo Almeida - Winter Moon
11. Antonio Carlos Jobim - Insensatez (How Insensitive)
12. Astrud Gilberto - Dindi
13. Stan Getz and Charley Byrd - Bahia
14. Antonio Carlos Jobim - The Girl from Ipanema
15. Stan Getz & Joao Gilberto - O Grande Amor
16. Astrud Gilberto - Meditation

Boa audição - Namaste.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Billie Holiday - P.s. I Love You



P.s. I Love You - PS. Eu te amo

Dear, I thought I drop a line
Querido, pensei em passar para conversar
The weather is cool
O tempo está bom
The folks are fine
As pessoas estão bem
I'm in bed each night at nine
Toda noite, eu vou pra cama às 9
PS. I love you
PS. Eu te amo

Yesterday we had some rain
Ontem choveu um pouco
But all in all I can't complain
Mas no fim, não posso reclamar
Was it dusty on the train
Estava empoeirado no trem
PS. I love you
PS. Eu te amo

Write to the brown's just as soon as you're able
Escreva para os Brown assim que puder
They came around to call
Eles apareceram para ligar
I burned a hole in the dining room table
Eu queimei um buraco na mesa de jantar
Now let me think; I guess that's all
Agora deixe-me pensar, acho que é isso
Nothing else for me to say
Não há nada mais a dizer
And so I'll close, but by the way
Então vou terminar mas, aliás
Everybody's thinking of you
Todos estão pensando em você
PS. I love you
PS. Eu te amo

Billie Holiday

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

1995 - Greatest Hits - Billie Holiday

Nova York, manhã de 17 de julho de 1959. Aos 44 anos, com o organismo debilitado pelo uso contínuo e descontrolado de drogas e álcool, morre no Metropolitan Hospital, no Harlem, a cantora Billie Holiday, a mais pungente e emocionante intérprete da história do jazz. Internada mais uma vez para se tratar do vício em heroína, do qual nunca conseguiu se livrar, Billie morreu sob vigilância policial e segundo alguns biógrafos, algemada na cama depois de denunciada à polícia por uma enfermeira que a teria surpreendido consumindo entorpecentes no hospital. Durante a necropsia os médicos encontraram US$ 750 escondidos dentro de uma meia de seda que ela usava, o último dinheiro de Billie. As condições degradantes em que a intérprete morreu são o último capítulo de uma biografia singular do show business. Negra, pobre, nascida numa América preconceituosa e repressora, Billie passou fome, foi estrupada, se prostituiu ainda adolescente, descobriu na música o caminho para superar as dificuldades, tornou-se uma estrela e, depois, mergulhou no desespero do vício que a destruiu. Uma vida sem regras, forjada no desequilíbrio entre talento e sofrimento, ambos em doses nada homeopáticas, ingredientes mais que suficientes para transformar a cantora em um mito. E é como mito que Lady Day (apelido carinhoso que recebeu do saxofonista Lester Young) permanece, passados do fim melancólico naquele hospital do Harlem. Não apenas como a dona de uma voz única, que misturava melancolia, rouquidão e sensualidade, mas também como a artista que influenciou os rumos do jazz, despertou admiração e se tornou um símbolo impossível de ser substituído. No palco, era uma diva, que aprendeu a fazer da voz um requintado instrumento, que nunca cantava uma música da mesma forma duas vezes.

Artista: Billie Holiday
Album: Greatest Hits
Lançamento: 1995
Selo: Sony
Genero: Jazz, vocal

Faixas:
1. Same Old Story
2. Nice Work If You Can Get It
3. Night And Day
4. Georgia On My Mind
5. Body & Soul
6. Am I Blue
7. St Louis Blues
8. Easy To Love
9. I Can't Give You Anything But Lov
10. All Of Me
11. I've Got My Love TO Keep Me Warm
12. Let's Call The Whole Thing Off
13. The Man I Love
14. Pennies From Heaven
15. Can't Help Lovin' Dat Man
16. They Can't Take That Away From Me
17. The Very Thought Of You
18. Summertime

Teddy Wilson & His Orchestra (01, 02, 03, 05, 06, 07, 15)
Billie Holiday & Her Orchestra (04, 08, 09, 13, 14)
Benny Carter & His All-Star Orchestra (10)
Eddie Heywood & His Orchestra (11, 12)

Recorded: 1935 - 1941

Boa audição - Namaste

sábado, 12 de novembro de 2011

Billie Holiday / 1915 - Forever

"Você não pode copiar ninguém e acabar com qualquer coisa. Se você copiar, isso significa que você está trabalhando sem nenhum sentimento real. Não há duas pessoas na Terra iguais, e tem que ser assim na música, ou não é música"


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Ella Fitzgerald com Sarah Vaughan - 1950

1967 - Francis Albert Sinatra & Antonio (Re-upload) Carlos Jobim

Enquanto tomava chope com amigos no mesmo bar celebrizado por “Garota de Ipanema”, Tom Jobim recebeu o mais surpreendente telefonema de sua vida. Do outro lado da linha, ninguém menos que Frank Sinatra "The Voice” que queria gravar um disco só com músicas de Tom que topou na hora. Foi uma conversa curta:

"Quero fazer um disco com você e saber se você gosta da idéia" - perguntou Sinatra ao telefone.
"É uma honra" - respondeu Tom.

O cantor sugeriu que Tom tocasse violão. Apesar de não gostar da idéia Tom aceitou. Mas também fez um pedido de colocar um um baterista brasileiro por nome de "Dom Um Romão" que foi prontamente aceito pelo cantor, depois de comentar: "Não tenho tempo para aprender canções novas e detesto ensaiar. Vamos ficar com as mais conhecidas, os clássicos". Quando se recuperou da surpresa Tom lembrou-se da esnobada que um editor nova-iorquino lhe dera três anos antes envolvendo indiretamente a figura de Sinatra. Em 1963, Tom procurou um agente em Nova York e reclamou com ele da má qualidade das versões americanas de suas músicas. "Como é que o Frank Sinatra vai gravar minhas músicas com essas letras?", ponderou Tom. "E quem é que disse que o Frank Sinatra vai gravar suas músicas", replicou o agente com um debochado sorriso nos lábios. Em janeiro de 1967 hospedou-se no Sunset Marquis de Los Angeles para dar início ao trabalho, afinal adiado porque Sinatra refugiara-se em Barbados para esquecer mais uma desavença conjugal com Mia Farrow. Enquanto esperava repassou todos os arranjos com Ogerman, compositor, arranjador e regente alemão, compôs mais duas músicas (“Wave” e “Triste”) e quase morreu de tédio. Enquanto esperava um sinal de Sinatra, Tom escreveu várias cartas a Vinícius e numa delas autodefiniu-se como "um infeliz paralisado num quarto de hotel, esperando o chamado para a gravação, naquela astenia física que precede os grandes acontecimentos, vendo televisão sem parar e cheio de barrigose". E assinava: "Astênio Claustro Fobim". As gravações começaram às 20h do dia 30, no Studio One da Warner Western Sound em Sunset Strip. Por precaução, Sinatra gravou primeiro duas das três canções americanas incluídas no repertório, “Baubles, Bangles and Beads” e “I Concentrate on You”, com as quais só não tinha intimidade em ritmo de Bossa Nova. A primeira de Tom que ele encarou foi “Dindi”, seguida de “Change Partners”. A última faixa da noite foi “Inútil Paisagem”. Apesar do natural nervosismo do brasileiro a sessão transcorreu num clima de extrema afabilidade. Nas duas noites seguintes não seria diferente. A crítica americana elegeu o encontro de Sinatra e Jobim o álbum do ano. Nas vendas perdeu apenas para “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” dos Beatles. Um segundo disco com os dois seria gravado dois anos depois, em 1969 com o título de “Sinatra & Company”, com arranjos de Eumir Deodato. Àquela altura, Tom e o cantor já haviam se tornado amigos. Quando dos preparativos de um especial sobre Sinatra no A Man and His Music, co-estrelado por Ella Fitzgerald, para a rede de televisão NBC em setembro de 1967, Francis Albert não se esqueceu de convidar Antonio Carlos. Sinatra, aliás abriu o programa cantando “Corcovado”.
Gravado em 30 de Janeiro e 01 de Fevereiro de 1967, Hollywood - Los Angeles, pelo selo Reprise Records. Produção de Sonny Bulke. Em 1968, Francis Albert Sinatra & Antonio Carlos Jobim foi indicado para o Grammy de Álbum do Ano.

01 - The Girl from Ipanema


Faixas:
01 - The Girl from Ipanema
02 - Dindi
03 - Change Partners
04 - Quiet Nights of Quiet Stars
05 - Meditation
06 - If You Never Come to Me
07 - How Insensitive
08 - I Concentrate on You
09 - Baubles, Bangles and Beads
10 - Once I Loved (O Amor em Paz)

Músicos:
Frank Sinatra – Vocal
Antonio Carlos Jobim – Piano, Guitarra, Backing Vocais
Claus Ogerman – Arranjos e maestro

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Boa audição - Namaste.


terça-feira, 1 de novembro de 2011

2011 - Icon Love Songs - Ella Fitzgerald

Uma coleção de canções de amor da "Primeira Dama da Canção", dos quais muitos ajudaram a Mrs Ella transformar-se em padrões na melodia do jazz. Os destaques incluem "Someone to Watch Over Me", " I Got a Crush on You ", " From This Moment On " e o clássico " Always ". Assim como um bom vinho, essas músicas ficaram melhores ao longo do tempo mesmo depois do falecido grande Ella Fitzgerald.

Artista: Ella Fitzgerald
Titulo: Icon Love Songs
Lançamento: 2011
Genero: Vocal Jazz
Selo: Universal Music

Always

Faixas:
01. I'm Beginning to See the Light
02. The Man I Love
03. Just One of Those Things
04. Someone to Watch Over Me
05. Lover [Version]
06. Always
07. From This Moment On
08. All the Things You Are
09. Love You Madly
10. I've Got a Crush on You
11. You're My Thrill
12. I've Got You Under My Skin

Boa audição - Namaste.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

1963 - Sonny Meets Hawk! - Sonny Rollins and Coleman Hawkins (Re-Link)

Aos quinze anos, durante sua juventude no Harlem, Sonny Rollins era devoto de Charlie Parker e Coleman Hawkins. O último teve influência vital na carreira de Rollins, fazendo com que abandonasse o sax alto e se rendesse ao poderoso som do sax tenor. As principais características que Sonny herdou de seu mestre foram o timbre robusto, vigoroso e cheio de vibratto, assim como a capacidade de executar diversos solos de sax tenor sem acompanhamento algum, peculiaridade facilmente perceptível em seu “The Solo Álbum”, de 1985. Em 1963, Hawkins convocou Rollins para tocar no Festival de Newport, nascendo daí a idéia de gravar o álbum “Sonny meet Hawkins”. Acompanhados do trio formado por Paul Bley (Piano), Bob Cranshaw e Henry Grimes (Baixo) e Roy McCurdy (Bateria), os dois se colidem constantemente, mantendo suas marcas vigorosas de energia e improviso. A harmonia entre eles é notável, ratificando um maravilhoso encontro de gerações entre os dois maiores saxtenoristas de seus tempos.

Sonny Meets Hawk! - Sonny Rollins and Coleman Hawkins

Tracks:

1. Yesterdays
2. All the Things You Are
3. Summertime
4. Just Friends
5. Lover Man
6. At McKies

Credits:

Paul Bley - Piano
Bob Cranshaw - Bass
Henry Grimes - Bass
Coleman Hawkins - Sax (Tenor), Guest Appearance
Roy McCurdy - Drums
Sonny Rollins - Sax (Tenor)

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Morre Um Visionário, Nasce Um Mito

Steven Paul Jobs, cofundador e ex-presidente do conselho de administração da Apple morreu nesta quarta-feira aos 56 anos, vítima de um câncer no pâncreas que vinha tratando desde 2003. Perfeccionista, criativo, inovador e ousado, ele ajudou a tornar os computadores mais amigáveis e revolucionou a animação, a música digital e o telefone celular. Jobs marcou o mundo da tecnologia ao apresentar produtos como o Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Afastado da empresa desde 17 de janeiro para cuidar da saúde e sem prazo para voltar, o executivo renunciou ao cargo em 24 de agosto. "Sempre disse que, se chegasse o dia que eu não pudesse mais cumprir minhas funções e expectativas como CEO da Apple, seria o primeiro a informar. Infelizmente, esse dia chegou", dizia a nota à época. Detalhes do estado de saúde de Jobs sempre foram um mistério. Uma fotografia que mostrava o executivo muito magro e com aparência debilitada (sobre a qual recaíram suspeitas de manipulação) foi publicada pelo site americano de celebridades TMZ dois dias após ele ter deixado o cargo de presidente-executivo da Apple. Em fevereiro, Jobs foi fotografado pelo jornal americano The National Enquirer na mesma clínica onde o ator Patrick Swayze, morto em setembro de 2009, recebeu tratamento para câncer de pâncreas.Fonte: agência AFP.